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James Worson, O homen que "evaporou no ar" e nunca foi encontrado, seria apenas uma lenda?



Na cidade de Warwickshire, Inglaterra, vivia um sapateiro chamado James Worson,  conhecido também por contar vantagem de ser um ótimo corredor. No dia 3 de setembro de 1873, após ter bebido algumas doses de run, ele foi desafiado a correr a pé pelo percurso de 54 km entre as cidades de Leamington e Coventri (Ingleterra). Ele acabou aceitando a aposta, e no momento marcado, partiu acompanhado a cavalo pelo propositor da aposta (nome desconhecido), Barham Wise, um negociante de panos de linho, e Hamerson Burns, um fotógrafo que seguiu com sua carroça.

Hammerson Burns levou sua câmera e ia tirando fotos durante o trajeto, enquanto Worson conversava alegremente com todos eles. Segundo os amigos, em um determinado momento eles olharam para a frente quando ouviram um grito de agonia de Worson. Pensanvam que ele havia tropeçado, eles voltaram para ajudá-lo. Só que não encontraram nada nem ninguém. Worson havia simplesmente desaparecido sem deixar nada.

Burns até tirou fotos da estrada, onde mostravam pegadas de Worson andando normalmente, e em seguida como se ele houvesse tropeçado e depois mais nada. Era como se James Worson não houvesse mais tocado o chão.

Então eles retornaram e chamaram a polícia. Uma grande busca foi feita na área, inclusive com cães farejadores. Nada foi encontrado. Nenhuma pista. O estranho foi que os cães não queriam se aproximar do local em que James Worson havia desaparecido, pois eles ficavam assustados.

James Worson nunca mais foi visto, foi como se ele tivesse "evaporado" no ar.

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Como Planejar um Ritual


Elaboramos este guia prático (e básico) para que você use como sugestão ao elaborar seus próprios rituais, etapa por etapa. Vale lembrar que este é um modelo padrão, que você pode seguir ou não. Fique à vontade para tornar o ritual o mais apropriado possível ao que você pode fazer.

1. O objetivo do ritual
Você deve ter bem claro qual o objetivo do ritual, pois sem isso seu ritual será praticamente inútil e apenas desperdício de energia. Isto é muito importante pois é a partir da meta de seu ritual que você poderá delimitar todas as ações que serão realizadas.

2. A escolha das divindades
Se você costuma trabalhar com um panteão específico, possivelmente já tem uma idéia de quais deuses chamará a este ritual, de acordo com o seu objetivo. Se você trabalha com vários panteões, o procedimento deve ser o mesmo. Se você não trabalha com nenhum, pode simplesmente invocar a Deusa e o Deus, de forma genérica. Uma dica importante: procure não misturar panteões em seus rituais.

3. Correspondências
Elabore todas as outras correspondências do ritual. Que tipo de incenso você vai usar, quais ervas, cores das velas, fase da Lua, dia da semana, horário do dia etc. Tudo isso você deve fazer analisando as correspondências e adequando-as ao seu objetivo.

4. Rascunho do ritual
Faça um esboço de todo o seu ritual, desde o momento em que você lança o círculo até o momento em que o ritual se encerra. Se você não sabe como fazer isso, use este guia.

5. Arrumação do altar
Arrume o seu altar de acordo com a ocasião, no local onde realizará o seu ritual. Coloque todos os utensílios necessários, enfeite com plantas (se achar necessário), mas procure manter tudo bastante simples. Não se esqueça de trazer itens extremamente necessários ao ritual, como fósforos e tudo o mais que você possa precisar.

6. Purificação
No dia do ritual, purifique a si mesmo e ao local onde será realizado. Você pode purificar o local através dos quatro elementos: sal (terra), água (água), incenso (ar) e vela (fogo), dizendo bênçãos de purificação e pedindo para os deuses. Cada um tem a sua forma de se purificar. Você pode fazer isso tomando um banho antes do ritual, ungir seu corpo com óleo etc.

7. Lance o círculo
O lançamento do círculo marca o início do ritual. Para saber mais sobre o círculo, clique aqui.

8. Feitiço
Se você estiver realizando um feitiço, este é o momento de executá-lo. Se for um ritual de sabbat, é neste momento em que se começa o ritual.

9. O cone de poder
Canalize e eleve a energia, direcionando-a para o seu objetivo. Caso você não saiba trabalhar com a energia de forma segura, é aconselhável que não o faça, pois brincar com as energias não é indicado.

10. Aterramento
Depois de enviar o poder, é muito importante aterrar a energia para que não lhe afete internamente. Você pode ficar nervoso, irritado, tudo por conseqüência de um não-aterramento. Por isso, quando enviar o poder, deite-se no chão com a barriga e palmas das mãos e dos pés para baixo e sinta toda a sua energia voltando para a Terra, que lhe envia novas energias também.

11. Encerramento
Agora você pode encerrar o ritual banindo o círculo e agradecendo aos deuses. Na maioria das vezes, deixe as velas e o incenso queimarem até o fim (a não ser que o seu feitiço peça outro fim com as velas, como jogar em água corrente ou enterrá-las).

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Os Quatro Elementos do Ritual Goético Maior


A “página goética” é mencionada e vista em muitos grimórios e alfarrábios que abordam a Goetia. A maioria deles atribui sua origem ao livro conhecido como “Pactum”, cuja autoria é desconhecida, assim como a data certa de suas primeiras edições. Diz-se que a explicação dos caracteres é dada no antigo grimório e que sua fórmula revela um dos segredos fundamentais da Goetia.

Devemos ter o cuidado especial de observar que a palavra “Goetia”, nesse contexto, representa muito mais do que o conjunto de operações e de “Espíritos” presentes nos textos atribuídos a Salomão, como o Lemegeton ou as Clavículas, por exemplo. Podemos dizer que o termo “Goetia” representa e encerra em si as Artes Negras e o Caminho da Mão Esquerda, livre de contaminações “brancas” para os Magos Goéticos contemporâneos. Já a palavra “Espírito” é empregada como sinônimo para “Demônio” em sua acepção mais ampla e não “cristianizada”. Precisamos lembrar também que os primeiros registros escritos da palavra “Goetia” datam de até cem anos antes do início da era vulgar na Grécia antiga.
A maioria dos caracteres que compõe a “página goética” provém do Alfabeto dos Magos, criado por Paracelso (1493-1541 e.v.) no século XVI. Trata-se de um alfabeto de substituição de uso similar ao do Malachim. O texto da “página” foi inteiramente redigido em espanhol. Apresentamos abaixo o texto original, caractere por caractere e sua tradução:

“La Cruz: Simboliza al Hombre Desnudo, es decir limpio de toda impureza”.

“A Cruz: Simboliza o Homem Despido, ou seja, limpo de toda impureza”.

“Serpiente Luminosa: Simboliza ala Mujer Desnuda o sea nuestra Madre Eva”.

“Serpente Luminosa: Simboliza a Mulher Despida, ou seja, nossa mãe Eva”.

“El Caduceo: Este jeroglífico representa los órganos genitales del Hombre”.

“O Caduceu: Este hieróglifo representa os órgãos genitais do Homem”.

“El Cáliz: Este jeroglífico representa el órgano feminino”.

“O Cálice: Este hieróglifo representa o órgão feminino”.


Não é possível definir com precisão a data em que essa página foi escrita, mas pudemos analisar edições raras e antigas de livros da primeira década do século passado que já apresentavam a “página goética” como ilustrada acima, o que nos faz supor que essas inscrições tenham sido feitas o mais tardar no século XIX. É importante observar que o idioma utilizado foi o espanhol e que o texto, depois de transliterado caractere por caractere, apresenta uma linguagem simples e direta, ao contrário dos textos iniciáticos e misteriosos que encontramos com maior freqüência nas bulas alquímicas e mágickas.

O autor também é desconhecido, mas podemos afirmar com certo grau de precisão que ele conhecia os mistérios encerrados nos elementos descritos e que era preciso encobri-los, talvez para sua própria segurança, de maneira que seu significado não se perdesse ao longo dos séculos.

A Cruz, a Serpente, o Cálice e o Caduceu são conhecidos como os quatro elementos do ritual Goético Maior.

O ritual Goético Maior não pode ser entendido ou visto como uma prática isolada dentro do Caminho da Mão Esquerda e da Antiga Goetia, o termo é utilizado para revelar os elementos ritualísticos principais num caminho Negro em Essência, sem a submissão pretensiosa dos poderes Infernais aos poderes celestiais ou vice-versa. Ele denota um caminho de consecução mágicko e gnóstico onde os operadores não se cercam de proteções “brancas”, sejam elas quais forem para adentrar em Sitra Ahra, para operarem literalmente dentro dos Túneis de Set ou para evocarem os Deuses mais Antigos. O ritual Goético Maior é aquele reservado aos “Nativos”, aos que não se envenenam para poder envenenar, mas aqueles que são o próprio veneno.

O texto da “página goética” revela também que a dimensão sexual dos mistérios era conhecida e utilizada conscientemente pelos magos goéticos antigos. Muitos ocultistas, obviamente influenciados pelo frígido e impotente pensamento judaico-cristão, acreditavam que os mistérios sexuais tinham sido pervertidos e corrompidos por Magos Negros que se entregavam a lascivos ritos profanos e criminosos.

É realmente incomum encontrarmos referências explícitas à sexualidade aplicada para fins mágickos no ocultismo ocidental durante esse período.

Façamos então breves exposições sobre os Quatro Elementos, como descritos na “página goética”.

A Cruz

A Cruz representa o Homem Nu e, ao contrário do que muitos supõem, não se trata de um símbolo cristão. Poder ser compreendida como a representação de princípios cósmicos revelados geometricamente pelos números 2, 4, 5, 10, 55 e 11, entre outros:

• Duas linhas perpendiculares entre si que se multiplicam através de uma dupla divisão em quatro linhas;
• O intercepto das duas linhas forma o ponto que representa a contração essencial máxima, como em Hadith. É a Essência do Mago Negro;
• O 4 representa a Forma e a quarta dimensão de poder – é como o quarto pé da cadeira de base quadrada, sem o qual ela não ficaria em pé;
• O quadrado é a próxima figura simples após o triângulo – é o número da adaptação e da forma;
• A cruz divide o círculo (símbolo do infinito) em quatro partes iguais; quatro quartos, ou seja, um inteiro;
• O quaternário está relacionado aos nomes sagrados de quatro letras que representam a divindade – llyh;
• Os pitagóricos atribuíam significância ao quaternário, pois, segundo eles, todos os fundamentos das coisas naturais, artificiais e divinas são quadrados. O número quatro é a fonte perpétua da natureza e chave para a Divindade;
• De um ponto comum partem quatro segmentos de reta divididos por 4 ângulos retos = o ponto (1) + (4) = 5;
• 1+2+3+4=10= o número do ciclo eterno e da criação;
• O número quatro era associado a Hermes, cujo principal símbolo é o Caduceu que na página goética é o símbolo dos órgãos genitais masculinos;
• A Cruz é um símbolo de Tiphareth (6° Sephirah);
• O quaternário pode ser apreendido nos pontos cardeais, nos animais que compõe a esfinge, nos querubins, nas hierarquias das hostes infernais, nos elementos, nas estações do ano, nos quatro eixos do mundo, nas qualidades dos antigos filósofos (quente, úmido, frio e seco), nos gêneros de misto perfeito (animais, plantas, metais e pedras), nas virtudes morais (justiça, moderação, prudência e força), nos arquidemônios que reinam sobre os quatro ângulos do Mundo, nos rios do inferno...

A Serpente Luminosa

A Serpente Luminosa é o símbolo da Mulher. Acima da cabeça da serpente há uma pequena chama que demonstra a onisciência criada e criativa, a inteligência superior e a sabedoria. O elemento é a Mulher Nua, identificada como Eva por se tratar de um ser humano em sua constituição, porém caracterizada pelos atributos da Serpente.

A Serpente é um dos mais importantes símbolos primordiais e representa a mulher em sua fase lunar, ou seja, durante a menstruação.

Numa antiga lenda judaica Eva começou a menstruar numa terça-feira, ocasião em que se transformou em uma serpente. Terça-feira é o dia de Marte, divindade do derramamento de sangue. Em certas tradições hindus, a terça-feira é consagrada à Deusa Kali.

Nas tradições Tifonianas e Draconianas a serpente simboliza o renascimento e a transformação contínua em alusão às suas trocas de pele. É também um glifo associado à Lua e à Daath devido à Serpente de Oito Cabeças que habita o Abismo.

A Serpente é o Veneno que pode engendrar a Morte e a Arte de enganar uma presa até suas próprias mandíbulas. É um símbolo de longevidade saudável e de ameaça mortal perene. É o réptil que se move ligeiramente sem ser ouvido e sem possuir patas.

No antigo Egito a Serpente era um símbolo dos períodos femininos e era um dos emblemas da Deusa (Ta-Urt, Ape, Tiphon), assim como o Chacal e o Crocodilo. Apep era o Dragão-Serpente que habitava a escuridão.

As diversas interpretações da tentação de Eva e os escritos bíblicos nos conduzem a outras serpentes, demônios ou divindades associadas: Nahash, Samael, Leviathan e Lilith.

A Serpente está associada ao arquétipo de Lilith e aos poderes sobre-humanos da Mulher Escarlate. É malícia, astúcia, força, inteligência, sedução, veneno, perigo e deleite.

Devemos observar também que a Serpente representa o isolamento e a capacidade de sobrevivência em ambientes absolutamente inóspitos como o Deserto de Set, por exemplo.

O Caduceu

Na página goética o Caduceu representa o Lingam, os órgãos genitais masculinos, o Falo ereto que penetra o “mundo desconhecido”. O símbolo é utilizado há mais de 4000 anos e está presente em tradições sumerianas, hindus e gregas.

Na mitologia grega o caduceu pertencia inicialmente a Apolo que o deu a Hermes em troca da lira, desde então o Caduceu passou a ser o principal símbolo de Hermes e de Mercúrio. O Caduceu é um símbolo da astúcia, da inventividade e da sabedoria e é através dele que Hermes guiava as almas dos grandes homens pelas regiões de luz e de trevas.

O Caduceu é formado por um cetro (o Lingam) no qual estão enroscadas duas Serpentes que representam as correntes “opostas” de OB (serpente da direita) e OD (serpente da esquerda), restando ao cetro o AUR. As serpentes representam também o Obeah e o Wanga.

Os nadis (canais) Ida e Pingala são associados às serpentes e Sushuna ao cetro. Ida se conecta ao testículo esquerdo e Pingala ao testículo direito. Tais relações o associam à Kundalini.

O Cálice

O Cálice representa a sagrada Yoni e é o símbolo mágicko do Entendimento e um dos símbolos de Binah (3° Sephirah). O Cálice é a arma elemental da Água e do Sangue. Nele são administrados e misturados os elixires medicamentosos ou envenenadores.

A superfície do líquido que o Cálice contém é um plano que oculta sua profundidade numa abstração de uma dimensão aparentemente dual. Quanto mais concentrado é o conteúdo, mais difícil é apreender o que está abaixo do plano, da Abstração, da Ilusão.

O plano é perfurado pela Vara do Caduceu e a borda do cálice é um círculo, dessa forma a Vontade (Finita) comunga com o Infinito (Círculo).

O cálice é utilizado como repositório, mas também emite determinadas secreções em circunstâncias especiais provocadas ou procuradas, é por onde flui o sangue lunar. É um glifo para o recipiente que recolhe o orvalho na tradição alquímica.

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Simbolismo da Cruz


É possível detectar a presença da cruz, seja de forma religiosa, mística ou esotérica, na história de povos distintos (e distantes) como os egípcios, celtas, persas, romanos, fenícios e índios americanos.

Seu modelo básico traz sempre a intersecção de dois eixos opostos, um vertical e outro horizontal, que representam lados diferentes como o Sol e a Lua, o masculino e o feminino e a vida e a morte, por exemplo.

É a união dessas forças antagônicas que exprime um dos principais significado da cruz, que é o do choque de universos diferentes e seu crescimento a partir de então, traduzindo-a como um símbolo de expansão.
De acordo com o estudioso Juan Eduardo Cirlot, ao situar-se no centro místico do cosmos, a cruz assume o papel de ponte através da qual a alma pode chegar a Deus. Dessa maneira, ela liga o mundo celestial ao terreno através da experiência da crucificação, onde as vivencias opostas encontram um ponto de intersecção e atingem a iluminação.

Cruz simples: Em sua forma básica a cruz é o símbolo perfeito da união dos opostos, mantendo seus quatro "braços" com proporções iguais. Alguns estudiosos denominam esta como Cruz Grega.



Cruz de Santo André: Símbolo da humildade e do sofrimento, recebe esse nome por causa de Santo André, que implorou a seus algozes para não ser crucificado como seu Senhor por considerar-se indigno. Acredita-se que o santo foi martirizado em uma cruz com essa forma.


Cruz de Santo Antonio (Tau): Recebeu esse nome por reproduzir a letra grega Tau. É considerada por muitos, como a cruz da profecia e do Antigo Testamento. Dentre suas muitas representações estão o martelo de duas cabeças, como sinal daquele que faz cumprir a lei divina, encontrado na cultura egípcia, e a representação da haste utilizada por Moisés para levantar a serpente no deserto.

Cruz Cristã: Definitivamente o mais conhecido símbolo cristão, que também recebe o nome de Cruz Latina. Os romanos a utilizavam para executar criminosos. Por conta disso, ela nos remete ao sacrifício que Jesus Cristo ofereceu pelos pecados das pessoas. Além da crucificação, ela representa a ressurreição e a vida eterna.


Cruz de Anu: Utilizada tanto por assírios como caldeus para representar seu deus Anu, esse símbolo sugere a irradiação da divindade em todas as direções do espaço.




Cruz Ansata: Um dos mais importantes símbolos da cultura egípcia. A Cruz Ansata consistia em um hieróglifo representando a regeneração e a vida eterna. A idéia expressa em sua simbologia é a do círculo da vida sobre a superfície da matéria inerte. Existe também a interpretação que faz uma analogia de seu formato ao homem, onde o círculo representa sua cabeça, o eixo horizontal os braços e o vertical o resto do corpo.

Cruz Gamada (Suástica): A suástica representa a energia do cosmo em movimento, o que lhe confere dois sentidos distintos: o destrógiro, onde seus "braços" movem-se para a direita e representam o movimento evolutivo do universo, e o sinistrógiro, onde ao mover-se para a esquerda nos remete a uma dinâmica involutiva. No século passado, essa cruz adquiriu má reputação ao ser associada ao movimento político-ideológico do nazismo.

Cruz Patriarcal: Também conhecida como Cruz de Lorena e Cruz de Caravaca possui um "braço" menor que representa a inscrição colocada pelos romanos na cruz de Jesus. Foi muito utilizada por bispos e príncipes da igreja cristã antiga e por jesuítas nas missões no sul do Brasil.


Cruz de Jerusalém: Formada por um conjunto de cruzes, possui uma cruz principal ao centro, representando a lei do Antigo Testamento, e quatro menores dispostas em cantos distintos, representando o cumprimento desta lei no evangelho de Cristo. Tal cruz foi adotada pelos cruzados graças a Godofredo de Bulhão, primeiro rei cristão a pisar em Jerusalém, representando a expansão do evangelho pelos quatro cantos da terra.

Cruz da Páscoa: Chamada por alguns de Cruz Eslava, possui um "braço" superior representando a inscrição INRI, colocada durante a crucificação de Cristo, e outro inferior e inclinado, que traz um significado dúbio, dos quais se destaca a crença de que um terremoto ocorrido durante a crucificação causou sua inclinação.


Cruz do Calvário: Firmada sobre três degraus que representam a subida de Jesus ao calvário, essa cruz exalta a fé, a esperança e o amor em sua simbologia.




Cruz Rosa-Cruz: Os membros da Rosa Cruz costumam explicar seu significado interpretando-a como o corpo de um homem, que com os braços abertos saúda o Sol e com a rosa em seu peito permite que a luz ajude seu espírito a desenvolver-se e florescer. Quando colocada no centro da cruz a rosa representa um ponto de unidade.


Cruz de Malta: Emblema dos Cavaleiros de São João, que foram levados pelos turcos para a ilha de Malta. A força de seu significado vem de suas oito pontas, que expressam as forças centrípetas do espírito e a regeneração. Até hoje a Cruz de Malta é muito utilizada em condecorações militares.

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A Verdadeira Silent Hill - A Cidade de Centralia



A cidade de Centralia, localizada na Pensilvânia. Um dia ela foi uma cidade mineradoura (como a maioria das cidades fantasmas) que chegou a ter seus 2 mil moradores, e agora ter apenas 11 moradores em 2009? Um incêndio sem controle promete deixar a cidade inabitável pelos próximos 250 anos e segundo os ciêntistas o fogo ainda pode durar pelo menos mais 5mil anos devido a grande quantidade de carvão mineral. Bem vindo a Centralia.
     


O filme Silent Hill, baseado em um game de mesmo nome, era situado em uma cidade que havia sido abandonada após um incêndio em uma mina subterrânea condenando todo o local. Seu roteirista, Roger Avary, afirmou que o filme havia sido inspirado pela história de uma cidade real, Centralia, no estado norte americano da Pensilvânia.
    
A principal atividade de Centralia era a mineração até meados de 1960 quando a maior parte das empresas do ramo faliram. Em 1962 um grupo de bombeiros voluntários foi contratado para fazer a limpeza do aterro sanitário da cidade. Este era um trabalho anual padrão, onde sempre no final o lixo era queimado por um tempo. A diferença é que desta vez o aterro estava em uma nova localização, próxima a uma mina de carvão. Como o fogo não foi apagado da maneira correta ele chegou às minas subterrâneas, dando início a um grande incêndio.
  

   Várias tentativas foram feitas para apagar o fogo, mas nenhuma foi bem sucedida. Os níveis de monóxido de carbono e dióxido de carbono estavam muito elevados, causando problemas de saúde para a população. Em 1979 o dono de um posto de gasolina mediu a temperatura de seus tanques subterrâneos e descobriu que o combustível estava a quase 78 graus Centígrados. 


Em 1981, um garoto de 12 anos caiu em um buraco que surgiu repentinamente sob seus pés. Um amigo que estava próximo conseguiu segurar o garoto antes que ele afundasse totalmente no buraco de 45 metros de profundidade, onde ainda era possível ver as chamas no fundo. O garoto relatou que sentiu-se como se tivesse caindo no inferno.
  

 Em 1984 o Congresso americano alocou 42 milhões de Dólares para que os moradores de Centralia mudassem para comunidades vizinhas. Atualmente somente cinco residências ainda são habitadas na cidade e a igreja local realiza missas semanais. A fumaça e o vapor liberados pelo incêndio abriram diversos buracos na estrada que cortava a cidade. Depois de várias tentativas de reparo a via foi fechada.  



     
Com certeza você não vai ouvir sirenes assombrosas ou ver criaturas horrendas em Centralia, mas sua história é de assustar qualquer um. O incêndio que ainda está ativo no subterrâneo da cidade atinge temperaturas superiores a 537,8 °C, mais quente que o planeta Mercúrio. Gases nas minas tornam o ambiente tão tóxico quanto Saturno e o fogo só deve se extinguir em 250 anos.
 

 
 
     Na placa: “Cuidado – Perigo; Incêndio em mina subterrânea; Andar ou dirigir nesta área pode resultar em sérios danos ou morte; Gases perigosos estão presentes; O chão pode se abrir subitamente.






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O Misterio do Transatlântico Queen Mary

OS MISTÉRIOS DO TRANSATLÂNTICO QUEEN MARY

O Queen Mary foi construído em 1936 sendo considerado um navio de cruzeiro revolucionário para a Linha Cunard. Durante a Segunda Guerra Mundial ele serviu no Exército Britânico antes de voltar a funcionar como um navio de cruzeiro, para se aposentar em Long Beach em 1967. Com uma história tão rara, o navio estava destinado a deixar a sua marca.

O Queen Mary é conhecido por suas visões de fantasmas e atividade paranormal inexplicável. A porta 13 da sala de motor tem o fantasma de um homem que morreu esmagado durante a perfuração de uma porta sólida. Muitos visitantes e tripulantes afirmaram ter visto um homem jovem de macacão azul andando perto da porta. O epicentro de assombrações é a piscina. Os fantasmas de mulheres de maiô da moda antiga foram vistos várias vezes. Trilhas de pegadas molhadas também foram vistas, apesar da piscina estar vazia.

Todo local assombrado parece ter uma mulher branca, e o Queen Mary não é exceção. Ela pode ser vista no salão do Navio dançando sozinha nas sombras. Se você gosta de música com assombração, você não ficará desapontado. O Queen Mary também tem um fantasma pianista em seu grande piano, que choca os visitantes do navio com suas notas assustadoras.





Ao lado uma foto tirada no restaurante do RMS Queen Mary em uma de suas Viagens peloMundo.





SALA DE MÁQUINAS - PORTA 13

Em 10 de Julho de 1966 durante um trabalho

rotineiro na porta hermética da sala de máquinas, um rapaz de 18 a

nos de idade foi empurrado violentamente sobre a porta #13 nos fundos da sala de máquinas.

Numerosos encontros tem sido reportados pelos visitantes e pelos tripulantes do Queen Mary, os quais descrevem que

viram um homem barbudo, jovem com roupas azuis, o qual atravessa a sala de máquinas e depois desaparece através da porta #13 nos fundos.


A PISCINA DA PRIMEIRA CLASSE

A Piscina da primeira classe, a qual está sem uso já a muito tempo, tem sido um lugar de mutos encontros fantasmagóricos. Há havido informes de avistamentos de mulheres com vestidos longos e brancos ao redor da piscina. Também tem pessoas que ouvem barulhos como que alguém mergulhando na piscina, sendo que ao chegar ao local, existe o avistamento de rastros molhados como se alguém tivesse saído da piscina naquele momento.
Alguns especialistas acreditam que nesse local existe um vórtice interdimensional que faz o contato entre outro mundo e o nosso através do interior do Queen Mary.


O SALÃO DE FESTAS DA PRIMEIRA CLASSE

O salão de festas da primeira classe tem sido alvo de muitos encontros, sendo que todos os detalhes dos fatos de avistamentos de fantasmas tem sido coerentes entre as testemunhas que presenciaram.

Parece que uma mulher jovem e formosa, em um vestido de noite branco, muito elegante, tem sido vista dançando pelas sombras do salão.
Um dos encontros mais recordados, ocorreu quando uma pequena garota que estava visitando o Queen Mary, apotou para uma direção dizendo que havia uma mulher vestida de branco olhando para ela. Olhando ao redor, o guia turístico não viu nada, sendo que a garotinha insistiu e continuou sinalizando que a mulher de branco estava em um canto do salão de festas. Ninguém viu nada. No entanto a garotinha não sabia que ela era uma de muitas pessoas que tinham visto aquela aparição no Queen Mary.


O FANTASMA "GRIS"

Durante a Segunda Guerra Mundial, o Queen Mary foi Pintado e Camuflado, transformando-se em um navio de transporte de tropas e apoio. Foi chamado então de "O Fantasma Gris".

O "Fantasma Gris" provou ser um membro importante das forças aliadas, sendo que Adolf Hittler chegou a oferecer $ 250.000 de recompensa e a Cruz de Ferro a qualquer capitão de submarino que pudesse afundá-lo. Durante um viagem em que o "Fantasma Gris" realizava em zigue-zague pelo oceano, tentando despistar os submarinos alemães, ele colidiu com o navio de Cruzeiro Britânico H.M.S. Curaçao, cortando-o ao meio. Mais de 300 soldados britânicos afundaram junto com o Curaçao.
40 anos depois, uma equipe de televisão instalou equipamentos de gravação no Queem Mary durante a noite, bem no local interno onde ele colidiu com o H.M.S. Curaçao. Sons incríveis foram ouvidos depois, como sons de colisão e também sons de gritos e pedidos de socorro.


ACOMODAÇÕES DE PRIMEIRA CLASSE

Muitas ocorrências tem tomado lugar dentro dos limites de um número de camarotes de primeira classe. Tem havido informes de água correndo nos lavatórios a noite, telefones que tocam em altas horas da noite e de luzes que se acendem e/ou apagam misteriosamente.
Alguns passageiros tem relatado ouvir uma respiração perto deles nas acomodações do Queen Mary, bem como cobertas que são retiradas a noite enquanto dormiam.
Um acontecimento estranho sucedeu em uma manhã enquanto que um guia turístico tirava fotografias de um dos interiores dos camarotes. Um foto que capturou a imagem de um espelho dentro de uma das cabines, quando revelada, mostrou a imagem de um homemalto de cabelos pretos no espelho.
Isto não seria considerado estranho, exceto que o homem da foto usava uma roupa do estilo de 1940 e não parecia ninguém conhecido que estivessa a bordo naquela data.


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Quadrados Mágicos

Quadrados Mágicos representam o corpo de uma potência planetária, de uma Consciência Cósmica específica, de um Regente, de um Arcanjo, de uma Deva da Natureza, do planeta ou do Cosmo.

Cada Deus Planetário é a síntese de uma Força, uma Potência, um Valor, Virtudes etc.

Sendo princípios inteligentes, manifestam-se em toda a natureza como vibração, energia, números, cores, símbolos arquetípicos, emblemas, mantras, runas…

Explicando os Quadrados Mágicos, o Mestre Samael afirma:

“Entramos no Império da Alta Magia.

Entramos no laboratório da Alta Magia.

Entramos no mundo da Vontade e do Amor.

Para se entrar no Anfiteatro da Ciência Cósmica há que se roubar o fogo do diabo.

O Enamorado deve roubar a luz das trevas.

Há que se praticar intensamente a Magia Sexual com a esposa.

Há que se reconquistar a espada flamígera do Éden.

Para se invocar os Deuses, temos de conhecer os algarismos matemáticos das estrelas.

Os símbolos são a roupagem dos números.

Os números são as entidades vivas dos mundos internos.

Os algarismos planetários produzem resultados imediatos e terríveis.

Podemos trabalhar à distância com as estrelas.

Os algarismos matemáticos atuam sobre o mundo físico de forma terrível.

Estes algarismos devem ser escritos em 7 Tábuas distintas.

Quando se vai trabalhar com a Magia Sideral, faz-se um círculo no chão de 1,5 metro de diâmetro. Põe-se o pentagrama com os vértices inferiores para fora do recinto e o vértice superior para dentro.

No centro do círculo põe-se a Tábua com o correspondente algarismo do planeta.

Eis como concorrem os Deuses do planeta com o qual vamos trabalhar.

Antes de se começar qualquer cerimônia mágica com as estrelas, temos de exorcizar a Terra, o Fogo, o Ar e a Água com os seus Exorcismos correspondentes.


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Fibrodisplasia Ossificante Progressiva (FOP)

Talvez seja uma das doenças mais dolorosas triste e sinistra, Também desconhecida.

É uma doença de herança autossomia dominante. Pensa-se que estão implicados vários genes encarregados de sintetizar fatores de crescimento ósseo.

Nesta doença dão-se episódios repetidos de inflamação dos tecidos macios e o desenvolvimento de tumores subcutâneos e nos músculos. Estas lesões provocam a formação de osso em lugares onde nunca deveria existir osso, como ligamentos, músculos, tendões, articulações… Os traumatismos também desencadeiam e fazem avançar a ossificação dos tecidos macios. Progressivamente, o indivíduo irá perdendo cada vez mais a mobilidade até que, por impossibilidade de movimento da musculatura encarregada da respiração, morre por asfixia.

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O verdadeiro Caso de Ana Jansen

Ana Joaquina Jansen Pereira, apelidada de Donana (São luis do Maranhão , 1793 – 11 de Abril de 1869) nomiada "Rainha do Maranhão", filha de Vicente Gomes de Lemos Albuquerque e Rosa Maria Jansen Müller, foi uma rica proprietária de terras e imovéis, além de portadora de Titulos De Nobreza e Ativista Política e dos Movimentos Sociais. Descendente da nobreza européia, sua família se instalou no Brasil, na Porvincia de São luis do Maranhão.

Ainda adolescente teve um filho de pai desconhecido no registro, tornando-se duplamente desonrada, por não ser mais virgem e mãe solteira. Supõe-se que um namorado a abandonou grávida, ou que o pai do bebê era casado, mas ela nunca revelou quem era realmente o pai de seu filho, ou talvez por ela mesma não saber quem fosse. Mesmo criada com muito rigor, era namoradeira, sumia de casa e passava horas fora e ninguém sabia com quem ela estava.

Expulsa de casa pelo pai com o filho recém-nascido, pobre e marginalizada, sofreu muito sozinha no mundo. Após um tempo de grandes dificuldades, até se prostituindo para sobreviver, conhece e torna-se amante por muitos anos do rico coronel Isidoro Rodrigues Pereira.

Embora descendente da nobreza européia, Ana Jansen teve uma juventude sofrida. Antes de conhecer o coronel, vivia na miséria, era mãe solteira e lutou muito para manter a mãe e o filho pequeno, já que a mãe não queria que ela saísse de casa, mas quem mandava em tudo era o pai dela, que nem queria mais saber da filha. Ana não queria ver a mãe passando necessidade e escondida do pai a ajudava, mas seu pai não queria nada que viesse dela, era muito orgulhoso.

Sua situação melhora aos poucos, depois que se tornou amante do coronel, o homem mais rico da província. Esse relacionamento mal-visto transforma Ana Jansen num alvo fácil para a sociedade moralista da época, personificada acima de tudo por sua maior inimiga: Dona Rosalina Ribeiro, que conservava a moral e os bons costumes com muito rigor, não admitia uma mulher não ser casada, ter filho de um homem que ninguém sabe quem é e ainda por cima ser amante de outro, ainda casado. O comportamento liberal e avançado de Ana era chocante para as mulheres da época, que se casavam cedo e viviam uma vida de submissão ao marido.

Voltou a ser aceita pela sociedade maranhense aos poucos, após seu casamento milionário, passou a ser mais respeitada. Os anos passaram e com a morte de seu marido, transformou-se na viúva mais rica e em uma poderosa senhora de terras, de escravos e líder política, sendo chamada de Rainha do Maranhão.

O principal motor psicológico da personagem Ana Jansen é o desejo de resgatar o nome e o prestígio de sua família, arruinado depois da falência de seu avô, Cornélio Jansen Müller. Sua famílai num passado distante teve muita fortuna, mas seu avô perdeu tudo por golpes de terceiros e ela sempre quis tirar o nome da família da lama, por mais que o pai não merecesse, pois ele sempre foi cruel com Ana.

Após a morte de Isidoro, Ana dá um largo passo em direção a este sonho, tornando-se rica, independente e poderosa, podendo ajudar a resgatar tudo que sua família teve um dia. Ela assume a fazenda Santo Antônio, propriedade do falecido coronel e, logo em seguida, consegue triplicar a fortuna herdada.

Perseverante e ambiciosa, Ana transforma o dinheiro em poder, assumindo a liderança política da cidade e reativando o esfacelado partido liberal Bem-te-Vi. Ela passa a comandar o partido e a cidade. Era um escândalo uma mulher envolvida com a política, mas ela queria ter posse dos poderes públicos e lutar por seus direitos de exercer a cidadania.

Ana, a poderosa do Maranhão, morre devido a idade, aos 76 anos, e após esse fato, tem sua memória maculada pelos inimigos que a transformam em uma alma penada, em uma bruxa maldita que percorre as ruas de São Luís em uma carruagem puxada por cavalos e escravos mutilados, gritando de dor e desespero por se arrepender dos pecados que cometera. Até hoje em São Luís todos temem seu espírito e até parentes de Ana, como bisnetos e tataranetos, as pessoas evitam se aproximar por medo de uma "maldição familiar". Existem ruas com o nome dela e até uma lagoa em sua homenagem, por parte da prefeitura, pois a população não gosta dela por ela ter sido muito cruel e assassinado crianças e escravos.

A Carruagem de Ana Jansen

Senhora de grande fortuna pessoal, dizem que mal tratava até à desumanidade
seus numerosos escravos. A lenda do pervagar penado de Dona jansen anda pelas ruas
da Cidade, às noites de sexta-feira (há uma variante que dá essa sinistra
aparição como ocorrendo às quintas feiras), teve larga difusão na primeira
metade deste século, quando eram comuns as ruas mal iluminadas ou
completamente às escuras, pelos constantes cortes de energia elétrica, e
também por causa dos desiúandos policialescos da ditadura estadonovista,
que traziam m
edo e maus presságios às noites de São Luís.

Reza a tradição que os notívagos da Cidade, ao pressentirem a aproximação do
horrendo coche, fugiam aterrorizados, à procura de um lugar em que pudessem
abrigar-se com segurança. Se assim não fizessem, estariam sujeitos a receber
da alma penada de Dona Ana Jansen ou Dona ana, como popularmente
chamada, uma vela acesa que amanheceria transformada em osso de defunto.

A carruagem, puxada por cavalos decapitados e tendo na função de cocheiro um escravo igualmente decapitado e com o corpo sangrando de monstruosas
sevícias, produz
, por onde passa, horripilantes sons, combinação do atrito de
velhas e gastas ferragens com o coro de lamentações de escravos em estertor


video

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Escritório Assombrado

Em Rosenhein, forças estranhas perturbam a paz e o ritmo de trabalho dos funcionários...

Rosenhein, cidadezinha alemã da Baviera. No escritório de advocacia do Sr. Adam, forças estranhas perturbam a paz e o ritmo de trabalho dos funcionários. Barulhos ensurdecedores, lâmpadas dançam e estouram, enormes flutuações na energia elétrica, fusíveis saltam, campainhas dos telefones soam insistentemente, ao mesmo tempo, fichários de 174 kg. deslocam-se sozinhos, quadros e calendários giram nas paredes etc., etc.

A imprensa local não demora em fazer eco. A TV alemã lança dois programas especiais sobre a casa de Rosenhein. Em pouco tempo a Alemanha toda e o mundo tomam conhecimento da “casa mal-assombrada” de Rosenhein.

Especialistas em Física, sob a direção dos doutores Karger e Zincha, do Instituto de Plasmapsíquica Max-Planck de Munique, após muitas medida e controles, concluem que:

1.º) Os fenômenos desafiam toda explicação pelos meios que possui a física teórica;

2.º) Os fenômenos são resultados de forças não-periódicas, de curta duração;

3.º) Os fenômenos não implicavam efeitos eletrodinâmicos puros;

4.º) Os movimentos dos objetos parecem ser causados por forças inteligentemente controladas;

5.º) A Física neste caso e em outros análogos de Parapsicologia, defronta-se com uma situação completamente nova. Apresenta-se a possibilidade imprevista de realizar descobertas físicas fundamentais estudando o homem. É absolutamente certo que o esclarecimento destes fenômenos terá repercussões sobre nosso conhecimento do homem.

Entra em cena a equipe de parapsicólogos do Instituto de Parapsicologia da Universidade de Friburgo, chefiada pelo Dr. Hans Bender.

Os parapsicólogos constataram também que tudo aumentava de intensidade com a maior proximidade de Ana Maria Sch., de 19 anos, diminuía à medida que ela se afastava e nada acontecia se ela se ausentava.

O Dr. Bender e sua equipe apontam como causa desta fenomenologia a ação “parapsicológica provocada pela senhorita Ana Maria em estado de crise e tensão nervosa”.

























































Quadros tortos e telefonemas para o 0119, numero da hora certa, atormentaram o escritório de advocacia da Alemanha Ocidental, em 1967. As vezes as lâmpadas ou balançavam, aparentemente devido a presença da funcionária AnneMarie Schneider.

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Necromância





Necromância ou Consulta aos mortos !


“Também, designada como “nigromância” é a magia que usa o poder dos mortos para a adivinhação. É uma arte mágica que se propõe adivinhar o futuro através do sangue recém derramado de uma criatura viva.
A necromância é comum em literatura fantástica. Visa atingir objectivos com o auxílio dos que já morreram (que, nessa perspectiva, partiram deste plano para outro seja ele superior - suposto “reino dos céus” - ou inferior - suposto “inferno”), sendo muito usada em religiões como a umbanda, candomble, quimbanda, etc.

Pode ser interpretada como a prática de despertar a morte para obter informações do futuro, tendo a sua origem na crença de uma viagem para outro mundo, após a morte, acreditando-se que os recém-mortos, cujos corpos ainda estão intactos, mantêm ainda relações com a vida, estando mais sensíveis à tentativa de entrar em contacto com eles e questioná-los…

Alguns relatos situam o começo dessa prática na América. Uma tribo indígena roubou o corpo de um chefe de outra tribo algumas horas depois de morto. Colocaram o corpo num círculo desenhado na terra e começaram a fazer perguntas sobre o futuro e as possibilidades de caça. Essas práticas foram muito comuns na costa leste da América do Norte.”

É, outrossim, uma prática usada, muito especialmente, pelos espíritas por meio de médiuns. Durante as sessões, os médiuns invocam, o espírito do falecido, e, num estado de transe, esse falecido, segundo eles, fala, com a mesma voz da tal pessoa, levando a crer aos presentes e ao “encomendador” que estão de facto perante a pessoa invocada.

Esta é outra prática abominada por Deus. Deuteronómio 18:10-12: “Entre ti se não achará adivinhador (…) mágico, nem quem consulte os mortos: pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor…”
Quem se manifesta não é o falecido, mas sim um espírito demoníaco que conhecia bem a pessoa invocada, inclusive a voz, sendo capaz de a imitar na perfeição.

A Bíblia informa-nos que as almas dos mortos vão para o “mundo invisível” (Salmo 89:48), que no caso dos que aceitam Jesus e a Sua Palavra vão para o céu, para junto Dele gozar a vida eterna (Filipenses 1:20-24; Actos 7:55-60; II Coríntios 5:8; Apocalipse 6:9) e no caso dos que rejeitam a salvação, só possível pela fé em Jesus Cristo, vão para o inferno (Apocalipse 20:13-14) e nunca mais tem acesso à terra dos viventes, não sabendo, inclusive, o que aqui se passa (Eclesiastes 9:5-6; Lucas 16:19-31).

Houve um rei israelita, de nome Saúl, que foi a uma médium para consultar um morto e como nada deu certo, ele acabou por suicidar-se (I Samuel 28:7-25; 31:1-4). Este poderá ser o fim daqueles que recorrerem a todas essas formas de espiritismo. Só com Jesus é que a vida corre bem, tudo dá certo e sente-se prazer em viver.

O espiritismo, em todas as suas formas, é obra do enganador e “ladrão que vem senão a roubar, a matar e a destruir”; enquanto Jesus veio para que tenhamos vida e a tenhamos com abundância.” - João 10:10

Isaías 8:19-20: “Quando vos disserem: Consultai os que tem espíritos familiares e os adivinhos, que chilreiam entre dentes: - não recorrerá um povo ao seu Deus? a favor dos vivos interrogar-se-ão os mortos? À Lei e ao Testemunho (à Bíblia)! se eles não falarem segundo esta Palavra, nunca verão a alva.”

Devemos é consultar a Deus por meio da Sua Palavra, a Bíblia Sagrada.
Actos 19:18-19: Quem se envolveu ou está envolvido com o espiritismo, tem que se arrepender dessas práticas, confessar o seu pecado e eliminar todos os objectos que tenham ligação com isso.


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