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Peter Stumpp (O Lobisomem de Bedburg)




Seu nascimento cuja data é desconhecida, aconteceu na vila de Epprath, próxima a cidade de colônia, na Alemanha. Filho de uma destacada família da comunidade rural, Peter ficou viúvo e foi acusado de ter transado com sua filha de 15 anos.

Entre 1564 e 1569, rumores da população fizeram de Stumpp o principal suspeito de uma série de assassinatos ocorridos na cidade de Bedburg. Boatos de que ele devorava animais dos fazendeiros locais e praticava canibalismo reforçaram o interesse da inquisição alemã em condená-lo.

Boatos de que Stumpp se transformava em lobisomem grças ao seu cinturão mágico se consolidaram entre o povo. No julgamento, as testemunhas diziam que o acessório foi um presente do diabo e que sem ele o criminoso voltava á forma humana.

Foi julgado por matar e torturar 14 crianças e duas mulheres grávidas e seus fetos. O esquartejamento de corpos encontrados nas florestas de Bedburg entrou na lista de atrocidades de Stumpp, que também foi acusado de se alimentar do sangue das vítimas. Depois de sua captura, o assassino relatou se envolver com magia negra desde os 12 anos. Durante a confissão, admitiu ter contato frequente com um súcubo (Demônio de aparência feminina que suga a energia vital de humanos com quem mantém relações sexuais.)





Os detalhes sobre os crimes foram extraídos durante sessões de tortura. Peter foi amarrado a uma roda onde pedaços de sua carne eram arrancados com pinças aquecidas e seus ossos eram quebrados. Para finalizar, foi decapitado e teve a cabeça jogada em uma fogueira.


A Banda norte-americana de metal macabre escreveu uma música em homenagem ao "lobisomem" intitulada de "The Werewolf of Bedburg". No livro O Exorcista de William Blatty ( que não tem nada a ver com o filme de 1973), há uma passagem que faz referência aos crimes de Stumpp.


Fontes 

A fonte mais completa sobre o caso é um panfleto de 16 páginas publicado em Londres em 1590, a tradução de uma impressão alemã onde nenhuma cópia sobreviveu. O panfleto Inglês, das quais duas cópias existem (uma no Museu Britânico e outra na Biblioteca Lambeth), foram redescobertos por ocultistas Montague Summers, em 1920. Ele descreve a vida de Stumpp e alegados de seus crimes e seu julgamento, e inclui muitas declarações de vizinhos e testemunhas sobre seus crimes. Reimpressões do panfleto inteiro, incluindo uma xilogravura, nas páginas 253 a 259 de sua obra "O homem-lobo". Informações adicionais são fornecidas pelos diários de Hermann von Weinsberg, um vereador de Colônia, e por número de um periódico ilustrado, que foram impressas no sul da Alemanha e provavelmente foram baseadas na versão alemã do panfleto em Londres. Os documentos originais parecem ter sido perdidos durante as guerras que varreram a Renânia nos séculos que se seguiram.

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Eles Realmente Existiram !

Post com serial killers do cinema que realmente existiram, é que muitos achavam que era apenas mais um personagem do cinema.



Assassino do Zodíaco



O Assassino do Zodíaco foi um serial killer que operavam no norte da Califórnia no final dos anos 1960. A identidade do assassino Zodiac é desconhecida. O assassino do Zodíaco cunhou o nome de "Zodiac", em uma série de cartas enviadas insultos à imprensa local área da baía. Estas cartas incluiu quatro criptogramas (ou cifras), três dos quais ainda têm de ser resolvidos.
O Zodíaco vítimas assassinadas em Benicia, Vallejo, Lago Berryessa, e São Francisco entre dezembro de 1968 e outubro de 1969.

Quatro homens e três mulheres, com idades entre 16 e 29, foram alvejados. Numerosos suspeitos foram nomeados pela aplicação da lei e investigadores amadores, mas nenhuma evidência conclusiva veio à tona.



O Massacre da Serra Elétrica


A história (baseada em fatos reais) é sobre um grupo de amigos, entre eles dois irmãos, Sally e Frank, que durante uma viagem de carro acabam caindo na armadilha de uma família canibalesca, insana, que matam pessoas. Dentro dessa família, um dos irmãos mata as vítimas com uma motosserra, dando assim a origem do título brasileiro do filme.

Em 20 de agosto de 1973, a polícia foi chamada à remota quinta da família Sawyer, onde funcionava o matadouro local do distrito de Travis, no Texas. Foram encontrados no interior da misteriosa casa os restos de 33 vítimas humanas, uma descoberta assustadora que chocou e aterrorizou a nação, e que muitos ainda consideram o mais famoso caso de assassinato em massa de todos os tempos. Usando uma grotesca máscara feita a partir da pele do rosto de suas vítimas e usando uma motosserra, o assassino, conhecido como "Leatherface" (face de couro), virou manchete dos jornais do estado com o título A Casa do Terror Horroriza uma Nação – Massacre no Texas.

As autoridades locais teriam matado um homem que usava uma máscara de couro e afirmado que ele seria o assassino, fechando o caso, subitamente. Entretanto, nos anos que se seguiram, muitas pessoas ligadas à chacina acusaram a polícia de fazer uma péssima investigação e de saber, de antemão, que havia matado o homem errado. Agora, pela primeira vez, o único sobrevivente do assassinato em massa quebrou o silêncio e contou a verdadeira história sobre o que aconteceu numa estrada rural desértica do Texas, quando um grupo de cinco jovens, inadvertidamente, se viu cercado por um louco com uma motosserra.



Jack, o Estripador


Jack, o Estripador (em inglês: Jack the Ripper) foi o pseudônimo dado a um assassino em série não-identificado que agiu no miserável distrito de Whitechapel em Londres na segunda metade de 1888. O nome foi tirado de uma carta, enviada à Agência Central de Notícias de Londres por alguém que se dizia o criminoso.

Suas vítimas eram mulheres que ganhavam a vida como prostitutas. Duas delas tiveram a garganta cortada e o corpo mutilado. Teorias sugerem que, para não provocar barulho, as vítimas eram primeiro estranguladas, o que talvez explique a falta de sangue nos locais dos crimes. A remoção de órgãos internos de três vítimas levou oficiais da época a acreditarem que o assassino possuía conhecimentos anatômicos ou cirúrgicos.

Devido ao mistério em torno do assassino nunca ter sido desvendado, as lendas envolvendo seus crimes tornaram-se um emaranhado complexo de pesquisas históricas genuínas, teorias conspiratórias e folclores duvidosos. Diversos autores, historiadores e detetives amadores apresentaram hipóteses acerca da identidade do assassino e de suas vítimas.




Não, esse acima nunca existiu na vida real, mas se existise, seria um pesadelo.

Fonte: Gnet

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