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O encrontro do piano misterioso

Piano é descoberto na montanha mais alta da Grã-Bretanha:

Um misterioso piano foi descoberto por militantes ecologistas a mais de mil metros de altura, na montanha de Ben Nevis, a mais alta do Reino Unido, situada no noroeste da Escócia, indicou nesta quarta-feira.
Quinze ecologistas da organização John Muir Trust que subiram para limpar o pico de Ben Nevis, de 1.344 metros de altitude, tentam compreender como o piano pôde chegar a 200 metros do cume da montanha.
"Nossos jovens não acreditavam no que viam", relatou Nigel Hawkins, diretor da associação. "No início, pensaram que era um baú de madeira, mas logo viram a parte metálica e as cordas".
"A única coisa que falta é o teclado, e esse é outro mistério. Talvez esteja oculto no outro lado da montanha", acrescentou. A única pista para resolver o mistério é uma caixa de biscoitos encontrada sob o piano, cuja data de validade é dezembro de 1986.

Como será que esse piano foi parar em um local tão inacessível, sendo que existia acesso por veículos até lá?

Será que foi alguma transmutação interdimensional?

Sabemos que existem portais desse nosso mundo para outro.

Muitos objetos desaparecem em um local e aparecem misteriosamente em outro, muito distante e sem deixar pistas de como chegaram até lá.

Será que esse seria o caso desse "Piano Misterioso"?

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O Vôo Que Atrasou No Tempo

O VÔO QUE ATRASOU NO TEMPO

"Desde épocas muito distantes, existem relatos sobre fatos estranhos ocorridos com pessoas e veículos, parecendo que ficaram momentaneamente fora da nossa dimensão, alterando por completo o tempo de percurso de suas viagens."

Muitos desses fatos constam em artigos de revistas, jornais, registros policiais e de documentos de agências governamentais que investigaram esses fenômenos."

O fato descrito a seguir é sobre um desses acontecimentos:

"Um incidente envolvendo um lapso de tempo ocorreu no aeroporto de Miami no ano de 1969, e até hoje nunca foi explicado.

O fato passou-se com um Boing 727 de passageiros da empresa aérea "National Airlines", o qual se aproximava por nordeste do aeroporto de destino e que, sendo seguido pelo radar do Centro de Controle Aéreo dos Estados Unidos, simplesmente desapareceu repentinamente da tela do radar durante cerca de 10 minutos, sendo que depois reapareceu subitamente, e na mesma posição.

O aivão aterrissou no aeroporto de Miami sem incidentes e o piloto e sua tripulação ficaram surpresos com a preocupação das equipes de terra, já que durante o vôo eles não tinham notado nada de anormal.

Como explicação para toda aquela agitação com a chegada do avião, o supervisor da equipe do Controle Aéreo, disse para os pilotos:

- Homem, durante dez minutos vocês simplesmente não existiram, desapareceram por completo.....

Então os tripulantes e pilotos comentaram que isso era um absurdo, pois nada de anormal aconteceu durante o vôo, a não ser uma imensa "nuvem de neblina densa" que eles atravessaram durante a viagem, sendo que estavam rigidamente dentro do horário.

Então a equipe de terra comentou que não, que eles estavam atrasados com relação ao horário previsto para chegada.

Foi quando os membros da tripulação do avião verificaram seus relógios, e todos estavam uniformemente com dez minutos de atraso, com relação ao tempo marcado pelos relógios do pessoal de terra.
Inclusive os relógios e indicadores internos da aeronave também estavam todos com 10 minutos a menos do que os relógios do aeroporto de Miami.

Observa-se que sempre são checados os relógios e marcadores das aeronaves, antes de cada viagem, e nessa em especial, nenhuma diferença foi verificada antes de sua partida no aeroporto de origem."

Até hoje ninguém conseguiu explicar o fenômeno que ocorreu durante o vôo da "National Airlines".

Teria esse vôo atravessado algum espaço interdimensional, ficando mesmo que temporariamente fora da nossa dimensão, motivando dessa forma o atraso em seu pouso no aeroporto de destino?


Boing 727 utilizado pela empresa aérea "National Airlines"

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Danell Standing: O Andarilho das Estrelas

Vejam que curioso este mistério.

Reza a lenda que em 1913, saíram contrabandeados das muralhas da penitenciária de San Quentin, Califórnia, EUA, os escritos de um ex-detento, o qual lá permaneceu por 8 anos, dos quais 5 longos anos na solitária, onde passava a maior parte do tempo preso à camisa-de-força, após este longo período, como fim de sua sentença, veio a ser enforcado.

Esta seria apenas mais uma memória de um ex-prisioneiro, não fosse pelo incrível conteúdo de seus relatos.

Primeiramente um breve esclarecimento sobre quem foi Danell Standing.
Danell era um bem sucedido professor de Agronomia, na Escola de Agricultura da Universidade da Califórnia. Foi apanhado em flagrante sob a acusação de assassinato do Professor Harkell, num dos laboratórios da Mineração, os reais motivos do crime continuam desconhecidos, ou perdidos no tempo.

Na prisão, sofreu todo o tipo de perseguições e torturas, até que na solitária, preso, fraco e cheio de dores, aprendeu a controlar sua agonia e sofrimento por meio da auto-hipnose, um método que aprendeu dentro da própria prisão.

Através da auto-hipnose, Danell Standing não só permanecia num estado de aparente "coma", como os médicos da prisão relataram, mas aprendeu o que os parapsicólogos chamam de desdobramento, ou segundo os místicos, viagem astral. Por meio deste estado induzido, diz-se que Danell foi capaz de "vivenciar" ou "lembrar" suas encarnações passadas.

Em suas memórias, descreveu muitas historias, mas uma em especial, chama a atenção.

Em seus relatos, Danell descreve uma existência anterior como um marinheiro americano, de nome Daniel Foss. Ele conta que partiu do porto da Filadélfia em 1809, com destino às Ilhas da Amizade.

Seu navio naufragou no dia 25 de novembro de 1809. Ele foi o único sobrevivente,que teria vivido 8 anos isolado numa ilha se alimentando somente de carne de foca, até ser resgatado.

Em seu poder, havia um canivete e um remo, no qual talhava com um marco, o fim de cada semana que ali passava. Neste remo, talhou também, segundo Danell, os seguintes dizeres:

corvosdemalta.blogspot.com
"Serve esta para informará pessoa em cujas
mãos este Remo vier a cair que DANIEL
FOSS, natural de Elkton, Maryland, um
dos Estados Unidos da América do Norte, e
que zarpou do porto da Filadélfia em 1809
a bordo do brigue NEGOTIATOR rumo às
Ilhas da Amizade, foi lançado nesta ilha
desolada em fevereiro do ano seguinte e ali
erigiu uma cabana e viveu inúmeros anos,
subsistindo com carne de foca – sendo ele
o último sobrevivente da tripulação do dito
brigue, que colidiu com uma ilha de gelo e
naufragou aos 25 de novembro de 1809."


Danell Standing, após a "lembrança" desta vida, conseguiu, por intermédio do encarregado-chefe da prisão, o qual havia sido também prisioneiro e seu ex-vizinho de cela na solitária, enviar uma carta ao curador do Museu da Filadélfia, argüindo sobre o remo em questão, pois quando salvo, Daniel doou o remo ao Museu.

Incrivelmente o curador do museu teria respondido com um carta que segue transcrita abaixo:
...
...
"É verdade que existe aqui um remo como V.Sa. descreveu.
Mas poucas pessoas sabem de sua existência, pois o mesmo não está em exibição ao público.
Na verdade, e já ocupo este cargo há dezoito anos, eu próprio não sabia de sua existência.
Mas, consultando nossos antigos registros, descobri que tal remo foi-nos doado por um certo Daniel Foss, de Elkton, Maryland, no ano de 1821.
Não foi senão depois de longa busca que encontramos o remo, numa sala de madeirames diversos num sótão em desuso. As chanfraduras e o relato estão entalhadosno remo, exatamente do modo descrito por V.Sa..
Está também em nossos arquivos um livreto, doado na mesma época, escrito pelo dito Daniel Foss e impresso em Boston pela firma N. Coverly, Jr.Esse livreto descreve oito anos da vida de um náufrago numa ilha deserta.
É evidente que esse marinheiro, em sua velhice e passando necessidades, fez circular o dito livreto entre as almas caridosas.
Tenho muita curiosidade em saber como V.Sa. tomou conhecimento desse remo, cuja existência nós, do Museu, ignorávamos. Estarei correto em presumir que V.Sa. teria lido esse relato em algum documento posteriormente publicado por esse DanielFoss?
Terei a maior satisfação em receber quaisquer informações sobre o assunto e comunico a V.Sa. que estou tomando providências imediatas para recolocar o remo e o livreto em exibição.

Sem mais, firmo-me mui atenciosamente,

Hosea Salsburt "
corvosdemalta.blogspot.com
...
Anos mais tarde ao fato, embora fosse um cético, Jack London, mestre norte-americano da ficção, absorveu a rica experiência de Danell Standing e se propôs a narrar um dos mais instigantes e envolventes romances de todos os tempos no livro [Star Rover] O Andarilho Das Estrela,(imagem que ilustra o post).
...
Se é verdade ou não, nunca saberemos, mas trata-se é uma história curiosíssima, e aos que quiserem saber mais encontrei

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O desaparecimento de Charles Ashmore

Outro desaparecimento incompreensível foi o de Charles Ashmore, em 1878.
Charles tinha dezesseis anos e morava com seus pais e irmã numa fazenda perto de Quincy, Illinois - EUA.

Em 9 de novembro de 1878, Charles saiu de casa para buscar água no poço. Era cerca de 9 horas da noite.
Meia hora depois, como ele não voltava, a familia estranhou.

0 pai, Christian Ashmore, acendeu uma lanterna e, junto com a filha mais velha, Martha, saiu à procura de Charles. Tinha caído um pouco de neve naquela tarde, e as impressões dos pés de Charles estavam bem nítidas. Chegando ao meio do caminho para o poço, pai e filha pararam, surpresos: o rastro de Charles, na neve, sumia de repente. 0 resto do caminho até o poo estava intocado, branco. Parecia que o rapaz tinha alçado vôo.

Para não estragar o rastro, ambos deram uma volta até chegar ao poço.
Lá descobriram outra coisa espantosa: a agua do poço estava coberta por uma fina carnada de gelo, obviamente sem ser perturbada há horas. Charles não chegara ao poço.
Voltando para casa, notaram que a neve dos dois lados do caminho também estava sem pegadas. Naquela noite Charles não apareceu.

Quatro dias depois, a mãe do rapaz, angustiada, foi ao poço buscar água. Quando voltou à casa, estava chorando sem parar e dizia ter ouvido a voz do filho chamando por ela.
Com a ajuda dos vizinhos, a familia recomeçou a procurar Charles.

Sem resultado. A imaginação e angustia da mãe poderiam explicar esse fenômeno.

Mas, dias depois, os outros membros da familia e até os vizinhos escutaram a voz de Charles chamando.
A partir daí várias vezes essa voz fez-se ouvir, até desaparecer completamente no verão seguinte.

Este caso foi muito estudado pelo pesquisador Ambrose Bierce, que anos mais tarde, também sumiu de forma misteriosa, sem deixar vestígios, quando visitava o México em 1914.

Será que também ele, como Charles Ashmore, desapareceu em um algum tipo de "Fenda no Espaço Tempo", chegando em outra dimensão?
Ou o que teria acontecido com ele? Com certeza algo "Além da Imaginação!"

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Existe um ser vivo imortal em nosso planeta!


A maioria dos seres vivos estão condenados a morrer de uma ou outra forma. Mas existe um animal neste planeta que é imortal, ele não pode morrer de velho. E isto não significa que não envelheça, é algo bem mais estranho e fascinante: quando ele chega a um determinada idade, rejuvenesce.

Trata-se de uma espécie de medusa chamada Turritopsis Nutricula, à que passo a chamar de Turrito por questões práticas. Turrito é um hidrozoário, ou seja, um animalzinho marinho de alguns poucos milímetros e quase transparente. É o único ser vivo que os cientistas consideram que conseguiu enganar à morte.

Os Turritos, quando atingem sua maturidade sexual, revertem completamente seu estado para uma nova puberdade. É como se pela manhã você acordasse como um bebê. Voltam quase ao zero. Não somente suas características sexuais mudam, senão que, por exemplo, perdem os quase 100 tentáculos e passam a ter uns poucos pares renovados.

De uma forma similar em que uma serpente perde sua pele sem deixar de ser ela mesma, estes Turritos se renovam completamente. Em outras palavras: cresce um novo corpo no interior dele mesmo, mas são sempre o mesmo indivíduo.

É o único caso conhecido de um animal metazoário capaz de reverter completamente a um estágio de imaturidade sexual, o estágio de colônia após ter alcançado a maturidade sexual é um estágio solitário. Ele realiza isto através de um processo celular de transdiferenciação. Teoricamente, este ciclo pode-se repetir indefinidamente, configurando-se em efetiva imortalidade.

Deixando de lado as questões técnicas da natureza, o assombroso é a “inventiva” da mesma, a enorme variedade, as tentativas incansáveis da vida por subsistir na contramão de toda a entropia do Universo.

Turrito não é a única fonte natural de estudos para atingir a imortalidade (ou o mais parecido a ela): no reino vegetal as sementes podem permanecer em suspensão animada durante séculos para depois reviver do nada, uma espécie de álamos que compartilham as raízes e o DNA que podem viver ao menos 80 mil anos.

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O desaparecimento dos Faroleiros de Flannan


O MISTERIOSO DESAPARECIMETO
DOS FAROLEIROS
DA ILHA DE FLANNAN!

A luz do farol das Ilhas Flannan costumava piscar duas vezes a cada 30 segundos. Em dias de bom tempo, era possível enxergá-la a 20 milhas de distância, embora o arquipélago, localizado na Escócia, normalmente fosse encoberto pela neblina. Uma equipe formada por três homens guardava essa fortaleza particular de 23 metros de altura – havia uma troca de integrantes a cada duas semanas. Em 7 de dezembro de 1900, James Ducat chegou ao local para mais 14 dias de trabalho. Seu assistente, William Ross, estava doente e foi substituído por Donald MacArthur. O trio estava completo com o segundo assistente Thomas Marshall. Durante o período, a ilha ficou encoberta por um nevoeiro e, no dia 15, o navio SS Archtor se aproximava da ilha, mas nenhuma luz foi emitida pelo farol. Em 26 de dezembro, os tripulantes do navio SS Hesperus descobriram que não havia ninguém no local, gerando um mito em torno deste mistério.

Três guardas ingleses responsáveis por manter aceso o farol da ilha de Flannan, sumiram sem deixar vestígios.
Os homens se revezavam a cada 14 dias no farol. Uma equipe de 4 saía e outra chegava por navio.
A ilha é minúscula e está no meio do oceano. Não há terra nas proximidades nem onde se esconder. Além disso o acesso à ilha é dificílimo em função das rochas e encostas pontiagudas.
Como três homens desaparecem da única construção nesta ilha distante? As roupas estavam em seus lugares, os pratos e a mesa postos.

Em 7 dezembro, 1900, James Ducat, o zelador do farol chegou na ilha para recomeçar seu trabalho. Seu primeiro assistente, William Ross, tinha passado mal e um homem local, Donald Macarthur, acabou assumindo seu lugar. Macarthur era um zelador ocasional, que trabalhava lá somente quando os membros regulares do grupo tinham algum problema. Thomas Marshall, o segundo assistente completava o trio.

Na embarcação que os levava para a ilha, estava também Robert Muirhead, o superintendente dos faróis. As inspeções rotineiras eram uma parte de seu cargo e Muirhead costava de manter um controle rígido dos homens sob sua supervisão. O superintendente ficou algum tempo no farol, verificando que tudo estava em perfeita ordem. Teve uma discussão breve com o zelador principal a respeito das melhorias na monitoração do farol. Ele então encerrou o relatório de campo. Cumprimentou cada homem e partiu. O superintendente foi a última pessoa que os viu.

Durante a semana seguinte, como era a prática padrão, o farol foi mantido sob a observação periódica da terra. Um telescópio era apontado da costa para a ilha de Flannan em intervalos regulares. Em caso da emergência, os zeladores do farol poderiam içar uma bandeira apropriada e o auxílio seria imediatamente enviado a eles via barrco. Durante os dias que se seguiram, o farol foi obscurecido frequentemente pela névoa. Era este problema que o superintendente e Muirhead tentaram resolver na última visita dele ao farol em 7 dezembro.

Durante as duas semanas depois, uma névoa pesada envolveu o farol. O farol não seria visível outra vez da base da marinha na costa até o dia 29 dezembro. Em geral quando acontecia isso era mais fácil ver de noite, porque a luz do farol auxiliava. A lâmpada estava visível no 7 dezembro, mas foi obscurecida pelo mau tempo nas seguintes quatro noites. Ela foi vista outra vez no 12 dezembro. Após aquele dia, não se viu mais nada.

No 15 dezembro, o navio SS Archtor estava na vizinhança do farol. Perto da meia-noite, o capitão Holman olhou para fora da plataforma do steamer, esperando travar um flash que fosse da luz do farol da ilha de Flannan, como era usual. Holman estava próximo bastante ao farol e dispunha de tempo suficientemente para certificar-se de vê-lo. Mas nenhuma luz era visível. A embarcação de auxílio de Breasclete não conseguiu chegar ao farol em 21 dezembro. O mau tempo impediu que o navio se aproximasse dos penhascos de rocha. As ondas e o vento estavam muito fortes. Isso impediu a chegada da equipe de resgate ao faro até cinco dias depois.

Como era de praxe protocolar, o grupo de funcionários do farol deveria recepcionar o navio em um pequeno bote para ajudar aos homens que os substituiriam. Uma bandeira era erguida para mostrar ao grupo do encarregado que os homens do farol davam as boas-vindas aos seus substitutos. Isso acontecia costumeiramente, mas naquele dia não havia homens, nem bote, muito menos a bandeira. O capitão Harvie, no barco Hesperus, deu ordens para soar a sirene. Mas não havia nenhuma resposta.
Sem resposta eles viram que teriam que entrar na ilha sem ajuda. Isso tornou muito mais difícil o trabalho deles, pois era uma área de maré agitada.

Os homens escalaram uma parte da rocha até chegar na corda que era usada para auxiliar na subida pela encosta da ilha. Os homens se arriscaram e chegaram ao farol.

A porta exterior do farol estava trancada. Por sorte, Moore tinha consigo uma cópia do jogo de chaves. Ele destravou o edifício entrou. O lugar estava deserto. Não havia nenhum sinal do Ducat, do Marshall ou do Macarthur. O relógio na parede interna tinha parado. Não havia nenhum fogo na lareira e todas as camas estavam vazias e arrumadinhas. Uma refeição tinha sido preparada mas, mas estava sob a mesa, intacta.

Moore apressou-se correu de volta até a área de desembarque. Ofegante, explicou a McCormack que o grupo havia sumido no ar como mágica. O segundo ajudante juntou-se a eles em terra e juntos os dois homens montaram uma busca completa na ilha do farol. Nem sinal dos homens. Tinham desaparecido.
Moore e McCormack voltaram ao barco e deram ao capitão Harvie a má notícia. Este, instruiu o terceiro assistente retornar ao farol com os três outros, para que tomassem conta da manutenção provisória do farol antes que acontecesse alguma tragédia.
Enquanto isso, o Hesperus retornaria a Breasclete para informar as autoridades o ocorrido.

Um telegrama foi emitido por Harvie à secretária dos comissários do norte do farol mais tarde que o mesmo dia, informando o desaparecimento dos funcionários.
Na ilha Flannan, Joseph Moore e seu parceiro fizeram uma busca ainda mais rigorosa pelo farol e um retrato dos eventos começou logo a emergir. Ao que puderam observar, tudo correu bem no farol até a tarde de 15 de dezembro. O diário de bordo do faroleiro era fundamental para a investigação. O diário estava intacto, com dados detalhadas dos procedimentos e relatórios de cada dia até o dia 13. O chefe da zeladoria do farol havia também esboçado parte do relatório dos dias 14 e 15 em uma folha solta. Pelos registros, houve uma tempestade no dia 14, mas que na manhã seguinte já havia perdido a força. Não havia nenhuma indicação de nenhum problema adicional.
Até hoje inúmeras teorias, como ondas gigantes, loucura suicida coletiva, abdução alienígena e monstros marinhos são as possibilidades para justificar o misterioso desaparecimento desses três homens.

Ilhas Flannan no Google Earth: 58°17'18.00"N, 7°35'24.00"W

Para quem tem instalado o Google Earth ==> Ilhas Flannan

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O desaparecimento de uma vila inteira

O INCRÍVEL CASO DE UMA VILA
INTEIRA QUE DESAPARECEU



"Talvez o mais fantástico entre todos os casos contemporâneos seja o desaparecimento de uma vila esquimó inteira, às margens do lago Anjikuni, em 1930."

Até hoje as autoridades canadenses não foram capazes de resolver esse enigma ou entrar em contato com membros ou descendentes daquela tribo. É praticamente como se ela jamais tivesse existido.
O mistério surgiu em novembro de 1930, quando um caçador de peles valiosas de nome Joe Labelle entrou, caminhando pela neve, na familiar vila de barracas, completamente deserta.
Apenas duas semanas antes, a última vez em que Labelle estivera lá, a vila era um assentamento agitado e cheio de vida, com crianças correndo e fazendo algazarra, velhas carregando roupas, homens carregando madeira e conversando nos alpendres.

Agora ao invés das amigáveis saudações de acolhimento, Labelle foi recebido por um silêncio sobrenatural.
Sem encontrar viva alma, o caçador procurou desesperadamente por pistas que o levassem a explicar a situação.
Absolutamente em vão. Os caiaques dos esquimós continuavam ancorados como de costume, suas casas guardavam os artigos essenciais dos habitantes da vila: seus tapetes e rifles. Nas fogueiras apagadas do acampamento, encontravam-se os familiares potes de cozido de carne de caribus (cervo) congelados, que consistiam no prato rotineiro da tribo.

Tudo estava no lugar certo, com exceção das pessoas. Era como se a comunidade inteira de duas mil pessoas tivesse deixado subitamente as suas casas no meio de um dia normal. Mas havia outro detalhe diretamente relacionado à sua ausência: Labelle verificou, profundamente estarrecido, que não havia rastros no chão indicando que as pessoas saíram do acampamento.

Tomado por um estranho e mórbido sentimento de terror o caçador dirigiu-se ao escritório telegráfico do distrito mais próximo e alertou a Real Polícia Montada do Canadá.
Os mounties nunca tinham ouvido história parecida. Uma expedição foi imediatamente organizada a fim de investigar a vila, sendo também empreendida uma busca ao longo das margens do lago Anjikuni. Não foi possível localizar a tribo perdida e a expedição só serviu para agravar o mistério.
Ao chegar no acampamento deserto, os mounties canadenses encontraram duas gélidas provas que insinuavam definitivamente a possibilidade de que houvesse ocorrido um evento sobrenatural.

Em primeiro lugar, descobriram que os esquimós não levaram os seus trenós puxados por cachorros, como Joe Labelle afirmou de início.
Além disso, as carcaças dos huskies foram encontradas cobertas de neve acumulada pelo vento nas cercanias do acampamento. Eles morreram de inanição.
Em segundo lugar, e em alguns aspectos o mais inacreditável, foi a descoberta de que as sepulturas dos ancestrais da tribo haviam sido profanadas e os restos mortais, removidos, ou seja, apenas os humanos, incluindo os mortos foram retirados da tribo. "Por quem e por quê, ninguém sabe".

Esses dois fatos deixaram as autoridades perplexas. Os esquimós não poderiam de maneira alguma ter viajado sem um dos seus meios de transporte típicos, os trenós ou os caiaques.
E jamais deixariam seus fiéis servos caninos morrerem de uma forma tão lenta e dolorosa.
Ainda assim, eles partiram, e os cachorros foram deixados à sorte.

O segundo enigma, as sepulturas abertas, era o bastante para os etnólogos familiarizados com o comportamento da tribo, uma vez que a profanação de tumbas era desconhecida entre os esquimós.
Além disso, o solo estava tão congelado que parecia petrificado e seria impossível escavá-lo à mão.
Como afirmou um oficial mounty na ocasião: "Esse acontecimento é, de um modo geral, "fisicamente improvável".
Mais de meio século depois, esse veredicto ainda é verdadeiro...

"O que na verdade teria acontido com os habitantes da vila? Foram exterminados? Transpassaram para outra dimensão? Ou o que?"

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Iate Fantasma

IATE FANTASMA


Sexta-Feira, 20 de Abril de 2007

Serviços de emergência na Austrália iniciaram uma operação de busca por três tripulantes de um iate encontrado abandonado na costa de North Queensland. O motor do barco estava ligado, a mesa posta para o jantar, mas não havia ninguém a bordo.

A operação de busca por mar e ar deve refazer a viagem do iate e definir a área de investigação. A polícia acredita que o barco partiu com os três tripulantes de Airlie Beach com destino a Townsville no domingo.

O catamarã de 12 metros foi visto de um helicóptero da guarda costeira na quarta-feira, mas uma equipe de resgate só chegou ao barco na sexta-feira, e confirmou que não havia ninguém na embarcação. Equipes de resgate dizem que estão intrigadas com o desaparecimento misterioso da tripulação.

"Motor ligado"
Todas as velas do barco estavam içadas, embora uma estava muito rasgada, e os coletes salva-vidas ainda estavam na embarcação. Equipes de resgate recuperaram o aparelho do sistema de posicionamento global (GPS) do barco, que pode dar a eles mais indicações do paradeiro da tripulação.

Doze aeronaves buscam o barco que, de acordo com o correspondente da BBC em Sydney, Nick Bryant, já está sendo chamado de "o iate fantasma".

Sexta-Feira, 21 de Abril de 2007:

A polícia de Queensland, na Austrália, que investiga o "iate fantasma" encontrado na costa sem a sua tripulação, acredita que os três desaparecidos podem ter sido vítimas de ventos fortes e mar agitado. Os investigadores tiveram acesso ontem ao equipamento GPS da embarcação, um catamarã de 12 m, o que pode trazer pistas sobre a rota do "Mary Celest".

Computadores, diários e mapas também foram analisados, segundo o jornal australiano Sunday Times. Os policiais acham que os três tripulantes podem ter sido retirados do iate há uma semana. Os familiares dos desaparecidos Derek Batten, 56 anos, Peter Tunstead, 69, and Jim Tunstead, 63, rezam para que eles estejam em bote flutuante à espera de resgate.

Após a descoberta do iate ontem, várias teorias para o desaparecimento surgiram. Os tripulantes poderiam ter sido vítimas de piratas ou terem se separado do barco enquanto nadavam.

O catamarã foi visto de um helicóptero da guarda costeira na quarta-feira, mas uma equipe de resgate só chegou ao barco na sexta-feira, e confirmou que não havia ninguém na embarcação. O motor do barco estava ligado. Todas as velas do barco estavam içadas, embora uma estava muito rasgada, e os coletes salva-vidas ainda estavam na embarcação. A informação de que havia comida posta em mesa foi negada posteriormente pela polícia.

Comentários: O mar é uma área que contém muitos mistérios ainda não desvendados. Durante os anos diversos desaparecimentos sem explicações ocorreram em áreas diversas dos Oceanos.

- Visões de objetos luminosos submersos se deslocando perto de embarcações;
- Casos de alterações no "espaço/tempo" em aeronaves comerciais;
- Áreas em que equipamentos eletrônicos não funcionam;
- Encontro de embarcações que desaparecem novamente em seguida.

E muitos outros casos estranhos rondam os mares do nosso planeta.

- O que teria acontecido com os tripulantes desse Iate que foi achado a deriva e sem marcas de luta ou avarias?
- Porque os tripulantes abandonariam o Iate sem levar os coletes Salva Vidas?
- Porque o motor permaneceu ligado?

Se fosse o caso de abandono da embarcação devido à uma grande tempestadee, naturalmente os tripulantes levariam consigo os coletes Salva Vidas, os quais são itens primordiais de segurança.
E porque o Iate encontrado estava intacto?
Se fosse uma grande tempestade, deveria estar cheio de água e com a parte interna "abalada" pelos enormes balanços sofridos no mar.

O que teria acontecido?

- Seria um caso de "Abdução" em alto mar?
- Poderiam os tripulantes do "Iate Fantasma" terem passado para outra dimensão por algum portal "Espaço/Tempo" encontrado por acidente em uma determinada região?

Muitas são as dúvidas e incertezas sobre esse caso, mas essa é a prova de que existem mais mistérios nos Oceanos do que podemos imaginar em nossos piores pesadelos.

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Coincidências ou Interferência do Além?

O Isqueiro Dourado:

Nos anos 1890, o Príncipe de Gales deu de presente um isqueiro dourado para um amigo caçador de raposas Edward Southern.
Um dia, durante uma caçada, Southern caiu de seu cavalo e o isqueiro soltou-se de sua corrente e perdeu-se. Southern mandou fazer uma réplica e a deixou de herança para seu filho Sam.
Enquanto viajava pela Austrália, Sam deu de presente o isqueiro para um amigo, o senhor Labertouche.
Quando ele retornou à Inglaterra, Sam descobriu que um fazendeiro havia encontrado o isqueiro original (vinte anos após a sua perda) quando lavrava seu terreno.
Sam escreveu para seu irmão que estava viajando pela América para contar as boas novas, que por sua vez leu a carta em voz alta para sua companhia de viagem em um trem.
Por um golpe de sorte bizarro, seu amigo estava carregando a réplica do isqueiro que havia ganhado do Sr. Labertouche.

Raios:

As chances de ser atingido por um raio são bem pequenas; as chances de ser atingido por um raio duas vezes (em dias diferentes) é praticamente inexistente; então, quais são as chances de ser atingido por raios sete vezes?
Com o detentor do recorde mundial, Roy Sullivan, os eventos aconteceram da seguinte maneira:

1942 – Sullivan foi atingido pela primeira vez , na perna, quando estava em um mirante.
O raio o fez perder a unha de seu dedão do pé.

1969 – O segundo raio o atingiu em seu caminhão enquanto dirigia por uma montanha, deixando-o inconsciente e queimando suas sobrancelhas.

1970 – O terceiro queimou seu ombro esquerdo enquanto ele estava em seu quintal.

1972 – O próximo aconteceu em uma estação de guarda-florestal. O raio queimou seu cabelo e depois disso, ele começou a carregar uma garrafa de água consigo.

1973 – Um raio atingiu Sullivan na cabeça, o atirou de seu carro, e de novo queimou seu cabelo.

1974 – Sullivan foi atingido pelo sexto raio em um área de acampamento, machucando seu tornozelo.

1977 – O sétimo e último raio o atingiu enquanto pescava. Sullivan foi hospitalizado com queimaduras em seu peito e estômago.

Cruzamento Ferroviário:

Em 1991, Cristina Vernoni, 19 anos, foi morta em um cruzamento ferroviário sem vigilância em Reggio Emilia, no norte da Itália. Quatro anos depois, seu pai de 57 anos estava indo de carro para o trabalho, seguindo seu caminho habitual, que o levou ao mesmo cruzamento, quando seu carro foi atingido por um trem.
Foi arrastado por quase onze metros antes do trem finalmente parar. Uma coincidência maior ainda: o condutor do trem, Domenico Serafino, era o mesmo do trem que matou a filha de Vernoni quatro anos antes.
Investigadores afirmaram que a morte foi completamente acidental, descartando o suicídio.

Coincidência Picante:

Em março de 1951, Denis o Pimentinha nasceu… duas vezes.
Com apenas três dias de diferença (mas com a mesma estréia), Hank Ketcham nos Estados Unidos e David Law no Reino Unido criaram suas primeiras tirinhas contendo um personagem de nome idêntico.
Ambos não tinham ideia da história em quadrinhos do outro, mas quando tomaram conhecimento da coincidência, decidiram que ambos continuariam escrevendo suas tirinhas sem interferirem na do outro.
Uma coincidência maior ainda é o fato dos dois personagens Denis O Pimentinha vestirem suéteres listrados.

Sr. Robertson:

Em 15 de outubro de 1952, Robert Paterson tentou embarcar no trem da Amtrak de Phoenix para Los Angeles, nos Estados Unidos.
O condutor o informou que Robert Paterson já estava a bordo.
Depois de uma checagem rápida, descobriram que ambos possuíam passagens.
Os homens tinham altura, peso e aparência semelhantes.
A caminho de Los Angeles, o trem fez uma parada de emergência em Barstow para pegar outro passageiro: Robert Paterson.
O terceiro Sr. Paterson também tinha aparência semelhantes aos dois primeiros.
Quando o trem chegou em Los Angeles, os três Robert Patersons desembarcaram e seguiram seus respectivos caminhos.
O trem preparou-se para seu retorno a Phoenix e, enquanto os novos passageiros embarcavam, o condutor não conseguia acreditar que um quarto Robert Paterson estaria a bordo.

O Vizinho Espião:

Quando Normal Mailer começou a escrever Barbary Shore, não havia planos de ter um espião russo como personagem.
Enquanto ele trabalhava no romance, Mailer introduziu o espião russo em solo americano como um personagem menor, mas a medida que o trabalho progredia, o espião tornou-se um personagem dominante.
Depois do romance ter sido terminado, o Serviço de Imigração dos EUA prendeu um homem que vivia no andar de cima, no mesmo prédio do escritor.
Ele era o Coronel Rudolf Abel, acusado de trabalhar como espião da Rússia nos Estados Unidos na época.

Invasão no Dia-D:

As respostas da famosa cruzadinha do Daily Telegraph deram uma dor de cabeça feia aos agentes de segurança responsáveis por manter em segredo os planos da invasão da Europa pelos aliados em Junho de 1944.
Membros do MI5, o serviço de contra-espionagem Britânico que costumavam se entreter com esse passatempo durante as horas vagas, perceberam que algumas das pistas aparentavam entregar codinomes vitais, inventados para mascarar o maior ataque de todos os tempos.
Dois agentes foram enviados para Leatherhead, em Surrey, para investigar se a cruzadinha do jornal estava sendo usada para alertar os alemães.
Quando interrogado sobre o por quê de ter escolhido tais palavras, o responsável pela cruzadinha, Leonard Dawe, um professor de 54 anos, respondeu “por que não? Existe alguma lei contra usar palavras que ele gostava?”.
A honestidade da resposta convenceu o MI5 que Dawe não tinha conhecimento da estratégia de invasão do Dia-D. Suas respostas para a cruzadinha eram apenas mais uma das espantosas coincidências da vida.

Luís XVI Azarado:

Quando o rei da França Luís XVI era criança, ele foi avisado por um astrólogo para sempre estar em guarda no 21º dia de cada mês.
Luís ficou tão aterrorizado que ele nunca fazia negócios neste dia.
Infelizmente Luís não estava sempre em guarda e em 21 de junho de 1791, depois da revolução francesa, Luís e sua rainha foram presos em Varennes enquanto tentavam fugir da França.
Em 21 de setembro de 1791, a França aboliu a realeza e proclamou-se república.
Finalmente, em 21 de janeiro de 1793, o rei Luís XVI foi executado na guilhotina.

Coincidência Lincoln-Booth:

Uma coincidência interessante é o fato de Edwin Booth ter salvado o filho de Abraham Lincoln de um acidente grave ou mesmo da morte.
O incidente aconteceu na plataforma do trem de Jersey City, New Jersey, no final de 1864 ou início de 1865, pouco antes do irmão de Edwin, John Wilkes Booth assassinar o presidente Lincoln.
Booth não sabia a identidade do homem cuja vida ele salvou até alguns meses depois, quando recebeu a carta de um amigo, Coronel Adam Badeau, que era um oficial na equipe do General Ulysses S. Grant. Badeau ouviu a história de Robert Lincoln, que então se juntou ao Exército da União e também servia na equipe de Grant.
Na carta, Badeau cumprimentou Booth pelo seu ato heróico.
Dizem que o fato dele ter salvado a vida do filho de Abraham Lincoln o confortou após o assassinato do presidente pelo seu irmão.

Coincidência Titânica:

Em 1898 Morgan Robertson lançou “Futility, or the Wreck of the Titan”.
Um palácio flutuante zarpou de Southampton, Inglaterra em abril de 1898 em um viagem pelo Atlântico.
Era o maior e mais luxuoso navio já construído e foi projetado para ser inafundável.
Estava destinado para os EUA, mas nunca alcançou seu ponto final pois seu casco foi destruído por um icerberg e afundou, causando grandes perdas pois não havia botes salva-vidas suficientes para todos os passageiros (24 botes para 3000 passageiros).
O navio se chamava Titan.
Em 1912, um grande navio de luxo que foi construído para ser inafundável zarpou de Southhampton, Inglaterra para os EUA.
Em sua primeira viagem pelo Atlântico, o navio atingiu um iceberg que destruiu o casco e afundou.
Havia somente 24 botes salva-vidas para todo o navio (cerca de 2200 pessoas) e muitos morreram.
O navio se chamava Titanic.

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Carro Funerário Fantasma

Notícia retirada dos principais jornais de Minas Gerais.

Foi deixado para manutenção na oficina mecânica do Sr. Hermínio Anselmo da Silva, em Belo Horizonte, um velho Galaxie fabricado em 1978, utilizado pela Santa Casa de Belo Horizonte como "Carro Funerário".

O veículo ficou parado na oficina para manuentção por alguns dias, aguardando peças de reposição, sendo que estava com os pneus sem ar, e sem condições de sair de sua posição onde foi colocado.

Certo dia o Sr. Hermínio ao entrar na oficina pela manhã, notou que o veículo havia saído do local que estava inicialmente, e andado por cerca de 40 cm (quase meio metro). É o que afirma o mecânico que jura de pé junto o fato acontecido.

Segundo ele, o carro estava estacionado há três semanas na oficina, com os pneus arriados e sem condições de se mover.
Ele garante que somente ele possui a chave da oficina, que conta também com um cão de guarda que fica solto à noite.

Ele diz que ninguém, absolutamente ninguém empurrou o carro, o qual quase se chocou com uma mercedez que estava na oficina.

O proprietário da oficina ao ver o acontecido, solicitou urgência para a Santa Casa liberar a verba para aquisição das peças necessárias para o conserto do carro, com o objetivo de terminar o mais rápido possível o serviço e devolver o veículo ao hospital, pois segundo ele, não quer descobrir quem ou o que fez com que o carro se deslocasse naquelas condições, e "sem ninguém no local".

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