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Caboclo d'Água




O Caboclo d'Água é um ser mítico, defensor do Rio São Francisco, que assombra os pescadores e navegantes, chegando mesmo a virar e afundar embarcações. Para esconjurá-lo, os marujos do São Francisco fazem esculpir, à proa de seus barcos, figuras assustadoras chamadas carrancas. Outros lançam fumo nas águas para acalmá-lo. Também são cravadas facas no fundo de canoas, por haver a crença de que o aço afugenta manifestações de seres sobrenaturais.

Os nativos o descrevem como sendo um ser troncudo e musculoso, de pele cor de bronze e um unico, grande olho na testa. Apesar de seu tipo físico, o Caboclo d'Água consegue se locomover rapidamente. Apesar de poder viver fora da água, o Caboclo d'Água nunca se afasta das margens do rio São Francisco.

Quando não gosta de um pescador, ele afugenta os peixes para longe da rede, mas, se o pescador lhe faz um agrado, ele o ajuda para que a pesca seja farta. Há relatos de que ele também pode aparecer sob a forma de outros animais. Um pescador conta ter visto um animal morto boiando no rio; ao se aproximar com a canoa, notou que se tratava de um cavalo, mas, ao tentar se aproximar, para ver a marca e comunicar o fato ao dono, o animal rapidamente afundou. Em seguida, o barco começou a se mexer. Ao virar-se para o lado, notou o Caboclo d'Água agarrado à beirada, tentando virar o barco. Então o pescador, lembrando-se de que trazia fumo em sua sacola, atirou-o às águas, e o Caboclo d'Água saiu dando cambalhotas, mergulhando rio-abaixo.

Em junho de 2011, as supostas aparições deste ser mitológico em Barra Longa, estado de Minas Gerais, chegaram a ganhar destaque na mídia nacional. Diversos animais das propriedades rurais estariam sendo mortos misteriosamente, e foi relatado ainda a morte de um homem, que teria sido vítima deste ser. Foi oferecida uma recompensa de R$ 10 mil por uma foto do mostro, e foram organizados grupos para a busca de evidências do Caboclo.

inclusive, no dia 29 de junho teve uma reportagem especial no programa da Ana Maria Braga, "Mais Você".


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Denrinkuyu


Na província de Nevsheir, cituada na Turquia na antiga região conhecida como Capadócia, existe uma enorme cidade subterrânea
chamada Denrinkuyu, cujo nome significa "Poço Profundo", esse lugar envolve muitos mistérios e muitas controvérsias. Derinkuyu é uma das várias cidades subterrâneas localizadas na Turquia.


A cidade subterrânea de Derinkuyu possui, pelo menos, oito níveis e profundidade de 85 metros, e poderia ter abrigado milhares de pessoas.

Origem

Um dos mistérios mais intrigantes que envolve o local é a data de sua construção. Algumas pesquisas dizem que o local foi construído em 4000 a.C, já outras dizem que ela foi escavada a mais de 9000 mil anos atrás, porém alguns esqueletos de um cemitério próximo datam de 1800 a.C. o que deixa a verdadeira data de sua construção sendo um mistério.



A cidade subterrânea de Derinkuyu fornecia abrigo para cerca 50 mil pessoas com uma certa comodidade,os habitantes da região,A cidade possuía lojas de alimentos, cozinhas, estábulos, igrejas, prensas de vinho e azeite, poços de ventilação, poços de água e uma escola religiosa.


O lugar possuí um sistema complexo para dispersar a fumaça, que permitia que ela fosse jogada na superfície sem ser notada e um sistema de ventilação que fazia com que o local mantivesse a temperatura ambiente estável, com ar puro circulando em todos os andares.



Foram descobertas mais de 600 saídas à superfície e se calcula que essa cidade poderia abrigar até 100.000 habitantes possuindo também um túnel com aproximadamente 8 km de extensão que conecta com outra cidade subterrânea de Kaymaklı. A maior dessas cidades subterrâneas foi descoberta em 2007 em Gaziemir, Güzelyurt, pertencente a uma antiga rota da seda, permitindo aos viajantes descansar em uma cidade-fortaleza sob o solo.



A complexidade e a grandiosidade da obra fazem com que diversas questões sobre sua verdadeira origem sejam levantadas, afinal como poderia ter sido construído um lugar desse há mais de 6000 mil anos atrás, quando a engenharia era extremamente limitada e as ferramentas mal existiam?

Veja mais fotos:

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Nemesis - A Deusa da vingança


Na mitologia grega , Nemesis ( grega , Νέμεσις), também chamado Rhamnousia / Rhamnusia ("a deusa da Rhamnous ") em seu santuário em Rhamnous , ao norte de Maratona,foi o espírito do divino castigo contra aqueles que sucumbem a arrogância (arrogância perante o deuses).Os gregos personificada vingativo destino como uma deusa sem remorsos, a deusa da vingança. O Nemesis nome está relacionado com o grego palavra νέμειν [némein], que significa "dar o que é devido", como na palavra "economia". Os Romanos igualou o Nemesis grego com "Invidia" .



Nêmisis era a deusa do destino e da fúria divina contra os mortais que desrespeitavam leis morais e tabus. Representava a força ríspida e implacável, que não estava submetida aos ditames do Olimpo. Suas sanções tinha a intenção de deixar claro aos homens, que devido a sua condição, não poderiam ser excessivamente afortunados. Ela castigava aqueles que cometiam crimes e ficavam impunes e recompensava aqueles que sofriam injustamente ou não tinham boa sorte.



Foi Nêmesis que castigou Narciso, depois que numerosas donzelas desiludidas pelo belo jovem clamaram por vingança aos céus. Um dia, ao sair para caçar, a deusa provocou um calor tão forte que Narciso teve de aproximar-se de um arroio para beber água. Ao ver seu reflexo no espelho d'água, ficou deslumbrado com a imagem e ali ficou, contemplando-se até morrer.



Nêmesis era tão bonita e atraente quanto Afrodite e Zeus apaixonou-se por ela. Zeus a perseguiu incansávelmente tentando fazê-la sua, mas a deusa para evitar seu abraço metamoforseou-se de mil maneiras. Em uma delas, transformou em gansa, mas Zeus metamorfoseou-se de cisne e conseguiu seu intento. Do fruto dessa união, a deusa colocou um ovo que foi recolhido por pastores e entregue por eles à Leda. Esta é uma das versões da origem de Helena. Na mitologia mais recente, Nêmesis aparece como uma figura monstruosa, furiosa e sedenta por vingança. Nos tempos antigos, porém, ela era representada por uma mulher alva alada que punia todos que transgrediam as regras morais e sociais impostas por Themis, a deusa da justiça. Ao contrário das Erínias, o poder de Nêmesis não era retaliador, mas sim de restabelecimento da ordem justa, tirando a felicidade ou riqueza excessiva dadas por sua irmã Tyche. Nêmesis, em seu aspecto de Adratéia (a inevitável), era representada com uma guirlanda na cabeça, uma maçã em sua mão esquerda e um jarro na direita.



A existência de uma deusa da vingança encontra sua explicação na cosmovisão que tinham os gregos, para quem o equilíbrio era o mais importante. Quando esse se rompia, se punha em perigo a ordem das coisas, por isso era necessário o castigo para manter o mundo tal como deveria ser. Para exemplificar, temos o caso de Creso, um homem muito rico e feliz, que foi levado por Nêmesis a uma perigosa expedição onde deveria vencer Ciro. Esta ação termina a total ruína de Creso e o estabelecimento de uma nova ordem.

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O Museu do Diabo - MK Ciurlionis Velniu Muziejus



Escondido de todos na cidade obscura de Kaunas, Lituânia, existe o MK Ciurlionis Velniu Muziejus ou "Museu do Diabo". Existe nada mais nada menos que mais de 2000 peças remetendo o Diabo pelos corredores do museu, o museu possui na maioria das vezes poucos visitantes oque aumenta a sensação assustadora de estar sendo observado pelas peças do diabo, é algo aterrorizante e inesquecivel descrevem os visitantes do museu, sendo assim um lugar para poucos que possuem essa coragem.




O Velniu Muziejus  fica em um prédio de três andares e uma impressionante variedade de demônios em todas as formas, cores e materiais, vindas de todas as partes do mundo. O museu tem uma velha tradição: os visitantes estrangeiros podem trazer peças do Diabo de seus países para acrescentar à coleção. Com isso o acervo continua crescendo com representações demoníacas de todos os continentes e mais de 80 países.




O terceiro andar inteiro  é dedicado à obras provenientes das antigas nações que formavam a União Soviética. Praticamente todos os estados e subculturas de Arménia para Yakutia estão representados.. As estátuas originárias das nações eslavas (como Polônia e Ucrânia) parecem compartilhar de um tema comum, a proximidade do diabo com a humanidade e sua luta para nos conquistar e levar ao inferno. Algumas destas obras são especialmente medonhas como uma pintura do século XVIII que mostra o diabo carregando uma criança em suas costas e a família em desespero.

Uma escadaria de madeira com entalhes macabros leva ao segundo andar onde estão expostas as contribuições dos visitantes. Peças do México, Japão, Nepal, Austrália e Cuba, apenas para citar alguns países, estão dispostas em prateleiras e displays. Algumas são cômicas ou não passam de caricaturas, outras são obras rústicas, até mesmo grosseiras com acabamento cru e soturno. Se o objetivo delas é chocar, elas cumprem seu propósito.



O primeiro andar oferece uma exposição de máscaras lituanas de madeira e estátuas. Esta visão especificamente dedicada a Lituânia mostra o arquétipo do demônio clássico combatendo e sendo combatido por pessoas. Ocasionalmente as representações são pavorosas e violentas, mas em outras o diabo aparece bebendo com os homens em uma taverna como se todos fossem bons amigos. Elas oferecem uma visão mais profunda do tradicional papel do diabo nas sociedades rurais.


O diabo tem um importante papel no folclore eslavo: os camponeses russos se mantinham sempre em guarda contra maldades. Usavam amuletos de proteção como rosários e crucifixos o dia inteiro e quando eram obrigados a ficar sozinhos rezavam para manter o diabo longe. O lugar mais perigoso segundo a tradição camponesa era a banya, as casas de banho, onde as pessoas removiam suas roupas - e as proteções.



São muitas as histórias de demônios falando sobre os horrores ocultos em casas de banho. Demônios cozinhando e escaldando camponeses em grandes tanques ou caldeirões, esfolando vivo e afogando camponeses. Diante dessas histórias não é de se espantar que muitos não gostavam de tomar banho.

Antanas Zmuidzinavicius

O museu abriu suas portas em 1966 ainda durante o regime comunista, seu fundador era o artista Antanas Zmuidzinavicius (1876-1966), era obcecado pelo número 13, também conhecida como dúzia do diabo, pela demonologia e ocultismo, e usava o tema em suas obras. Ele obsessivamente colecionou os itens burlando as leis soviéticas, que proibiam qualquer artefato relacionado a religião. Uma coleção com itens lituanos poderia ser considerada como anti-soviética e pior anti-comunista. Zmuidzinavicius poderia ser mandado para a Sibéria se a sua coleção fosse encontrada. Ele reuniu 260 itens, inclusive uma pintura que representa Hitler e Stalin como demônios lutando em um campo de batalha repleto de crânios.


O artista, Kazys Dereskevicius, retrata Hitler e Stalin como dois diabos de cauda bifurcada dançando sobre uma pilha de crânios humanos.

Após a morte de Stalin em 1953, Zmuidzinavicius doou sua coleção inteira para o Estado em 1966 e morreu no mesmo ano. Sem herdeiros, o governo resolveu transformar a casa do artista em um museu para acomodar a coleção. Graças as doações internacionais, a coleção continuou a crescer e a casa teve de ser aumentada para comportar todo o acervo.

Ao contrário da visão popular ocidental de Satanás como uma poderosa fonte de terror ou de demônios poderosos como os representantes do mal, o demônio do leste europeu o diabo. O mesmo é um palhaço com um senso de humor incrivel com o homem. Se formos inteligentes, podemos vencê-lo.
Os europeus orientais têm uma visão diferente do demônio que comumente realizada no Ocidente. "O diabo é muito próximo ao homem, ele representa uma parte de nós mesmos". Os lituanos tem orgulho de sua herança pagã, a atual Lituânia se encontra em uma das últimas regiões a abandonar as tradições pagãs na Europa. De fato, certas práticas continuaram ativas em areas rurais até meados do século XIX.



Nessa visão, o diabo faz parte do mundo natural, e de certa forma uma personificação das forças da natureza.A diabo também é um brincalhão, embora com um senso de humor, e é motivado pelo mal ao invés de ser completamente o mal. Em muitos aspectos ele é semelhante ao deus nórdico Loki, outra figura de terra profundamente envolvido nos assuntos dos homens, é uma pedra no sapato. Ele é associado com o caos, sempre à trazer encrenca se as coisas parecem estar indo muito bem.

Nos tempos em que os costumes pagãos estavam no auge, o diabo tinha a mesma importância dos deuses e era aceito pelas pessoas como uma parte normal da vida; apenas com o a vinda do cristianismo é que o demônio lituânio passou a ser temido.



O diretor do museu  "Arunas" acredita que a maioria das obras estão mais para curiosas do que para sinistras. Ele afirma que nunca tiveram a visita de satanistas ou críticas de instituições religiosas e tampouco houve reclamações a respeito da existência do museu.

Uma fato curioso contado pelo diretor do museu envolve um grupo de sacerdotes poloneses que estavam visitando a cidade e se depararam com o museu. Os religiosos ficaram relutantes me entrar no museu, temendo se contaminarem pelos objetos "demoníacos" do lugar, mas eventualmente criaram coragem e decidiram entrar para olhar seu inimigo olho no olho. Eles acharam a coleção tão interessante que acabaram no bar do Museu (que fica no porão) debatendo a origem de algumas peças entre uma dose e outra de vodka. Posteriormente os mesmos religiosos doaram uma estátua medieval que estava em poder de seu monastério há séculos. O cartão que acompanhava a peça era bem humorado:

"Acreditamos sinceramente que isto ficará melhor com vocês do que conosco"



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O museu atrai pessoas curiosas e corajosas de todo o mundo, de todo tipo de religião e idade.


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