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O Fantasma de Abraham Lincoln




Um dos mais emblemáticos presidentes dos E.U.A. tem aparecido para muitos políticos e diplomatas influentes. Aqui está uma lista deles.

Diz-se que o espírito do décimo sexto presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln não descansa em paz. Seu principal campo de atuação é a Casa Branca de acordo com uma série de testemunhas ilustres.

O presidente Franklin Roosevelt e sua esposa Eleanor, por exemplo, disseram que tiveram um encontro com o fantasma do ex-presidente.

Além disso, uma das empregadas dos Roosevelt, Mary Evan, saiu gritando do
chamado quarto Lincoln quando viu a figura de um homem alto, sentado na cama colocando as botas.

Harry Truman, que sucedeu Roosevelt, estava convencido de que a Casa Branca estava assombrada. Em certa ocasião, ele acordou quando ouviu duas pancadas fortes na porta do seu quarto, quando abriu não viu ninguém, mas ouviu passos que se distanciavam.

De qualquer modo
, Truman disse não sentir qualquer medo, pois então, "segundo disse," se preocupava muito mais com os problemas causados pelos vivos.

O presidente Eisenhower disse que sentiu a presença de Lincoln, como Winston Churchill quando visitou a Casa Branca em 1941, a quem foi designado o quarto de Lincoln, mas a noite não foi muito calma, pois notou a presença incômoda de seu antigo ocupante. Na noite seguinte, teve de solicitar uma mudança de quarto.

Mas a rainha Guilhermina da Holanda que durante a Segunda Guerra Mundial foi convidada para passar alguns dias na Casa Branca, viu o fantasma.

Ela dormia no quarto rosa e batidas na porta a acordaram, quando abriu, ela viu o espectro inconfundível de Lincoln, com sobrecasaca e cartola, e desmaiou na mesma hora.

Nos anos 80 a filha de Ronald Reagan, Maureen, estava dormindo com o marido no quarto de Lincoln quando supostamente viu o fantasma do ex-presidente andando no quarto.

Além disso, seu cachorro Rex latia furiosamente para o vazio, e de vez em quando latia quando passava pela porta do quarto de Lincoln: o cão nunca entrou no aposento.


Outros domínios do ex-presidente fantasma

Lincoln também foi visto em Fort Monroe, Virginia, na casa em que ficou quando planejou o ataque a Norfolk durante a Guerra Civil, e em sua própria casa em Springfield, Illinois, agora um museu.

No atual museu, o ex-presidente tem aparecido às vezes acompanhado por uma criança, que as testemunhas identificaram como seu filho Willie, que morreu aos 11 anos em 1862, por quem tinha um carinho especial.

No atual museu, o ex-presidente tem aparecido às vezes acompanhado por uma criança, que as testemunhas identificaram como seu filho Willie, que morreu aos 11 anos em 1862, por quem tinha um carinho especial.

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10 das mais Espantosas Coincidências Parte 2

1- Três estranhos num trem, com sobrenomes complementares

Nos anos 1920, três homens ingleses estavam viajando separadamente de trem pelo Peru. Até o momento em que foram apresentados, eram apenas três homens num vagão. Mas, as suas apresentações foram mais surpreendentes do que poderiam imaginar. O sobrenome de um dos homens era Bingham, e o sobrenome do segundo homem era Powell. O terceiro homem anunciou que seu sobrenome era Bingham-Powell. Nenhum deles tinha qualquer relação de parentesco.

2 – Dois irmãos mortos pelo mesmo motorista de táxi, com um ano de diferença



Em 1975, enquanto andava de motocicleta em Bermuda, um homem foi acidentalmente atingido e morto por um táxi. Um ano depois, o irmão desse homem foi morto exatamente da mesma maneira. Na verdade, ele estava guiando a mesma motocicleta. E para aumentar a estranheza ainda mais, ele foi atingido pelo mesmo táxi, conduzido pelo mesmo motorista e ainda levando o mesmo passageiro!!!

3 – Descobertas trocadas de hotel

Em 1953, o repórter de televisão Irv Kupcinet estava em Londres para cobrir a coroação de Elizabeth II. Em uma das gavetas do seu quarto no hotel Savoy, ele encontrou alguns itens que, pelas suas identificações, pertenciam a um homem chamado Harry Hannin. Coincidentemente, Harry Hannin, uma estrela do basquete dos Harlem Globetrotters – era um bom amigo de Kupcinet. Mas a história ainda teria uma nova virada. Somente dois dias depois, e antes que pudesse contar a Hannin de sua afortunada descoberta, Kupcinet recebeu uma carta de Hannin. Na carta, Hannin conta a Kupcinet que enquanto estava no Hotel Meurice em Paris, encontrou em uma gaveta uma gravata – com o nome de Kupcinet nela!

4 – Dois senhores Brysons, mesmo quarto de hotel


Enquanto estava em uma viagem de negócios no final dos anos 1950, o sr. George D. Bryson parou e se registrou no Hotel Brown, em Louisville, Kentucky (EUA). Depois de assinar o registro e ter recebido sua chave para o quarto 307, ele parou na mesa de correspondências para ver se alguma carta tinha chegado para ele. De fato havia uma carta, a moça que cuidava das correspondências disse a ele, e entregou-lhe um envelope endereçado ao sr. George D. Bryson, quarto 307. Isso não seria tão estranho, exceto pelo fato de que a carta não era para ele, e sim para o ocupante anterior do quarto 307 – outro homem chamado George D. Bryson.

5 – Irmãos gêmeos, mesmo ataque cardíaco



John e Arthur Mowforth eram gêmeos que viviam a 128km de distância um do outro na Grã Bretanha. Na noite de 22 de Maio de 1975, ambos ficaram severamente doentes por causa de dores no peito. As famílias de ambos estavam completamente desinformadas sobre a enfermidade um do outro. Ambos os homens foram levados às pressas para o hospital aproximadamente ao mesmo tempo. E ambos morreram de ataque cardíaco logo após terem chegado.

6 – Um romance que previu o destino do Titanic, e de outro navio que quase o imitou

Morgan Robertson, em 1898, escreveu “Futility”. Ali descrevia a primeira viagem de um transatlântico de luxo chamado Titan. Apesar de que era garantido que o navio era impossível de afundar, ele atinge um iceberg e afunda, com muitas mortes. Em 1912, o Titanic, um transatlântico de luxo que era amplamente acreditado como sendo impossível de afundar, atinge um iceberg matando muita gente em sua viagem de inauguração. No livro, o mês do naufrágio é Abril, igual ao do evento real. Haviam 3.000 passageiros no livro; na realidade, 2.207. No livro, haviam 24 botes salva-vidas; na vida real, 20.

Meses depois que o Titanic afundou, um navio à vapor estava navegando pelo enevoado Atlântico, com apenas um garoto de sentinela. Um pensamento ocorreu a ele de que era mais ou menos ali que o Titanic havia afundado, e ele repentinamente ficou aterrorizado pelo pensamento do nome do navio em que estava – o Titanian. Em pânico, o garoto soou o alarme. O navio parou, a tempo: um gigantesco iceberg apareceu de dentro da neblina diretamente no caminho deles. O Titanian foi salvo.

7 – Uma escritora, encontrou o livro de sua infância

Enquanto a escritora norte-americana Anne Parrish passeava pelas livrarias de Paris nos anos 1920, ela se deparou com um livro que era um de seus favoritos na infância: “Jack Frost and Other Stories”. Ela pegou o antigo livro e mostrou-o ao seu marido, contando a ele sobre o livro que ela carinhosamente lembrava dos tempos de criança. O marido de Anne pegou o livro, abriu-o, e na primeira página do livro encontrou a inscrição: “Anne Parrish, 209 N. Weber Street, Colorado Springs.” Era o próprio livro de Anne!

8 – O pudim de ameixa de um escritor



Em 1805, o escritor francês Émile Deschamps foi servido de pudim de ameixa pelo estranho Monsieur de Fortgibu. Dez anos mais tarde, ele encontrou pudim de ameixa no cardápio de um restaurante em Paris, e quis pedir, mas o garçom o avisou que o último prato de pudim já havia sido servido a outro cliente, que no fim era de Fortgibu. Muitos anos mais tarde, em 1832, Émile Deschamps estava em um restaurante, e foi novamente oferecido a ele pudim de ameixa. Ele se lembrou então do incidente anterior e contou a seus amigos que somente faltava de Fortgibu para a cena ficar completa – e no mesmo instante, o agora idoso de Fortgibu entra no restaurante.

9 – O sósia do Rei Umberto I

Em Monza, Itália, o Rei Umberto I foi a um pequeno restaurante para jantar, acompanhado de seu ajudante-de-campo General Emilio Ponzia- Vaglia. Quando o dono do restaurante veio anotar o pedido do Rei Umberto, o Rei notou que ele e o dono do restaurante eram verdadeiras cópias um do outro, tanto de rosto como em constituição física. Ambos começaram a discutir as semelhanças notáveis entre cada um, e encontraram ainda mais similaridades.

a) Ambos nasceram no mesmo dia, no mesmo ano (14 de Março de 1844).

b) Ambos nasceram na mesma cidade.

c) Ambos casaram com mulheres de mesmo nome, Margherita.

d) O dono do restaurante abriu o estabelecimento no mesmo dia que o Rei Umberto foi coroado Rei da Itália.

e) No dia 29 de Julho de 1900, o Rei Umberto foi informado de que o dono do restaurante havia morrido em um misterioso acidente com tiros, e, enquanto o rei expressava o seu pesar, ele foi então assassinado por um anarquista que estava na multidão.

10 – 21: um dia ruim para o Rei Luís XVI



Quando o Rei Luís XVI da França era uma criança, foi avisado por um astrólogo para estar sempre alerta no dia 21 de cada mês. Luís se sentia tão aterrorizado por isso que nunca fazia negócios nesse dia. Infelizmente, Luís não estava sempre alerta. Em 21 de Junho de 1791, acompanhando a Revolução Francesa, Luís e sua rainha foram presos em Varennes, enquanto tentavam fugir da França. Em 21 de Setembro de 1791, a França aboliu a instituição da Realeza e se autoproclamou uma República. Finalmente, em 21 de Janeiro de 1793, o Rei Luís XVI foi executado pela guilhotina.

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10 Coincidências espantosas parte 1

Melhor dizendo coincidência ou destino???

1- A Maldição do Carro de James Dean


Em setembro de 1955, James Dean morreu em um horrível acidente automobilístico no momento em que dirigia o seu carro esportivo da Porshe (mostrado na foto acima). Depois da batida, o carro parece que se tornou um tanto azarento.

a) Quando o carro foi rebocado para fora do local do acidente e levado a uma garagem, o motor deslizou e caiu em cima do mecânico, quebrando suas duas pernas.

b) Eventualmente, o mesmo motor foi comprado por um médico, que o colocou em seu carro de corrida, e foi morto logo depois, durante uma competição. Outro piloto de corrida, na mesma corrida, foi morto em seu carro, que possuía o eixo motor do antigo carro de James Dean acoplado a ele…

c) Quando o Porsche de James Dean foi mais tarde consertado, a garagem em que estava foi destruída pelo fogo.

d) Um tempo depois o carro foi exibido em Sacramento (cidade norte-americana), mas ele caiu de seu elevado e quebrou o quadril de um adolescente.

e) Em Oregon (estado norte-americano), o trailer que tinha o carro acoplado se soltou da barra de reboque e se chocou contra a fachada de uma loja.

f) Finalmente em 1959, o carro misteriosamente se quebrou em 11 peças, enquanto estava acomodado sobre um suporte de metal.

2) Um bebê em queda, salvo duas vezes pelo mesmo homem


Em Detroit, em algum momento dos anos 1930, uma jovem (e incrivelmente descuidada) mãe deve ter sido eternamente grata a um homem chamado Joseph Figlock. Enquanto Figlock ia caminhando pela rua, o bebê dessa mãe caiu de uma janela alta em cima de Figlock. A queda do bebê foi frustrada e tanto a criança quanto o homem não se machucaram. Um verdadeiro golpe de sorte, até que um ano depois, o mesmo bebê caiu da mesma janela sobre o pobre e inocente Joseph Figlock, que estava passando ali embaixo. E, novamente, ambos sobreviveram ao acidente.

3) Uma bala que atingiu o seu destino anos depois


Henry Ziegland pensou que havia se esquivado do destino. Em 1883, ele terminou o relacionamento com a sua namorada que, em desespero, cometeu suicídio. O irmão da garota ficou tão enfurecido que caçou Ziegland e atirou contra ele. O irmão, acreditando ter matado Ziegland, então virou a arma contra si próprio e se matou. Porém Ziegland não havia sido morto. A bala, na verdade, apenas arranhou seu rosto e foi parar em uma árvore. Ziegland certamente pensou que era um homem de sorte. Alguns anos depois, entretanto, Ziegland decidiu cortar a grande árvore, que ainda tinha a bala alojada nela. A tarefa pareceu tão difícil que ele resolveu explodi-la com algumas bananas de dinamite. A explosão propeliu a bala para dentro da cabeça de Ziegland, matando-o.

4) Irmãos Gêmeos, Vidas Gêmeas

As histórias de gêmeos idênticos com vidas praticamente idênticas são freqüentemente surpreendentes, mas talvez nenhuma seja mais do que a desses gêmeos idênticos nascidos em Ohio (EUA). Os dois garotos gêmeos foram separados ao nascerem, e adotados por famílias diferentes. Uma desconhecida para a outra, as duas famílias deram o nome de James aos garotos. E aqui as coincidências só começaram. Ambos os James cresceram sem saber um do outro, mas mesmo assim ambos procuraram treinamento policial, ambos tinham habilidades em metalurgia e carpintaria, e cada um casou com uma mulher chamada Linda. Ambos tiveram filhos que um chamou de James Alan e o outro chamou James Allan. Os dois gêmeos também se divorciaram de suas mulheres e casaram com outras – ambas chamadas Betty. E ambos tiveram cachorros que chamaram de Toy. Quarenta anos depois de sua separação na infância, os dois homens foram reunidos para compartilhar as suas surpreendentes vidas similares.

5) Exatamente como no livro de Edgar Allan Poe


No século 19, o famoso escritor de horror, Edgar Allan Poe, escreveu um livro chamado: “A Narrativa de Arthur Gordon Pym.” Se tratava de quatro sobreviventes de um naufrágio, que ficaram em um barco aberto por vários dias até que decidiram matar e comer o servente do navio, que se chamava Richard Parker. Alguns anos depois, em 1884, o veleiro Mignonette afundou, restando somente quatro sobreviventes que ficaram em um barco aberto por muitos dias. Eventualmente, os três membros mais velhos do grupo, mataram e comeram o servente do veleiro. O nome do servente era Richard Parker.

6) Irmãos Gêmeos, mortos na mesma rua, com 2 horas de diferença


Em 2002, dois irmãos gêmeos de 71 anos morreram com somente horas de diferença, após diferentes acidentes em uma mesma estrada no norte da Finlândia. O primeiro dos gêmeos morreu quando foi atropelado por um caminhão, enquanto andava de bicicleta em Raahe, à 600 kilômetros norte da capital, Helsinki. Ele morreu a somente 1.5 km do local onde seu irmão foi morto. “Esta é simplesmente uma coincidência histórica. Apesar da estrada ser movimentada, acidentes não acontecem todos os dias.”, disse a policial Marja-Leena Huhtala à Reuters. “Isso fez o meu cabelo arrepiar, quando soube que os dois eram irmãos, e ainda por cima gêmeos idênticos. Me veio a mente que talvez alguém lá em cima tem algo a dizer…”, disse ela.

OBSERVAÇÃO (do site Oddee): um leitor do site nos escreveu após ler o jornal local Helsingin Sanomat: “A história de vocês sobre os gêmeos finlandeses está sem alguns detalhes: O primeiro irmão foi morto por um caminhão enquanto andava de bicicleta e cruzou a auto-estrada 8. Aparentemente, ele não viu o caminhão no meio da tempestade de neve. O segundo irmão foi morto por um caminhão somente duas horas depois, enquanto andava de bicicleta e cruzar a auto-estrada 8. O segundo irmão não poderia saber da morte de seu irmão, pois a polícia ainda estava tentando identificar a vítima.”

7) Três tentativas de suicídio, todas interrompidas pelo mesmo Monge

Joseph Aigner foi um razoavelmente conhecido pintor de retratos na Áustria do século 19 que, aparentemente, era um cara um tanto infeliz: ele tentou se suicidar várias vezes. A sua primeira tentativa foi quando tinha somente 18 anos e tentou se enforcar, mas foi interrompido pela misteriosa aparição de um monge Capuchinho. Aos 22 anos ele tentou novamente se enforcar, mas de novo foi salvo pelo mesmo monge. Oito anos depois, sua morte foi ordenada por outros que o sentenciaram à forca por suas atividades políticas. Mais uma vez, sua vida foi salva pela intervenção do mesmo monge. Com a idade de 68 anos, Aigner finalmente conseguiu se suicidar, com uma pistola, para não ter erro. A cerimônia do seu funeral foi conduzida pelo mesmo monge Capuchinho – um homem cujo nome Aigner nunca ficou sabendo.

8) Vitórias no Poker, ao filho inocente



Em 1858, Robert Fallon foi morto por um tiro, como vingança daqueles com quem ele jogava poker. Fallon, eles alegavam, ganhou uma aposta de $600 trapaceando. Com o lugar de Fallon vazio e nenhum dos outros jogadores querendo pegar a agora azarada aposta de $600, eles encontraram um novo jogador para pegar o lugar e deram a ele o valor da tal aposta de $600. Quando a polícia chegou para investigar o crime, o novo jogador tinha transformado os $600 em $2,200 com suas vitórias. A polícia ordenou que os $600 originais fossem passados para algum herdeiro de Fallon – até que descobriram que o novo jogador era o filho de Fallon, que não via o pai há sete anos!

9) Um romance que inocentemente descrevia o espião da porta ao lado


Quando Norman Mailer iniciou seu livro “Barbary Shore”, ele não havia planejado ter um espião russo como personagem. Conforme ia escrevendo, ele introduziu um espião russo nos EUA, como um personagem menor. Entretanto, de acordo com o progresso da história, o espião se tornou o personagem dominante do romance. Depois que o livro foi concluído, o Serviço de Imigração dos EUA prendeu um homem que vivia a somente um andar acima de Mailer, no mesmo condomínio de apartamentos. Ele era o Coronel Rudolf Abel, que se alegava ser um espião top da Rússia, trabalhando nos EUA naquela época.

10) Mark Twain e o Cometa Halley


Mark Twain (aclamado escritor norte-americano autor de “As Aventuras de Tom Sawyer”), nasceu no dia da aparição do Cometa Halley em 1835, e morreu no dia de sua outra aparição, em 1910. Ele mesmo preveu isso em 1909, quando disse: “Eu apareci com o Cometa Halley em 1835. Ele é esperado que apareça no ano que vem, e eu espero ir embora com ele.”

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Malásia: Gritos fantasmagóricos assustam moradores de vilarejo



A casa da morte: Nasrul olha a casa onde um homem supostamente matou a mãe em Kampung MIC em Johor Baru.



Isto poderia facilmente ser um filme de Halloween, mas o assassinato de uma misteriosa mulher, os gritos assustadores, e a descoberta de restos mortais em um poço não estão assustando os espectadores nos cinemas, mas os moradores de Kampung MIC em Johor Baru.

Tudo estava bem na aldeia até 6 de outubro, quando uma mulher foi encontrada morta em sua casa. Seu filho mais velho de 22 anos, o principal suspeito do crime, colocou seu corpo em um saco de viagem e deixou-o debaixo da pia da cozinha.

Isso foi o suficiente para colocar os moradores da vila sobressaltados. Sua ansiedade aumentou na quarta-feira 28, quando o suspeito levou a polícia até os restos mortais de uma mulher em um poço.




O local do crime: O poço onde os restos do esqueleto foram achados na quarta-feira 28.



Desde então, vários moradores alegaram que estão ouvindo gritos melancólicos. A faxineira Rokiah Sarumin, 60, disse que mora na área há 30 anos, mas o barulho só começou depois que os restos do esqueleto foram descobertos no poço.

"Inicialmente meu vizinho perguntou-me se eu ouvi gritos de noite, mas eu achei que era uma piada. "No entanto, aproximadamente as 3hs de sexta-feira 30, eu também ouvi gritos", disse ela, acrescentando que imediatamente recitou orações. Rokiah disse que os gritos continuaram por vários minutos e depois cessaram.

Da mulher que foi assassinada, Rokiah refutou reportagens que diziam que era surda e muda, afirmando que falava com os outros todos os dias.

A dona de casa Salmah Hanim, 45, disse que ouviu bem o barulho assustador. "Minha casa é perto do poço onde os restos mortais foram encontrados e, a primeira vez que ouvi a voz foi na manhã de quinta-feira em torno de 3 hs".

O neto de Rokiah, Nasrul Amrani, 19, que trabalha em um posto de gasolina, disse que o suspeito pouco falava com seus vizinhos. Nasrul disse que só viu o suspeito levantando a voz depois que bebia...

Ontem, autoridades disseram que ainda estão tentando identificar o esqueleto que estava no poço. Por enquanto só se sabe que são os restos mortais de uma mulher com idade entre 20 e 30 anos. A polícia está investigando se a mulher era um membro da família ou amante do suspeito.

"Nós estamos olhando o nosso registro de pessoas desaparecidas. Instamos também o público que tem alguém desaparecido nos últimos seis meses para apresentar um relatório para a polícia", disse o chefe Datuk Amer Awal da policia de Johor. O suspeito está no Hospital Permai para avaliação psiquiátrica.


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: The Star / arquivosdoinsolit

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A música dos mortos

Rosemary Brown, uma viúva londrina, tinha um piano, mas seus conhecimentos musicais não eram suficientes para tocá-lo. Ela conhecia apenas um músico - um ex-organista de igreja, que tentara ensiná-la a tocar o instrumento. De súbito, o mundo musical e o resto de Londres viram-se pressionados a explicar como, em 1964, Rosemary começou a compor peças musicais que pareciam ter sido escritas pelos grandes mestres.

Na verdade, Rosemary Brown autoproclamava-se clarividente; sua mãe e avó também seriam médiuns. Ela contou que Franz Liszt, que a "visitara" certa vez em uma visão quando ela era criança, apareceu a sua frente e começou a trazer-lhe partituras de compositores como Beethoven, Bach, Chopin e outros. Cada um deles ditava sua própria música. Às vezes, disse ela, os músicos controlavam suas mãos, movendo-as de acordo com o estilo musical adequado; outras vezes, eles apenas ditavam as notas. Entre as obras que Rosemary produziu estão incluídas as conclusões da Décima e da Décima Primeira Sinfonia de Beethoven, que ficaram inacabadas devido à morte do compositor; uma sonata de Schubert de quarenta páginas; e numerosas obras de Liszt e outros.

Rosemary Brown obteve destaque na mídia nos anos 70. Apareceu em programas de TV, dentre eles um documentário para a emissora britânica BBC, em abril de 1969. Nesta ocasião, chegou a "psicografar" diante das câmeras uma partitura inédita de Liszt. A peça produzida chamava-se Grübelei e era de elevada dificuldade técnica: possuía seis sustenidos na clave e compassos distintos para as mãos: 5/4 na direita e 3/2 na esquerda. Ao fim da psicografia, Brown afirmou que a peça era difícil demais para ela própria executar. Um pianista profissional então se ocupou de tocá-la. Posteriormente, a peça Grübelei foi analisada por Humphrey Searle, compositor britânico e grande estudioso de Liszt, que ressaltou, em seu artígo, as harmonias avançadas e a tonalidade típica das últimas composições de Liszt.

Músicos e psicólogos examinaram as partituras e investigaram tanto as músicas quanto os testemunhos de Rosemary. Embora alguns críticos tenham descartado a possibilidade de que a obra tenha sido copiada, ou que não tenha sido bem copiada, outros ficaram impressionados com o nível do trabalho. Todos concordaram que cada peça produzida por ela foi definitivamente escrita no estilo do compositor ao qual era atribuída.

Ninguém encontrou provas de que Rosemary pudesse estar mentindo, e os estudiosos, em sua maioria, afirmaram que ela estava sendo sincera. Música de qualidade ou não, o fato inegável é que era música muito além da capacidade de Rosemary Brown. Liszt, no entanto, decepcionou Rosemary em um aspecto. Em sua primeira visita, segundo declarações da clarividente, o compositor prometeu transformá-la um dia em grande virtuose. Não obstante, ela continuou sendo uma pianista medíocre.

Talvez esse seja o motivo pelo qual, ainda conforme Rosemary, os compositores, que ditavam suas músicas a ela em inglês, freqüentemente levantavam as mãos e gritavam Mein Gott! (Meu Deus!).

Fonte: Charles Berlitz / phenomenonpoltergeist

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Homem misterioso assombra centenas em sonhos

No mundo todo, todas as noites, centenas de pessoas sonham com este mesmo rosto – sem jamais tê-lo encontrado na vida.

Isso começou em janeiro de 2006, quando uma paciente de um psiquiatra de renome desenhou o rosto de um homem que aparecia o tempo todo em seus sonhos. A paciente disse que, por mais de uma vez, esse homem apareceu em seus sonhos dando conselhos sobre sua vida, só que ela dizia nunca ter visto o homem em sua vida.

O desenho ficou lá por cima até que, depois de uns dias, um outro paciente reconheceu o rosto e disse que ele também sonhava com aquela pessoa. E ele também dizia que jamais havia visto o tal sujeito em outro lugar que não em um sonho.

Então, o tal psiquiatra mandou o retrato para seus colegas de profissão. Em questão de meses, mais quatro pacientes reconheceram o desenho como o rosto do cara que aparece em seus sonhos. Desde então, coisa de 2 mil pessoas dizem ter sonhado com o cara, chamado pelos pacientes como “This Man”.

Isso não é só nos Estados Unidos. Existem casos de pessoas que sonharam com o cara em várias cidades do mundo: Los Angeles, Berlim, São Paulo, Teerã, Beijing, Roma, Barcelona, Estocolmo, Paris, Moscou.

O mais surpreendente de tudo é que ninguém conseguiu encontrar nenhum homem que se parecesse com o “This Man”.

Existe um site, thisman.org, que traz relatos de pessoas que já sonharam com o misterioso rosto que você vê abaixo.

E você? Já sonhou com ESTE HOMEM?

Este homem já apareceu nos sonhos de milhares de pessoas - você já sonhou com ele?

Fonte: R7 Notícias

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Pesquisador afirma que nazistas criaram fórmula da juventude


Zumbi do filme norueguês Dead Snow


Parece parte do enredo de uma história do Hellboy, mas um pesquisador argentino assegura que cientistas nazistas desenvolveram com sucesso durante a Segunda Guerra Mundial um método de rejuvenescimento formulado para prolongar o período fértil das alemãs e a vida do líder do Terceiro Reich, Adolf Hitler.

O historiador Carlos De Nápoli, autor de vários livros sobre o nazismo, volta a mergulhar neste período da história em "A Fórmula da Eterna Juventude" (em tradução livre do espanhol), baseado em documentos encontrados em uma casa em Buenos Aires, onde o médico nazista Joseph Mengele viveu durante o tempo em quem ficou refugiado na Argentina.

No livro, De Nápoli levanta uma nova hipótese sobre a origem da aids e sobre a possível existência de um remédio desenvolvido pelo nazismo para curar quase todos os tipos de câncer.

Mengele, que conseguiu escapar da Alemanha no final da guerra, "era dono de várias propriedades e participações em laboratórios argentinos como sócio oculto", explicou o historiador.

Após esclarecer que considera uma "montagem" a morte de Mengele no Brasil, "como sustenta a história oficial", De Nápoli ressaltou que os documentos encontrados foram escritos pouco antes de o médico apelidado de "anjo da morte" de Auschwitz retornar à Alemanha, em 1959.

"Um deles é um memorando dirigido a Hilda Ana Peters de Umbreit, sócia e testa-de-ferro de um de seus laboratórios argentinos", disse.

"Ali descreve a 'Anita', como a chamava, os passos necessários para obter a 'fórmula da eterna juventude', um processo que podia rejuvenescer uma pessoa entre 20 e 30 anos", comentou.

O documento destaca, além disso, que a fórmula tinha sido testada com sucesso em um spa próximo ao campo de concentração de Auschwitz e cujo funcionamento De Nápoli pôde reconstruir com base em vários outros testemunhos, entre eles o da dinamarquesa Frieda Sorennsen, "uma bela septuagenária com aspecto de uma mulher de 40 anos".

Seu primeiro encontro com Frieda, hoje dona de uma grande fortuna, aconteceu depois que De Nápoli visitou o túmulo do médico nazista Carl Vaernet em um cemitério em Buenos Aires, íntimo colaborador de Heinrich Himmler, líder das Tropas de Proteção de Hitler (SS).

Graças a um funcionário do cemitério, De Nápoli soube da existência de Frieda, uma das pessoas que costumavam visitar o local, e posteriormente se reuniu com a enigmática mulher em um apartamento do bairro portenho de Recoleta.

Naquele primeiro encontro, a dinamarquesa contou que um tratamento de Vaernet baseado em aplicações de hormônios tinha curado sua infertilidade.

Mas há alguns anos, finalmente a mulher confessou ter feito parte dessas experiências com hormônios em Auschwitz - extraídos a princípio dos assassinados nos campos de concentração -, que eram complementados com vitaminas, exercícios físicos e uma dieta composta rica em frutas e verduras e pouca carne.

De Nápoli acredita que não foi Mengele, mas Karl Brandt, médico pessoal de Hitler, que esteve à frente desses experimentos, cujo segredo, segundo ele, "foi levado para o túmulo", após ser processado pelo Tribunal de Nuremberg e enforcado em junho de 1948.

Em "A Fórmula da Eterna Juventude", o historiador argentino levanta, entre outras, duas inquietantes hipóteses sobre os sinistros experimentos do Terceiro Reich.

Uma delas surge dos documentos de Mengele, que reconhece que o enxerto de testículos de macaco em humanos, como cientistas nazistas tinham testado, "produzia um rápido rejuvenescimento, embora seguido muitas vezes por uma doença desconhecida que levava à morte em questão de meses".

Os sintomas de tal doença "desconhecida", segundo De Nápoli, "são extraordinariamente parecidos com os da aids".

A outra, levantada por Frieda, é sobre um composto que, através de testes, levaram os nazistas a curar o câncer gerado pelas injeções diárias de hormônios.


Fonte: Terra / arquivosdoinsolito

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O mistério de STONEHENGE


O mistério de STONEHENGE


Stonehenge (do inglês arcaico "stan" = pedra, e "hencg" = eixo) é um monumento megalítico da Idade do Bronze, localiza-se na planície de Salisbury, próximo a Amesbury, no condado de Wiltshire, no Sul da Inglaterra.

STONEHENGE é um monumento megalítico da Idade do Bronze, localizado próximo a Amesbury, no condado de Wiltshire, a cerca de 13 quilômetros a Noroeste de Salisbury, na Inglaterra. É o mais visitado e bem conhecido dos círculos de pedra britânicos, parece ter sido projetado para permitir a observação de fenômenos astronômicos - solstícios do Verão e do Inverno, eclipses, e outros.



Os construtores

Existem diversas lendas e mitos acerca da sua construção, atribuída a diversos povos: Egípcios, Fenícios, Gregos, Celtas, Romanos, Saxões, Dinamarqueses, e até a Atlantes, Aliens e ao mago Merlin.
Somente com o desenvolvimento do método de datação a partir do Carbono-14 estabeleceram-se datas aproximadas para os círculos de pedra. Durante décadas não foram formuladas explicações plausíveis para a função dos círculos, além das suposições de que se destinavam a rituais e sacrifícios.



Períodos e fases da construção

Stonehenge é uma estrutura composta, onde se identificam três períodos construtivos distintos:

- O chamado Período I (c. 3100 a.C.), quando o monumento não passava de uma simples vala circular com 97,54 metros de diâmetro, dispondo de uma única entrada. Internamente erguia-se um banco de pedras e um santuário de madeira. Cinquenta e seis furos externos ao seu perímetro continham restos humanos cremados. O círculo estava alinhado com o pôr do Sol do último dia do Inverno, e com as fases da Lua.

- Durante o chamado Período II (c. 2150 a.C.) deu-se a realocação do santuário de madeira, a construção de dois círculos de pedras azuis (coloridas com um matiz azulado), o alargamento da entrada, a construção de uma avenida de entrada marcada por valas paralelas alinhadas com o Sol nascente do primeiro dia do Verão, e a ereção do círculo externo, com 35 pedras que pesavam toneladas. As altas pedras azuis, que pesam quatro toneladas, foram transportadas das montanhas de Gales a cerca de 24 quilômetros ao Norte.

- No chamado Período III (c. 2075 a.C.), as pedras azuis foram derrubadas e pedras de grandes dimensões (megálitos) - ainda no local - foram erguidas. Estas pedras, medindo em média 5,49 metros de altura e pesando cerca de 25 toneladas cada, foram transportadas do Norte por 19 quilômetros. Entre 1500 a.C. e 1100 a.C., aproximadamente sessenta das pedras azuis foram restauradas e erguidas em um círculo interno, com outras dezenove, colocadas em forma ferradura, também dentro do círculo.
Estima-se que essas três fases da construção requereram mais de trinta milhões de horas de trabalho.


Uso e função

Recolhendo os dados a respeito do movimento de corpos celestiais, as observações de Stonehenge foram usadas para indicar os dias apropriados no ciclo ritual anual. Nesta consideração, é importante mencionar que a estrutura não foi usada somente para determinar o ciclo agrícola, uma vez que nesta região o Solstício de Verão ocorre bem após o começo da estação de crescimento; e o Solstício de inverno bem depois que a colheita é terminada. Desta forma, as teorias atuais a respeito da finalidade de Stonehenge sugerem seu uso simultâneo para observações astronômicas e a funções religiosas, sendo improvável que estivesse sendo utilizado após 1100 a.C..
A respeito de sua forma e função arquitetônicas, os estudiosos sugeriram que Stonehenge - especialmente seus círculos mais antigos - pretendia ser a réplica de um santuário de pedra, sendo que os de madeira eram mais comuns em épocas Neolíticas.

No dia 21 de Junho, o Sol nasce em perfeita exatidão sob a pedra principal.
Segundo dados mais recentes, obtidos por arqueólogos chefiados por Mike Parker Pearson, Stonehenge está relacionada com a existência do povoado Durrington. Este povoado formado por algumas dezenas de casas construídas entre 2600 a.C. e 2500 a.C., situado em Durrington Walls, perto de Salisbury, é considerada a maior aldeia neolítica do Reino Unido. Segundo os arqueólogos foi aí encontrada uma espécie de réplica de Stonehenge, em madeira.

Lugar Mistérioso

Stonehenge (em Salisbury, sudoeste da Inglaterra) também é palco dos misteriosos Círculos Ingleses.

Ao redor do monumento principal existem outras obras intrigantes. Afastado de Stonehenge, 800 m ao norte está o chamado Cursum. Semelhante à uma pista reta de corridas de cavalos, com 2,8 km de comprimento e 90 m de largura, imagina-se que ele também era usado em cerimoniais religiosos e procissões. Alguns adeptos do estudo dos OVNI afirmam entretanto que seu objetivo era servir como pista de pouso para naves interplanetárias.

Depois da visita à Stonehenge, ficam muitas dúvidas, algumas suposições, e poucas certezas. Porque trouxeram pedras tão imensas e pesadas de tão longe, exatamente para aquele lugar? Quem de fato construiu o monumento e porque? Sozinhos ou tiveram ajuda de alguma outra civilização? Que civilizações eram estas, que já na pré-história tinham conhecimentos tão profundos de astronomia, engenharia, e matemática? Teria sido Stonehenge realmente construído com ajuda de povos vindos de outros planetas, ou isto tudo não passa de ficção?


Alguns pesquisadores passaram a tentar encontrar algumas explicações naturais para desvendar o mistério dos Círculos Ingleses, como fenómenos climáticos inusitados, casualidades meteorológicas e outras hipóteses mais complexas. Esses desenhos (círculos ingleses) costumam aparecer freqüentemente em plantações de trigo, soja, cevada e milho. E esses cereais afetados chegam a se desenvolver muito mais rápido (cerca de 40% mais rápido) no interior dos desenhos do que aqueles mais próximos das bordas.



Em quase toda a sua totalidade esses desenhos surgem durante a noite, no meio do silêncio e da escuridão nos campos de cereais e pessoas que acampam nos locais de maior incidência, na expectativa de registrar uma dessas figuras se formando acabam se frustando por passar a noite em claro sem conseguir testemunhar nenhuma luz ou som diferente e em algumas vezes acabam se surpreendendo ao ver com o clarear do dia que a poucos metros de onde estavam acampados apareceu um desenho, misteriosamente como se tivesse sido feito por algum tipo de energia invisível ao olho humano.

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Site que adivinha pensamentos "Psychic"

Ontem recebi um e-mail me monstrando um site Psychic...

O site e muito sinistro ele le seu pensamento se perguntar nada e a taxa de acerto e de 99% quando feito da maneira correta...


Siga as regras que mostram no site, devem ser seguidas a risco se n n da certo =x..

Nem tente imaginar um número sem fazer a conta não vai dar certo...

Você deve fazer conta de cabeça!! Quando clicar na mão dela, ela vai mostrar a você o símbolo do número que você pensou...

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O mistério da Ilha de Páscoa


"Dizem que a Ilha de Páscoa teria sido parte de um continente desaparecido sob as águas."

O mistério da Ilha de Páscoa


A Ilha da Páscoa fica no oceano Pacífico, a 3.700 km do Chile, na América do Sul. Está praticamente isolada de outras ilhas, tanto a oeste (Polinésia Central) quanto ao leste (litoral do Chile). É de origem vulcânica (vulcão Rano-Raracu). Superfície de 162,5 km2, 2.000 hab, pertence ao Chile, uma de suas províncias e, ao mesmo tempo, Parque Nacional. A ilha só tem vegetação rasteira, ausência de matas. Foi povoada pelos polinésios, presumivelmente, no séc. V. Uma verdadeira odisséia essa travessia por um oceano que de "pacífico"não tem nada. Os marinheiros que aí chegaram, na páscoa de 1722 (daí o nome), ficaram impressionados com as gigantescas estátuas de pedra que encontraram.

A Ilha é famosa por suas enormes estátuas de pedra conhecidas como Moais (cabeças gigantescas talhadas na rocha vulcânicas), estátuas de madeira e tábuas contendo inscrições hieroglíficas. Um dos maiores mistérios dos "Moais", é o fato de pertencerem todos ao mesmo tipo e somente encontrados nessa ilha.


Em 1722, o comandante holandês Jacob Roggeveen, junto com seus marinheiros, desembarcou de seus 3 navios numa das praias da ilha um dia antes do domingo de Páscoa. Por essa razão, no dia 5 de Abril, batizaram-na com o nome Ilha de Páscoa.

São centenas de estátuas, os moai, que medem entre 10 e 20 metros de altura, chegando a pesar 50 toneladas, moldadas em pedra vulcânica, duras como aço. Estão em pé, algumas caídas, mas há outras centenas inacabadas e espalhadas pelas proximidades, todas na periferia, nenhuma no interior. Na época de sua descoberta (1722), ninguém dos habitantes naturais sabia informar quase nada sobre elas, como haviam sido talhadas, com que ferramentas e com que finalidade.


As pedreiras donde foram extraídas estão na própria ilha, restos de pedras em fase de corte ainda são encontradas. Mas, como foram roladas até o litoral? Como foram erguidas? Não há vestígios de toros de árvore e, como no caso das pirâmides egípcias, fica-se com mistérios semelhantes. Erich Von Däniken aí esteve e, nas páginas de seu livro ERAM OS DEUSES ASTRONAUTAS?, fala de um pesquisador, Thor Heyerdahl, que estabeleceu algumas conclusões, publicadas no seu "Aku-Aku", Ullstein 1957, traduzido para o português como "Aku-Aku -- O Segredo da Ilha da Páscoa", Edições Melhoramentos.

Entre outras, refere as seguintes:

- Restos de carvão de lenha, que Heyerdahl encontrou, parecem datar de 400 anos depois de Cristo, embora seja apressado fazer-se uma relação com a construção das estátuas; serve para indicar quando, no mínimo, a ilha já era habitada;

- A grande distância da ilha de outros locais comunicam um isolamento que, na época pré-colombiana, ainda seria maior, o que faz pensar que influências de outros povos poderiam ter sofrido os da ilha;

- No terreno vulcânico da ilha não crescem árvores e mal produz alimentos e, por conseguinte, como poderia o povo desse lugar superar questões como a de alimentação de todo um contingente humano entregue às tarefas de cortar as pedras, talhá-las, transportá-las e erguerem-nas?

- Inimaginável uma regular linha de navegação para a época;

- Quantas pessoas se dedicavam a esse trabalho? Um total de 2.000 homens em caso algum seria suficiente, mesmo trabalhando dia e noite, sem esquecer que parte deveria se dedicar à plantação e à pesca, a fim de todos se alimentarem; também inimaginável uma população maior, a ilha não suportaria;

- Os atuais nativos referem uma lenda que se perpetuou em suas lembranças, de que à ilha, em tempos imemoriais, chegaram homens voadores, razão por que, até hoje, chamam a sua ilha de "Terra dos Homens Pássaros";

- Estranho que não tenha remanescido nenhum culto junto às estátuas e não se vislumbre nenhuma utilidade prática para as mesmas, exceto servirem de um tipo de sinalização, de indicação de algo que não se pode precisar, etc.

E, nesse passo, questões sobre a Ilha da Páscoa, colocadas ao longo do tempo, continuam sem respostas. Ou, então, resistimos admitir a interferência extraterrestre ou, mesmo, de antigas civilizações que já teriam tido lugar, no Planeta.

A propósito, é Däniken quem diz e acusa a casta de religiosos e missionários ocidentais que "...contribuiram com sua parte para que as trevas dos tempos permanecessem; queimaram plaquinhas com caracteres hieroglíficos, proibiram os antigos cultos religiosos e destruíram qualquer tradição."

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Quem são os Homens de Preto?



Os Homens de Preto (Men in Black) foram vistos pela primeira vez em 30 de março de 1905 em Barmouth, País de Gales. Desde então o mito acerca destas estranhas pessoas se estabeleceu principalmente nos Estados Unidos. Geralmente os relatos contêm detalhes duvidosos, alguns são até ilógicos; em quase todos os casos, aparentemente, existem mais razões para se descrer do que para crer. Os homens de preto já foram descritos com várias tipologias, mas uma coisa se mantém inalterada, ternos pretos à moda antiga e carros modelo Cadillac também negros.
Pouco depois de avistar um OVNI, a testemunha ou um investigador do caso, recebe a visita dos homens de preto. Freqüentemente ela ocorre logo depois do próprio incidente, quando não houve nenhum relatório oficial ou publicação na imprensa. A vítima está quase sempre sozinha na ocasião da visita, normalmente em sua própria casa. Os visitantes, geralmente três, chegam num grande carro preto. Nos Estados Unidos, freqüentemente num imponente Cadillac, mas raramente num modelo recente. Ao mesmo tempo que velho em termos de época, é provavelmente novo e imaculado em aparência e estado, por dentro e por fora, tendo até mesmo aquele inconfundível cheiro de "carro novo". Se a pessoa guarda o número da placa e a verifica, invariavelmente descobre que ela não existe. A entrevista é, às vezes, um interrogatório, outras, uma simples advertência. Em ambos os casos, os homens de preto, embora façam perguntas, estão claramente muito bem informados, com acesso a informações restritas. Falam com uma entonação e sintaxe perfeitas, por vezes demasiadamente perfeitas.


Fonte: Mistérios na Web

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O Jogo do Disco Voador


Você sabia que a partida de futebol Vasco X Operário, realizada no dia 6 de março de 1982, ficou conhecida como "O Jogo do Disco Voador"?

No dia 6 de março de 1982, o Vasco jogava em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, contra o Operário local, pelo Campeonato Brasileiro.
O jogo era no Estádio Morenão, numa noite estrelada de quarta-feira. Logo no início do jogo, os jogadores, jornalistas e a torcida foram surpreendidos por uma roda de fogo que pairava sobre o estádio, soltando um intenso facho de luz. O objeto voador não identificado evoluiu no céu, acima do estádio, e desapareceu segundos depois. Embora nenhuma câmera tivesse conseguido registrar a cena, todos os presentes ficaram muito impressionados com o ocorrido e a grande maioria deles acreditou tratar-se de um disco voador.
O jogo, que terminou com a derrota do Vasco por 2 a 0, ficou conhecido como "O Jogo do Disco Voador".
O mistério ficou até hoje sem explicação.


Fonte: UOL

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O Triângulo das Bermudas

O "mar dos barcos perdidos"

A primeira referência do "Triângulo das Bermudas" teve efeito em 5 de dezembro de 1945, em conseqüência da desaparição de seis aviões da marinha norte-americana e seus respectivos tripulantes


Ele não existe em nenhum mapa oficial e não tem como saber como podemos chegar até ele. Mas, de acordo com alguns estudiosos, o Triângulo das Bermudas é um lugar que realmente existe e onde dezenas de navios, aviões e pessoas desapareceram sem qualquer tipo de explicação racional. Desde que uma revista usou pela primeira vez a frase "Triângulo das Bermudas", em 1964, esse mistério tem atraído a atenção de todos.

Muitos séculos antes de serem produzidos os incidentes aéreos e marítimos da década de quarenta e até a atualidade, esta região, e além do cabo Hatteras, as costas da Carolina do Norte e do Sul e o estreito da Flórida, já eram conhecidas com outros nomes fatídicos, como o "Cemitério dos Barcos" e "Mar dos barcos perdidos". Durante cento e cinqüenta anos, e ainda antes de existirem casos arquivados, haviam sido verificadas estranhas desaparições e até desintegrações de aparelhos. No entanto, foi a partir de 1945, como conseqüência das perdas massivas que começaram a ser produzidas, quando os pesquisadores começaram a dar importância à zona e a estudar as características das misteriosas desaparições.

A origem e os vários nomes

A área pode ter recebido esse nome por causa de sua extremidade que fica próxima à Bermuda, que já foi conhecida como a "Ilha dos Demônios". Nas redondezas desse país, há recifes traiçoeiros que encalham barcos que navegam nas proximidades.

Á também outros vários nomes:
"Triângulo do Diabo","Triângulo das Bermudas,"Cemitério dos Barcos" e "Mar dos barcos perdidos","O Mar do Diabo".

O Triângulo das Bermudas
As misteriosas desaparições e as explicações para o enigma

Ainda que existam abundantes notícias de casos anteriores, é a partir de 1945 quando a desaparição reiterada de barcos e aviões na zona marítima conhecida como "Triângulo das Bermudas" ou "Triângulo do Diabo" induz a pensar que algo misterioso e mortal está ocorrendo ali. Autoridades militares e pesquisadores do insólito procuraram uma explicação a tantas perdas inexplicadas: restos de máquinas procedentes de civilizações desaparecidas, perturbações eletromagnéticas, ações devidas a seres extraterrestres... Tudo pode ser, enquanto não seja demonstrado o contrário.

O Triângulo das Bermudas fica próximo à costa do Sudeste dos Estados Unidos, no Oceano Atlântico, e suas extremidades atingem as proximidades de Bermuda, Miami, Flórida e San Juan, em Porto Rico. É uma área de 3.950.000 quilômetros quadrados no Oceano Atlântico.

Possíveis explicações

(Note que algumas não são cientificamente aceitas)

• Anomalias no campo eletromagnético do planeta Terra.
• Concentração de gases (hidrato de metano) que podem gerar névoas opacas, descritas por alguns observadores.
• Restos de cristais da Atlântida, o continente desaparecido.
• Teoria conspiratória forjada para desenvolver reações no mundo da Guerra Fria
• Alienígenas
• Roda-moinhos gigantes
• Portais interdimensionais

A história começou há quinhentos anos

Quase todas as desaparições de barcos dentro do Triângulo das Bermudas, desde que temos notícias, vem sendo produzidas em uma região do oceano Atlântico ocidental chamado, há muitos anos, Mar dos Sargaços ou, como já dissemos, o "Mar dos barcos perdidos". Descoberto pelos primeiros marinheiros espanhóis e portugueses que atravessaram o oceano há quinhentos anos, deriva seu nome da alga marinha Sargassum.

A característica mais notável desta região é a imobilidade de suas águas e presença de uma alga, a sargassum, que marca os limites deste mar dentro do oceano, flutuando em grandes massas.

Se trata de um mar quase estancado e desprovido de correntes, exceto em seus limites com a corrente do golfo. Se extende uns 320 km. ao norte das Grandes Antilhas até a Flórida e a costa atlântica. Permanece a uns 300 km. de distância da terra e se desloca para o cabo Hatteras, seguindo logo uma direção para África e a península Ibérica, para regressar finalmente para América.

O Mar do Diabo


O Mar do Diabo, também chamado de Triângulo de Formosa, localiza-se na costa do Japão, em uma região do Pacífico nas proximidades da Ilha Miyake, a cerca de 177km ao sul de Tóquio. Assim como o Triângulo das Bermudas, o Mar do Diabo não aparece em nenhum mapa oficial, mas seu nome é utilizado por pescadores japoneses. Essa é uma área conhecida por desaparecimentos estranhos de navios e aviões.

Outra lenda diz que, assim como o Triângulo das Bermudas, o Mar do Diabo é a única outra área em que uma bússola aponta para o Norte real em vez do Norte magnético (vamos falar mais sobre isso depois).

Uma teoria popular diz que a atividade vulcânica ao redor da área, especialmente um vulcão submarino, poderia ser a causa dos desaparecimentos.


Qual é o mistério?

Nos últimos 100 anos, o Triângulo das Bermudas foi o local onde aconteceu um número absurdo e significativamente alto de desaparecimentos inexplicáveis de aviões, navios e pessoas. Alguns relatórios dizem que até 100 navios e aviões desapareceram na área, com mais de mil vidas perdidas. A guarda costeira dos EUA, no entanto, alega que a área não tem um número incomum de incidentes.

O banco de dados da NTSB (Comissão Nacional de Transportes e Segurança) indica (de acordo com Gian J. Quasar) que somente umas poucas aeronaves desapareceram sobre a costa da Nova Inglaterra nos últimos 10 anos, enquanto mais de 30 casos desses ocorreram no Triângulo das Bermudas.

O mistério do Triângulo provavelmente começou com o primeiro desaparecimento a tomar um bom espaço na mídia, em 1945, quando cinco aviões Avengers da marinha norte-americana desapareceram na área. Embora o motivo do desaparecimento originalmente tenha sido definido como "erro do piloto", os familiares do piloto que liderava a missão não aceitaram que ele havia cometido aquele tipo de erro e acabaram convencendo a marinha a mudar o veredito para "causas ou razões desconhecidas".

Desaparecimentos famosos

Muitas páginas da internet sobre o Triângulo das Bermudas incluem grandes listas de navios e aviões desaparecidos. Mas a verdade é que muitos deles não estavam nem um pouco próximos ao Triângulo quando desapareceram, ou reapareceram posteriormente com explicações perfeitamente racionais para os seus desaparecimentos. Por exemplo, o Mary Celeste, encontrado flutuando em 1872 sem nenhuma pessoa à bordo e com tudo exatamente da maneira como as pessoas tinham deixado, está em todas as listas de desaparecimentos atribuídos ao Triângulo das Bermudas. Mas a verdade é que esse incidente ocorreu a centenas de quilômetros do Triângulo.

Aqui vai uma amostra de alguns dos incidentes mais notáveis. Como você vai poder comprovar, alguns deles têm explicações razoáveis, mas ainda assim continuam sendo atribuídos aos poderes ocultos e estranhos da área.

O navio U.S.S. Cyclops, 1918

Durante a Primeira Guerra Mundial, o U.S.S. Cyclops servia na costa Leste dos EUA até 9 de janeiro de 1918. Ele havia sido designado para o Serviço de Transporte Naval. O Cyclops teria de viajar até o Brasil para reabastecer navios britânicos no Sul do oceano Atlântico. Ele partiu do Rio de Janeiro em 16 de fevereiro e, após uma rápida parada em Barbados, entre 3 e 4 de março, nunca mais foi visto. Todos as 306 pessoas, entre passageiros e tripulação, desapareceram sem deixar rastro.


Imagem cedida New York Navy Yard/Navy Historical Center
O USS Cyclops ancorado no rio Hudson em

3 de outubro de 1911

Funcionários do Ministério da Marinha ficaram perdidos, já que nenhuma tempestade foi registrada na área do desaparecimento. E também não houve destroços encontrados ou pedidos de socorro transmitidos pelo equipamento potente do Cyclops. De acordo com Marshall Smith, que escreveu um artigo publicado na "Cosmopolitan", em setembro de 1973, as "teorias variavam de um mar revolto até coisas como uma explosão na caldeira que destruiu o equipamento de rádio e impediu qualquer pedido de socorro". Mas a teoria mais bizarra é a de que um polvo gigante prendeu o navio com seus tentáculos e o arrastou para o fundo do oceano.

Aviões Avengers da Marinha Americana, vôo 19, em 1945

A história mais famosa do Triângulo das Bermudas, sem dúvida, é o mistério que cerca o desaparecimento de cinco aviões Avengers da marinha em 1945. A história do vôo 19 costuma ser resumida assim: uma patrulha de rotina partiu em um dia ensolarado com cinco pilotos muito experientes. De repente, a torre começou a receber transmissões do líder do vôo alegando que estavam perdidos, que as bússolas não funcionavam e que "tudo parecia errado". Depois disso, eles nunca mais foram vistos e investigações posteriores da marinha não tiveram nenhum sucesso em explicar o incidente.

Imagem cedida U.S. Naval Historical Center
(Centro histórico naval norte-americano)
Um Grumman TBF Avenger da marinha americana

O Tenente Charles C. Taylor era quem liderava a missão, que incluía várias mudanças de rota planejadas. Os aviões partiram às 13h15 do dia 5 de dezembro de 1945. Às 15h, o tenente Robert F. Cox estava sobrevoando a cidade de Fort Lauderdale, na Flórida, quando ouviu um sinal que pensou vir de um barco ou avião em perigo. Então, ele chamou o serviço de operações da Estação Aérea da Marinha para contar o que tinha acabado de ouvir. Cox mandou Taylor viajar com o sol em direção à sua asa esquerda pela costa até que atingisse Miami. Taylor respondeu que seu grupo estava sobrevoando uma pequena ilha e que só viam mar por todos os lados. No entanto, se ele estivesse sobre os recifes da Flórida, como havia dito que estava, deveria ter visto várias ilhas e a península.



Com menos de duas horas de vôo até que acabasse o combustível, Taylor descreveu uma grande ilha para o serviço de operações da marinha. Se presumirmos que se tratava da Ilha de Andros, a maior nas Bahamas, o serviço de operações enviou diretrizes que o levariam diretamente para Fort Lauderdale. E aparentemente estas diretrizes estavam corretas, já que após terem tomado o novo rumo, a voz de Taylor começou a ficar mais forte no rádio. Mas o problema foi que Taylor não acreditou que esse rumo estivesse correto e, após alguns minutos, disse que eles não se afastaram muito do Leste. Contornaram novamente e seguiram para o Leste. Com essa manobra, as transmissões começaram a perder força como resultado de voarem na direção errada e saírem do alcance do rádio. Por razões ainda desconhecidas, Taylor ignorou o procedimento padrão de vôo que mandava para Oeste quando estivessem sobre a água e para o Leste quando estivessem sobre o solo.

Dois hidroplanos PBM-5 dos fuzileiros navais foram fazer buscas na área, mas um explodiu logo após a decolagem. O outro não conseguiu localizar o vôo 19. Ex-pilotos interrogados por Michael McDonnel para um artigo da "Naval Aviation News", em junho de 1973, disseram que um Avenger tentando efetuar um pouso forçado sobre o mar aberto durante a noite, muito provavelmente não resistiria ao impacto. O avião provavelmente se despedaçou com o impacto e quaisquer tripulantes que tivessem sobrevivido à colisão não durariam muito na água gelada, sob fortes ventos.

Outros desaparecimentos

Aeronave DC-3, vôo NC-16002, em 1948

Em 28 de dezembro de 1948, o capitão Robert Lindquist, do vôo NC-16002, pilotava um DC-3 em um vôo comercial de San Juan, em Porto Rico, com destino a Miami, na Flórida. Ele entrou em contato com Miami por rádio quando estava a 80 quilômetros de distância e pediu instruções de pouso. Miami respondeu passando as instruções, mas não houve mais respostas vindas do capitão Lindquist. O avião nunca chegou e nunca mais foi visto. Embora muitos relatórios afirmem que não houve problemas no rádio e que as condições climáticas eram muito boas, o relatório de investigação do acidente, feito pela Civil Aeronautics Board (Comissão de Aeronáutica Civil,) não concordou com essas informações.

De acordo com o relatório, o avião teve problemas elétricos desde o início e suas baterias precisavam ser recarregadas para que pudesse se comunicar com a torre. Mas, em vez de carregar as baterias antes da decolagem, Lindquist instruiu a equipe de terra a encher a água das baterias e substituí-las no avião. Primeiro, ele havia cancelado o vôo por causa desses problemas com a bateria e recebeu ordens para ficar em San Juan até que pudesse estabelecer contato por rádio com a torre e reconfirmar seu plano de vôo. Mas 11 minutos após a decolagem, ele entrou em contato com a torre para informar que continuaria o curso até Miami. A torre nunca recebeu essa transmissão, mas a CAA Communications em San Juan, sim. Nenhuma tentativa de entrar em contato com o vôo teve sucesso. Na última comunicação por rádio enviada pelo vôo, Lindquist disse que estavam a 80 quilômetros ao Sul de Miami.

Imagem cedida U.S. Library of Congress
Um Douglas DC-3, o mesmo modelo do avião que desapareceu sobre o Triângulo das Bermudas em 1948

O relatório de análise da Civil Aeronautics Board inclui a hipótese de que alguma falha no sistema elétrico fez com que o rádio e a bússola da aeronave parassem de funcionar após a última comunicação. Ela também acredita que devido ao fato do capitão Lindquist não ter se comunicado com a torre, ele não tinha como saber das mudanças no clima. A direção do vento havia mudado, o que teria feito seu avião sair cerca de 80 quilômetros da rota. E como a localização do capitão era estimada baseando-se no seu tempo de vôo, velocidade e condições climáticas, ele poderia ter saído do curso facilmente. Outro ponto que vale a pena ressaltar é que o avião tinha combustível suficiente para sete horas e meia de vôo e já tinha voado por pouco mais de seis horas quando o último contato foi feito, o que poderia ter causado sua queda no Golfo do México depois de ter ficado sem combustível. Não foram encontrados destroços, mas isso é explicado pelo fato de que o avião pode ter caído em uma área muito profunda e as evidências do acidente desapareceram rapidamente.

O S.S. Marine Sulphur Queen

O S.S. Marine Sulphur Queen era um navio-tanque que rumava para Norfolk, na Virgínia, vindo de Beaumont, no Texas, e carregava 15 mil toneladas de enxofre derretido em tanques aquecidos. Sua última comunicação aconteceu em 3 de fevereiro de 1963, quando o capitão enviou um relatório de rotina por rádio informando sua posição. Essa mensagem dizia que eles estavam próximos de Key West, no Estreito da Flórida, mas eles nunca chegaram à Virgínia.

Três dias após o relatório indicando a posição, as equipes de busca da guarda costeira encontraram um único colete salva-vidas flutuando 64 km a sudoeste da última posição conhecida do navio. É muito provável que um vazamento de enxofre tenha causado uma explosão. E o gás de enxofre poderia ter envenenado a tripulação e impedido que eles enviassem um sinal de alerta. Os tripulantes de um barco de bananas hondurenho relataram à guarda costeira que seu navio de carga entrou em uma área com um odor forte e ácido a 24 km do Cabo San Antonia, na extremidade Oeste de Cuba, pouco antes do amanhecer de 3 de fevereiro.

Imagem cedida Waypoint U.S. Coast Guard Digital Archive
Destroços do S.S. Marine Sulpher Queen

A área era conhecida por ser infestada por tubarões e barracudas, o que explicaria o fato dos corpos nunca terem sido encontrados. O U.S. Coast Guard History Archive (Arquivo histórico da guarda costeira americana) tem a seguinte lista dos itens encontrados que estavam no Sulphur Queen: dois pedaços de madeira com o nome do navio, oito coletes salva-vidas (alguns com rasgos que acreditam ter sido causados por dentes de tubarões), cinco bóias, uma camisa, um pedaço de remo, uma lata de óleo, uma lata de gasolina, uma bóia em forma de cone e uma sirene de neblina.

440º Esquadrão de Milwaukee, Avião 680, em 1965

Em uma noite clara de 1965, uma experiente tripulação de vôo que pertencia a 440º Esquadrão do comando da reserva da aeronáutica dos EUA voavam de Milwaukee, usando uma rota muito percorrida, em direção à ilha de Grand Turk, nas Bahamas. Eles pousaram conforme o cronograma na base aérea de Homestead, na Flórida, às 17h04 e permaneceram duas horas e 43 minutos no solo. A seguir, decolaram às 19h47 rumando para o Sul em direção às Bahamas, mas nunca atingiram seu destino.

Imagem cedida Air Force Reserve Command
O 440º Esquadrão voava no Fairchild C-119 "Flying Boxcar", que recebeu esse nome por causa de seu grande compartimento de carga

Não havia nenhuma indicação de problemas e todas as comunicações de rádio aconteciam normalmente. Quando eles não pousaram, os controladores de vôo tentaram contatar o Avião 680, mas não obtiveram resposta. Somente uns poucos destroços foram encontrados e eles poderiam ter sido jogados para fora do avião de carga intencionalmente. E o estranho é que entre a tripulação havia uma equipe de manutenção experiente, o que significa que se houvesse algum problema mecânico no vôo, haveria muitas pessoas para resolvê-lo. Não houve explicação para o desaparecimento do Avião 680.


Casos recentes

Nos dias de hoje, em que a orientação por GPS é muito utilizada, é difícil imaginar que um navio ou avião possam realmente desaparecer. Mas isso não quer dizer que não houve alguns desaparecimentos recentes atribuídos ao Triângulo das Bermudas:

  • DC-3 N407D, sumiu em 21 de setembro de 1978
  • Fighting Tiger 524, sumiu em 22 de fevereiro de 1978
  • Beechcraft N9027Q, desaparecido em 11 de fevereiro de 1980
  • Ercoupe N3808H, sumiu em 28 de junho de 1980
  • Beech Bonanza, sumiu em 5 de janeiro de 1981
  • Piper Cherokee N3527E, desaparecido em 26 de março de 1986
  • Grumman Cougar Jet, último contato realizado em 31 de outubro de 1991
  • o barco a motor Jamanic K, desaparecido quando ia de Cape Haitian para Miami, em 20 de março de 1995
  • o barco a motor Genesis, que sumiu no caminho de Port of Spain, em Trinidad, para St. Vincent, em 21 de abril de 1999
  • Cessna 210, dsapareceu do radar quando ia de Freeport a Nassau, em 14 de junho de 1999


Desaparecimentos


• Ano 1800, nave USS "Pickering", rotas de Guadalupe a Delaware, com 90 tripulantes a bordo.

• Outubro de 1814, nave USS "Wasp", rota pelo Caribe, 140 tripulantes.

• 1824, nave USS "Wildcat", rota de Cuba a ilha Tompkins, com 14 tripulantes.

• 1840 - Rosalie - embarcação francesa encontrada meses após o seu desaparecimento, na área do Triângulo das Bermudas, navegando com as velas recolhidas, a carga intacta, porém sem vestígios de sua tripulação.

• 1843, nave USS "Grampus", desaparecida no mês de março frente a San Agustin, com 48 tripulantes a bordo.

• 1854, encontrada abandonada a escuna "Bella" nas Índias ocidentais.

• 1855, encontrado abandonado o "James B. Chester", no sudoeste das Açores.

• 1872 - Mary Celeste - embarcação desaparecida no mês de Novembro, com 10 tripulantes a bordo. Foi encontrado em Dezembro do mesmo ano, sem ninguém a bordo.

• 1880 - Atlanta - Fragata britânica, desapareceu em Janeiro, com 290 pessoas a bordo.

• 1902 - Freya - embarcação alemã, ficou um dia desaparecida. Saiu de Manzanillo, em Cuba no dia 3 de outubro. Foi encontrada no dia seguinte, no mesmo local de onde havia saído, porém sem nenhuma pessoa a bordo: todos os tripulantes desapareceram.

• 22 de janeiro de 1908, desaparecida barca "Baltimore", sobre o leste de Hampton Roads, Virgínia, com nove tripulantes.

• 27 de janeiro de 1908, escuna "George R. Vreeland", no leste de Hampton Roads, Virgínia, com sete homens.

• Novembro de 1909. "Spray", em viagem ao redor do mundo, desaparecido entre Mia-mi e as Índias ocidentais.

• Em 1909, as escunas "Martha S. Bement", "Maggie S. Hart", "Auburn" e "Anna R. Bishop", desapareciam ao leste de Jacksonville, na Flórida, com suas respectivas tripulações.

• 1910, desaparece o primeiro navio de vapor USS "Nina", ao sul de Savannah, Georgia, e também o navio "Charles W. Parker", na costa do sul de Jersey, com 17 homens.

• 17 de dezembro de 1913, desapareceu a escuna "George A. Lawry" ao leste de Jacksonville, Flórida.

• 29 de janeiro de 1914, escuna "Benjamin F. Poole", ao leste de Wilminton, na Carolina do Norte.

• Em 1915 desaparece o cargueiro "Bertha L. Basker", de Nova York a San Martin.

• Também no mesmo ano o cargueiro "Silba", de Nova York às Antilhas holandesas.

• 1918 - Cyclops - embarcação carregada com 19.000 toneladas de aprovisionamentos para a Marinha Estadunidense, com 309 pessoas a bordo. Desapareceu a 4 de março em mar calmo, sem emitir aviso, mesmo dispondo de rádio.

• Em 1920 desapareceram a escuna "Amélia Zeman", ao leste de Norfolk, Virgínia, e "Hewitt", que transportava enxofre de Nova York a Europa, passando pelo Triângulo.

• No ano de 1921 desapareceram a escuna "Bagdad", diante de Cayo Hueso, na Flórida; o vapor "Monte San Michele", que viajava desde Nova York à Europa; o vapor "Esperanza de Larrinaga", na mesma rota que o anterior; a cisterna "Ottawa", que também viajava de Nova York à Europa, passando pela zona do Triângulo. Do mesmo modo desapareceram os navios de carga "Steinsud", "Florino" e "Svartyskog", viajando para Europa.

• 1924 - Raifuku Maru - cargueiro japonês desaparecido. Chegou a pedir ajuda pelo rádio, mas nunca foi encontrado.

• 1925 - Cotopaxi - embarcação desaparecida próximo a Cuba.

• Em 1926 o navio de passageiros "Porta No-ca", entre a ilha dos Pinos e Gran Caimán.

• Também o cargueiro "Suduffco", ao sul de Port Neward.

• 1931 - Stavenger - cargueiro desaparecido com 43 homens a bordo.

• Em junho de 1931 desaparece o primeiro avião, "Curtis Robin", frente a Palm Beach, Flórida, com dois tripulantes.

• Em dezembro de 1935, o avião "Wright Whirlwing", entre La Habana e a ilha dos Pinos, com três homens a bordo.

• 1932 - John and Mary - embarcação desaparecida em Abril. Foi encontrada posteriormente à deriva, a cerca de 80 quilômetros das ilhas Bermudas.

• Entre 1938 e 1944 desapareceram o cargueiro "Anglo Australian", ao sudeste das Açores; o "Glória Colite", a 200 milhas ao sul de Mobile; o "Proteus", entre Santo Tomás e Norfolk, Virgínia; o "Nereus', também na mesma rota; o "Mahukona", 600 milhas ao leste de Jacksonville; o "Paulus", navio de passa- geiro, entre as índias ocidentais e Halifax; o "Martin Mariner", 150 milhas ao sul de Norfolk, e o "Rubicon", cargueiro abandonado frente a costa da Flórida.

• 1944 - Rubicon - cargueiro cubano desaparecido em 22 de outubro. Foi encontrado mais tarde pela Guarda Costeira Estadunidense próximo à costa da Flórida.

• 1945 - Super Constellation - aeronave da Marinha Estadunidense desaparecida em 30 de Outubro, com 42 pessoas a bordo.

• 1945 - Vôo 19 ou Missão 19 ("Flight 19") - esquadrilha de cinco aviões TBF Avenger, desaparecida em 5 de Dezembro.

• 1945 - Martin Mariner - hidroavião enviado na busca do Vôo 19, também desapareceu em 5 de dezembro, após 20 minutos de vôo, com 13 tripulantes a bordo.

• 1947 - C-54 - aeronave do Exército dos Estados Unidos, jamais foi encontrado.

• 1948 - DC-3 - aeronave comercial, desaparecida em 28 de dezembro, com 32 passageiros.

• 1948 - Star Tiger - avião de carreira inglês, mergulhou misteriosamente no mar.

• 1949 - Avro 688 Tudor IV - aeronave comercial, desapareceu em 17 de janeiro, com 31 passageiros e 3 tripulantes a bordo

• 1950 - Sandra - cargueiro transportando inseticida, desapareceu em Junho e jamais foi encontrado.

• CONNEMARA IV - Desapareceu em setembro de 1955. Apareceu 640km distante das bermudas, também sem tripulação.

• MARINE SULPHUR QUEEN - Cargueiro que desapareceu em fevereiro de 1963 sem emitir nenhum pedido de socorro.

• SNO'BOY - Desaparecido em 1º de Julho de 1963. Era um pesqueiro com 20 homens a bordo. Nunca foi encontrado.

• WITCHCRAFT - Desaparecido em 24 de dezembro de 1967. Considerado um dos casos mais extraordinários do Triângulo. Tratava-se de uma embarcação que realizava cruzeiros marítimos. Estava amarrado a uma bóia em frente ao porto de Miami, Flórida, a cerca de 1600 metros do solo. Simplesmente desapareceu com sua equipe e um passageiro a bordo.

• GLOBEMASTER - Avião desaparecido em março de 1950. Era um avião comercial dos Estados Unidos.

• YORK - Avião de transporte britânico. Desaparecido em 2 de fevereiro de 1952. Tinha 33 passageiros a bordo fora a tripulação. Sumiu ao norte do Triângulo das Bermudas.

• MARTIN P-5M - Hidroavião desaparecido em 9 de novembro de 1956. Fazia a patrulha da costa dos Estados Unidos. Sumiu com 10 tripulantes a bordo nas proximidades do Triângulo das Bermudas.

• CHASE YC-122 - Desaparecido em 11 de janeiro de 1957. Era um avião cargueiro com 4 passageiros a bordo.

• Um avião KB-50 desapareceu em 8 de janeiro de 1962. Tratava-se de um avião tanque das Forças Aéreas dos Estados Unidos. Desapareceu quando cruzava o Triângulo.

• 2 STRATOTANKERS KC-135 desapareceram em 28 de agosto de 1963. Eram 2 aviões de quatro motores cada, novos, a serviço das forças aéreas americanas. Iam em missão secreta para um base no Atlântico, mas nunca chegaram no local.

• CARGOMASTER C-132 - Desaparecido em 22 de setembro de 1963 perto das ilhas Açores.

• FLYNG BOXCAR C-119 - Desaparecido em 5 de junho de 1965. Era um avião comercial com 10 passageiros a bordo.

• ANITA - Desaparecido em março de 1973. Era um cargueiro de 20.000 toneladas que estava circulando próximo ao Triângulo com 32 tripulantes a bordo.

• Em 1968 desapareceram os cargueiros "Elisabeth", na passagem dos Ventos, e o "Íthaca Ísland", entre Norfolk e Ínglaterra.

• No ano de 1969 desapareceram um avião Cessna 172, nas proximidades das Bahamas, e os barcos "Teignmouth Electro", a 700 milhas ao oeste das Açores, e mais quatro iates.

• Em 1971 um avião Phanton 11 F4 reator, a 85 milhas de Miami; o cargueiro "Caribe", da Colômbia à República Dominicana; o pesqueiro "Lucky Edur", frente a costa do sul de Jersey, com 10 tripulantes a bordo, e aproximadamente sete mergulhadores que exploravam a zona.

• 1973 - Milton Atrides - cargueiro desaparecido em Abril.

• Em 1973 o cargueiro "Anita", com 32 homens, desapareceu ao leste de Norfolk; o iate "Defiance", ao norte de Santo Domingo; o avião "Navión 16", entre Freeport e Flórida, e um navio de refugiados haitianos, com 45 pessoas a bordo, no Canal Velho das Bahamas.

• Em 1974 os iates "Saba-Bank", de Nassau a Miami; e o "Dutch Treat", de Rocha Cat a Miami. Também os aviões "Cherokee Six" e o "Lockheed Lodestar", entre Gran Caimán e Fort Lauderdale, na Flórida.

• Em 1975 o camaroeiro "Dawn `, entre as rochas da Flórida e Faro Smith Shoals; a embarcação "Magnum", a 20 milhas de West End, nas Bahamas, o veleiro "Meridán", entre Bermudas e Norfolk; o avião "Twin Beechcraft", ao oeste das Gran Ínagua, nas Bahamas, o rebocador "Boundless", desde Miami a San Juan; o cabotagem "Speed Artist", de Barbados a Guadalupe; a cisterna "Ímbross", diante da costa da Flórida em rota para o Canadá, com 22 homens e o cargueiro "Drosia", diante do cabo Hatteras.

• Em 1976 desapareceu o veleiro com motor "High Flight", de Miami a Bimini.

• Grand Zenith - petroleiro, afundou com pessoas e bens a bordo. Deixou uma grande mancha de petróleo que, pouco depois, também desapareceu.

• Um Cessna 172 é "caçado" por uma nuvem, o que resulta em funcionamento defeituoso de seus instrumentos, com conseqüente perda de posição e morte do piloto, como informaram os passageiros sobreviventes.

• Um Beechcraft Bonanza voa para dentro de uma monstruosa nuvem cúmulo ao largo de Andros, perde o contato pelo rádio e logo recupera-o, quatro minutos depois, mas descobre que agora está sobre Miami, com mais vinte e cinco galões de gasolina do que deveria ter-quase exatamente a quantidade de gasolina que seria gasta pelo aparelho numa viagem Andros-Miami.

• Um 727 da National Airlines fica sem radar durante dez minutos, tempo em que o piloto informa estar voando através de um leve nevoeiro. Na hora de aterrissar, descobre-se que todos os relógios a bordo e o cronômetro do avião perderam exatamente dez minutos, apesar de uma verificação da hora cerca de trinta minutos antes da aterrissagem.

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