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Jim Jones o pastor do diabo? autor do maior suicidio coletivo da história.



No dia 18 de novembro de 1978 aconteceria uma trágedia que abalaria o mundo inteiro, em um lugar isolado na Selva da Guiana.

"Morram, morram com alguma dignidade. Vamos acabar logo com isso.Acabar logo com essa agonia" quem falava era o autor que comandava o maior suicidio coletivo da história com mais de 900 de seus seguidores mortos, era o fánatico religioso Jim Jones lider da seita, a Peoples Temple (Templo dos Povos).



James Warren "Jim" Jones foi pastor evangélico americano e fundador da igreja Templo do Povo, que tornou-se sinônimo de grupo suicida após o suicídio em massa de 18 de novembro de 1978 por envenenamento, em sua isolada coletividade comunitária agrícola chamada Jonestown, localizada na Guiana.

Filho de Pai Alcoolatra que não trabalhava, Jim era obsecado desde criança por Morte e Religião. Após fazer um curso de pastor por correspondência fundou uma Igreja em Indiana nos anos 50. Em 1962, se mudou para Belo Horizonte e era um vizinho misterioso. De volta aos EUA, foi para a Califórnia e mudou-se para o interior, e depois para São Francisco. Mas Jones era um tirano no templo onde forçavam aos outros á chama-lhem de Pai e o Deus era Ele Mesmo; Além de se vangloriar por fazer sexo com Homens e Mulheres da seita.



Em 1977 a farça de Jones começava a se desmoronar. Uma revista divulgaria que Jones tirava dinheiro e propriedade dos fiéis era uma central de terror, violência e falsos milagres, etc.
Apovarado ordenou a fuga para a Guiana, e os fiéis sem dar satisfaçoês obedeceram. Construiram uma vila de 12 Km2. De GeorgeTown (capital) até JonesTown são 1 hora de carro 45 minutos em um pequeno barco, mais 1 hora de carro e 6 horas e 30 em um barco floresta adentro. São mais de 10 km de Port Kaituma, o local mais próximo a JonesTown, sem asfalto, até a terra prometida de Jim Jones.

Cerca de 1000 pessoas trabalhavam em JonesTown por 6 dias e 10 horas diárias, tentando cultuvar uma terra estéria. Faltavam comida e higiene. A única fonte de informaçoês era a rádio que Jim Jones fundara .

O povo viveu cerca de 1 ano esquecido na selva, até que recebeu a visita de Leon Ryan e jornalistas da Califórnia, que investigavam se JonesTown era um campo de concentração.

No início Leon foi reçebido com festa, Jim Jones ordenou que todos vestissem as melhores roupas e pareçeçem felizes. Os visitantes começaram a receber bilhetes pedindo ajuda para fugir de JonesTown, um fanático tenta esfaquear Leon Ryan, o cenário é de Caos a comitiva leva 15 pessoas que abandonavam o templo .

Aos chegarem á pequena pista de pouso aproxima-se um caminhão com atiradores e Leon Ryan é morto. Foram 11 feridos e 5 mortos .



Em JonesTown Jim Jones anuncia que o deputado está morto e pede para trazerem a "medicação", que na verdade era refresco misturado com cyaneto. Todas as 303 crianças são mortas, sendo que os pais deram o próprio veneno.

''Se não podemos viver em paz, vamos morrer em Paz. Não é um suicídio coletivo, mas sim um suicídio revolucionário''




Jim Jones não Morreu com o veneno, morreu com um tiro na cabeça.

Foram mais de 900 mortos .

Abaixo segue um vídeo de 30 anos exibido no fantástico em 2008:





Um vídeo Raro de 1978:



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Japão e o jogo INWO

Mera coincidência ou uma previsão do mal? Os Illuminati's estariam mais uma vez literalmente dando as cartas para o apocalipse? Algumas das pessoas mais famosas do mundo estariam participando dessa sociedade secreta? E se eles realmente quisessem causar o apocalipse finalmente usariam as forças sobrenaturais para provocar desastres pelo mundo? Já não bastaria sua alta influência sobre a sociedade?

Fica ao seu critério responder as perguntas acima... e quem sabe se questionar sobre mais coisas...

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A seita assassina dos Tugues



Durante séculos, viajantes da Índia eram presos pelos tugues, membros de uma seita cujas origens remontavam ao século XIII. A irmandade incluía muçulmanos e hindus, mas todos afirmavam ter uma relação especial com Káli, a Mãe Negra do folclore hindu.


Kali é uma deusa Hindu muito famosas. Ela é a deusa da morte e da sexualidade. Sua vestimenta é aterradora. Além de um colar de crânios, ela costuma usar uma saia feita de braços e cabeças decepadas.

Segundo o mito deles, a deusa Kali lutou contra um demônio aterrador. Seu nome era Raktabija. Uma outra deusa, chamada Durga, tentou vencer o demônio sem sucesso. Então chamou Kali para completar o serviço. O problema é que cada gota de sangue que saia de Raktabija, um novo demônio-clone era formado.

Após muito tempo lutando, chegou a um ponto

Que Kali decepava o demônio e sugava o sangue antes que novos clones se formassem. Por esse motivo ela é representada com a lingua de fora. E em outra versão afirma que ela engolia os demônios por inteiros.

Para lhe ajudar Káli criou dois guerreiros com seu próprio suor, dando a cada um deles uma tira de pano chamada "rumal", para estrangular os inimigos. Depois que os demônios morreram, Káli instou seus dois tugues a continuar

em matando, de geração em geração. Eles esmagariam o mal, disse ela - e ganhariam bem em vida, pois também roubariam suas vítimas.

Na maior parte do tempo, os tugues viviam respeitavelmente, em geral como artesãos renomados, em suas aldeias natais. Porém, durante algumas semanas, todos os anos, dedicavam-se à carnificina, sua missão sagrada. Agindo longe de casa para evitarem o reconhecimento, bandos de dez a cinqüenta tugues atraíam suas vítimas para a morte mediante engodos. Com efeito, o nome da seita deriva da palavra em sânscrito para "enganador".



Acompanhavam grupos de mercadores ou peregrinos até surgir uma oportunidade para o assassinato. Quando o momento certo chegava, os assassinos aproximavam-se da vítima por trás, passavam os rumales em seu pescoço e apertavam, murmurando preces a Káli.

Antes de uma expedição, os tugues sacrificavam um carneiro diante de uma imagem de Káli manchada de sangue e coberta de flores. Ao lado da estátua estavam as ferramentas do ofício - corda, faca, e picareta. A faca era usada na mutilação ritual dos cadáveres das vítimas. Presumia-se que a mutilação agradasse a Káli, além de ser prática, pois dificultava a identificação.



Alguns viajantes eram imunes ao ataque. As mulheres, por exemplo, costumavam ser poupadas em deferência ao sexo de Káli e os homens santos, certos artesãos, músicos e poetas gozavam da proteção da deusa. Os leprosos e aleijados estavam isentos, pois os tugues temiam a contaminação. Não querendo arriscar-se a represálias por parte dos governantes coloniais, os matadores nunca molestavam europeus.

Com uma compaixão duvidosa, os tugues freqüentemente adotavam os filhos de suas vítimas, iniciando os meninos na seita, ensinando-lhes seu idioma e os sinais secretos. Os ritos iniciáticos dos tugues tinham a dignidade que os matadores julgavam ser apropriada para sua missão santa. Banhado e vestido com roupas novas, o jovem iniciando recebia sua picareta sagrada, que ele erguia para o alto coberta por um lençol branco, que representava o rumal. Depois ele comia a comida sagrada, um açúcar grosseiro, enquanto seus companheiros solicitavam a Káli um sinal de aprovação. Acabado o rito, o jovem tornava-se um verdadeiro tugue.

Com sorte ele ascenderia dos deveres do aprendiz - procurar vítimas, ajudar a imobilizá-las e cavar seus túmulos - para o posto de assassino de fato. As iniciações tugues eram solenes, mas alegres; nada dava a um pai tugue maior motivo de orgulho do que ver o filho seguir seus passos sangrentos.

Estima-se que mais de um milhão de vítimas tenha perecido nas mãos dos tugues antes que os governantes ingleses da Índia acabassem com a seita. O último tugue conhecido foi enforcado em 1882.

Káli, uma das mais importantes divindades da mitologia na Índia, era conhecida, entre outras características, pela sua sede de sangue. Káli apareceu pela primeira vez nos escritos indianos por volta do século VI em invocações pedindo sua ajuda nas guerras. Nesses primeiros textos foi descrita como tendo presas, usando uma guirlanda de cadáveres e morando no local de cremações. Diversos séculos mais tarde, no Bhagavat-purana, ela e seus seguidores, os dakinis, avançaram sobre um bando de ladrões, decaptaram-nos, embebedaram-se em seu sangue e divertiram-se num jogo de atirar suas cabeças de um lado para outro. Outros escritos registraram que seus templos deveriam ser construídos longe das vilas e perto dos locais de cremação.

Káli fez sua aparição mais famosa no Devi-mahatmya, onde se juntou à deusa Durga para lutar contra o espírito demoníaco Raktabija, que tinha a habilidade de se reproduzir com cada gota de sangue derramado; assim, ao lutar com ele, Durga se viu sobrepujada pelos clones de Raktabija. Káli resgatou Durga ao vampirizar Raktabija e ao comer suas duplicatas. Káli foi vista por alguns como o aspecto irado de Durga. Káli também apareceu como uma consorte do deus Siva. Engajaram-se numa dança feroz. Pictoricamente, Káli geralmente era vista sobre o corpo inclinado de Siva numa posição dominante enquanto se engajavam em relações sexuais.


Káli tinha um relacionamento ambíguo com o mundo. Por um lado destruía os espíritos malignos e se estabelecia a ordem. Entretanto também servia como representante das forças que ameaçavam a ordem social e a estabilidade por sua embriaguez de sangue e subseqüente atividade frenética.

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A Ordem dos Assassinos


Origem do termo 'Assassino'

Os Assassinos antes de qualquer missão faziam o uso de haxixe (haxixe = a uma droga alucinógea), é dái que é derivado o nome da ordem: Hashshashin que passou a ser Hashashin que logo depois virou Hassassin e se transformou na palavra usada até hoje: Assassino

A Ordem dos Assassinos

Durante 150 anos, entre os finais do século XI e a metade do XIII, uma terrível seita ismaelita, minúscula no universo do Islã, trouxe temor e, por vezes, pânico à região do Oriente Médio. Tratava-se da Ordem dos Assassinos, assim chamada porque os seus integrantes, antes de praticar os atentados, inalavam um estupefaciente, o Hashishiyun, ou haxixe. Os seguidores da ordem caracterizavam-se pela entregada total à missão que lhes era atribuída por seus superiores e por não demonstrarem medo nenhum perante a morte que fatalmente os aguardava após terem praticado suas ações terroristas.


Quem foi Hassan Sabbah



Hassan Sabbah.

Hassan Sabbah era filho de uma poderosa família iraniana de Qom, centro de propagação, desde o século IX, do Ismaelismo, ramo dissidente dos xiitas que, ultrapassando o Corão, acrescentou aos seis profetas do Verbo (Adão, Noé, Abraão, Moisés, Jesus e Maomé) um sétimo enviado,chamado Ismael. Hassan esrudou na capital do Egito, Cairo. Ali viveu a partir de 1079, onde aperfeiçoou seu conhecimento do Corão, do Antigo e Novo Testamento e dos textos vedas hindus. Ele tentou fazer uma síntese de todas essas religiões, misturando ainda o Zoroastrismo. Nesta síntese, acrescentou ainda um pouco de neoplatonismo. Durante sua permanência no cairo, Hassan se relacionou com Nizar, filho do califa da dinastia fatímida, al-Mustansir.

Esse Nizar foi afastado da sucessão ao trono pelo primeiro-ministro, o vizir al-Afdal. Talvez isso explicasse o ódio nutrido por Hassan à dinastia fatímida que reinava naquela região conhecida pelos ocidentais pelo nome de Pérsia. Foi em torno de Nizar - depois assassinado – que Hassan Sabbah reuniu seus primeiros fiéis, os nizarins.


O Método de Hassan Sabbah

Exemplo de como as lutas entre Hassassinos e guardas ocorriam: Em plena rua


Para assegurar a fidelidade de seus seguidores, Sabbah levava-os, sob o efeito de haxixe, para um maravilhoso jardim perfumado onde fontes derramavam água fresca e jovens mulheres lhes faziam ardentes carícias. Durante esse estado de torpor, era fácil conseguir dos adeptos um juramento de obediência absoluta. Quando despertavam, os adeptos eram convencidos de que o paraíso que conheceram brevemente na terra era o mesmo que os aguardava após a morte. Para isso, era preciso que suas mortes servissem aos interesses do soberano, eliminando seus inimigos. Assim, seus seguidores passavam por um rígido treinamento físico para aprender, entre outras coisas, o uso do punhal com que eliminavam os inimigos de seu senhor. Além disso, eram submetidos a doutrinação religiosa.

Em seu método, os futuros assassinos aprendiam a língua do país para o qual eram enviados, o modo de vestir de seus habitantes, seus usos e seus costumes. De fato, antes de praticar os atentados, os agentes do senhor de Alamut realizavam um longo trabalho de infiltração. Ganhavam a confiança da futura vítima e a matavam, quando ela acreditava estar segura no seio de seu castelo. Ninguém estava a salvo de sua vingança: a vítima, fosse quem fosse, seria atingida no coração de sua própria cidade ou no centro de seu palácio. Os príncipes temiam ver algum de seus favorecidos se precipitar em sua direção com um punhal na mão.

O método dos Hassassin's


Armas usadas pelo Hassassinos, nesse caso, pequenos punhais. Esse punhais de forma especial eram a 'marca registrada' dos Hassassins

Apesar de andarem uniformizados na fortaleza de Alamut - trajes brancos com um cordão vermelho enlaçando-lhes a cintura (cores que os cavaleiros templários irão adotar) -, os fadavis, os devotos, quando recebiam uma missão, camuflavam-se. Preferiam misturar-se aos mendigos das cidades da Síria, da Mesopotâmia, do Egito e da Palestina para não despertarem a atenção. Em meio à multidão urbana, eles eram "adormecidos", levando uma vida comum, sem atrair suspeitas, até que um emissário lhes trazia a ordem para "despertar" e atacar. Geralmente, eles aproximavam-se da sua vítima em número de três.

Se por acaso dois punhais fracassem, haveria ainda um terceiro a completar o serviço. Atuavam, esses "anjos da destruição" do Velho da Montanha, como muitos chamavam Hassan Sabbah, em qualquer lugar - nos mercados, nas ruas estreitas, dentro dos palácios e até mesmo no silêncio das mesquitas, lugar por eles escolhido em razão das vítimas estarem ali entregues à oração e com a guarda relaxada. Até o grande sultão Saladino, seu inimigo de morte, eles chegaram a assustar, deixando um punhal com um bilhete ameaçador em cima da sua alcova.

Cavaleiros e poetas

Os templários não só adotaram uma série de preceitos e regulamentos tomados emprestados da Ordem dos Assassinos, como também fizeram suas as cores deles: o branco e o vermelho. Tão próximas foram estas relações que até Luís IX, rei da França, erta vez enviou uma missão diplomática a visitar o castelo de Jebel Nosairi, ocupado por um chefe local da Ordem dos Assassinos. Frederico II, o Barbarossa, o imperador alemão que participou das cruzadas, convidou vários ismaelitas para que o acompanhassem de volta à Europa, dando-lhe copa franca na sua corte. A atração por sociedades secretas seduziu também aos poetas italianos do Dolce stil nuovo, como Guido Cavalcanti e Dante Alighieri, que, inspirando-se numa livro da mística xiita intitulado

Jardim dos Fiéis do Amor criaram a sua própria irmandade secreta, a dos Fedeli d´Amore. Portanto, o gosto de muitos europeus por congregarem-se ao redor de lojas esotéricas, com rígidos rituais de iniciação e um ar secretíssimo, hábito tomado na época das cruzadas, provavelmente lhes foi instilado pelos feitos da Ordem dos Assassinos.


O fim da ordem


O forte em Masyaf.

Protegidos por uma fortaleza tida como inexpugnável, que nenhuma força local poderia tomar de assalto, foi preciso esperar a invasão dos mongóis, no século XIII, para que finalmente o ninho da águia fosse destruído pelos poderosos invasores no ano de 1260, pondo fim à ameaça que a seita dos assassinos representava em todo o Oriente Médio. A legenda que deixaram foi difundida no Ocidente pelos cavaleiros cristãos e pelos monges escribas que os acompanharam, impressionados com as história terríveis a que os devotos estavam associados, símbolos vivos do que era possível fazer com um ser humano, tornado simples objeto maligno a serviço do fanatismo.

Ainda há rumores de Assassinos modernos, existem varias lendas de que eles ainda andam por ai pelo novo mundo, Vaticano Ásia etc. Ainda existem descendentes diretos deles, o jogo Assassin's Creed iria ser lançado com um livro que contava todos os ritos religiosos desse grupo, mas pessoas desse grupo e varios descendentes diretos pediram para tirar todas as referencias religiosas por respeito aos seus antepassados.

OBS:

A seita dos assassinos era uma seita minúscula, no entanto bastante temida na região do Oriente Médio. Nesta época, seus integrantes, membros fanáticos, que não tinham medo da morte, fanatismo este, acredito, originado mais do vício do Haxixe, do que alguma ideologia que possa existir. Seu principal líder, chamava-se Hassan Sabbah (1034-1124), um fanático religioso, que por vezes atuava na frente de seus seguidores em ações terroristas. Hassan tinha um lema, que espelhava muito bem o princípio em que eles viviam:

Nada é verdade, tudo é permitido”.


Chamada oficialmente de “Ordem dos Nizarins”, esta ordem tinha sede na fortaleza de Alamut, no norte do Irã. Obediente aos extremos rigores do militarismo, havia sido fundada no ano de 1090, quando Hassan Sabbah retornara do Egito para a Pérsia onde ele nasceu.

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