Kança é um Deus da Mitologia Hindu.
Kamadeva (em sânscrito: कामदेव, Kāmadeva) é o deus hindu do amor.[1] Também é conhecido pelos nomes de Ragavrinta ("ramo de paixão"), Ananga ("incorpóreo"), Kandarpa ("deus do amor"), Manmatha ("batedor de corações"), Manosij ("aquele que sobe da mente", contração da frase sânscrita Sah Manasah Jāta), Madana ("intoxicante"), Ratikānta ("senhor das estações"), Pushpavān ou Pushpadhanva ("aquele com o arco deflores") ou simplesmente Kāma ("desejo").
Kamadeva é representado como um jovem bonito e alado que carrega um arco e flechas. Seu arco é feito de cana-de-açúcar, com uma corda feita de mel de abelhas, e suas flechas são decoradas com cinco tipos de flores de diversas fragrâncias.
Seus companheiros são um cuco, um papagaio, abelhas zunido, a personificação da estação da primavera e a brisa suave (todos símbolos da estação).
De acordo com a purana de Xiva, Kamadeva é um filho (na realidade uma criação) de Brama, o criador do universo. De acordo com outras fontes, incluindo a purana de Skanda, Kamadeva é irmão de Prasuti; ambos seriam filhos de Shatarupa, uma das criações de Brama. Acréscimos posteriores o consideram filho de Vixnu.[2] Todas as fontes concordam que Kamadeva é marido de Rati (Ratī), filha de Prasuti e Daksha (outro filho/criação de Brama). De acordo com algumas crenças, Kamadeva teria reencarnado certa vez como Pradyumna, filho de Críxena e Rukminī.
Templos
* Templo de Kameshwara, em Aragalur. A purana de Stala indica que teria sido neste lugar que Kamadeva despertou Xiva. O templo tem oito estátuas Bhairava.
Kala é o deus hindu da morte e da destruição.
Devas são espíritos intimamente ligados e integrados à natureza, trabalhando nela sem questionar. Não são bons nem maus, mas podem ser manipulados pelos humanos para finalidades boas ou ruins. Em um certo ponto de evolução, eles se individualizam, e podem ser confundidos com anjos, ou fadas. Em um certo estado de consciência, algumas pessoas podem vê-los. Podem se apresentar como gnomos, duendes, fadas, sereias, sílfides e outros.
Na mitologia Hindu, os devas equivalem aos anjos do Cristianismo. O nome deriva da raiz sânscrita div, que significa resplandecente, aludido à sua aparência autoluminosa. Como adjetivo significa algo divino, celeste, glorioso.
Forma de sacerdote ou homem místico. A palavra tem caído em desuso no português brasileiro. Pode-se encontrar uma referência a esse termo no conto de Machado de Assis "O segredo do Bonzo".
Monge, servidor de um templo, estudioso de teologia e outras ciências humanas. No oriente antigo (séc V a XV), a tradução da palavra Bonzo se refere ao homem religioso, sacerdote ou não, que por sua cultura geral, serve de conselheiro, psicólogo, curandeiro de males físicos e espirituais, além de mediador de discussões e desentendimentos em sua comunidade.
Dasharatha (Sânscrito: दशरथ, IAST Daśaratha) é o pai de Rama, o heróico príncipe e avatar de Vishnu no épico hindu Ramayana. No conto, Dasharatha foi o rei de Ayodhya e um descendente de Raghuvamsa. Ele teve três esposas, Kaushalya, Sumitra e Kaikeyi. O filho de Kaushalya foi Rama, os filhos de Sumitra foram Lakshman e Shatrughna e o filho de Kaikeyi foi Bharata. Ele e Kaushalya também foram os pais de Shanta, esposa de Ekashringa.
No Ramayana
Quatro eventos chave no Ramayana ocorrem na vida de Dasharatha:
* Tendo ouvido os grandes contos de Dasharatha, o rei demônio Ravana - cuja ambição era governar os três mundos - estava cheio de inveja e mandou mensageiros à corte de Dasharatha pedindo ao rei que preste homenagem e tributo a Ravana ou enfrente uma guerra. Dasharatha atirou flechas e disse aos mensageiros que, na sua volta, eles iriam encontrar os portões da capital de Ravana, Lanka, fechado pelas flechas. Quando Ravana se envergonhou devido à derrota, as flechas foram atiradas de volta a Ayodhya. Sabendo que Dasharatha era superior a ele, Ravana empreendeu intensos tapas (penitências) para pedir favor ao senhor Brahma. Quando Brahma apareceu na sua frente, Ravana pediu: "Senhor! Abençoe-me com esse presente de Graça: não deixe que filhos nasçam de Dasharatha"
* Dasharatha era famoso pela sua habilidade de caçar cego, somente pelo som. Durante uma de suas expedições de caça, ele ouviu um barulho que lembrava um elefante bebendo água, e atirou uma flecha na direção. Para o seu pesar, ele viu que não era um elefante, mas um menino chamado Sravana Kumar, que estava colhendo água para matar a sede dos seus pais cegos. Sravana costumava levar os seus pais para qualquer lugar em duas panelas apoiadas nos ombros. Eles eram completamente dependentes do menino e Sravana estava inconsolável achando que eles iriam ficar sem ninguém para protegê-los. Como o seu último desejo, ele pediu que o Rei levasse água para os seus pais. O velho casal bebeu a água, sem saber que não fora oferecido pelo seu filho. O rei, hesitantemente, narrou-lhes o incidente. Para a sua tristeza, o velho pai amaldiçoou o rei, dizendo que ele também sofreria putrasoka (tristeza por separação de progênie) do mesmo modo que eles. O casal então desistiu das suas vidas, não querendo viver após consumir água oferecida por quem matou o seu filho.
* Dasharatha lutou ao lado dos Devas em uma batalha contra os Asuras, com Kaikeyi como o seu cocheiro. Durante a batalha, Kaikeyi salvou a vida do seu marido. Tocado por isso, Dasharatha prometeu garantir a Kaikeyi dois benefícios para quando ela precisasse de ajuda.
* Esses incidentes na vida de Dasharatha foram determinantes na seqüência seguinte de eventos. Após superar a maldição de Ravana realizando o sacrifício de cavalo para obter filhos, Dasharatha foi abençoado com quatro filhos. Quando os meninos cresceram, Dasharatha decidiu se aposentar e nomear Rama, o mais velho, o príncipe herdeiro. Mas, antes que a cerimônia ocorresse, a ambiciosa Kaikeyi pediu-lhe que realizasse a velha promessa. Ela pediu, como primeiro benefício, que o seu filho Bharata fosse coroado rei ao invés de Rama, e, segundo, que Rama deixasse Ayodhya e vivesse em exílio por 14 anos. O rei desamparado teve de aceitar os seus pedidos, porque, como um Kshatriya por Dharma, ele não poderia voltar atrás: já havia dado a sua palavra. Abatido, Dasharatha morreu de tristeza pouco após Rama ir ao exílio, incapaz de resistir à angústia de separação do seu filho. Isso cumpriu a maldição do pai de Sravana.
A lenda do rei Mahabali (mahābali) ou Māvēli(como ele é conhecido localmente na sua terra natal) é a mais popular e a mais fascinante de todas as lendas de Onam. Onam celebrava a visita do rei Mahabali, um antigo rei Dravida ao estado de Kerala todo o ano. O festival é celebrado com fervor dado que o rei Mahabali era muito respeitado pelo seus vassalos. Popularmente Mahabali era chamado de Maveli e Onathappan. Acredita-se ter sido ele um regente do sul da Índia vários milênios antes da era Ramayana e seu império se estendia desde Vindhyas ao norte se estendendo para o sul.
Reino do rei Mahabali
A lenda diz que o lindo estado de Kerala era a capital do rei Asura (demônio), Mahabali. O rei era muito respeitado no seu reino e era conhecido por sua sabedoria, ponderação e extrema generosidade. Dizem que Kerala testemunhou sua era dourada no reino do rei Mahabali. Todos estavam felizes no reino, não havia discriminação com base na classe ou castas. Ricos e pobres eram tratados equalitamente. Não havia crime, nem corrupção. O povo não trancava as suas portas, pois não havia ladrões no reino. Não havia nem pobreza, tristeza ou doença no reino do rei Mahabali e todos eram felizes e contentes.
Breve história do rei Mahabali
Podia se notar que Mahabali era filho de Veerochana e neto de Prahlad, o filho devoto do rei Hiranyakashipu. Mahabali pertenceu a dinastia Asura (demônio). Sua bravura e força de caracter concederam a ele o título de "Mahabali Chakravathy" ou Mahabali - O Grande Penitente.
Desafios dos Devas
Preocupados com o crescimento da popularidade e fama do rei Mahabali os Devas tornaram-se extremamente preocupados e invejosos. Eles se sentiram ameaçados na sua supremacia e começaram a achar uma estratégia para se livrar do dilema.
Para reduzir o crescimento do Mahabali e manter a sua própria supremacia, Aditi, a mãe dos deuses procurou ajuda de Vishnu (o preservador da trindade Hindu) a quem Mahabali adorava.
Dizia-se que Mahabali era muito generoso e caridoso. Se alguém se aproximasse dele pedindo ajuda ou solicitando algo ele sempre consentia. Para testar o rei, Vishnu se disfarçou como um garoto pobre e Brahmin chamado Vamana. Ele foi até o reino de Mahabali, exatamente após ter realizado suas orações e se preparar para conceder dádivas aos Brahmins.
Vishnu se volta para o avatar Vamana
Disfarçado como Vamana, Vishnu diz que ele era um pobre Brâmane e pediu um pedaço de terra. O generoso rei disse que ele poderia ter tanta terra quanto quisesse. O Brâmane disse que ele queria apenas a terra que ele próprio pudesse cobrir com três passos. O rei ficou surpreso ao ouvir este humilde pedido, e insistiu que o garoto pedisse mais. Mas o brâmane novamente disse que queria apenas a terra que se estendesse sob três dos seus passos. Assim Mahabali concordou.
No momento que o rei Mahabali concordou em conceder a terra, Vamana começou a crescer e eventualmente acabou ficando com dimensões cósmicas. Com seu primeiro passo o garoto cobriu toda a terra e com o segundo os céus. E então ele perguntou ao rei Mahabali onde ele poderia dar o terceiro passo.
O rei percebeu que ele não era um ordinário Brâmane e seus três passos destruiriam a terra. Mahabali, com as mãos postas, inclinou-se perante Vamana e pediu para ele desse seu último passo sobre a sua cabeça para que assim ele pudesse manter a sua promessa. O Brahmin colocou seu pé sobre a cabeça do rei, e o levou para o patala, o mundo subterrâneo.
O rei Mahabali pede para visitar Kerala
O rei era muito ligado ao seu reino e seu povo, ele pediu para que fosse permitido visitar Kerala uma vez ao ano. Vishnu concedeu seu desejo.
Na mitologia hindu Kaitabh, é associado a cosmologia hindu. Ele junto com sua companheira, Madhu, originados das orelhas do Deus Vishnu, enquanto ele esta no profundo sono do Yoganidra. De seu umbigo a lótus se abriu no qual Brahma estava sentado e contemplação para criar o cosmos e o universo.
Kaitabh e Madhu eram demônios, designados para aniquilar Brahma. Entretanto, Brahma os avistou, e invocou a deusa Mahamaya. Neste momento Vishnu acordou, e os dois demônios conspiradores foram mortos. Outra lenda propõe que Vishnu na sua manifestação como Mayagriva matou Kaitabh e Madhu, e recuperou os Vedas, que eles tinham roubado, e depositou as águas profundas dentro do primeiro oceano.
Na mitologia hindu Holika era uma mulher-demônio que foi morta no dia de Holi. Ela era a irmã do Rei Hiranyakashipu. A lenda do conflito de Holika significa o triunfo do bem sobre o mau.
A Incineração de Holika
Este é uma lenda muito famosa e aquela que é mais freqüentemente contada quando se pergunta sobre o porque do festival de Holi.
A lenda é parte de um mito sobre o rei Hiranyakashipu e seu desejo de ser um homem poderoso. Para saciar seu desejo ele praticou os tup. Ele queria a imortalidade, como não foi possível, desejou então que ele não fosse morto por um animal ou homem, que a morte não parti-se de dentro ou de fora de onde ele estava, que ele não morre-se de dia ou de noite, nem por ashtra ou shastra e finalmente ele não morresse de algo que viesse da terra, do mar ou do ar. Ele foi agraciado por seu desejo e se tornou invencível e seu povo o adorava como um deus. Todos com exceção do seu filho Prahlad. Prahlad recusou considerar seu pai um deus e manteve-se devoto de Vishnu.
Isto fez o pai de Prahlad ficar furioso e ele tentou inúmeras vezes matar Prahlad. Estas tentativas incluíram dizer a Prahlad para segurar um bastão em brasa, dizendo a ele para saltar sobre um precipicio e quando um elefante atropelaria Prahlad. Cada vez Prahlad fazia como foi pedido ele chamava o nome Vishnu e era salvo.
Origem
Em uma destas tentativas que nós encontramos a mais provável origem do Holi e porque o festival é chamado de Holi. Numa tentativa em particular de atentar contra a vida de Prahlad o rei Hiranyakashyapu chamou a sua irmã Holika para ajudá-lo. Holika tinha um dom especial que evitava que ela se ferir no fogo. Assim o rei Hiranyakashyapu pediu a ela para se sentar no bonfire com Prahlad on her lap na esperança que isto matar Prahlad. Mas como anteriormente Prahlad não se preocupou e chamou o nome de Vishnu e não foi ferido, mas Holika foi queimada viva.
Em diferentes regiões da India inúmeras razões são dadas para a morte de Holika. Algumas são:
* Vishnu intercedeu e fez Holika queimar,
* O poder de Holika foi dado por Brahma sobre a condição de nunca usa-lo para ferir alguém,
* Holika era uma boa pessoa e eram as roupas que ela usava que lhe davam seu poder, e sabendo o que estava acontecendo era errado, ele deu a Prahlad suas roupas e morreu por isso.
O fogo queimando no olho de Holi simboliza a inceneração de Holika.
Hoje
Para muitas pessoas, Holi celebra a morte de Holika ao tentar salvar Prahlad e nós vemos onde Holi conseguiu seu nome. A noite anterior ao Holi piras são acendidas no Norte da Índia em conexão com esta tradição. Deve-se também notar que em algumas partes da Índia o dia é atualmente chamado de Holika. Há outras atividades associadas com a lenda de Prahlad, Mas a incineração de Holika é uma das que mais se associa diretamente com Holi.
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