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Conde de St. Germain




O lendário Conde de Saint Germain é um dos personagens mais intrigantes do século XVIII. Sua vida pode ser avaliada sob vários pontos de vista, desde a condição de um elevado e sábio alquimista até a de um simples e nobre excêntrico.

Nascido na Transilvânia em 1696, acredita-se que Saint Germain seja filho de Francis II Rákóczi, um príncipe exilado, mas ninguém tem certeza disso. Alguns boatos sugerem que ele é filho da esposa viúva de Carlos II da Espanha.



Suas Proezas

Pouco se ouviu falar de Saint Germain durante sua infância e educação. Somente em 1743 ele foi notado, quando já tinha 47 anos. Reza a lenda que já em 1758 ele apareceu na cidade de Versalhes, onde ganhou fama com suas habilidades de lapidador e venda de tecidos que não desbotavam com o passar dos anos. Essa história de roupas que jamais perdiam as cores foi a primeira lenda que ronda o nome de Saint Germain.

Nessa mesma época ele ganhou a confiança do Rei Luís XV, quando conseguiu de maneira misteriosa fazer com que uma falha existente em um diamante sumisse, sem que ele perdesse uma única grana. Pouco anos depois, Saint Germain saiu da França e foi para Bélgica, onde seu nome ganhou grande fama, pois enquanto negociava com o governo belga, ele supostamente transformou ferro em ouro, para provar sua capacidade.

Após essa demonstração ele sumiu por 11 anos. Em 1774 ele aparece na Bavária e começou a vender poções e elixires. Novamente seu nome começou a ser notado quando os boatos que conseguia transformar metal em ouro ficaram mais fortes. Pouco tempo depois ele mudou de vida e começou a fazer trabalhos de caridade, doando remédios aos pobres.

No ano de 1784, quando ele devia ter 88, que era uma idade extremamente incomum para a época, surgiram noticias de sua morte por pneumonia, supostamente ocorrida no dia 27 de fevereiro, mas isso era apenas o começo dos mistérios que envolvem o Conde Saint Germain.

A origem de sua renda também é um enigma, pois era um homem rico, detentor de várias pedras preciosas, incluindo diamantes, que gostava de presentear, uma opala, de tamanho monstruoso, e uma safira branca, tão grande quanto um ovo, e de fartura em ouro, sem que se soubesse de onde procediam.

Tinha a fama de possuir o elixir da juventude e a pedra filosofal. Conta-se que ele era capaz de produzir diamantes a partir de pedras pequenas comuns. Os diamantes que decoravam seus sapatos valiam a soma considerável de duzentos mil francos. Madame du Hausset relata que, certa vez, estava na presença do Conde e da rainha Maria Antonieta enquanto ele mostrava algumas jóias a ambas; Madame du Hausset comentou brevemente sobre a beleza de uma cruz, decorada com pedras brancas e verdes; no mesmo momento, o Conde quis presenteá-la com a jóia, o que foi recusado. Por insistência da rainha, que achava ser o artefato falso, ela aceitou. Depois de algum tempo Madame du Hausset solicitou ao joalheiro real que avaliasse a cruz, constatando ser ela verdadeira e de valor inestimável.

Saint Germain não comia carne, não bebia vinho, o Conde nunca foi visto comendo ou bebendo. Nas festas da corte enquanto todos comiam ele só bebia água. Era opinião quase universal que ele tinha muito charme e se apresentava sempre de maneira muito cortês. Além do mais, no ambiente social, mostrava uma variedade de dons, tocava muito bem diversos instrumentos musicais, e algumas vezes parecia dotado de poderes e capacidades que alcançavam o nível do misterioso e do incompreensível.

Falava no mínimo 12 línguas: francês, alemão, italiano, inglês, russo, português, espanhol, grego, latim, sânscrito, persa e o chinês. Este era um conhecimento raríssimo para época e nunca foi explicado.




Divino?

"Um homem que sabe tudo e que nunca morre" disse Voltaire a respeito do Conde de St. Germain. Assim era visto o Conde na época, já que frustrara várias tentativas, por parte de inúmeras pessoas, em desvendar os verdadeiros fatos sobre a sua origem. Rumores afirmam que o Conde Cagliostro era seu discípulo. O Conde também tinha o hábito de aparecer subitamente em uma roda social e depois sumir por vários anos, sem deixar traços.

Algumas sociedades místicas afirmam ter Saint Germain reencarnado várias vezes, anteriormente, sob a pele de figuras históricas como o Profeta Samuel, Santo Albano, o filósofo grego Proclo, José, pai de Jesus, o mago Merlin, o frade alquimista Roger Bacon, o fundador do Rosacrucianismo Christian Rosenkreuz, o navegador Cristóvão Colombo o político inglês Francis Bacon, tendo sido nesta encarnação o verdadeiro autor das obras atribuídas ao dramaturgo e poeta inglês William Shakespeare.
Hoje em dia, segundo estes místicos, seria um dos Chohans dos Sete Raios. Os Chohans, Senhores, Diretores ou Mestres dos Sete Raios relacionados com a evolução no plano físico cósmico, trabalham em plena harmonia entre si para executarem o Plano Divino.


A Imortalidade

Em 1789, no período inicial da Revolução Francesa, a condessa d'Adhemar, biógrafa e dama da corte de Maria Antonieta, recebeu um bilhete misterioso: "Encontre-me na Igreja da Recoleta". Ao chegar no local, a condessa se espanta ao ver o Conde de Saint Germain, que teria morrido cinco anos antes, aparentando em torno de quarenta e cinco anos de idade.
Giacomo Casanova, o músico Rameau e Madame de Gergy afirmavam ter conhecido o Conde em Veneza, no ano de 1710, sob o nome de Marquês de Montferrat e tê-lo reencontrado em 1775, com a mesma aparência.

Em 1835, o Conde teria sido visto em Paris. Em 1867, em Milão e no Egito. Ainda, a teosofista Annie Besant, afirma tê-lo conhecido pessoalmente em 1896. C.W. Leadbeater, também adepto da Teosofia, teria o encontrado em 1926, na cidade de Roma. Ainda, há rumores de que viva atualmente na Holanda, na cidade de Ulsselstein, atuando como engenheiro ambiental.






Chama Violeta

Para alguns, Saint Germain é o "Mestre Ascenso do Sétimo Raio", que emana a chama violeta, e que seria a mais poderosa força espiritual atualmente presente no planeta, uma energia de desobstrução, um fogo sagrado e luz de intenso brilho que produz a queima dos carmas.
Atualmente estaríamos entrando na sétima era, a Era de Aquarius. Saint Germain seria o Senhor, Mestre e Chohan (Regente) do Sétimo Raio de Luz Cósmica, que é o raio violeta da purificação, transformação e liberdade, que atua de forma dinâmica através de sua manifestação como chama.

Como possibilitaria a redenção pessoal através da dissolução e incineração cármica, a chama violeta é também a chama da misericórdia, uma vez que é um instrumento que possibilitaria a melhora pessoal e ascensão espiritual, instrumento criado e outorgado pelo Divino, pelo emanador dos raios cósmicos — O Grande Sol Central.

No Brasil, o Avatar da Era de Ouro de Aquário tem vários grupos que divulgam seus ensinamentos. Entre eles estão a Fraternidade dos Guardiães da Chama e o Movimento da Consciência Suprema Una.

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Ciguapa



Uma ser sobrenatural feminino que vivem nas regiões mais profundas das montanhas da República Dominicana. Ela tem pele marrom ou azul escuro, com profundos olhos negros e prefere andar nua vestindo apenas seu longo cabelo preto ao redor dela.

Ela nunca pode ser capturada porque seus pés são virados para trás, para que quando ela ande, ela deixa uma pista falsa que sempre leva seus seguidores para o caminho errado.

O ciguapa seriam os espíritos de mulheres que morreram enquanto se escondiam de colonos espanhóis na Cordilheira Central. Eles assombram os caminhos de montanha, de noite, seduzindo os homens jovens para a morte por afogamento.

O ciguapa também são descritas como pequenas mulheres com a pele dourada que são mudos, exceto para o imitar o canto das aves que usam para seduzir os homens para suas cavernas no rio, onde eles vão ficar presos para sempre. Outra variação descreve pequenas mulheres cobertas com a pele dourada, que uivam, mas não falam, e percorrem as copas das árvores, saltando de galho em galho.

O ciguapa também dizem que se assemelham a pássaros noturnos que choram com uma voz semelhante à humana.

Conhecido por ser um ciúme doentio, o seu uivo na noite pode ser um prenúncio de morte de seu companheiro, se um ciguapa caiu no amor com você.

O Cryptozoologista, Scott Corrales, sugeriu que a Maboya, um espírito da mitologia Taino que aparece em muitas formas, incluindo a ciguapa, está relacionado com o Chupacabra .

Pode também estar relacionado com a ciguanaba de El Salvador, eo biembienes que também são espíritos de pessoas que fugiram para as montanhas e morreram.

Outros seres com os pés virado para trás incluir o Abarimon eo Nulo .

Também são conhecidos como sirenes de montanha, e em algumas áreas ciguapas machos também  são descritos.

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Abarimon



Abarimon é o nome de uma lendária raça de pessoas nativas de um país de mesmo nome. O povo de Abarimon tinha pés para trás, mas apesar desta desvantagem eram capazes de correr em grande velocidade. Eles viveram lado a lado com animais selvagens e tentam capturá-los porque eles não são assim tão selvagens.

Eles moravam em um grande vale do Monte Imaus (agora chamado de montanhas do Himalaia ). Houve uma especial qualidade no ar que que dizem que se fosse respirado por um longo período de tempo seria impossível respirar qualquer outro tipo de ar e os moradores nunca poderia deixar o vale vivos.

As pessoas Abarimon foram inicialmente descritos por Plínio, o Velho , em seu livro História Natural (VII 11). Um conto semelhante é contada por Aulus Gellius em Noites do sótão.

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Aswang


A Aswang é uma criatura vampírica oriunda das Filipinas que conserva uma metade humana. Essa característica confere à Aswang o aspecto de uma linda donzela durante o dia, que pode se transformar, à noite, em um assustador pássaro emplumado. Trata-se de uma Vampira muito temida pelos seus poderes. Acredita-se, por exemplo, que uma pessoa que tem a sombra lambida pela Aswang está com os seus dias contados...

Sua estratégia de ataque também é assustadora. Na forma de pássaro, a Aswang pousa no telhado de uma casa e usa a sua língua longa e pontiaguda para atingir a veia jugular de sua vítima adormecida. Diz-se que essa horrível criatura prefere beber o sangue de crianças, e comer o coração dos adultos! Após se alimentar, a Aswang fica com o aspecto de uma mulher grávida, devido ao acúmulo de sangue em sua barriga... Para exterminá-la, os filipinos costumam utilizar armas metálicas, o grande ponto fraco deste tipo de Vampiro.

Também é descrito como um demónio nocturno que toma as formas que quer, como as de um cão, gato, ave ou outro animal. O aswang apanha preferencialmente meninos, abandonados e caminhantes solitários. Com sua língua horrivelmente dilatada, negra e flexível como a seda, extrai os fetos às mulheres que estão encintas. A ele se atribuem as dores no parto.

Muitas fábulas diferentes e até contrárias referem-se ao aswang, porque as nações civilizadas do Archipiélago confundem baixo o nome de aswang as lembranças de vários demónios diferentes de sua religião antiga e primitiva; de maneira que hoje aswang costuma ser, tanto para todos, a denominación genérica de uma série de duendes ou equivalente ao sentido da vox espanhola bruxo ou duende. O pássaro Tiktik, ave nocturna, anuncia com seu canto a proximidade do aswang.


Um ASWANG (ou Asuwang) é uma criatura mítica no folclore filipino . O ASWANG é uma criatura-vampiro inerentemente mau gosto e é objecto de uma ampla variedade de mitos e histórias, os detalhes do que variam muito. colonizadores espanhóis observou que o ASWANG era o mais temido entre as criaturas míticas das Filipinas, ainda no século 16.
O mito do ASWANG é bem conhecido em todo o Brasil, exceto na região de Ilocos, que é a única região que não tem um mito equivalente.  Ele é especialmente popular no Ocidente nas regiões de  como Capiz , Iloilo e Antique . Outros nomes regionais para o ASWANG incluem "tik-tik", "wak-wak" e "soc-soc".


Definição

"Aswangs" são freqüentemente descritos como uma combinação de vampiro e bruxa e são quase sempre do sexo feminino. Eles são usados às vezes como um termo genérico aplicado a todos os tipos de bruxas , manananggals , metamorfos , lobisomens e monstros. ASWANG histórias e as definições variam muito de região para região e de pessoa para pessoa, então não fixou um particular de características pode ser atribuído ao termo. No entanto, o termo é freqüentemente usado como sinônimo de manananggal , que é uma criatura especial, com um conjunto específico de características. Elas são muitas vezes retratados como um monstro com asas que agitam ruidosamente quando ela está longe e em silêncio quando ela está mais perto. A definição mais popular original no entanto, é que ele é um bal-bal (maninilong em Catanauan, Quezon ), um comedor de mortos . Após o consumo, o bal-bal substitui o cadáver com troncos de banana.

No sul de Luzon , na província de Rizal, especialmente na área ao redor da cidade de Antipolo, também é conhecido como avistamentos popular de Aswangs especialmente durante a Semana Santa (Páscoa nas Filipinas), onde a lenda diz que as atividades paranormais estão em seu pico durante o três dias que Cristo foi morto.

Na parte sul das Filipinas, em Mindanao As bruxas (ASWANG) são classificados em cinco tipos distintos.

1. Blood Sucker (Vampiro)
2. O Barangan (Vindictive Hexer ... Voodoo e afins)
3. Mananangal (Self segmentador) Uma criatura que pode voar durante a noite usando apenas a parte superior do tronco com as suas entranhas dangling abaixo.
4. O Comedor Corpos - Este é o ASWANG que vai tentar mudar o cadáver real com um cadáver falso feito do tronco de uma bananeira.
5. A Besta Falso - Um ASWANG que tem a habilidade de mudar de um ser humano em um porco selvagem, ou o cão ou o que for adequado dar-lhe forma.



Aparência e Atividades

A grande variedade de descrições nas histórias ASWANG tornam difícil para resolver sobre uma definição fixa de um ASWANG aparências ou atividades. No entanto, vários temas em comum que diferenciam aswangs de outras criaturas mitológicas surgem: Aswangs são metamorfos (podem se transformar em outras criaturas ex: humanos, animais). aswangs Histórias recontagem vivendo como habitantes regulares. Como habitantes da cidade regular, eles são silenciosos, tímido e esquivo. À noite, eles se transformam em animais do gato, porco, aves e mais comum um cão. eles gostam de comer fetos e crianças pequenas, favorecendo os fígados e corações. Alguns longas trombas , que eles usam para sugar as crianças fora do útero materno ou sua casa. algumas são tão finas que podem se esconder atrás de um poste de bambu.

Eles são rápidos e silenciosos. Alguns também fazem barulho, como o Tik-Tik (o nome foi derivado do som que ela produz), que são mais altos quanto mais longe ASWANG o é, para confundir sua vítima em potencial e os Bubuu, um tipo agressivo de ASWANG que faz um som de uma galinha poedeira na meia-noite. Eles podem também substituir as vítimas vivas ou roubados cadáveres com fac-símiles feitas de troncos de árvores ou outras plantas. Este fac-símile vai voltar para a casa da vítima, apenas para adoecer e morrer. Um ASWANG também terão olhos vermelhos, o resultado de ficar a noite toda à procura de casas onde acorda são realizadas para roubar os corpos.


Lidando com Aswangs

Normalmente, um ASWANG é revelada através de uma garrafa de um óleo especial extraído da carne cozida e decantado coco e misturada com certos caules de plantas sobre as quais orações especiais sendo dito. Quando um ASWANG chega perto ou perambula pela casa durante a noite, o óleo é dito para ferver (ou em bolhas de espuma) e continuar a ferver até a partida do ASWANG.

pagi Buntot ou da cauda das arraias, brilhante, espadas de prata esterlina, e imagens de velhas caducas ou avós foram ditas para dissipar a sua presença. O mito de armas de prata repelir criaturas do mal é provavelmente derivado da mitologia ocidental.
Jogando sal na aswangs também é dito para causar a sua pele para queimar. Esta crença pode decorrer de depurar os poderes atribuídos aos cristais de sal por várias tradições de bruxaria.

Jogando sémen em ASWANG também é dito para irritá-los. Junto com o sêmen, objetos fálicos são suposto fazer o ASWANG apavorado.
Outra forma de lidar com aswangs é manter uma bolsa vermelha cheia de gengibre e moedas. O gengibre irá mantê-los afastados enquanto as moedas são utilizadas para que os impedem de levantar-te.

No caso do Manananggal uma bruxa meio e criatura como vampiros que toma a forma de um velho ou uma bela mulher. Durante a lua cheia, o Mananangal iria para uma área isolada para dividir-se em meio a busca por vítimas.

A manananggal tem uma meia monstruoso, tronco superior e tipo banshee cabeça e ela se separa da sua metade inferior (tronco) Diz-se que se encontra o seu tronco, quer para polvilhar sal ou areia em seu corpo inferior ou queimá-lo, fazendo impossível que a criatura para reverter / transformar. E morreria após os primeiros raios de sol.

Eles dizem que você pode determinar se um outro ser humano é um ASWANG se você vê seu próprio reflexo em seus olhos, como de cabeça para baixo ou por vê-los em sua forma verdadeira, quando você se dobra sobre a vê-las em uma cabeça entre as pernas de posição.

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Cruz de TAU



O TAU é uma cruz com a forma da letra grega TAU (T). Além de ser um símbolo Bíblico é a última letra do alfabeto hebraico e a 19ª do grego, derivado dos Fenícios e correspondente ao "T" em Português.

Na bíblia o profeta Ezequiel ouviu Deus:

Na Bíblia o "Tau" foi utilizado pelo profeta Ezequiel: "E a glória de Deus de Israel se levantou do querubim sobre o qual estava, e passou para a entrada da casa e clamou ao homem vestido de linho branco, que trazia o tinteiro de escrivão à sua cintura. E disse-lhe o Senhor: passa pelo centro de Jerusalém e marca com um T as testas dos homens que suspiram e que gemem por causa de todas as abominações que se cometem na cidade". (Ez 9-3,4)

O Tau é a mais antiga grafia em forma de cruz e significa Verdade, Palavra, Luz, Poder e Força da mente direcionada para um grande bem.

O Tau, é a convergência das duas linhas: verticalidade e horizontalidade, significam o encontro entre o Céu e a Terra. Divino e Humano.

Em 1215 o Papa Inocêncio III prega um novo símbolo cristão e São Francisco, estando presente neste reunião, assume o Tau como símbolo de sua Ordem Religiosa: a Ordem dos Frades Menores.

Santa Clara, quando tratava dos doentes e enfermos com a imposição do TAU, invocava a Deus que curasse aqueles que padeciam e sofriam.

No Tau de São Francisco há três nós representando seus votos perante a Deus: Pobreza, Obediência e Castidade.

Significado do Tau


  • Lembrança da Redenção, da Cruz, do Amor.
  • Sinal de penitência e conversão interior.
  • Sinal de dor pelos pecados do mundo.
  • Rumo a uma espiritualidade sadia.
  • Recordação do nosso baptismo.
  • Filhos de Deus.
  • Sinal dos que sofrem.
  • Sinal de Salvação.


S. Francisco selava o que escrevia com o TAU, para significar a densidade do amor de Deus, concretizada na Cruz do Cristo, sinal de Salvação. Assim podemos ver na mensagem que redigiu a Frei Leão, e que este conservou até ao fim dos seus dias. Hoje está em exibição na Basílica de S. Francisco em Assis.

"Sejam os campeões do TAU!"

Fonte: São Francisco

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Cruz de Odin ou ( Cruz Solar )




cruz solar é provavelmente o símbolo espiritual o mais antigo no mundo, aparecendo na arte religiosa asiática, americana, européia, e indiana.
Representa o calendário solar e seus movimentos, marcados pelos solstícios (a swastika é também um formulário da cruz solar, enfatizando o movimento.)
Norte da Europa esta cruz é conhecida como a cruz de Odin e de Wodan. É freqüentemente usada como um emblema dos Asatrus (Religião que cultua o Panteão Aesir, de deuses nórdicos).
No budismo ela é conhecida como a roda da Vida, a roda de Samsara, (perambulação) que determina o fluxo incessante de renascimentos através dos mundos.
Nos Arcanos Maiores do Tarot, a carta número 10 também encontra analogias neste símbolo, sendo que como um símbolo solar o número 10 na Kaballa possui a guematria da Letra YOD

Muitos a conhecem também por "Chalice Well", devido à História do Rei Arthur, que achava que o poço do Santo Graal tinha essa imagem no fundo.

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Abracadabra


A B R A C A D A B R A
A B R A C A D A B R
A B R A C A D A B
A B R A C A D A
A B R A C A D
A B R A C A
A B R A C
A B R A
A B R
A B
A


Você com certeza já ouviu essa palavra não é? você conhece seu significado? você sabia que além de uma palavra ela serve como amuleto para curar doenças e destruir inimigos? bom então vejam a seguir no texto...

Antigamente, acreditava-se que a palavra possui poder de curar febres e inflamações. A sua primeira citação conhecida foi feita no segundo século depois de Cristo, durante o governo de Septímio Severo, num poema chamado De Medicina Praecepta (em um tratado médico escrito em versos), pelo médico Serenus Sammonicus, ao imperador de Roma Caracala, que prescreveu que o imperador usasse um amuleto com a palavra escrita num cone vertical para curar sua doença:

De acordo com Godfrey Higgins, tinha origem em "Abra" ou "Abar", o deus Celta, e "Cad", que significa Santo. Era usado como um talismã, com a palavra gravado sobre um Kameas (Amuleto quadrado), transformando-se em um amuleto. Segundo Helena Petrovna Blavatsky, Higgins estava quase certo, o termo era uma corruptela da palavra gnóstica "Abrasax" e essa, por sua vez, era uma corruptela de uma palavra antiga sagrada copta ou egípcia, uma fórmula mágica que significava "não me firas", sendo que seus hieroglifos se referiam à divindade como "Pai". Era comumente utilizado sobre o peito sob as vestimentas.

Origem da Palavra



A origem da palavra "abracadabra" ainda não foi totalmente esclarecida, havendo diversas teorias sobre a mesma:

"Eu crio ao falar"

Uma possível origem seria do Aramaico: אברא כדברא avra kedabra que significa "Eu crio ao falar".

Bênção pela Palavra

Aqui há o ponto de vista de que a palavra deriva do Hebraico, ha-brachah, que significa bênção, e dabra, forma em Aramaico da palavra em Hebraico davar, que significa palavra.

Desapareça como essa palavra

Alguns argumentam que a palavra viria do Aramaico abhadda kedhabhra, que significa 'desaparecer como essa palavra'. Acredita-se que tal forma era usada para combater diversas doenças.

Outras teorias

Outras teorias dizem que a palavra "abracadabra" deriva da união das palavras hebraicas abreg - ad - habra que juntas significam "fulmine com seu raio". Há também a teoria de que "abracadabra" tenha surgido pela união das palavras celtas abra (Deus) - cad (Santo). Uma curiosidade notável a respeito de "abracadabra" é que a pronúncia da palavra é praticamente igual em quase todas as línguas.

Notas


Seções de curiosidades são desencorajadas sob as políticas da Wikipédia.
Este artigo pode ser melhorado integrando ao texto itens relevantes e removendo os inapropriados.
O feitiço na série Harry Potter provavelmente veio da forma em aramaico "avada kedavra" ou similar, que significa aproximadamente "o que eu digo é destruído".

No livro "O Símbolo Perdido" de Dan Brown, o autor também cita a origem da palavra como sendo do Aramaico, "avra kedabra".

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Comunidade no Orkut - Forget The Fear

por pedido de muitos que visitam o blog eu criei  uma comunidade no orkut a dois dias atrás com nome Forget The Fear (Esqueça o Medo) entrem e confiram, caso tenham gostado nos ajude a divulga la.


 

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As 11 Regras Satânicas na Terra







1. Nunca dê opiniões e conselhos, a menos que seja perguntado.

2. Nunca conte suas dificuldades aos outros, a menos que esteja certo de que eles querem ouvi-las.

3. Quando no lar de outrém, mostre-lhe respeito ou nunca vá lá.

4. Se um convidado em seu lar lhe ofende, trate-o cruelmente e sem piedade.

5. Nunca faça avanços sexuais, a menos que você receba o sinal de acasalamento.

6.  Nunca apanhe o que não lhe pertence, a menos que seja um peso para a outra pessoa e ela implore para ser ajudada.

7. Reconheça o poder da mágica se você a tem empregado com sucesso para obter os seus desejos. Se você negar o poder da mágica depois de tê-la evocado com sucesso, perderá tudo o que obteve.

8. Nunca se queixe de nada de que não necessite para si.

9. Nunca moleste crianças.

10. Nunca mate animais não-humanos, a menos que seja atacado ou para comer.

11.Quando caminhando em território aberto, não aborreça ninguém. Se alguém lhe aborrece, peça-o para parar. Se ele não parar, destrua-o.

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Yule - Natal


Para as bruxas Yule é considerado natal, o Sabbath do Solstício do Inverno ( Para quem não sabe, Solstício de Inverno significa o fim da estação de ano do Inverno. ) é a noite mais longa do ano, marcando a época em que os dias começam a ficar mais longos, e as horas de escuridão a diminuir.É o festival de renascimento do Sol  e do tempo , assim adorando o Deus ( para alguns wiccanos o Deus invocado no Sabbath, que é o Deus escandinavo da fertilidade, é o Deus associado à paz e à prosperidade.)


Nesse Sabbath os Bruxos dão adeus à Grande Mãe e glorificam o Deus renascido que governa a "metade escura do ano". Nos tempos antigos, o Solstício do Inverno corresponde à Saturnália romana (17 a 24 de dezembro), a ritos de fertilidade pagãos e a vários ritos de adoração ao sol.

O Yule pode ser comemorado a partir de duas datas:

Hemisfério Norte: 31 de dezembro
Hemisfério Sul: 21 de Junho


Os principais alimentos pagãos tradicionais do Sabbath do Solstício do Inverno são o peru assado, nozes, bolos de fruta, bolos redondos de alcaravia, gemada e vinho quente com especiarias.

Incensos: louro, cedro, pinho e alecrim.
Cores das velas: dourada, verde, vermelha, branca.
Pedras preciosas sagradas: olho-de-gato e rubi.
Ervas ritualísticas tradicionais: louro, fruto do loureiro, cardo santo, cedro, camomila, sempre-viva, olíbano, azevinho, junípero, visco, musgo, carvalho, pinhas, alecrim e sálvia.



Muitos não sabem mas o Natal foi originado a partir de Yule a festa pagã era comum que bruxas e pessoas da religião Wicca enfeitarem árvores, pendurarem visco sobre as portas, etc...

Um outro exemplo das raízes pagãs das festas de Natal está na moderna personificação do espírito do Natal, conhecido como Santa Claus (o Papai Noel) que foi, em determinada época, o deus pagão do Natal. Para os escandinavos, ele já foi conhecido como o "Cristo na Roda", um antigo título nórdico para o Deus Sol, que renascia na época do Solstício de Inverno.

Em Yule é tempo de reencontrarmos nossas esperanças, pedindo aos deuses que rejuvenescem nossos corações e nos dêem forças para nos libertarmos das coisas antigas ou desgastadas.

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A Lanterna de Jack ( Abóbora Halloween - Jack O’Lantern )




A vela na abóbora provavelmente tem sua origem do folclore irlandês. Uma vez um homem chamado Jack, um alcoólatra grosseiro, em um 31 de outubro bebeu excessivamente e o diabo veio levar sua alma. Desesperado, Jack implora por mais um copo de bebida e o diabo concede. Jack estava sem dinheiro para o último trago e pede ao Diabo que se transforme em uma moeda. O Diabo concorda. Mal vê a moeda sobre a mesa, Jack guarda-a na carteira, que tem um fecho em forma de cruz. Desesperado, o Diabo implora para sair e Jack propõe um trato: libertá-lo em troca de ficar na Terra por mais um ano inteiro. Sem opção, o Diabo concorda. Feliz com a oportunidade, Jack resolve mudar seu modo de agir e começa a tratar bem a esposa e os filhos, vai à igreja e faz até caridade. Mas a mudança não dura muito tempo, não.

No próximo ano, na noite de 31 de outubro, Jack está indo para casa quando o Diabo aparece. Jack, esperto como sempre, convence o diabo a pegar uma maçã de uma árvore. O diabo aceita e quando sobe no primeiro galho, Jack pega um canivete em seu bolso e desenha uma cruz no tronco. O diabo promete partir por mais dez anos. Sem aceitar a proposta, Jack ordena que o diabo nunca mais o aborreça. O diabo aceita e Jack o liberta da árvore.



Para seu azar, um ano mais tarde, Jack morre. Tenta entrar no céu, mas sua entrada é negada. Sem alternativa, vai para o inferno. O diabo, ainda desconfiado e se sentindo humilhado, também não permite sua entrada. Mas, com pena da alma perdida, o diabo joga uma brasa para que Jack possa iluminar seu caminho pelo limbo. Jack põe a brasa dentro de um nabo para que dure mais tempo e sai perambulando. Os nabos na Irlanda eram usados como seu “lanternas do Jack” originalmente. Mas quando os imigrantes vieram para a América, eles acharam que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos. Então Jack O’Lantern (Jack da Lanterna). na América passa a ser uma abóbora, iluminada com uma brasa.

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