Talvez seja uma das doenças mais dolorosas triste e sinistra, Também desconhecida.
É uma doença de herança autossomia dominante. Pensa-se que estão implicados vários genes encarregados de sintetizar fatores de crescimento ósseo.
Nesta doença dão-se episódios repetidos de inflamação dos tecidos macios e o desenvolvimento de tumores subcutâneos e nos músculos. Estas lesões provocam a formação de osso em lugares onde nunca deveria existir osso, como ligamentos, músculos, tendões, articulações… Os traumatismos também desencadeiam e fazem avançar a ossificação dos tecidos macios. Progressivamente, o indivíduo irá perdendo cada vez mais a mobilidade até que, por impossibilidade de movimento da musculatura encarregada da respiração, morre por asfixia.
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Os pontos de quebra e a extensão do segmento deletado do cromossomo 5p variam nos pacientes, mas a região crítica, ausente em todos os pacientes com o fenótipo, foi identificada como a banda cromossômica 5p15.
Foi descoberta por Jerôme Lejeune, um geneticista francês, em 1963. É uma condição genética relativamente rara com uma incidência calculada de 1:50000 nascimentos e que é o resultado do “apagamento” de uma porção significante do material genético do braço curto de um dos pares do cromossoma cinco.
Todos nós temos 46 cromossomas nas nossas células, 23 da nossa mãe e 23 do nosso pai. Podem ocorrer erros quando as células estiverem a dividir-se e os cromossomas podem-se quebrar e/ou prender no lugar errado. O gene que causa o choro, parece estar localizado na faixa 15.3. Na maioria dos casos o apagamento é espontâneo e nenhuma causa específica pode ser identificada, porém, pode ser o resultado de um problema com o cromossoma número 5 em qualquer um dos pais, em alguns casos. Nestes casos, podem ser afectadas também as crianças subsequentes e é, então, importante que os pais de crianças com CDC recebam um conselho genético.
Crianças com essa síndrome tem ainda problemas físicos secundários, como moderados prejuízos visuais, perda parcial da audição, lábio leporino e anormalidades de esqueleto, como escolioses, deslocamento de quadris e hérnias. Constipação crônica é muito comum ao longo da vida e muitas crianças têm com frequência, infecções no ouvido e respiratórias. Apresentam ainda anormalidades internas, como problemas no coração, ausência ou má formação de rins, paladar afetado e músculos abdominais separados e epicanto.
Ao contrário do que antigas literaturas médicas trazem, crianças com CDC podem viver por vários anos. As pessoas com a síndrome envelhecem precocemente. A pessoa mais velha, com a síndrome, de que se tem notícia está nos seus oitenta anos de idade.
Não é obrigatório para um otherkin se encaixar em todas as características acima, mas basicamente todo otherkin se sente muito diferente intimamente em relação sí e às pessoas do seu convívio e seu comportamento é geralmente considerado "exótico" pela maioria dos "terráqueos normais". Por outro lado, o fato de você se encaixar em alguns dos itens acima não quer dizer que você seja um otherkin.
Existem também subculturas. As essencias mais conhecidas são 10:
Anjos (Aglaelis): Seu padrão energético tende a ser amarelado.
Demônios: O padrão costuma ser vermelho, bem vivo ou verde-escuro.
Dragões: Energia um tom de cinza gelo. Densa, pesada e fria.
Elfos: A energia é esverdeada escura, muito leve.
Fadas(Faes): Tem um padrão muito similar com a energia dos anjos, tem as mesmas tonalidades de amarelo, mesma sutileza.
Harpyas: Tem a cor azul clara.
Humanos: Energia azul-esverdeado, tendendo ao azul escuro, muito denso e “morno”.
Licantropos: energia avermelhada com tendência ao violeta,s eria como se estivessem entre os padrões de energia (em meio termo com relações aos demônios e vampiros). A vibração desta energia é ardida como a dos demônios, mas não tão densa e nem tão pesada.
Ranianos: Tem um padrão de energia similar ao padrão dos humanos só que tendem ao esverdeado com algumas rajadas no tom de vermelho.
Vampiros: Tem um padrão vibracional muito peculiar, as cores tendem a ser violeta com azul, muito forte e vibrante.
Em alguns casos a síndrome leva a pensamentos suicídas, e nos casos mais raros e extremos a pessoa pode achar que é imortal.

Os principais sintomas da síndrome de Cotard's:
*Depressão
*Pensamentos suicidas
*Crença de que não há corpo. Delírio o paciente se acredita ser uma forma de vida real, quando só existe na sua imaginação
*Crença de que estão sugando seu sangue.
*Pensamentos negativos
*Crença de que eles já estão mortos delírios-Sentindo até mesmo o cheiro podre
*Crença de que tem vermes sob a sua pele
*Crença de que eles são imortais
*Crença de que eles estão quebrando
*Crença de que não possui órgãos internos.
*Analgesia ou nenhuma dor
*Auto-mutilação
2 Casos:
- Uma mulher chamada Laura ao viajar para os EUA apresentou quadros de depressão e chegou a tentar suícidio. Um dia se olhando no espelho Laura viu uma fumaça saindo de sua boca, que ela acreditou que fosse sua alma.
Depois ela começou a sentir cheiro de podre e viu vermes andando sobre ela, achou que estava sendo castigada pela tentativa de suícidio.
Pensando estar morta Laura parou de comer, já que os mortos não comem.
Teve um tratamento com eletrochoques e anti-depressivos e melhorou aparentemente sozinha...
- Uma outra mulher achando estar morta se deitou em um caixão e pediu para ser enterrada. Como a família se negou, ela permaneceu deitada no caixão durante semanas até finalmente falecer de verdade.
Epidemia começou em julho, com mulher bailando sem parar por 6 dias. Transe acabou envolvendo centenas de pessoas e durou até setembro.
Em julho de 1518, a cidade francesa de Estrasburgo, na Alsácia (então parte do Sacro Império Romano-Germânico) viveu um carnaval nada feliz.
Uma mulher, Frau Troffea (dona Troffea), começou a dançar em uma viela e só parou quatro a seis dias depois, quando seu exemplo já era seguido por mais de 30 pessoas.
Carnaval epidêmico - Vítimas da febre da dança morriam de ataque cardíaco, derrame ou exaustão (Imagem: reprodução)
Quando a febre da dança completava um mês, havia uns 400 alsacianos rodopiando e pulando sem parar debaixo do Sol de verão do Hemisfério Norte.
Lá para setembro, a maioria havia morrido de ataque cardíaco, derrame cerebral, exaustão ou pura e simplesmente por causa do calor.
Reza a lenda que se tratava de um bloco carnavaleso involuntário: na realidade ninguém queria dançar, mas ninguém conseguia parar. Os enlutados que sobraram ficaram perplexos para o resto da vida.
Para provar que a epidemia de dança compulsiva não foi lenda coisa nenhuma, o historiador John Waller lançou, 490 anos depois, um livro de 276 páginas sobre o frenesi mortal: “A Time to Dance, A Time to Die: The Extraordinary Story of the Dancing Plague of 1518”.
Segundo o autor, registros históricos documentam as mortes pela fúria dançante: anotações de médicos, sermões, crônicas locais e atas do conselho de Estrasburgo.

276 páginas - Historiador recuperou documentos da época atestando as mortes pela fúria dançante (Imagem: reprodução)
Um outro especialista, Eugene Backman, já havia escrito em 1952 o livro "Religious Dances in the Christian Church and in Popular Medicine".
A tese é que os alsacianos ingeriram um tipo de fungo (Ergot fungi), um mofo que cresce nos talos úmidos de centeio, e ficaram doidões. (Tartarato de ergotamina é componente do ácido lisérgico, o LSD.)
Waller contesta Backman. Intoxicação por pão embolorado poderia sim desencadear convulsões violentas e alucinações, mas não movimentos coordenados que duraram dias.
O sociólogo Robert Bartholomew propôs a teoria de que o povo estava na verdade cumprindo o ritual de uma seita herética.
Mas Waller repete: há evidência de que os dançarinos não queriam dançar (expressavam medo e desespero, segundo os relatos antigos).
E pondera que é importante considerar o contexto de miséria humana que precedeu o carnaval sinistro: doenças como sífilis, varíola e hanseníase, fome pela perda de colheitas e mendicância generalizada. O ambiente era propício para superstições.
Uma delas era que se alguém causasse a ira de São Vito (também conhecido por São Guido), ele enviaria sobre os pecadores a praga da dança compulsiva.
A conclusão de Waller é que o carnaval epidêmico foi uma “enfermidade psicogênica de massa”, uma histeria coletiva precedida por estresse psicológico intolerável.

Nonstop dancing – Gravura do artista Henricus Hondius (1573-1610) retrata três mulheres acometidas pela praga da dança; obra é baseada em desenho original de Peter Brueghel, que teria testemunhado um dos surtos subsequentes, em 1564 na região de Flandres (Imagem: reprodução)
O suor inglês conhecido como sudor anglicu, atacou a Inglaterra cinco vezes. Foi uma epidemia devastadora que entre 1485 e 1551 matou 3 milhões de pessoas.
A epidemia sempre vinha no verão, o suor matava em até 24hrs, as vezes em apenas 3hrs.
O relato feito pelo italiano Polydore Vergílio em 1485, um dos primeiros conhecidos da doença, é assustador:
“Em 1485 uma nova doença atingiu todo o reino…uma pestilência de fato horrível…repentinamente um suor fatal ataca o corpo, devastando-o com dores na cabeça e no estômago agravadas pela terrível sensação de calor. Em decorrência disso, os pacientes retiravam tudo o que os cobria; se estivessem vestidos, arrancavam as roupas, os sedentos bebiam água, outros sofriam dessa febre fétida provocada pelo suor, que exalava um odor insuportável…todos morriam imediatamente ou pouco tempo depois do suor começar; de tal modo, que um em cada centena escapava”.
O relato do médico real John Caius, feito em 1552, logo após a última epidemia, é mais técnico, mas nem por isso menos assombroso;
“Primeiro a dor nas costas e nos ombros, dor nas extremidades, como braços e pernas, com ardor ou espasmo, como se apresentava em alguns pacientes. No segundo momento apareciam as dores no fígado e nas proximidades do estômago. Na terceira fase surgia uma dor de cabeça acompanhada de insanidade. Na quarta, o sofrimento do coração…pacientes respirando aceleradamente e com dificuldade…com a voz ofegante e lamuriosa…não resistiam mais do que um dia.”
Os tratamentos eram inúteis, as pessoas chegaram a "conclusão" que para salvar a pessoa, tinha que faze-la suar ainda mais para "expulsar" a doença. Com isso quando alguém apresentava o primeiro sintoma era coberto por roupas, mantas e cobertores. Em pouco tempo a pessoa tinha febre, muito suor e morria. Os familiares achavam que não tinham começado o "tratamento" a tempo.
Lutero foi um dos poucos que contraiu a estranha doença e sobreviveu em 1529
Em 1551 a doença desapareceu tão misteriosamente quanto havia se iniciado...
Fonte: Medo B
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