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A Cabeça Satânica



Cabeça Satânica ou Cabeça Errante, é um dos muitos fantasmas do folclore brasileiro. Não se pode indicar com exatidão a época em que esse mito surgiu, sabe-se apenas que é de origem europeia, e certamente tem raízes portuguesas. A versão mais aceita é a de que tenha chegado ao país através dos colonizadores desembarcados em Recife-PE, mas depois foi se espalhado pelas zonas do agreste, sertão e alto sertão, sendo pouco conhecida nas capitais.

Os relatos a seu respeito são variados e assustadores. Alguns a descrevem como sendo a cabeça de uma pessoa de cabelos compridos, a se deslocar rolando ou saltitando pelo chão, mostrando os olhos arregalados e amedrontadores, sempre com um grande sorriso enigmático estampado na face. Outros a apresentam como a cabeça de um cangaceiro de feições rudes e castigadas pelas adversidades, que contempla sorridente a todos os que com ela se deparam. Uma terceira versão a representa como sendo uma cabeça conduzida por outro ser fantasmagórico, que com uma das mãos a segura pelos cabelos, mas a solta assim que se defronta com alguém, para que ela possa perseguir a vítima, que por infelicidade, estava no lugar errado e na hora errada.

Costuma surgir de repente, como se fosse uma pessoa comum, quase sempre de costas para o individuo a quem pretende intimidar. Isso sempre acontece tarde da noite e em lugares onde haja pouca luminosidade, certamente porque a obscuridade aumentará a sensação de pavor. Então aquela pessoa estranha e irreconhecível, se desfaz no chão em poucos segundos, surgindo em seu lugar à assustadora cabeça rolante. Trata-se de uma entidade tão temida pelos habitantes das regiões afastadas, que a simples menção do seu nome já exige o Sinal da Cruz, e costumam evita-lo, mesmo quando a conversa gira em torno de assombrações. Isso porque associam seu nome à encarnação viva do próprio diabo, que costuma sair a noite, para perseguir aqueles que por qualquer motivo, estão perambulando pelas ruas, com ou sem destino.

Dizem que basta um toque dessa entidade maligna, para que a pessoa alcançada adoeça e morra logo em seguida, é considerado sinal de agouro quando ela corre pelas noites a fora, e de repente se detém diante de alguma casa. Nesses casos, tem-se como certo que uma das pessoas que moram ali, acabará morrendo ou contraindo doença grave no prazo de poucos dias. Para que isso não aconteça será necessário que um padre exorcize o local, para depois os moradores nele realizarem uma novena. Essa é, na certeza geral, a única maneira do mal ser afastado definitivamente.

Em algumas regiões essa entidade é também descrita como uma enorme cabeça que surge mostrando seus cabelos e olhos de fogo, sempre gargalhando de forma tenebrosa, espalhando terror e pânico por onde costuma passar. Para proteger-se dos malefícios que essa aparição sempre acarreta, recomenda-se que uma cruz feita da palha do Domingo de Ramos, seja colocada do lado de fora da porta de entrada da casa, como se fosse um amuleto a protegê-la. Mas quando ele não funciona e a sinistra cabeça detém-se diante da casa, fazendo com que seu hálito horrível atravesse as frestas da porta e seja sentido por seus moradores, o recurso é que eles se agarrem a um terço bento e comecem a rezar, mantendo sempre bem fechados todos os ferrolhos de portas e janelas, que possam permitir a entrada da aberração que está do lado de fora.


Origem Provável:

É dífícil determinar em que época surgiu esse mito no Brasil. É pouco conhecido até no Nordeste do país, apesar de aparentemente ser originário desta região. É mais relatado nas regiões agreste, sertão e alto sertão, sendo pouco conhecida nas capitais. É mais comum em Pernambuco, Alagoas e Paraíba onde coletamos diversos relatos. Pode estar relacionado com o mito Europeu do Lobisomem e certamente tem raízes portuguesas. Também devemos considerar os mitos asiáticos das Cabeças Voadoras, crenças milenares daquela região.

Na Europa e Ásia há a tradição das cabeças humanas que voam, destacadas do corpo, atravessando os ares, espalhando pavor. Na américa do sul, Bolívia, há a Catecate, que aparece por cima dos tetos amigos, queixando-se, iluminando o interior com seus olhos de fogo.



Era crença comum na Europa Medieval, entre os séculos X e XV, que os mortos-vivos, ou Zumbis, habitavam a terra juntamente com os vivos. Inúmeros são os relatos oficiais de tais aparições, assim também como do remédio adotado na época para resolver a questão. Acreditava-se que a cabeça do fantasma, ou morto, era o elo de ligação dele com o mundo físico. Assim, era prática comum, a identificação do morto que assombrava, a exumação do seu corpo, com o consentimento das autoridades religiosas, e o eventual corte de sua cabeça, única forma de libertá-lo da maldição. Em seguida, era o defunto outra vez enterrado, com a cabeça decepada entre as pernas.

A tradição mais comum a descreve, como a cabeça do próprio demônio, que sai em noites, não importa se de escuridão total ou de lua, sem data ou motivo definido, a perseguir andarilhos que teimam em ficar fora de casa às altas horas.

Descrevem-na como uma cabeça gigante, com cabelos e olhos de fogo, a gargalhar de forma terrível, espalhando pavor e pânico nas paragens onde passa. Para se proteger dela, deverão as casas ter uma cruz de palha benta, presa do lado de fora da porta.

Ela assim mesmo poderá chegar às portas dessas casas, e poder-se-á ouvir e sentir seu horrível hálito atravessando as frestas da madeira, mas não permanecerá ali por muito tempo. Nessas horas, como reforço, deve o morador se agarrar com um terço bento e fazer suas orações. De forma alguma deverá abrir a porta para ver alguma coisa.

....



Uma vez um certo menino estava a cantar,o menino cantarolava baixinho...


“Ela não é só assombração...

Ela é o juízo final...

A essência viva do mal...

A cabeça do Cramunhão...


Seu nome não ouse dizer...

Nem em prosa ao redor da fogueira...

Pois se quiser viver...

Só existe uma maneira...


Não saia nas noites sem lua...

Não ande sozinho na rua...

Galho em cruz carregue consigo...

Não queira sofrer em perigo...


Não brinque com a própria sorte...

Seu toque é só peste e morte...

O homem de negro acaba com a paz...

Ele traz a cabeça do Satá...”

O pai o interrompe...

- Cale a boca, menino! Não ouse dizer esse nome! Não ouse dizer!


Fonte da canção: flaviodsouza

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O Alfabeto Infernal da Perdição

 Veja o demonio que regem cada letra do alfabeto segundo a ordem O.A.I




O Alfabeto Infernal da Perdição

Parte 1: Letras de F a G

4.1. A primeira letra do Alfabeto Infernal é F; é governada por Lúcifer, que é o Imperador Supremo do Grande Império Infernal.

4.2. A segunda letra do Alfabeto Infernal é H; é governada por Belial, que é o Vice-Rei do Grande Império Infernal.

4.3. A terceira letra do Alfabeto Infernal é T; é governada por Satã, que é o Governante Supremo do Grande Império Infernal.

4.4. A quarta letra do Alfabeto Infernal é TH; é governada por Beelzebub, que é um Governante do Grande Império Infernal.

4.5. A quinta letra do Alfabeto Infernal é L; é governada por Astaroth, que é um Governante Supremo do Grande Império Infernal.

4.6. A sexta letra do Alfabeto Infernal é B; é governada por Plutão, que é um Governante do Grande Império Infernal.

4.7. A sétima letra do Alfabeto Infernal é K; é governada por Mefistófeles, que é um Gran Duque do Grande Império Infernal.

4.8. A oitava letra do Alfabeto Infernal é O; é governada por Ariel, que é um Gran Duque do Grande Império Infernal.

4.9. A nona letra do Alfabeto Infernal é Y; é governada por Anifel, que é um Gran Duque do Grande Império Infernal.

4.10. A décima letra do Alfabeto Infernal é A; é governada por Marbuel, que é um Gran Duque do Grande Império Infernal.

4.11. A décima primeira letra do Alfabeto Infernal é S; é governada por Aziel, que é um Gran Duque do Grande Império Infernal.

4.12. A décima segunda letra do Alfabeto Infernal é R; é governada por Aziabel, que é um Gran Duque do Grande Império Infernal.

4.13. A décima terceira letra do Alfabeto Infernal é M; é governada por Barbuel, que é um Gran Duque do Grande Império Infernal.

4.14. A décima quarta letra do Alfabeto Infernal é E; é governada por Asmodeus, que é um Gran Ministro do Grande Império Infernal.

4.15. A décima quinta letra do Alfabeto Infernal é U; é governada por Leviathan, que é um Gran Ministro do Grande Império Infernal.

4.16. A décima sexta letra do Alfabeto Infernal é N; é governada por Baal, que é um Gran Ministro do Grande Império Infernal.

4.17. A décima sétima letra do Alfabeto Infernal é I; é governada por Belphegor, que é um Conselheiro Infernal Secreto do Grande Império Infernal.

4.18. A décima oitava letra do Alfabeto Infernal é G; é governada por Lucifuge, que é um Conselheiro Infernal Secreto do Grande Império Infernal.

Nota de Fr. Algolis: É interessante notar que os sons destas letras são semelhantes ao das dezoito runas do sistema Armanen. Isto é a prova irrefutável de que este sistema é baseado na única escola autêntica de runas que já existiu. Entretanto a sequência dos sons é diferente da sequência das runas armânicas. A razão disso permanece um mistério para a pessoa não iniciada. Não restam dúvidas que estamos lidando com as chaves de mantras poderosos que são um grande complemento ao poder do sistema das únicas runas autênticas do planeta. Você deve aprender os símbolos e a pronúncia correta das letras para conseguir o efeito máximo dos mantras e feitiços em que usá-las. Os símbolos das letras do Alfabeto Infernal são apenas acessíveis aos iniciados da O.A.I. Note também que as primeiras dezoito letras se referem aos primeiros três reinos infernais. O número dezoito se refere ao cristal do mundo, que possui seis facetas no topo, seis facetas no centro e seis facetas na parte inferior. Os dezoito espíritos desses três reinos infernais são, portanto, as reais forças criativas do universo!

Caput Quintum:


O Alfabeto Infernal da Perdição


Parte 2, as Outras Letras e Usos

5.1. A décima nona letra do Alfabeto Infernal é C; ela é regida por Ashmunaday, que é um Duque do Grande Império Infernal.

5.2. A vigésima letra do Alfabeto Infernal é AE; ela é regida por Kedemel, que é um Duque do Grande Império Infernal.

5.3. A vigésima primeira letra do Alfabeto Infernal é D; ela é regida por Set, que é um Duque do Grande Império Infernal

5.4. A vigésima segunda letra do Alfabeto Infernal é UE; ela é regida por Hasmoday, que é um Duque do Grande Império Infernal.

5.5. A vigésima terceira letra do Alfabeto Infernal é Z; ela é regida por Sorath, que é um Duque do Grande Império Infernal.

5.6. A vigésima quarta letra do Alfabeto Infernal é I(*); ela é regida por Hekate, que é uma Duquesa do Grande Império Infernal.

5.7. A vigésima quinta letra do Alfabeto Infernal é X; ela é regida por Lilith, que é uma Duquesa do Grande Império Infernal.

5.8. A vigésima sexta letra do Alfabeto Infernal é J; ela é regida por Barzabel, que é um Duque do Grande Império Infernal.

5.9. A vigésima sétima letra do Alfabeto Infernal é P; ela é regida por Behemoth, que é um Duque do Grande Império Infernal.

5.10. A vigésima oitava letra do Alfabeto Infernal é Q; ela é regida por Nambroth, que é um Duque do Grande Império Infernal.

5.11. A vigésima nona letra do Alfabeto Infernal é W; ela é regida por Zazel, que é um Duque do Grande Império Infernal.

5.12. A trigésima letra do Alfabeto Infernal é V; ela é regida por Hismael, que é um Duque do Grande Império Infernal.

5.13. Aqueles que são dignos simplesmente conhecem e compreendem o Alfabeto Infernal da Perdição.

5.14. Isto porque o Alfabeto Infernal da Perdição é a chave deles para o Poder.

5.15. Conhecer o poder dos reinos infernais e seus soberanos lhe dará os meios para você fazer o que quiser.

5.16. Pratique o Alfabeto Infernal da Perdição e você condenará à perdição toda a hipocrisia deste mundo!

5.17. Una as letras do Alfabeto Infernal da Perdição e suas são as mais poderosas palavras que existem.

5.18. Assim é, porque eu sou Lúcifer, Imperador Supremo do Grande Império Infernal e eu escrevi este livro!

Nota de Fr. Algolis: Os mantras secretos de poder estão disponíveis a membros da O.A.I.! Estas últimas vinte letras referem-se às forças criadas do universo.

Direitos autorais de Frater Algolis, Pontifex Maximus Ordinis Caputis Medusae.

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Exorcismo de Emily Rose - A História Real

Muitos devem ter se impressionado (ou não) com o filme "O Exorcismo de Emily Rose" (2005) do diretor Scott Derrickson. Um filme de terror baseado numa história real capaz de causar calafrios. A história é bastante antiga e era contada e recontada, discutida e temida por jovens cristãos de anos atrás. Muitos JUC's já tremeram na base ao ouví-la.

Atenção, muitas das imagens desta matéria podem ser desagradáveis para pessoas sensíveis.

Emily Rose foi em realidade uma jovem alemã chamada Anneliese Michel que desde seu nascimento em 21 de setembro de 1952, desfrutava de uma vida normal sendo educada religiosamente desde muito pequena. No entanto, sem advertência sua vida mudou de uma hora para outra quando em um dia do ano de 1968 começou a tremer e se deu conta de que não tinha controle sobre seu próprio corpo. Não conseguiu chamar a seus pais, Josef e Anna, nem a nenhuma de suas três irmãs. Um neurologista da Clínica Psiquiátrica de Wurzburg, Alemanha, a diagnosticou com o "grande mau" da epilepsia. Devido aos fortes ataques epilépticos e à depressão seguinte, Anneliese foi internada para tratamento no hospital.




Anneliese Michel com 16 anos

Pouco depois de começar os ataques, Anneliese começou a ver imagens diabólicas durante suas orações diárias. Era outono de 1970, e enquanto os jovens desfrutavam das liberdades da época, Anneliese estava atormentada com a idéia de estar possuída, parecia não ter outra explicação às imagens que apareciam enquanto rezava. Como se não fosse o bastante, vozes começaram a perseguir a moça dizendo-lhe que ela ia "arder no fogo do inferno". Ela mencionou estes "demônios" aos médicos só uma vez, explicando que eles haviam começado a lhe dar estas ordens. Alguns médicos consideraram loucura, outros zombaram em silêncio e o restante se mostraram incapazes de ajudá-la; Anneliese perdeu as esperanças de que a medicina pudesse ajudá-la.


Anneliese era uma moça comum e sorridente

Começaram as buscas por ajuda de religiosos. No verão de 1973 seus pais visitaram diferentes pastores e padres solicitando um exorcismo. Seus pedidos foram recusados e recomendaram que Anneliese, agora com 20 anos, devia seguir com seu tratamento médico. A explicação dada é que o processo pelo qual a igreja comprovava uma possessão (Infestatio) era muito restrito, e até que todos os aspectos não estivesses explicados, o bispo não podia aprovar um exorcismo. Era requerido que alguns fatos já tivessem acontecidos como, por exemplo, aversão por objetos religiosos, falar em idiomas que a pessoa não conhecesse e poderes sobrenaturais.

Em 1974, após ter supervisionado Anneliese por algum tempo, o pastor Ernst Alt solicitou permissão para realizar um exorcismo ao Bispo de Wurzburg. A solicitação foi recusada e seguida de uma recomendação de que Anneliese devia receber um estilo de vida mais religioso com o propósito de que encontrasse a paz. Os ataques não diminuíram, senão que sua conduta se tornou bem mais errática.



Anneliese com ataque epilético

Na casa de seus pais em Klingenberg, insultava, batia e mordia os outros membros da família. Recusava-se a comer porque os demônios proibiam-na. Dormia no piso gelado, comia aranhas, moscas e carvão, e tinha começado a beber sua própria urina. A vizinhança toda escutava Anneliese gritar por horas enquanto quebrava os crucifixos que encontrava pela frente, destruía pinturas com a imagem de Jesus. Até que iniciou a cometer atos de auto mutilação e a andar nua pela casa fazendo suas necessidades independente do lugar onde estivesse.

Anneliese amparada pelo pai

Depois de verificar "in loco" de que realmente algo muito estranho acontecia com a moça em setembro de 1975, o Bispo de Wurzburg, Josef Stangl, ordenou ao Padre Arnold Renz e ao Pastor Ernst Alt a praticar um "grande exorcismo" baseado no "Rituale Romanum" com Anneliese. Determinou que ela devia ser salva de vários demônios, incluindo Lúcifer, Judas Iscariotes, Nero, Caim, Hitler e Fleischmann, um curandeiro do Século XVI, e algumas outras almas atormentadas que se manifestavam através dela.


Anneliese ao lado da mãe

Entre setembro de 1975 até julho de 1976 praticaram uma ou duas sessões de exorcismo por semana, os ataques de Anneliese eram tão fortes às vezes que precisava ser segurada por três homens e inclusive tiveram que amarrá-la algumas vezes. Durante este tempo, Anneliese regressou a uma vida, até certo ponto, normal. Fez os exames finais da Academia de Pedagogia de Wurzburg e ia egularmente à igreja.


Sessão de exorcismo

Os ataques, no entanto, não pararam. De fato, paralisava-lhe o corpo e caía inconsciente pouco depois. O exorcismo continuou por muitos meses mais, sempre com as mesmas orações e esconjuros. Por várias semanas Anneliese recusou-se a comer e seus joelhos sangravam pelas 600 flexões que fazia obsessivamente durante a cada sessão. Foram feitas mais de 40 gravações durante o processo com o propósito de preservar os detalhes.

Sessão de exorcismo

O último dia do rito do exorcismo foi em 30 de junho de 1976, quando Anneliese já sofria de pneumonia, havia emagrecido bastante e estava com uma febre muito alta. Exausta e fisicamente incapacitada para fazer as flexões por sua própria conta, seus pais aparavam e ajudavam-na com os movimentos. A última coisa que Anneliese disse a seus exorcistas foi:

- "... por favor, roguem pelo meu perdão" e virando-se e recostando a cabeça no ombro da mãe disse:

- "Mamãe estou com medo". Anna Michel fotografou a morte de sua filha no dia seguinte, era primeiro de julho de 1976 exatamente ao meio dia. O Pastor Ernst Alt informou às autoridades em Aschaffenburg e o Promotor geral começou uma investigação imediatamente.


Anneliese na manhã do dia 01/07/1976

Pouco tempo depois que tomaram conhecimento destes fatais eventos o filme "The Exorcist" de William Friedkin estreou nos cinemas da Alemanha, levando uma onda de histeria paranormal que infectou todo o país. Psiquiatras em toda Europa reportaram um incremento de idéias obsessivas em seus pacientes.

Os promotores do caso levaram mais de dois anos para conseguir a acusação dos exorcistas de homicídio por negligência. O "Caso Klingenberg" devia ser decidido sobre duas perguntas: O que causou a morte de Anneliese Michel e quem era o responsável?

De acordo à evidência forense, ela morreu de fome e os especialistas demandaram que se os acusados a tivessem forçado a comer uma semana antes de sua morte, Anneliese poderia ter sido salva. Uma irmã declarou que Anneliese não queria ir a uma instituição mental porque poderiam sedá-la e obrigá-la a comer. Os exorcistas trataram de provar a presença de demônios mostrando as gravações dos estranhos diálogos, quando demônios discutiam qual deles iria deixar o corpo de Anneliese primeiro. Um deles, que chamava a si mesmo de Hitler, falava com sotaque carregado (Hitler era austríaco). O fato é que nenhum dos presentes durante o exorcismo teve a mínima dúvida da autentica presença destes demônios.

Os psiquiatras, que foram chamados a testemunhar, falaram da "Doctriniarire Induction". Eles disseram que os padres tinham dado a Anneliese o conteúdo de suas condutas psicóticas aceitando sua conduta como uma forma de possessão demoníaca. Também declararam que o desenvolvimento sexual instável de Anneliese junto a sua diagnosticada epilepsia tinha influenciado a psicose.

O veredicto foi considerado, por muitos, menos rigoroso do que se esperava, os pais de Anneliese assim como os exorcistas foram considerados culpados de assassinato por negligência e de omissão de primeiros socorros. Foram sentenciados a seis meses de prisão que nunca cum,priram com liberdade condicional impetrada. O veredicto incluía a opinião da corte de que os acusados ao invés de propiciar o tratamento médico que a garota precisava, decidiram por práticas supersticiosas que agravou a já crítica condição de Anneliese.

Uma comissão da Conferência Episcopal Alemã depois declarou que Anneliese Michel realmente não estava possuída, no entanto, isto não impediu aos crentes a continuar com a luta de Anneliese, já que muitos criam em sua possessão e que o corpo dela não encontrou paz inclusive após a morte. Seu cadáver foi exumado onze anos e meio depois de ser enterrada, só para confirmar que havia se descomposto e se estava sob condições normais. Na atualidade sua sepultura permanece como um lugar de peregrinação para rezar "o terço" por aqueles que acham que Anneliese Michel lutou valentemente contra o demônio.


O túmulo de Anneliese

Depois de uma missa dominical, ao lado do padre Bob Meets, Anna, a mãe de Anneliese, fez recentemente uma de suas poucas e breves declarações a imprensa:

- "Não me arrependo do que fizemos, era o que tínhamos para combater aquele mal".

O padre Bob e Anna, a mãe, hoje com 85 anos

Apesar de ser um bom filme, "O Exorcismo de Emily Rose" desvia-se da verdadeira história de Anneliese. O filme alemão Réquiem, de Hans-Christian Schmid, centra-se no verdadeiro calvário da sofrida moça.

Antes de críticas contumazes, melhor lembrar que os pais de Anneliese eram simples devotos, não fanáticos. Ninguém incide na gravidade do transtorno e na medicação, totalmente equivocada, e os médicos lavaram as mãos neste caso.

O áudio do seguinte filme são fragmentos recuperados das fitas cassete com as gravações das sessões de exorcismo. Então não assista se for muito sensível.



Fonte: Metamorfose Digital

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O Museu do Diabo - MK Ciurlionis Velniu Muziejus



Escondido de todos na cidade obscura de Kaunas, Lituânia, existe o MK Ciurlionis Velniu Muziejus ou "Museu do Diabo". Existe nada mais nada menos que mais de 2000 peças remetendo o Diabo pelos corredores do museu, o museu possui na maioria das vezes poucos visitantes oque aumenta a sensação assustadora de estar sendo observado pelas peças do diabo, é algo aterrorizante e inesquecivel descrevem os visitantes do museu, sendo assim um lugar para poucos que possuem essa coragem.




O Velniu Muziejus  fica em um prédio de três andares e uma impressionante variedade de demônios em todas as formas, cores e materiais, vindas de todas as partes do mundo. O museu tem uma velha tradição: os visitantes estrangeiros podem trazer peças do Diabo de seus países para acrescentar à coleção. Com isso o acervo continua crescendo com representações demoníacas de todos os continentes e mais de 80 países.




O terceiro andar inteiro  é dedicado à obras provenientes das antigas nações que formavam a União Soviética. Praticamente todos os estados e subculturas de Arménia para Yakutia estão representados.. As estátuas originárias das nações eslavas (como Polônia e Ucrânia) parecem compartilhar de um tema comum, a proximidade do diabo com a humanidade e sua luta para nos conquistar e levar ao inferno. Algumas destas obras são especialmente medonhas como uma pintura do século XVIII que mostra o diabo carregando uma criança em suas costas e a família em desespero.

Uma escadaria de madeira com entalhes macabros leva ao segundo andar onde estão expostas as contribuições dos visitantes. Peças do México, Japão, Nepal, Austrália e Cuba, apenas para citar alguns países, estão dispostas em prateleiras e displays. Algumas são cômicas ou não passam de caricaturas, outras são obras rústicas, até mesmo grosseiras com acabamento cru e soturno. Se o objetivo delas é chocar, elas cumprem seu propósito.



O primeiro andar oferece uma exposição de máscaras lituanas de madeira e estátuas. Esta visão especificamente dedicada a Lituânia mostra o arquétipo do demônio clássico combatendo e sendo combatido por pessoas. Ocasionalmente as representações são pavorosas e violentas, mas em outras o diabo aparece bebendo com os homens em uma taverna como se todos fossem bons amigos. Elas oferecem uma visão mais profunda do tradicional papel do diabo nas sociedades rurais.


O diabo tem um importante papel no folclore eslavo: os camponeses russos se mantinham sempre em guarda contra maldades. Usavam amuletos de proteção como rosários e crucifixos o dia inteiro e quando eram obrigados a ficar sozinhos rezavam para manter o diabo longe. O lugar mais perigoso segundo a tradição camponesa era a banya, as casas de banho, onde as pessoas removiam suas roupas - e as proteções.



São muitas as histórias de demônios falando sobre os horrores ocultos em casas de banho. Demônios cozinhando e escaldando camponeses em grandes tanques ou caldeirões, esfolando vivo e afogando camponeses. Diante dessas histórias não é de se espantar que muitos não gostavam de tomar banho.

Antanas Zmuidzinavicius

O museu abriu suas portas em 1966 ainda durante o regime comunista, seu fundador era o artista Antanas Zmuidzinavicius (1876-1966), era obcecado pelo número 13, também conhecida como dúzia do diabo, pela demonologia e ocultismo, e usava o tema em suas obras. Ele obsessivamente colecionou os itens burlando as leis soviéticas, que proibiam qualquer artefato relacionado a religião. Uma coleção com itens lituanos poderia ser considerada como anti-soviética e pior anti-comunista. Zmuidzinavicius poderia ser mandado para a Sibéria se a sua coleção fosse encontrada. Ele reuniu 260 itens, inclusive uma pintura que representa Hitler e Stalin como demônios lutando em um campo de batalha repleto de crânios.


O artista, Kazys Dereskevicius, retrata Hitler e Stalin como dois diabos de cauda bifurcada dançando sobre uma pilha de crânios humanos.

Após a morte de Stalin em 1953, Zmuidzinavicius doou sua coleção inteira para o Estado em 1966 e morreu no mesmo ano. Sem herdeiros, o governo resolveu transformar a casa do artista em um museu para acomodar a coleção. Graças as doações internacionais, a coleção continuou a crescer e a casa teve de ser aumentada para comportar todo o acervo.

Ao contrário da visão popular ocidental de Satanás como uma poderosa fonte de terror ou de demônios poderosos como os representantes do mal, o demônio do leste europeu o diabo. O mesmo é um palhaço com um senso de humor incrivel com o homem. Se formos inteligentes, podemos vencê-lo.
Os europeus orientais têm uma visão diferente do demônio que comumente realizada no Ocidente. "O diabo é muito próximo ao homem, ele representa uma parte de nós mesmos". Os lituanos tem orgulho de sua herança pagã, a atual Lituânia se encontra em uma das últimas regiões a abandonar as tradições pagãs na Europa. De fato, certas práticas continuaram ativas em areas rurais até meados do século XIX.



Nessa visão, o diabo faz parte do mundo natural, e de certa forma uma personificação das forças da natureza.A diabo também é um brincalhão, embora com um senso de humor, e é motivado pelo mal ao invés de ser completamente o mal. Em muitos aspectos ele é semelhante ao deus nórdico Loki, outra figura de terra profundamente envolvido nos assuntos dos homens, é uma pedra no sapato. Ele é associado com o caos, sempre à trazer encrenca se as coisas parecem estar indo muito bem.

Nos tempos em que os costumes pagãos estavam no auge, o diabo tinha a mesma importância dos deuses e era aceito pelas pessoas como uma parte normal da vida; apenas com o a vinda do cristianismo é que o demônio lituânio passou a ser temido.



O diretor do museu  "Arunas" acredita que a maioria das obras estão mais para curiosas do que para sinistras. Ele afirma que nunca tiveram a visita de satanistas ou críticas de instituições religiosas e tampouco houve reclamações a respeito da existência do museu.

Uma fato curioso contado pelo diretor do museu envolve um grupo de sacerdotes poloneses que estavam visitando a cidade e se depararam com o museu. Os religiosos ficaram relutantes me entrar no museu, temendo se contaminarem pelos objetos "demoníacos" do lugar, mas eventualmente criaram coragem e decidiram entrar para olhar seu inimigo olho no olho. Eles acharam a coleção tão interessante que acabaram no bar do Museu (que fica no porão) debatendo a origem de algumas peças entre uma dose e outra de vodka. Posteriormente os mesmos religiosos doaram uma estátua medieval que estava em poder de seu monastério há séculos. O cartão que acompanhava a peça era bem humorado:

"Acreditamos sinceramente que isto ficará melhor com vocês do que conosco"



.

O museu atrai pessoas curiosas e corajosas de todo o mundo, de todo tipo de religião e idade.


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Tikbalang (O Cavalo Demônio )


Tikbalang ou tigbalang (cavalo demônio) é um meio homem, meio cavalo. Tem uma cabeça de cavalo, o corpo de um ser humano, mas com os pés do cavalo.

Uma constante insegurança é predominante entre as Comunidades vizinhas as regiões montanhosas do arquipélago de Filipinas. Os tortos, olhares furtivos trocados quando algum membro da família pede para ser acompanhado em algum lugar fora de sua residência este hábito é formado a partir do medo dos Tikbalangs.



Muitas vezes, misteriosamente imitando a aparência dos familiares das vítimas, este espírito da floresta leva as pessoas para um lugar solitário para atacar suas vitimasm, na maioria das vezes Ele viaja à noite para estuprar mulheres. As mulheres estupradas, então dão à luz a mais um tikbalang.também dizem que podem fazer os viajantes se perderem em seu caminho nas zonas montanhosas e florestais.



o silêncio é quebrado com gargalhadas as vezes sem motivos o que leva a desconfiança, mas as vítimas só percebem que não é seu familiar após começarem a sentir um cheiro forte de tabaco e do movimento bêbado que balança de um lado para o outro, quando finalmente a vítima percebe a farsa é tarde de mais, a ultima coisa que consegue ver é a horrivel criatura que se parece mais um cavalo do que um homem.

Tikbalangs são muito traiçoeiros com as pessoas, eles geralmente fazem uma pessoa imaginar coisas que não são reais. Às vezes, um Tikbalang pode conduzir uma pessoa a loucura.


As pessoas dizem que após ser atacada a vítima encontrar-se sozinho na floresta, mergulhada na escuridão, sem ver o sol por um tempo indefinido. A caminho de casa, lembra dos poucos vestigios de memória que voltam depois de um desaparecimento, é dificultada por uma sensação intensa de desorientação e uma floresta que parece a sufocar a si mesmo repetidamente.

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Mammon

Mammon


Mammon é um demónio relacionado com a avareza, que igualmente é responsável pela concessão de riquezas. De acordo com algumas fontes demonológicas, Mammon é o filho do Diabo.

Mammon seria filho de Lucifer e Lilith, o fruto primogénito do casal que governa os infernos.

Caim e Asmodeus são seus meios irmãos, uma vez que:

- Caim nasceu da relação sexual entre Lúcifer e Eva, (é por isso um Nefilim, raça híbrida, fruto das relações entre anjos e mulheres humanas, uma casta odiada por Deus e que foi motivo do dilúvio), sendo irmão de Mammon por filiação do pai.

- Asmodeus nasceu da relação entre Lilith e Adão, sendo que é por isso meio irmão de Mammon por filiação maternal.

Mammon, Asmodeus e Caim constituem a trindade dos primeiros primogénitos.

Fonte: magianegra.com.pt

Mammom também é descrito na bíblia como sendo o segundo "Deus", Jesus, no Evangelho, utiliza a palavra Mammom quando afirma que não é possível servir simultaneamente a Deus e a Mamon (Lucas 16:13). A palavra, no texto original, também é citada no Evangelho de Mateus:

"Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde nem traça nem ferrugem corroem e onde ladrões não minam nem roubam: Para onde está o teu tesouro, aí estará o seu coração também.
"Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou há de odiar um e amar o outro ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e á Mamon. (Mateus 6:19-21,24)
Alguns não consideram Mammon como um demônio mas sim um Deus pagã que por muitos é considerado mal e imoral aqueles que cultuam Mammon são considerados "gananciosas" por dinheiro e riqueza. 

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Lâmia





A Lenda

As lâmias (do grego laimos, "garganta") eram seres descritos pelos gregos como mulheres belas e fantasmagóricas, que devoravam crianças ou que, com artifícios sensuais, atraíam os jovens a seus leitos para devorá-los ou sugar-lhes o sangue.

Presume-se que podiam tomar forma humana, mas supunha-se que, ao atingir seu objetivo, retornavam à sua forma verdadeira de mulher-serpente, ou de uma besta quadrúpede e feroz.

A Lâmia original era uma rainha e mais bela mulher da Líbia. Lâmia era também filha de Poseidon com a deusa Líbia,  que se tornou um demônio devorador de crianças. Chamavam-se também de Lâmias um tipo de monstros, bruxas ou espíritos femininos, que atacavam jovens ou viajantes e lhes sugavam o sangue.

Zeus encantado com a beleza da rainha acabou se apaixonando por ela, após alguns anos Lâmia já teria tido vários filhos com Zeus.

Hera a esposa de Zeus teria ficado furiosa com mais uma traição de seu marido, tomada pelo ciúmes Hera
matou todos os filhos de Lâmia (exceto Cila e Aquileu, segundo algumas versões). Más em outra versão a coisa foi um pouco mais macabra Hera transformou Lâmia em um monstro da cintura para baixo, metade serpente metade mulher, Hera não satisfeita pegou os filhos de Lâmia e os levou para o fundo de uma caverna, Lâmia estava faminta então Hera atraiu Lâmia para a mesma caverna e a obrigou a devorar seus próprios filhos. Hera ainda mais cruel lançou uma maldição na qual Lâmia não poderia mais fechar seus olhos, assim para sempre lembrando do momento em que matou seus filhos.

Zeus com pena de Lâmia lhe deu o dom de poder retirar seus olhos temporariamente, assim podendo esquecer por pouco tempo a morte de seus filhos.






Outras Histórias de Lâmia

Na Alta Idade Média, o termo lâmia referia-se a espíritos que voavam a noite, do folclore popular. Depois de 1450, as lâmias começaram a aparecer em tratados inquisitoriais de feitiçaria, referindo-se a feiticeiras. Alguns deles derivavam erradamente seu nome do latim laniare ("lanhar"), porque as bruxas, segundo os autores, devoravam carne humana
E tambem;
É possível que Lâmia fosse originalmente um monstro marinho semelhante a um tubarão - em grego, a palavra lamia refere-se também a um tubarão grande e solitário.

Nos mitos gregos e medievais, porém, as lâmias são geralmente representadas como belas mulheres da cintura para cima e serpentes da cintura para baixo.

No século XVII, as lâmias foram também descritas como seres quadrúpedes, com garras nas patas da frente, cascos nas patas traseiras, cobertos de escamas, com cabeça e seios de mulher e pênis de homem (embora fossem fêmeas
Lamias no folclore grego moderno No folclore da Grécia moderna, Lâmia é uma ogra suja, estúpida, glutona e antropófaga que vive em uma casa ou torre remota, come carne humana e tem habilidades mágicas. Nos contos de fadas, o herói precisa evitá-la, enganá-la ou cair em seu favor para conseguir algum objeto mágico ou informação crucial. Em alguns contos, a lâmia tem uma filha que também é mágica e ajuda o herói, eventualmente apaixonando-se por ele.

Em grego moderno, a expressão "της Λάμιας τα σαρώματα" ("varrida de Lâmia"), refere-se a negligência e desmazelo e se diz "τό παιδί τό 'πνιξε η Λάμια" ("a criança foi estrangulada pela Lâmia") para a morte súbita de uma criança no leito.

Lâmia na Bíblia Na Vulgata, a tradução da Bíblia por São Jerônimo, o nome de Lilith foi traduzido por Lâmia em uma passagem do livro de Isaías, 34:14: "Nela (a terra de Edom) se encontrarão cães e gatos selvagens, e os onocentauros chamarão uns pelos outros; Lâmia freqüentará esses lugares e neles encontrará o seu repouso".


Lâmias búlgaras No folclore búlgaro, a lâmia é uma criatura com muitas cabeças, que crescem outra vez se forem cortadas. Vive em cavernas ou no subsolo e atormenta os povoados alimentando-se do sangue das pessoas ou matando mulheres jovens. Em algumas historias tem asas, em outras, sua respiração é de fogo.

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