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Chanda

No Hinduísmo, Chanda é um monstro matou Devi Chamunda

Nos textos em Pāli, Chanda é um vontade sincera. Uma condição mental opositora à avareza(lobha).

"Chandavato kim nāma kammam na sijjhati?" Quem tem boa vontade, tudo é possivel.

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Andhaka

Andhaka é um personagem da mitologia hindu.

1. Um demônio, filho de Kasyapa e Diti, com milhares de braços e cabeças, dois mil olhos e pés. Ele é chamado de Andhaka por que ele caminhava como um cego, embora ele visse muito bem Ele foi morto por Shiva quando tentou roubar a arvore Parijata de Swarga. com a sua derrota Shiva obteve o título de Andhaka-ripu, `inimigo de Andhaka.'

2. O Neto de Kroshtri e filho de Yudhajit, da etnia yadava, que junto com seu irmão Vrishni, foi o ancestral da famosa família dos Andhaka Vrishnis.

3. Rei cego do reino de Hiranyaksha, dito filho de shiva. Após ter se tornado rei Andhaka descobre que seus primos planejam contra a sua vida, assim ele se retira para a floresta para meditar. Ele se manteve em asana sobre uma perna por um milhão de anos (aparentemente), em sacrifício a Brahma enquanto ele esperava.

Brahma apareceu para Andhaka e ele pediu que fosse permitido que ele enxerga-se ,e se torna-se imortal, por ser incapaz de matar ninguém. Brahma concordou, mas avisou Andhaka que se desposa-se alguém que fosse para ele como uma mãe ele morreria. Andhaka voltou ao seu reino e rapidamente conseguiu resolver os problemas com seus primos.

Alguns milhões de anos mais tarde, três generais de Andhaka (Duryodhana, Vighasa e Hasti) encontraram Shiva e sua esposa Parvati numa caverna, mas eles não o reconheceram. Eles tomaram a linda mulher para ser esposa do seu rei.

Quando Andhaka chegou lá e tomou a mulher como esposa. Shiva o matou com seu tridente.

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Avatar

Avatar, no hinduísmo, é uma manifestação corporal de um ser imortal, por vezes até do Ser Supremo. Deriva do sânscrito Avatāra, que significa "descida", normalmente denotando uma (religião) encarnações de Vishnu (tais como Krishna), que muitos hinduístas reverenciam como divindade.

Muitos não-hindus, por extensão, usam o termo para denotar as encarnações de divindades em outras religiões.

Definição

Avatar vem do sânscrito Avatāra, que significa "Aquele que descende de Deus", ou simplesmente "Encarnação". Qualquer espírito que ocupe um corpo de carne, representando assim uma manifestação divina na Terra.

A melhor definição vem de um antigo escrito indiano, Vedas:

"Avatara, ou a encarnação da Divindade, descende do reinado de Deus pela criação e manutenção da manifestação em um corpo material. E essa forma singular da Personalidade da Divindade que então se apresenta é chamada de encarnação ou Avatara. Tais Personalidades estão situadas no mundo espiritual, o reinado de Deus. Quando Eles transcendem para a criação material, Eles assumem então o nome Avatara. - Chaitanya-caritamrita 2.20.263 - 264.

Um avatar é uma forma encarnada de um Ser Supremo, e tais incontáveis formas divinas residem em um plano espiritual.

Quando essa forma impersonalizada de Deus transcende daquela dimensão elevada para o plano material do mundo, Ele - ou Ela - é conhecido então como a encarnação ou Avatara.

Em uma concepção mais abrangente, a encarnação poderia ser descrita como o corpo de carne. Mas essa concepção seria talvez errada, conquanto tais formas divinas não se tornam reais seres de carne e osso, ou assumem corpos materiais. Uma alma comum assume corpos materias de carne e osso, mas no caso dessa manifestação divina, Seu corpo e Sua alma transcendem a matéria e embora apareçam como impersonalizações, aquele corpo também pertence a Sua essência espiritual.

Essa palavra Avatar se tornou popular entre os meios de comunicação e informática devido às figuras que são criadas à imagem e semelhança do usuário, permitindo sua "impersonalização" no interior das máquinas e telas de computador.

Tal criação assemelha-se a um avatar por ser uma transcendência da imagem da pessoa, que ganha um corpo virtual, desde os anos 80, quando o nome foi usado pela primeira vez em um jogo de computador.

Mas a primeira concepção de Avatar vem primariamente dos textos Hindus, que citam Krishna como o oitavo avatar - ou encarnação - de Vishnu, a quem muitos Hindus adoravam como um Deus.

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Asuras

Asuras é uma categoria de personagem da mitologia hindu. A palavra significa anti-deuses (Sânscrito: असुर).

Pela mitologia esses personagens são os antagonistas dos suras ou devas ou deldades. Ambos os grupos são filhos de Kashyapa. O nome é um cognato de Ahura do Zoroastrianismo, onde "Ahura" é um sinônimo de Æsir.

Na tradição semita-cristã, eles poderiam ser caracterizados como anjos caídos.

Inicialmente eles são considerados seres poderosos regentes dos princípios morais e do fenômeno social (Varuna, os guardiões de rta, ou Bhaga, o patrono dos casamentos) e os devas regentes dos fenômenos naturais (Ushas, que quer dizer amanhecer, ou Indra, um deus do tempo).

Mitra, Varuna e Vritra são conhecidos Asuras.

Mais tarde a tradição hindu os considera demônios, possivelmente pelos períodos de secas que assolaram a região.

Com o surgimento dos arquétipos das forças do bem e do mal nos sutis ou invisíveis reinos da existência humana, o mundo ficou dividido entre divino(daiva) e o demoníaco(asura). Como guia das ações humanas que levariam a ação (pravrittri) e a renuncia (nirvrittri).

De acordo com a tradição hindu a renuncia levaria pureza, bondade e a verdade, por outro lado a ação levaria ao sofrimento tornando o ser insaciável pelo: desejo, hipocrisia, orgulho, arrogância e desilusão.

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Ardjuna

Ardjuna é uma personagem da mitologia hindu.

Filho do deus Indra é um dos cinco hérois da epopéia hindu.

Seu feitos estão documentados em Mahabharata.

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Apsarás

Apsarás (Sânscrito: अप्सरा, apsarā) são os espíritos femininos das nuvens e das águas na mitologia Hindu e Budista.

No Rig-Veda há apenas uma Apsará, a esposa de Gandharva; em escrituras posteriores há muitas Apsarás, criadas por Brahma, que agem como criadagem de Indra ou como donzelas celestiais da sua corte que dançavam diante do seu trono.

Natya Shatra lista as seguintes apsarás: Manjukesi, Sukesi, Misrakesi, Sulochana, Saudamini, Devadatta, Devasena, Manorama, Sudati, Sundari, Vigagdha, Vividha, Budha, Sumala, Santati, Sunanda, Sumukhi, Magadhi, Arjuni, Sarala, Kerala, Dhrti, Nanda, Supuskala, Supuspamala e Kalabha.

Os Apsarás são ninfas do paraíso de Indra. O nome, significa 'movendo-se na água,' tem analogia com Afrodite. Elas não são provenientes dos Vedas, mas Urvasi e outras poucas mencionadas. No Manu elas são chamadas as criações dos sete Manus. Nos poemas épicos elas são proeminentes, e o Ramayana e os Puranas atribuem sua origem ao movimento dos oceanos(Veja em Amrita). Elas são ditas saídas das águas, os deuses as tomaram por esposas, assim elas tornar-se comuns a todos. Elas foram apelidadas de Suranganas, 'esposas dos deuses,' e Sumad atmajas, filhas do prazer.'


"Então das profundezas agitadas surgiram às legiões das Apsarás, assim chamadas por saírem do elemento água que lhes era próprio. Destes seres. Miríades nasceram, e todas trajadas com vestes celestiais, e jóias celestes: Ainda mais divinos são os seus semblantes celestiais, enriquecidos com todas as dádivas da graça, da juventude e da beleza. Um séquito numeroso a seguem ; Mesmo deste modo belas, Nem deuses nem demônios buscam seu legítimo amor: De fato Raghava! Elas ainda mantém seu encanto. Os tesouros dos céus"

Apsarás dizem ser capazes de mudam suas formas de acordo com a sua vontade, e especialmente governam a fortuna do jogo e da jogatina. Urvasi, Menaka, Rambha e Tilottama são as mais famosas entre as Apsarás que são bem versadas nas artes da música e da dança. O número total de Apsarás na corte de Indra é 26, cada uma representando um distinto aspecto de uma das artes. Elas podem ser comparadas com as musas da Grécia antiga ou ninfas, dríadas, náiades, etc.

Um dos seus deveres é guiar ao paraíso os guerreiros que caem em combate, se tornando suas esposas. Elas são divididas em daivika ("divinas") ou laukika ("mundanas").

Nas Puranas vários ganas ou classes delas são mencionadas com nomes distintos. O Vayu Purana enumera quatorze, o Hari-vansa sete classes. Elas são novamente distinguidas como seres daivika, 'divinos,' ou laukika, 'ordinários.' A principio diz serem dez e mais tarde trinta e quatro, e elas são as encantadoras (feiticeiras) celestes que fascinam os heróis, como Urvasi, e persuadem os austeros sábios em sua devoção e penitências, como Menaka e Rambha.

O Kasi-khanda menciona "Há trinta e cinco milhões delas, mas somente umas mil e sessenta são as principais." As Apsarás, então, são seres do mundo das fadas, lindas e voluptuosas. Elas são as esposas ou as amantes amantes Gandharvas, e não é prudente dispensar seus favores. Seus namoros na Terra foram numerosos, e elas são as recompensas do paraíso de Indra para os heróis que caíram em batalha. Elas tem a força de mudar as suas formas; they are afeiçoadas aos jogos de dados, e dão sorte aqueles que as favorecem. No Atharva-veda elas não são tão amaveis; que podem produzir a loucura, e por isso há encantos e encantamentos para se usar contra elas. Há um longo artigos sobre elas no dicionário de Goldstucker, do qual muito do que há acima foi adaptado.

observações

"Originalmente estas divindades parecem ter sido personificações de vapores que são atraídos pelo sol e formam a névoa e neblina; estes personagens parecem ser vagamente mencionados nos hinos do Rig-veda. Em um período subseqüente ...(seus atributos foram expandidos com a sua associação com os Gandharvas), elas tornaram-se divindades que representam fenômenos ou objetos físicos ou etéricos associados com a vida" (a vida elementar do céu).

As Apsarás estão associadas aos ritos de fertilidade. No Hinduísmo, as menores Apsarás (também Vrikshaka, fadas) são às vezes referidas como espíritos da natureza, que enganam os homens os levando até a morte.

Apsarás são freqüentemente citadas nas artes budistas do Camboja até China. Elas são motivos de decorações dos templos de Angkor.

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Airâvata

Airâvata é um personagem da mitologia hindu.

O deus elefante e montaria de Indra. Este elefante surgiu das águas quando os deuses agitaram o oceano, é por esta razão que seu nome é derivado de Iravat que significa produzido pelas águas. O elefante é a montaria de cada uma das oito deidades que presidem os oito pontos cardeais.

Lista das deidades

* (1) - Leste - INDRA
* (2) - Sudeste - AGNI
* (3) - Sul - YAMA
* (4) - Sudoueste - SURYA
* (5) - Oueste - VARUNA
* (6) - Noroeste - VAYU
* (7) - Norte - KUBERA
* (8) - Nordeste - SOMA

Cada uma destas deidades tem um elefante que defende e à protege. O chefe deles é o Airâvata de Indra. Ele é chamado de ARDH-MATANGA (elefante das nuvens), ARKASODARA (irmão do sol) e NAGA-MALLA (elefante combatente). O nome da companheira elefanta de Airâvata é Abharamu.

Airâvata tem quatro pressas e tem um branco imaculado. Prithu, de acordo com a "vishnu purana", fez dele rei de todos os elefantes. Como parte da lenda, Brahma segurou em suas mãos duas metades de um casca de ovo enquanto ele lia os hinos sagrados. Da metade da casca segurada pela mão direita surgiram os oitos elefantes incluindo Airâvata e da casca da mão esquerda oito vacas-elefantes.

Outro mito interessante diz que inicialmente todos os elefantes tinham asas, eles podiam voar pelos céus. Uma vez um destes elefantes voadores pousou pesadamente sobre uma árvore abaixo da qual um sábio estava fazendo um puja. Os ramos da árvore se quebraram e o som perturbou o sábio. A lenda fala que ele amaldiçoou todos os elefantes e eles perderam as suas asas. Mas, entretanto eles não perderam a capacidade de fazer nuvens.

O culto dos elefantes brancos como deidades é amplamente praticado em algumas partes da Ásia como também na Tailândia e Burma.

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Agni

Agni é uma divindade Hindu. A palavra agni é Sânscrito para "fogo" (nome), com a mesma origem do Latim ignis.

No Hinduísmo, ele é um deva, segundo no poder e importância atribuída na mitologia védica , apenas ultrapassado por Indra. Ele é gémeo de Indra, e assim, filho de Dyaus Pita e Prthivi. Noutra versão, ele é filho de Kasyapa e Aditi ou de uma rainha que escondeu a sua gravidez do marido. Ele possui dez mães, ou dez irmãs, ou dez criadas, que representam os dez dedos do homem que inicia o fogo. Ele possui dois pais: estes representam os dois paus que, quando ambos friccionados de modo intenso, criam fogo. Alguns dizem que destruiu os seus pais quando nasceu, porque não poderiam tomar conta dele. É casado com Svaha e pai de Karttikeya através de Svaha ou Ganga. Ele é um dos Ashta-Dikpalas, encarregado de guardar e representar o Sudeste.

O seu nome é a primeira palavra do primeiro hino do Rigveda:
अि॒ग्नम् ई॑ळे पुरो॒िह॑तं यज्ञ॒स्य॑ देव॒म् ऋि॒त्वज॑म् ।
होता॑रं रत्नधा॒त॑मम् ॥
agnim īļe purohitam / yajñasya devam ŗtvijam / hotāraM ratnadhātamam.
(As vogais sublinhadas possuem o acento de altura védico udātta.)
"Eu louvo Agni, o sacerdote da casa, o ministro divino do sacrifício, o invocador, o melhor presenteador do tesouro."

Os sacrifícios a Agni vão para as divindades porque Agni é um mensageiro dos deus e para os deuses. Ele é eternamente jovem, porque o fogo é re-aceso todos os dias; mas, ele também é imortal.

Em algumas histórias acerca dos deuses hindus, Agni é aquele enviado para a frente nas situações perigosas.

O Rigveda frequentemente diz que Agni eleva-se das águas ou que reside nas águas. Ele poderá ter sido originalmente o mesmo que Apam Napat.

Embora os sacrifícios védicos de fogo (yagya) tenham desaparecido largamente na maioria do Hinduísmo, Agni e o sacrifício de fogo ainda é parte do ritual de qualquer casamento Hindu moderno, onde Agni é tido como o chefe sakshi ou testemunha do casamento e guardião da santidade do casamento. De facto, sem as tradicionais 7 voltas em redor do fogo sagrado, perante a actual Lei Matrimonial Hindu, o casamento é considerado nulo.


Agni em outras religiões


No Zoroastrismo, ele é Atar, literalmente, fogo, que simbolicamente representa a força radiante e criadora de vida de Ahura Mazda. No Budismo Indo-Tibetano, ele é um lokapala, guardando o Sudeste. (Veja-se, por exemplo jigten lugs kyi bstan bcos: = "Faz o teu coração no canto Sudeste da casa, que é o local de Agni"). Ele também possui um papel central na maioria dos ritos homa (fogo puja).

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Abhimani

Abhimani é um Deva da mitologia hindu, filho mais velho de Brahma, conhecido também por Agni (fogo). Desposou Swaha e teve três filhos, Pavaka, Pavamana, e Suchi, personificando os três fogos que produziram a Terra e a humanidade.

Abhimanin, seus três filhos e seus 45 netos constituem os 49 fogos místicos das Puranas.

Abhimanin representa o princípio cósmico, a força primordial na evolução do universo, o fogo é representado com desejo de criar. Seus três filhos, por sua vez, de acordo com a Vayu-Purana, representam os três aspectos diferentes de Agni (fogo): Pavaka é o fogo eletro-magnético, Pavamana é o fogo produzido pela fricção, e Suchi é o fogo solar. Interpretedo no plano humano, eles são o "Espírito, Alma e o corpo".

Outra lenda diz que eles foram amaldiçoados pelo sábio Vasishtha, por isso são obrigados a nascer e renascer pela eternidade.

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Abhaswaras

Abhaswaras é uma classe de sessenta e quatro deidades da mitologia hindu. Sua natureza é pouco conhecida

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