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A Linguagem dos anjos (Enoquiano)

John Dee

Enoquiano é um nome relacionado com ocultismo ou língua angélica.John Dee um inglês (1529-1609) foi um grande matemático, astrónomo, geógrafo, astrólogo, e ocultista, chegando até a ser conselheiro das cortes da rainha Isabel I. Ao completar 50 anos, e tendo dedicado toda a sua vida ao estudo da Natureza, Dee sentia-se insatisfeito com os seus próprios progressos, e por isso começou a debruçar-se sobre os fenómenos sobrenaturais como meio de compreender melhor o mundo que o rodeava. Dee pretendia, em particular, estabelecer contacto com os anjos: seguindo a fé cristã, Dee acreditava que Deus havia enviado anjos para comunicar com os profetas, no Passado, e que seria possível restabelecer esse contacto e assim voltar a trazer a palavra de Deus à Humanidade.

As primeiras tentativas fracassaram, o que levou Dee a contratar Edward Kelly, um místico que muito o havia impressionado com as suas capacidades psíquicas. Os dois homens começaram então a realizar sessões de contacto com “anjos” através de uma bola de cristal, que envolviam preparação meticulosa com orações e jejum, em linha com a tradição cristã. Kelly, fixando a bola de cristal em transe, relatava o que via a Dee, que o anotava escrupulosamente. Os anjos começaram a ensinar a Dee e Kelley a sua própria linguagem, que deveria ser utilizada em invocações especiais no início de cada sessão. Este idioma, até então desconhecido, recebeu mais tarde a designação de “Enoquiano”, numa referência ao profeta Enoque, a única personagem desde Adão a conhecer a “linguagem angélica” (como Dee lhe chamava).


De acordo com os diários de John Dee, o Enoquiano teria sido a linguagem utilizada por Deus para criar o mundo e para falar a Adão e aos anjos. Quando foi expulso do Paraíso, Adão perdeu o conhecimento do Enoquiano, e tentou recriar esta linguagem a partir das vagas memórias que lhe restavam. Começou então a ser utilizado um idioma que viria a ser o percursor do Hebreu, e que foi universalmente utilizado até à queda da Torre de Babel.


Edward Kelly

Utilizando a linguagem angélica, Dee criou um sistema mágico hoje conhecido por Magia Enoquiana. No entanto, não se sabe até que ponto esse sistema teria sido desenvolvido e utilizado pelo próprio Dee, e foram precisos vários séculos para que os diários de Dee fossem devidamente valorizados pelos estudiosos do ocultismo, o que veio a acontecer pela mão de Samuell McGregor Mathers, fundador da Ordem Hermética da Aurora Dourada. Mais tarde, Aleister Crowley viria a escrever com e sobre o Enoquiano, contribuindo para a sua divulgação entre as diversas correntes ocultistas do séc. XX.

A Magia Enoquiana reveste-se de uma complexidade muito superior à de outras teorias mágicas. A sua interpretação requer profundos conhecimentos de numerologia, e o facto de a maioria dos manuscritos originais de John Dee ter sido destruída pouco depois da sua morte leva a que muitas das chaves indispensáveis à interpretação e utilização do Enoquiano se tenham perdido irremediavelmente. Contudo, várias escolas de pensamento utilizam hoje a linguagem angélica, estudando-a à luz das suas convicções e ensinamentos, sem nunca subestimar o imenso poder que muitos acreditam estar por detrás da linguagem dos anjos.

Anjos

De acordo com Tobias Churton em seu livro The Golden Builders, o conceito de uma lingua angélica era comum na época de Dee. Acreditava-se que se alguém pudesse interagir com anjos, falaria em uma língua divina. Em 1581, Dee mencionou em seus diários que Deus havia enviado "anjos bons" para se comunicarem diretamente com profetas. Em 1582, Dee se juntou com o vidente Edward Kelley, embora tenha se juntado com muitos anteriormente.Com a ajuda de Kelley como paranormal, Dee começou a tentar estabelecer contato com os anjos, que resultou, entre outras coisas, no desenvolvimento da língua angélica ou enoquiana.
Edward Kelley.

Em suas anotações, Dee dizia que a língua era angelical pois teria sido através dela que Deus teria criado o mundo, língua essa que depois teria sido usado por Adão para se comunicar com o criador. Apos sua expulsão do paraíso, Adão teria perdido a linguagem tendo construído uma língua básica, um proto- Hebreu, sendo sua gramática uma vaga lembrança da língua santa. Esse proto-Hebreu, depois se tornou a língua universal, até que as línguas se separaram na Torre de Babel.

Após isso, diversas línguas humanas se desenvolveram, incluindo uma versão avançada do Hebreu (no caso, o “Hebreu Bíblico"). Do período de Adão para Dee e Kelley, a língua teria sido escondida dos homens, tendo sua única exceção o patriarca Enoque que, de acordo com os anjos, teria escrito o "Book of Loagaeth" (Discurso de Deus) para a humanidade. O livro teria se perdido no grande dilúvio de Noé.
Lista simplificada do alfabeto Enochiano.

A recepção da língua enoquiana teria se iniciado em 26 de março de 1583, quando Kelley relatou visões em objetos mágicos de 21 letras do alfabeto de uma língua. Alguns dias depois, Kelley começou a receber o que se tornaram os primeiros textos escritos na língua. Isso resultou no Liber Loagaeth (“Livro [ou] Fala de Deus”).

Os outros textos da língua foram recebidos por Kelley cerca de um ano depois, em Krakow. Esses foram os mais importantes desde que os dois começaram a traduzir para o inglês, pois proveram a base do vocabulário enoquiano. Os textos se organizavam em 48 versos poéticos, que Dee chama em seus diários de “Claves Angelicae”, ou “Angelic Keys” (Chaves Angélicas). Essas chaves estão relacionadas com o sistema mágico. Dee aparentemente as estava usando para "abrir os 49 Portões do conhecimento /Entendimento" representado pelos 49 quadrados mágicos no Liber Loagaeth'‘.

Embora estes textos contenham a maior parte do vocabulário, dezenas de palavras novas são encontradas escondidas em periódicos de Dee, e milhares de palavras indefinidas estão contidos no ‘’Loagaeth Liber’’. Foram marcadas diversas diferenças estilísticas entre as palavras de Loagaeth e nas chaves originais, o que levou utilizadores atuais da língua acreditarem na existência de “dialetos” enoquianos.

Alfabeto Enochiano: 

O Alfabeto Enochiano representa a linguagem angélica que foi transmitida a Dee e Kelly, sendo tão poderosa que teve seus nomes anunciados de trás para frente, de modo a prevenir a conjuração acidental de algumas entidades 

Acreditava-se que a simples pronúncia do nome destas entidades seria suficiente para conjurá-la, ou pelo menos algum aspecto seu. 

Cada letra do Alfabeto Enochiano apresenta sua correspondência planetária, elemental e nos Arcanos Maiores do Tarot, além de seu valor gemátrico. 

Para a utilização deste sistema mágicko é imprescindível a correta pronúncia dos nomes e fórmulas.

O alfabeto enoquiano

Ortografia ImageImageImage ImageImageImage Image
Nome da letra PaVehGedGal OrUnGraph
Pronúncia GuedGal OrUnGrrauf
Equivalente BK/CGD FEI

Ortografia ImageImageImage ImageImageImage ImageImage
Nome da letra TalGonGon com pontoNa UrMalsGerDrux
Pronúncia Stal ou XtalGonGonNach (como no Alemão) ÁuaMachlsGuirDraks
Equivalente MAYH LPQN

Ortografia ImageImageImage ImageImageImage Image
Nome da letra PalMedDonCeph VanFamGisg
Pronúncia AlMedDonKef VanFamGuisg
Equivalente XORZ UST

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O Alfabeto Infernal da Perdição

 Veja o demonio que regem cada letra do alfabeto segundo a ordem O.A.I




O Alfabeto Infernal da Perdição

Parte 1: Letras de F a G

4.1. A primeira letra do Alfabeto Infernal é F; é governada por Lúcifer, que é o Imperador Supremo do Grande Império Infernal.

4.2. A segunda letra do Alfabeto Infernal é H; é governada por Belial, que é o Vice-Rei do Grande Império Infernal.

4.3. A terceira letra do Alfabeto Infernal é T; é governada por Satã, que é o Governante Supremo do Grande Império Infernal.

4.4. A quarta letra do Alfabeto Infernal é TH; é governada por Beelzebub, que é um Governante do Grande Império Infernal.

4.5. A quinta letra do Alfabeto Infernal é L; é governada por Astaroth, que é um Governante Supremo do Grande Império Infernal.

4.6. A sexta letra do Alfabeto Infernal é B; é governada por Plutão, que é um Governante do Grande Império Infernal.

4.7. A sétima letra do Alfabeto Infernal é K; é governada por Mefistófeles, que é um Gran Duque do Grande Império Infernal.

4.8. A oitava letra do Alfabeto Infernal é O; é governada por Ariel, que é um Gran Duque do Grande Império Infernal.

4.9. A nona letra do Alfabeto Infernal é Y; é governada por Anifel, que é um Gran Duque do Grande Império Infernal.

4.10. A décima letra do Alfabeto Infernal é A; é governada por Marbuel, que é um Gran Duque do Grande Império Infernal.

4.11. A décima primeira letra do Alfabeto Infernal é S; é governada por Aziel, que é um Gran Duque do Grande Império Infernal.

4.12. A décima segunda letra do Alfabeto Infernal é R; é governada por Aziabel, que é um Gran Duque do Grande Império Infernal.

4.13. A décima terceira letra do Alfabeto Infernal é M; é governada por Barbuel, que é um Gran Duque do Grande Império Infernal.

4.14. A décima quarta letra do Alfabeto Infernal é E; é governada por Asmodeus, que é um Gran Ministro do Grande Império Infernal.

4.15. A décima quinta letra do Alfabeto Infernal é U; é governada por Leviathan, que é um Gran Ministro do Grande Império Infernal.

4.16. A décima sexta letra do Alfabeto Infernal é N; é governada por Baal, que é um Gran Ministro do Grande Império Infernal.

4.17. A décima sétima letra do Alfabeto Infernal é I; é governada por Belphegor, que é um Conselheiro Infernal Secreto do Grande Império Infernal.

4.18. A décima oitava letra do Alfabeto Infernal é G; é governada por Lucifuge, que é um Conselheiro Infernal Secreto do Grande Império Infernal.

Nota de Fr. Algolis: É interessante notar que os sons destas letras são semelhantes ao das dezoito runas do sistema Armanen. Isto é a prova irrefutável de que este sistema é baseado na única escola autêntica de runas que já existiu. Entretanto a sequência dos sons é diferente da sequência das runas armânicas. A razão disso permanece um mistério para a pessoa não iniciada. Não restam dúvidas que estamos lidando com as chaves de mantras poderosos que são um grande complemento ao poder do sistema das únicas runas autênticas do planeta. Você deve aprender os símbolos e a pronúncia correta das letras para conseguir o efeito máximo dos mantras e feitiços em que usá-las. Os símbolos das letras do Alfabeto Infernal são apenas acessíveis aos iniciados da O.A.I. Note também que as primeiras dezoito letras se referem aos primeiros três reinos infernais. O número dezoito se refere ao cristal do mundo, que possui seis facetas no topo, seis facetas no centro e seis facetas na parte inferior. Os dezoito espíritos desses três reinos infernais são, portanto, as reais forças criativas do universo!

Caput Quintum:


O Alfabeto Infernal da Perdição


Parte 2, as Outras Letras e Usos

5.1. A décima nona letra do Alfabeto Infernal é C; ela é regida por Ashmunaday, que é um Duque do Grande Império Infernal.

5.2. A vigésima letra do Alfabeto Infernal é AE; ela é regida por Kedemel, que é um Duque do Grande Império Infernal.

5.3. A vigésima primeira letra do Alfabeto Infernal é D; ela é regida por Set, que é um Duque do Grande Império Infernal

5.4. A vigésima segunda letra do Alfabeto Infernal é UE; ela é regida por Hasmoday, que é um Duque do Grande Império Infernal.

5.5. A vigésima terceira letra do Alfabeto Infernal é Z; ela é regida por Sorath, que é um Duque do Grande Império Infernal.

5.6. A vigésima quarta letra do Alfabeto Infernal é I(*); ela é regida por Hekate, que é uma Duquesa do Grande Império Infernal.

5.7. A vigésima quinta letra do Alfabeto Infernal é X; ela é regida por Lilith, que é uma Duquesa do Grande Império Infernal.

5.8. A vigésima sexta letra do Alfabeto Infernal é J; ela é regida por Barzabel, que é um Duque do Grande Império Infernal.

5.9. A vigésima sétima letra do Alfabeto Infernal é P; ela é regida por Behemoth, que é um Duque do Grande Império Infernal.

5.10. A vigésima oitava letra do Alfabeto Infernal é Q; ela é regida por Nambroth, que é um Duque do Grande Império Infernal.

5.11. A vigésima nona letra do Alfabeto Infernal é W; ela é regida por Zazel, que é um Duque do Grande Império Infernal.

5.12. A trigésima letra do Alfabeto Infernal é V; ela é regida por Hismael, que é um Duque do Grande Império Infernal.

5.13. Aqueles que são dignos simplesmente conhecem e compreendem o Alfabeto Infernal da Perdição.

5.14. Isto porque o Alfabeto Infernal da Perdição é a chave deles para o Poder.

5.15. Conhecer o poder dos reinos infernais e seus soberanos lhe dará os meios para você fazer o que quiser.

5.16. Pratique o Alfabeto Infernal da Perdição e você condenará à perdição toda a hipocrisia deste mundo!

5.17. Una as letras do Alfabeto Infernal da Perdição e suas são as mais poderosas palavras que existem.

5.18. Assim é, porque eu sou Lúcifer, Imperador Supremo do Grande Império Infernal e eu escrevi este livro!

Nota de Fr. Algolis: Os mantras secretos de poder estão disponíveis a membros da O.A.I.! Estas últimas vinte letras referem-se às forças criadas do universo.

Direitos autorais de Frater Algolis, Pontifex Maximus Ordinis Caputis Medusae.

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Exorcismo de Emily Rose - A História Real

Muitos devem ter se impressionado (ou não) com o filme "O Exorcismo de Emily Rose" (2005) do diretor Scott Derrickson. Um filme de terror baseado numa história real capaz de causar calafrios. A história é bastante antiga e era contada e recontada, discutida e temida por jovens cristãos de anos atrás. Muitos JUC's já tremeram na base ao ouví-la.

Atenção, muitas das imagens desta matéria podem ser desagradáveis para pessoas sensíveis.

Emily Rose foi em realidade uma jovem alemã chamada Anneliese Michel que desde seu nascimento em 21 de setembro de 1952, desfrutava de uma vida normal sendo educada religiosamente desde muito pequena. No entanto, sem advertência sua vida mudou de uma hora para outra quando em um dia do ano de 1968 começou a tremer e se deu conta de que não tinha controle sobre seu próprio corpo. Não conseguiu chamar a seus pais, Josef e Anna, nem a nenhuma de suas três irmãs. Um neurologista da Clínica Psiquiátrica de Wurzburg, Alemanha, a diagnosticou com o "grande mau" da epilepsia. Devido aos fortes ataques epilépticos e à depressão seguinte, Anneliese foi internada para tratamento no hospital.




Anneliese Michel com 16 anos

Pouco depois de começar os ataques, Anneliese começou a ver imagens diabólicas durante suas orações diárias. Era outono de 1970, e enquanto os jovens desfrutavam das liberdades da época, Anneliese estava atormentada com a idéia de estar possuída, parecia não ter outra explicação às imagens que apareciam enquanto rezava. Como se não fosse o bastante, vozes começaram a perseguir a moça dizendo-lhe que ela ia "arder no fogo do inferno". Ela mencionou estes "demônios" aos médicos só uma vez, explicando que eles haviam começado a lhe dar estas ordens. Alguns médicos consideraram loucura, outros zombaram em silêncio e o restante se mostraram incapazes de ajudá-la; Anneliese perdeu as esperanças de que a medicina pudesse ajudá-la.


Anneliese era uma moça comum e sorridente

Começaram as buscas por ajuda de religiosos. No verão de 1973 seus pais visitaram diferentes pastores e padres solicitando um exorcismo. Seus pedidos foram recusados e recomendaram que Anneliese, agora com 20 anos, devia seguir com seu tratamento médico. A explicação dada é que o processo pelo qual a igreja comprovava uma possessão (Infestatio) era muito restrito, e até que todos os aspectos não estivesses explicados, o bispo não podia aprovar um exorcismo. Era requerido que alguns fatos já tivessem acontecidos como, por exemplo, aversão por objetos religiosos, falar em idiomas que a pessoa não conhecesse e poderes sobrenaturais.

Em 1974, após ter supervisionado Anneliese por algum tempo, o pastor Ernst Alt solicitou permissão para realizar um exorcismo ao Bispo de Wurzburg. A solicitação foi recusada e seguida de uma recomendação de que Anneliese devia receber um estilo de vida mais religioso com o propósito de que encontrasse a paz. Os ataques não diminuíram, senão que sua conduta se tornou bem mais errática.



Anneliese com ataque epilético

Na casa de seus pais em Klingenberg, insultava, batia e mordia os outros membros da família. Recusava-se a comer porque os demônios proibiam-na. Dormia no piso gelado, comia aranhas, moscas e carvão, e tinha começado a beber sua própria urina. A vizinhança toda escutava Anneliese gritar por horas enquanto quebrava os crucifixos que encontrava pela frente, destruía pinturas com a imagem de Jesus. Até que iniciou a cometer atos de auto mutilação e a andar nua pela casa fazendo suas necessidades independente do lugar onde estivesse.

Anneliese amparada pelo pai

Depois de verificar "in loco" de que realmente algo muito estranho acontecia com a moça em setembro de 1975, o Bispo de Wurzburg, Josef Stangl, ordenou ao Padre Arnold Renz e ao Pastor Ernst Alt a praticar um "grande exorcismo" baseado no "Rituale Romanum" com Anneliese. Determinou que ela devia ser salva de vários demônios, incluindo Lúcifer, Judas Iscariotes, Nero, Caim, Hitler e Fleischmann, um curandeiro do Século XVI, e algumas outras almas atormentadas que se manifestavam através dela.


Anneliese ao lado da mãe

Entre setembro de 1975 até julho de 1976 praticaram uma ou duas sessões de exorcismo por semana, os ataques de Anneliese eram tão fortes às vezes que precisava ser segurada por três homens e inclusive tiveram que amarrá-la algumas vezes. Durante este tempo, Anneliese regressou a uma vida, até certo ponto, normal. Fez os exames finais da Academia de Pedagogia de Wurzburg e ia egularmente à igreja.


Sessão de exorcismo

Os ataques, no entanto, não pararam. De fato, paralisava-lhe o corpo e caía inconsciente pouco depois. O exorcismo continuou por muitos meses mais, sempre com as mesmas orações e esconjuros. Por várias semanas Anneliese recusou-se a comer e seus joelhos sangravam pelas 600 flexões que fazia obsessivamente durante a cada sessão. Foram feitas mais de 40 gravações durante o processo com o propósito de preservar os detalhes.

Sessão de exorcismo

O último dia do rito do exorcismo foi em 30 de junho de 1976, quando Anneliese já sofria de pneumonia, havia emagrecido bastante e estava com uma febre muito alta. Exausta e fisicamente incapacitada para fazer as flexões por sua própria conta, seus pais aparavam e ajudavam-na com os movimentos. A última coisa que Anneliese disse a seus exorcistas foi:

- "... por favor, roguem pelo meu perdão" e virando-se e recostando a cabeça no ombro da mãe disse:

- "Mamãe estou com medo". Anna Michel fotografou a morte de sua filha no dia seguinte, era primeiro de julho de 1976 exatamente ao meio dia. O Pastor Ernst Alt informou às autoridades em Aschaffenburg e o Promotor geral começou uma investigação imediatamente.


Anneliese na manhã do dia 01/07/1976

Pouco tempo depois que tomaram conhecimento destes fatais eventos o filme "The Exorcist" de William Friedkin estreou nos cinemas da Alemanha, levando uma onda de histeria paranormal que infectou todo o país. Psiquiatras em toda Europa reportaram um incremento de idéias obsessivas em seus pacientes.

Os promotores do caso levaram mais de dois anos para conseguir a acusação dos exorcistas de homicídio por negligência. O "Caso Klingenberg" devia ser decidido sobre duas perguntas: O que causou a morte de Anneliese Michel e quem era o responsável?

De acordo à evidência forense, ela morreu de fome e os especialistas demandaram que se os acusados a tivessem forçado a comer uma semana antes de sua morte, Anneliese poderia ter sido salva. Uma irmã declarou que Anneliese não queria ir a uma instituição mental porque poderiam sedá-la e obrigá-la a comer. Os exorcistas trataram de provar a presença de demônios mostrando as gravações dos estranhos diálogos, quando demônios discutiam qual deles iria deixar o corpo de Anneliese primeiro. Um deles, que chamava a si mesmo de Hitler, falava com sotaque carregado (Hitler era austríaco). O fato é que nenhum dos presentes durante o exorcismo teve a mínima dúvida da autentica presença destes demônios.

Os psiquiatras, que foram chamados a testemunhar, falaram da "Doctriniarire Induction". Eles disseram que os padres tinham dado a Anneliese o conteúdo de suas condutas psicóticas aceitando sua conduta como uma forma de possessão demoníaca. Também declararam que o desenvolvimento sexual instável de Anneliese junto a sua diagnosticada epilepsia tinha influenciado a psicose.

O veredicto foi considerado, por muitos, menos rigoroso do que se esperava, os pais de Anneliese assim como os exorcistas foram considerados culpados de assassinato por negligência e de omissão de primeiros socorros. Foram sentenciados a seis meses de prisão que nunca cum,priram com liberdade condicional impetrada. O veredicto incluía a opinião da corte de que os acusados ao invés de propiciar o tratamento médico que a garota precisava, decidiram por práticas supersticiosas que agravou a já crítica condição de Anneliese.

Uma comissão da Conferência Episcopal Alemã depois declarou que Anneliese Michel realmente não estava possuída, no entanto, isto não impediu aos crentes a continuar com a luta de Anneliese, já que muitos criam em sua possessão e que o corpo dela não encontrou paz inclusive após a morte. Seu cadáver foi exumado onze anos e meio depois de ser enterrada, só para confirmar que havia se descomposto e se estava sob condições normais. Na atualidade sua sepultura permanece como um lugar de peregrinação para rezar "o terço" por aqueles que acham que Anneliese Michel lutou valentemente contra o demônio.


O túmulo de Anneliese

Depois de uma missa dominical, ao lado do padre Bob Meets, Anna, a mãe de Anneliese, fez recentemente uma de suas poucas e breves declarações a imprensa:

- "Não me arrependo do que fizemos, era o que tínhamos para combater aquele mal".

O padre Bob e Anna, a mãe, hoje com 85 anos

Apesar de ser um bom filme, "O Exorcismo de Emily Rose" desvia-se da verdadeira história de Anneliese. O filme alemão Réquiem, de Hans-Christian Schmid, centra-se no verdadeiro calvário da sofrida moça.

Antes de críticas contumazes, melhor lembrar que os pais de Anneliese eram simples devotos, não fanáticos. Ninguém incide na gravidade do transtorno e na medicação, totalmente equivocada, e os médicos lavaram as mãos neste caso.

O áudio do seguinte filme são fragmentos recuperados das fitas cassete com as gravações das sessões de exorcismo. Então não assista se for muito sensível.



Fonte: Metamorfose Digital

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Missa Negra - ( Missa Satânica )


 A Missa Negra



Introdução: A Missa Negra é um ritual cerimonial de triplo propósito. Primeiro, é a primeira vista uma inversão positiva da missa da igreja do Nazareno, e deste modo é um rito de Magia Negra (veja o ' Guia para Magia Negra'). Segundo é um meio de liberação pessoal das cadeias de dogma do Nazareno e assim uma blasfêmia: um ritual para liberar sentimentos inconscientes. Terceiro, é um rito de mágica em si mesmo, quer dizer, desempenhado corretamente gera energia mágica que o celebrante pode manejar. A Missa Negra foi grandemente mal compreendida . Não é simplesmente uma inversão do simbolismo e das palavras de Nazareno - quando uma missa de Nazareno é celebrada (como acontece diariamente, muitas vezes, ao redor do mundo) certas energias ou vibrações compatíveis com os atos de Nazareno podem ser geradas e podem ser dependendo da circunstância e do indivíduos participantes.



Quer dizer, debaixo de certas circunstâncias, a missa de Nazarene pode ser um ritual de ' magia branca': a energia que é produzido às vezes sendo produzida porque vários indivíduos mentalmente estão envolvidos no ritual; não há nenhuma entidade externa envolvida com a produção de energia (como Anjos ou Deus). O que uma Missa Negra faz é ' introduzir' essas energias e então os alterá-las de modo sinistro. Isto acontece durante o ' consagração' da Missa Negra. A Missa Negra também gera suas próprias formas de energia sinistra.



Ver a Missa Negra como simplesmente um escárnio é entender mal sua magicka. A Missa Negra usa a energia produzida pelas convicções produzidas a favor dos que acreditam nela, manejamos a energia , e às vezes redirecionamos ela conforme o nosso bel prazer. Esta é a verdadeira Magia Negra. ^ ^ ^ ^ ^

PARTICIPANTES

Padre-Altar - nu no altar
Sacerdotisa - em batas brancas
Senhora da Terra - em batas escarlate
Mestre - em batas purpúreas
Congregação - em vestes negros

NOTA

Normalmente um Templo em recinto fechado. Se ao ar livre, florestas ou bosques estão satisfatórios. Cavernas são ideais. A razão para tais colocações ao ar livre é prover uma impressão de 'recinto'.

Versões:

A Missa Negra existe em várias versões. A explicada abaixo é freqüentemente a versão mais usada. A outra versão usa quase o mesmo texto, mas é empreendido por um Padre que usa uma Sacerdotisa nua no altar.

Preparação do Templo: 

Incenso castanho ou de Marte deve ser queimado. Vários dos cálices devem ser cheios de vinho forte. Velas pretas acessas. Vários pires (de prata se possível) contendo os bolos consagrados - estes são assados na noite anterior pela Sacerdotisa e santificados (ex. dedicado ao Príncipe da Escuridão - veja capítulo de Cantos) pela Senhora da Terra. Os bolos consistem em mel, água primaveral, sal marinho, farinha de trigo, ovos e gordura animal.



A Missa

A Sacerdotisa inicia a Missa batendo suas mãos duas vezes. A Senhora de Terra em direção a congregação, faz o sinal do pentagrama invertido com a sua mão esquerda e diz:

Eu abaixarei os até o Inferno.

A Sacerdotisa responde dizendo:

Para Satan, o Príncipe da Vida.

Todos:
Pai Nosso que estas no inferno assim como no céu assim como na Terra. Nos dê hoje nosso êxtase E nos entregue em tentação. Porque nós estamos a favor de seu reino no aeon dos e aeons.

Mestre:
Satanás , Príncipe todo-poderoso da Escuridão Senhor de Terra! Nos Conceda nossos desejos.

Todos:

Príncipe da Escuridão, ouça nos!
Eu acredito em um Príncipe, Satanás que reina em cima desta Terra,
E em uma Lei que triunfa em cima de tudo e de todos. Eu acredito em um Templo
Nosso Templo para Satanás, em uma Palavra triunfa sobre tudo:
A Palavra do êxtase.E eu acredito na Lei do Aeon,
Que é o sangue deixado pelo sacrifício
E eu não derramei nenhuma lágrima desde que me uni ao meu Príncipe
O príncipe do Fogo e todo o seu reinado E os prazeres que estão por vir!

O Senhora da Terra beija o Mestre, e então volta para a congregação, dizendo: Satanás está convosco.

Mestre: 
Veni, omnipotens aeternae diabolus!

Senhora da Terra: 
Pela palavra do Príncipe de Escuridão, eu dou o elogio a você

(Ela beija os lábios do príncipe do altar)

Meu Príncipe, do esclarecimento. Eu o saúdo Que nos de lutas e buscas aos pensamentos proibidos.

(O Mestre repete sua ultima fala)

Senhora da Terra: 

Abençoado é o forte porque eles herdarão a Terra.

(Ela beija o tórax do padre do altar)

Abençoado é o orgulhoso porque eles criarão deuses!

(Ela beija o pênis do padre do altar)

Deixe o humilde e o submisso em sua miséria!

(Ela beija a Mestra que passa o beijo para a Sacerdotisa que beija cada sócio da congregação. Depois disto, ela dá o bolo que contém a consagração da Senhora da Terra, ela segura um pedaço em cima do padre do altar e diz:)

Louvado seja você, meu Príncipe e amante: Por nosso mal ; por nossa coragem e Força, que se tornarão para nós uma alegria nesta vida.

Todos:
Satanás, Príncipe da vida!

A Senhora coloca o pedaço de bolo no corpo do padre-altar e diz quietamente:)

Suscipe, Satanas, munus quad tibi offerimus memoriam Recolentes vindex.

(A Sacerdotisa, dizendo quietamente ' Sanctissimi Corporis Satanas', começa a masturbar o padre-altar. Quando ela faz isso , a congregação começa a aplaudir e a gritar encorajando enquanto o Mestre e a Senhora cantam o ' canto de Veni'. A Sacerdotisa permite que o sêmen cai em sua mão , e então passa no pedaço de bolo que sustenta isto ante a congregação e diz a eles:)

Os presentes de Satanás sempre estarão com você.

Todos: 
Assim como estão contigo!

(A Senhora devolve o bolo ao corpo do padre-altar, eleva um dos cálices e diz:)

Louvado a você, meu Príncipe, desafiante: por nossa Arrogância e orgulho Nós temos esta bebida: faça dela nosso elixir da vida.

(Ela borrifica um pouco do vinho em cima do padre-altar e na congregação, então todos levantam os cálices , dizendo:)

Com orgulho em meu coração eu elogio Satanás A lança Que ele arremeçou sobre o corpo de Yeshua, E que os seguidores do impostor apodressam em rejeição!

(O Mestre se vira para a congregação e diz:)

Renunciem Yeshua, o grande Decaído , e todos os seus trabalhos

Todos:
Nós renunciamos o Nazareno Yeshua, o grande enganador, E todos os seus trabalhos.

Mestre:
Vocês afirmam Satan?

Todos:
Nós afirmamos Satan!

O Mestre começa a vibrar ' Agios o Satanas' enquanto a Senhora da Terra escolhe um bolo entre a congregação, dizendo:)

Eu que sou a alegrias e o prazer da vida que os homens fortes sempre buscaram, venha que lhe mostrarei meu corpo e meu sangue.

(Ela dá o pedaço à Sacerdotisa, então remove a bata da Sacerdotisa e diz:)

Veja , esta tudo aqui , Nada é tão bonito quanto o homem e a Mulher.

(A Sacerdotisa devolve o pedaço de bolo a Senhora da Terra, e então a congregação levantam os bolos e os cálices e depois comem e bebem os dois. Quando todos terminarem,o Senhora da Terra levanta um pires com o que sobrou e diz:)

Veja, a sujeira da terra que o humilde comerá!

(A congregação ri enquanto a Senhora da Terra arremessa os restos ao chão e todos pisoteiam sob os pés enquanto o Mestre continua com o ' Agios o Satanas'. A senhora bate palmas três vezes em um sinal para a congregação.E então ela diz :

Dancem, ao meu comando!

(A congregação começa uma dança, enquanto estão cantando ' o Satanás! Satanás! ' . A Sacerdotisa os pega um por um, e os beija a então remove as suas batas depois da qual eles voltam à dança. O Senhora da Terra está no centro dos dançarinos, e enaltecendo os braços , diz:)

Deixe a igreja do impostor Yeshua em po se esmigalhar Deixe toda a escória da adoração apodrecendo em miséria sem respirar! Nós pisoteamos e cuspimos sobre seus ditos pecados que rastejam no chão! Pois há caos e há gozo e há êxtase na escuridão; Deixe para trás o sacrifício aos céus a discussão ea velha ferida: mas acima de tudo nos deixe desfrutar Os presentes de nossa vida!

(A Sacerdotiza sinaliza um dançarino a sua escolha. A congregação então começa a orgia de luxúria. A Senhora da terra ajuda o Padre-Altar descer do altar, e ele se une as festividades que desejar.)

Então o Mestre e Senhora dirigir, a energia do ritual em uma intenção específica.





NOTAS:

Durante o ' consagração' do vinho, o Mestre pode optar em dizer o seguinte (ao invés do canto de Veni):
Muem suproc mine tse cob

Ele levanta o cálice então e diz:
Murotaccep menoissimer ni rutednuffe sitlum orp iuq iedif muiretsym itnematset inretea ivon iem siniugnas xilac mine tse cih.

É com este cálice que a Senhora da Terra deve para borrificar o padre-altar. As palavras acima são normalmente impressas em um pequeno cartão que é colocado no altar antes da Missa começar: o Mestre pode se quizer usar o cartão enquanto fala seu conteúdo.

Como em todos os rituais cerimoniais, é útil se todos os participantes souberem de cor o conteúdo dos textos falados. Mais é importante é que as falas sejam entendidas e declamas com vontade real o ritual é então mais efetivo e permite que os participantes fiquem mais relaxado para entrar no espírito do rito.

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