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4 Cavaleiros do Apocalipse - A Conquista




O primeiro cavaleiro do Apocalipse é A Conquista representado em um cavalo branco.

Eu vi como o Cordeiro abriu o primeiro dos sete selos . Então eu ouvi um dos quatro seres viventes dizer numa voz como de trovão : "Vem e vê!" Olhei, e diante de mim estava um cavalo branco! O cavaleiro tinha um arco , e foi-lhe dada uma coroa , e ele cavalgava como vencedor determinado a conquista.

Diz a Bíblia que ele virá e será seguido por muitos, o que remete a Zacarias 10:3-5, onde o profeta reúne seu "rebanho" e segue após ser "coroado", travando batalhas contra seus inimigos(pregando). Este cavaleiro faz pensar nos partos ("Feras da terra"), cuja arma característica era o arco, a arma mais temida, o terror do mundo romano no século I.

O primeiro cavaleiro geralmente é interpretado como sendo o anticristo, porém seu caráter é o menos definido entre os 4 cavaleiros, ele também é considerado por alguns, bom e justo, portanto assim considerado o próprio Jesus Cristo.



Os outros três cavaleiros representam o mal, as forças destrutivas, e dada a forma unificada em que todos os quatro são introduzidos e descritos, pode ser mais provável que o primeiro cavaleiro é correspondentemente mal. Obra de arte que mostra os cavaleiros como um grupo, como a xilogravura famosa por Albrecht Dürer , sugere uma interpretação onde todos os quatro cavaleiros representam diferentes aspectos do mesmo mal.

O primeiro cavaleiro é frequentemente associado com a conquista militar.Uma interpretação, que foi realizada pelo evangelista Billy Graham, lança o cavaleiro do cavalo branco como o Anticristo, ou uma representação dos falsos profetas, citando diferenças entre o branco cavalo em Apocalipse: 6 e Jesus sobre o cavalo branco em Apocalipse: 19. Em Apocalipse: 19 Jesus tem muitas coroas, mas em Apocalipse: 6, o piloto tem apenas um.

Cor do Cavalo: Branco / Cinza.
Simbolismo da Cor: Falsa inocência / Paz disfarçada.
Cavaleiro: Porta um arco uma coroa e uma máscara.
Poder: Conquistar.
Simbolismo do Cavaleiro: Anticristo, o falso Cristo, a falsa religião.
Descrição original grega: ίππος λευκός (híppos leukós), o Cavalo Branco.
Símbolo da Arma: -  Arco e máscara - Símbolo da guerra do poder Falsidade.

Animal Representado: …a primeira (…) semelhante a um leão - O leão é símbolo do poder e da justiça. É também associado ao atributo divino da justiça.Na visão prófetica de Ezequiel sobre o templo de Deus, ao redor do trono ele também vê quatro querubins com quatro faces, sendo uma dessas face de leão.

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A Cruz de Nero - A Paz sem Cristo

A cruz de Nero, o Pé de Galinha, as Raízes de uma Árvore, dentre muitos outros nomes que esse simbolo possui e também muitos significados.




Você provavelmente deve se lembrar desse simbolo na década de 60 foi utilizado pelos hippies para simbolizar a paz, alguns diziam que significava a "paz sem religião",também foi símbolo de ecologia no mundo, pois representa uma árvore de cabeça para baixo.

Outros também falam que a cruz não possui significado místico e que este símbolo foi criado na Inglaterra, em 1958, por Gerald Holtom, para uso em campanha de desarmamento nuclear. Os rascunhos originais constam na coleção real britânica. O próprio autor cita que utilizou o quadro "Os fuzilamentos", do pintor espanhol Goya, como inspiração.

Mas a mais temida história principalmente pelos cristãos é de que ela teria sido criada pelo imperador Nero, sim Nero o imperador que se casou com a própria mãe e depois a mandou matar. Nero teria criado a cruz como forma de zombaria a cruz onde Jesus teria sido crucificado, a cruz seria invertida e possuiria os dois braços quebrados e uma ponta da qual seria colocada no chão de forma que ficaria ao contrário.



Reza a lenda onde a igreja católica sustenta a mesma teoria apesar de não ser descrita na bíblia de que Nero crucificou o apostolo de Jesus, "Pedro" com assa cruz, após várias perseguições a cristãos Nero teria acreditado em uma época que havia dizimado o cristianismo.

Sua haste horizontal quebrada para baixo e significa a derrota do Cristianismo. Usada na Idade Média com um símbolo ligado a Satanás, durante séculos foi uma representação mística.

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A Cabeça Satânica



Cabeça Satânica ou Cabeça Errante, é um dos muitos fantasmas do folclore brasileiro. Não se pode indicar com exatidão a época em que esse mito surgiu, sabe-se apenas que é de origem europeia, e certamente tem raízes portuguesas. A versão mais aceita é a de que tenha chegado ao país através dos colonizadores desembarcados em Recife-PE, mas depois foi se espalhado pelas zonas do agreste, sertão e alto sertão, sendo pouco conhecida nas capitais.

Os relatos a seu respeito são variados e assustadores. Alguns a descrevem como sendo a cabeça de uma pessoa de cabelos compridos, a se deslocar rolando ou saltitando pelo chão, mostrando os olhos arregalados e amedrontadores, sempre com um grande sorriso enigmático estampado na face. Outros a apresentam como a cabeça de um cangaceiro de feições rudes e castigadas pelas adversidades, que contempla sorridente a todos os que com ela se deparam. Uma terceira versão a representa como sendo uma cabeça conduzida por outro ser fantasmagórico, que com uma das mãos a segura pelos cabelos, mas a solta assim que se defronta com alguém, para que ela possa perseguir a vítima, que por infelicidade, estava no lugar errado e na hora errada.

Costuma surgir de repente, como se fosse uma pessoa comum, quase sempre de costas para o individuo a quem pretende intimidar. Isso sempre acontece tarde da noite e em lugares onde haja pouca luminosidade, certamente porque a obscuridade aumentará a sensação de pavor. Então aquela pessoa estranha e irreconhecível, se desfaz no chão em poucos segundos, surgindo em seu lugar à assustadora cabeça rolante. Trata-se de uma entidade tão temida pelos habitantes das regiões afastadas, que a simples menção do seu nome já exige o Sinal da Cruz, e costumam evita-lo, mesmo quando a conversa gira em torno de assombrações. Isso porque associam seu nome à encarnação viva do próprio diabo, que costuma sair a noite, para perseguir aqueles que por qualquer motivo, estão perambulando pelas ruas, com ou sem destino.

Dizem que basta um toque dessa entidade maligna, para que a pessoa alcançada adoeça e morra logo em seguida, é considerado sinal de agouro quando ela corre pelas noites a fora, e de repente se detém diante de alguma casa. Nesses casos, tem-se como certo que uma das pessoas que moram ali, acabará morrendo ou contraindo doença grave no prazo de poucos dias. Para que isso não aconteça será necessário que um padre exorcize o local, para depois os moradores nele realizarem uma novena. Essa é, na certeza geral, a única maneira do mal ser afastado definitivamente.

Em algumas regiões essa entidade é também descrita como uma enorme cabeça que surge mostrando seus cabelos e olhos de fogo, sempre gargalhando de forma tenebrosa, espalhando terror e pânico por onde costuma passar. Para proteger-se dos malefícios que essa aparição sempre acarreta, recomenda-se que uma cruz feita da palha do Domingo de Ramos, seja colocada do lado de fora da porta de entrada da casa, como se fosse um amuleto a protegê-la. Mas quando ele não funciona e a sinistra cabeça detém-se diante da casa, fazendo com que seu hálito horrível atravesse as frestas da porta e seja sentido por seus moradores, o recurso é que eles se agarrem a um terço bento e comecem a rezar, mantendo sempre bem fechados todos os ferrolhos de portas e janelas, que possam permitir a entrada da aberração que está do lado de fora.


Origem Provável:

É dífícil determinar em que época surgiu esse mito no Brasil. É pouco conhecido até no Nordeste do país, apesar de aparentemente ser originário desta região. É mais relatado nas regiões agreste, sertão e alto sertão, sendo pouco conhecida nas capitais. É mais comum em Pernambuco, Alagoas e Paraíba onde coletamos diversos relatos. Pode estar relacionado com o mito Europeu do Lobisomem e certamente tem raízes portuguesas. Também devemos considerar os mitos asiáticos das Cabeças Voadoras, crenças milenares daquela região.

Na Europa e Ásia há a tradição das cabeças humanas que voam, destacadas do corpo, atravessando os ares, espalhando pavor. Na américa do sul, Bolívia, há a Catecate, que aparece por cima dos tetos amigos, queixando-se, iluminando o interior com seus olhos de fogo.



Era crença comum na Europa Medieval, entre os séculos X e XV, que os mortos-vivos, ou Zumbis, habitavam a terra juntamente com os vivos. Inúmeros são os relatos oficiais de tais aparições, assim também como do remédio adotado na época para resolver a questão. Acreditava-se que a cabeça do fantasma, ou morto, era o elo de ligação dele com o mundo físico. Assim, era prática comum, a identificação do morto que assombrava, a exumação do seu corpo, com o consentimento das autoridades religiosas, e o eventual corte de sua cabeça, única forma de libertá-lo da maldição. Em seguida, era o defunto outra vez enterrado, com a cabeça decepada entre as pernas.

A tradição mais comum a descreve, como a cabeça do próprio demônio, que sai em noites, não importa se de escuridão total ou de lua, sem data ou motivo definido, a perseguir andarilhos que teimam em ficar fora de casa às altas horas.

Descrevem-na como uma cabeça gigante, com cabelos e olhos de fogo, a gargalhar de forma terrível, espalhando pavor e pânico nas paragens onde passa. Para se proteger dela, deverão as casas ter uma cruz de palha benta, presa do lado de fora da porta.

Ela assim mesmo poderá chegar às portas dessas casas, e poder-se-á ouvir e sentir seu horrível hálito atravessando as frestas da madeira, mas não permanecerá ali por muito tempo. Nessas horas, como reforço, deve o morador se agarrar com um terço bento e fazer suas orações. De forma alguma deverá abrir a porta para ver alguma coisa.

....



Uma vez um certo menino estava a cantar,o menino cantarolava baixinho...


“Ela não é só assombração...

Ela é o juízo final...

A essência viva do mal...

A cabeça do Cramunhão...


Seu nome não ouse dizer...

Nem em prosa ao redor da fogueira...

Pois se quiser viver...

Só existe uma maneira...


Não saia nas noites sem lua...

Não ande sozinho na rua...

Galho em cruz carregue consigo...

Não queira sofrer em perigo...


Não brinque com a própria sorte...

Seu toque é só peste e morte...

O homem de negro acaba com a paz...

Ele traz a cabeça do Satá...”

O pai o interrompe...

- Cale a boca, menino! Não ouse dizer esse nome! Não ouse dizer!


Fonte da canção: flaviodsouza

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GEF o mangusto falante

Um dos mistérios mais intrigantes das isle of man ou quem sabe do mundo?




Em setembro de 1931, a família de Irving - James, e sua filha Margaret Voirrey (13) - diziam ouvir ruídos e arranhões persistentes nas paredes de madeira da fazenda. A princípio, pensaram que era um rato, mas a criatura invisível começou a fazer sons diferentes, às vezes, cuspir como um furão, ou rosnar como um cão, ou chorava como um bebê. A criatura logo revelou uma capacidade de falar, e apresentou-se como o GEF um mangusto. Alegou ter nascido em Nova Deli, na Índia, em 1852. De acordo com Voirrey, que era a única pessoa a vê-lo corretamente, o GEF era do tamanho de um rato pequeno, com pêlo amarelado e uma cauda espessa e grande (o mangusto indiano é na realidade muito maior do que um rato e não tem uma cauda espessa ).




Foto acima de um mangusto que não é Gef ( apenas para saberem oque é um mangusto)

Gef diversas vezes afirmou ser "uma mangusto super inteligente", um "espírito terrestre" e "um fantasma em forma de uma doninha". Ele disse uma vez: "Eu sou uma aberração. Eu tenho as mãos e eu tenho os pés, e se você me ver você logo desmaia, você ficaria petrificado, mumificado, transformado em pedra ou em uma estátua de sal!"

Ele tinha muitas características tradicionalmente atribuídas a poltergeists, ele tinha um temperamento irregular, atirava objetos nas pessoas, e fez afirmações exageradas sobre seus poderes.

Retrato falado de Gef

Gef permaneceu amigável com os Irvings, ele brincava e pregava peças neles, embora ele supostamente foi longe demais quando ele fingiu ser envenenado . Gef também supostamente incomodava os vizinhos dos Irvings, os espionava e comunicava aos Irvings. James Irving manteve diários sobre Gef entre 1932 e 1935. Estes diários, junto com relatórios sobre o caso, estão em arquivos no caso de Harry Price na Casa Biblioteca do Senado , Universidade de Londres .


 
Local onde Gef costumava ficar

A história do Gef se tornou popular nos tablóides da imprensa, e muitos jornalistas se reuniram  na Ilha para ter um vislumbre da criatura.


 Patas de GEF e de um cão

"Voirrey Irving, que adotou Gef sob sua casa, morreu em 2005. Em uma entrevista publicada no final de sua vida, ela sustentou que GEF não foi sua criação.


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