Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Aviões fantasma

"Durante a II Guerra mundial muitas vidas se perderam durante as batalhas ocorridas em diversas partes da Europs. Nessa época, mais de 50 aviões de combate se chocaram nos picos de Sheffield, Reino Unido, sendo que o resultado desses desastres foi a perda da vida de mais de 300 pessoas. Algum tempo após esses acidentes, relatos sobre aparições fantasmagóricas de pessoas e até de aviões misteriosos tem sido contados por diversas testemunhas, como os descritos a seguir:"

Em uma noite clara e fria do ano de 1997, na pacata cidade de Sheffield (Inglaterra) (Coordenadas: Latitude 53°22'59.00"N, Longitude 1°27'53.26"O) algumas pessoas se reuniram e ficaram sobre os morros príxmos procurando o avistamento do cometa Hale Bopp, o qual, segundo astrônomos e cientistas, poderia ser avistado nessa época.

Mas juntamente com o avistamento do cometa, eles tiveram uma surpresa extra!

As Testemunhas avistaram um avião monomotor voando baixo, fora dos padrões normais.
Um agricultor abaixou instintivamente quando o avião passou sobre a sua cabeça.
A aeronave parecia estar em dificuldades, e eles viram que aparentemente ela se distanciou e coliciu em um morro próximo.

Assustados com a cena, eles ligaram para o número de emergência "999", comunicando o fato, sendo que então uma operação de salvamento foi lançada. As equipes de resgate chegaram rapidamente ao local, e realizaram uma grande busca na área indicada como local do acidente. Mas de uma forma estranha, nenhum avião, destroço ou vestígio foi encontrado, apesar dos esforços de mais 100 policiais e voluntários.



Avião de combate alemão da II Guerra


Outro fato do mesmo tipo aconteceu em Abergele (Inglaterra) (Coordenadas: Latitude 53°17'6.57"N, Longitude 3°34'57.50"O) no ano de 1987.
Um avião de carga do modelo Hércules, preto e sem marcas, apareceu do nada e foi observado voando baixo por diversas testemunhas. Logo depois, do mesmo modo que apareceu, sumiu. Telefonemas foram dados para a RAF em Anglesey e para aeródromos próximos, mas ninguém soube informar o que havia ocorrido, pois ninguém tinha informações sobre nenhuma aeronave daquele tipo nos cadastros aeronauticos, e nem tão pouco sua presença foi captada pelo radar.



Avião Hércules, como o avistado em Abergele no ano de 1987


O incidente mais dramático relatado veio de Llangernyw, Denbighshire (Inglaterra) (Coordenadas: Latitude 53°11'33.63"N, Longitude 3°41'9.01"O), quando mães que buscavam os filhos na escola relataram o aparecimento de um avião enferrujado e sem pintura que voou velozmente sobre suas cabeças para algumas colinas distantes, e em seguida arremeteu e sumiu ao longe. O espantoso nesse caso é que nenhum serviço de aviação permitiria o voo de um avião naquelas condições, sendo que também sua passagem não foi captada pelos radares do controle aéreo, o qual monitora todo o tráfego de aeronaves por toda a região.

A mesma aeronave surgiu novamente em 15 de Junho de 1994 próximo aos morros de Denbigh, voando baixo e desaparendo em pleno ar como da forma que foi avistado anteriormente. Em outubro do mesmo ano ele surgiu em Wrexham do mesmo modo, aparecendo misteriosamente e desaparecendo da mesma forma em seguida.

De onde viriam essas aeronaves estranhas?
Teriam vindo do passado através de um portal "espaço/tempo", e retornado para a sua época, ou seriam avistamentos fantasmagóricos daqueles que já partiram para o além mas ainda estão ligados no nosso mundo?
Essa resposta provavelmente nunca será descoberta, mas esse fenômeno serve como um aviso de que fatos sobretaruais estão a nossa volta, e nunca escolhem local e nem hora para acontecerem.

These icons link to social bookmarking sites where readers can share and discover new web pages.
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google
  • Furl
  • Reddit
  • Spurl
  • StumbleUpon
  • Technorati

O desaparecimento dos tripulantes do ellen austin

O DESAPARECIMENTO DOS
TRIPULANTES DO ELLEN AUSTIN



Um fato extraordinário e misterioso da navegação marítima, foi a aventura que sucedeu em 1881 à escuna americana chamada "Ellen Austin". A meio caminho entre as Bahamas e as Bermudas, encontrou um grande veleiro abandonado. A bordo não se notava o menor vestígio de violência, reinava uma ordem perfeita: convés de teca recentemente esfregado, bujarrona e traquete cuidadosamente enrolados. A vela grande ondeava à mercê dos ventos e a retranca chocava com os brandais, a bombordo e a estibordo, a cada balanço do navio. A embarcação, carregada de madeira de acaju, vinha aparentemente das Honduras. Uma pechincha para o comandante Baker do Ellen Austin, que imediatamente colocou a bordo um destacamento encarregado de tomar posse do navio. Os dois navios preparavam-se para seguir juntos para Boston quando se desencadeou uma violenta tempestade. Decorreram dois dias antes que o Ellen Austin tornasse a avistar o veleiro capturado. Navegava tão caprichosamente que foi necessário persegui-lo durante cerca de uma hora antes que fosse possível abordá-lo. Quando o conseguiram os tripulantes do Ellen Austin surpreenderam-se por não ver ninguém. Chamaram os membros do destacamento que fora enviado para bordo, procuraram-nos nos camarotes, nos porões: por sua vez, eles haviam desaparecido... Baker era um céptico e um obstinado. Mandou embarcar um segundo destacamento, desta vez armado até aos dentes e com ordem de abandonar o navio ao menor sinal insólito. Apenas uma distância de cerca de 20 m separava ambas as embarcações. Não tardou, no entanto, a desencadear-se uma tempestade ainda mais violenta, e o contacto foi novamente perdido. Nunca mais se viu o “navio fantasma”, e com ele um terço dos homens do Ellen Austin.

Onde estariam os tripulantes desaparecidos do Ellen Austin?

Será que em outra dimensão?

These icons link to social bookmarking sites where readers can share and discover new web pages.
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google
  • Furl
  • Reddit
  • Spurl
  • StumbleUpon
  • Technorati

O estranho caso do casal misfeld

O ESTRANHO CASO DO
CASAL MISFELD

Este caso que aconteceu no carnaval do ano de 2000 na Alemanha.
No dia 22 de fevereiro, durante o carnaval de Wissbaden, Alemanha, depois de uma festa, o casal Misfeld voltou para casa de onibus.

Quando Wilhelm Misfeld, senhor idoso, aposentado, desceu do onibus e se virou para ajudar a esposa descer, teve um choque: "Ela havia sumido, desapareceu como engolida pela terra", ele disse mais tarde polícia.
Desde aquele dia Margarete Misfeld, de 64 anos, ficou desaparecida. Comentário da polícia:

"Era um casamento feliz, sólido, e o casal estava bem de vida. Este caso ‚ um enigma total".

Alguns dias depois, a imprensa que publicara manchetes estrondosas sobre o desaparecimento - perdeu o interesse. A polícia arquivou o caso na seção de pessoas desaparecidas. Tempos depois o corpo de Margarete Misfeld surgiu, na forma de um cadáver boiando no rio Reno.


As autoridades de Wissbaden chegaram à conclusão de que ela planejara suicidar-se e que, naquele dia, escondeu-se do marido no interior do onibus. No entanto seu marido jura que a procurara no interior do ônibus e que ela não estava a bordo, jurando também que até poucos instantes antes, ela estava ao seu lado, sentada no banco do interior do ônibus.

O que teria acontecido com a Sra. Margarete Misfeld?
Teria sido "tragada" por algum vórtice temporal?


These icons link to social bookmarking sites where readers can share and discover new web pages.
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google
  • Furl
  • Reddit
  • Spurl
  • StumbleUpon
  • Technorati

O encrontro do piano misterioso

Piano é descoberto na montanha mais alta da Grã-Bretanha:

Um misterioso piano foi descoberto por militantes ecologistas a mais de mil metros de altura, na montanha de Ben Nevis, a mais alta do Reino Unido, situada no noroeste da Escócia, indicou nesta quarta-feira.
Quinze ecologistas da organização John Muir Trust que subiram para limpar o pico de Ben Nevis, de 1.344 metros de altitude, tentam compreender como o piano pôde chegar a 200 metros do cume da montanha.
"Nossos jovens não acreditavam no que viam", relatou Nigel Hawkins, diretor da associação. "No início, pensaram que era um baú de madeira, mas logo viram a parte metálica e as cordas".
"A única coisa que falta é o teclado, e esse é outro mistério. Talvez esteja oculto no outro lado da montanha", acrescentou. A única pista para resolver o mistério é uma caixa de biscoitos encontrada sob o piano, cuja data de validade é dezembro de 1986.

Como será que esse piano foi parar em um local tão inacessível, sendo que existia acesso por veículos até lá?

Será que foi alguma transmutação interdimensional?

Sabemos que existem portais desse nosso mundo para outro.

Muitos objetos desaparecem em um local e aparecem misteriosamente em outro, muito distante e sem deixar pistas de como chegaram até lá.

Será que esse seria o caso desse "Piano Misterioso"?

These icons link to social bookmarking sites where readers can share and discover new web pages.
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google
  • Furl
  • Reddit
  • Spurl
  • StumbleUpon
  • Technorati

O Vôo Que Atrasou No Tempo

O VÔO QUE ATRASOU NO TEMPO

"Desde épocas muito distantes, existem relatos sobre fatos estranhos ocorridos com pessoas e veículos, parecendo que ficaram momentaneamente fora da nossa dimensão, alterando por completo o tempo de percurso de suas viagens."

Muitos desses fatos constam em artigos de revistas, jornais, registros policiais e de documentos de agências governamentais que investigaram esses fenômenos."

O fato descrito a seguir é sobre um desses acontecimentos:

"Um incidente envolvendo um lapso de tempo ocorreu no aeroporto de Miami no ano de 1969, e até hoje nunca foi explicado.

O fato passou-se com um Boing 727 de passageiros da empresa aérea "National Airlines", o qual se aproximava por nordeste do aeroporto de destino e que, sendo seguido pelo radar do Centro de Controle Aéreo dos Estados Unidos, simplesmente desapareceu repentinamente da tela do radar durante cerca de 10 minutos, sendo que depois reapareceu subitamente, e na mesma posição.

O aivão aterrissou no aeroporto de Miami sem incidentes e o piloto e sua tripulação ficaram surpresos com a preocupação das equipes de terra, já que durante o vôo eles não tinham notado nada de anormal.

Como explicação para toda aquela agitação com a chegada do avião, o supervisor da equipe do Controle Aéreo, disse para os pilotos:

- Homem, durante dez minutos vocês simplesmente não existiram, desapareceram por completo.....

Então os tripulantes e pilotos comentaram que isso era um absurdo, pois nada de anormal aconteceu durante o vôo, a não ser uma imensa "nuvem de neblina densa" que eles atravessaram durante a viagem, sendo que estavam rigidamente dentro do horário.

Então a equipe de terra comentou que não, que eles estavam atrasados com relação ao horário previsto para chegada.

Foi quando os membros da tripulação do avião verificaram seus relógios, e todos estavam uniformemente com dez minutos de atraso, com relação ao tempo marcado pelos relógios do pessoal de terra.
Inclusive os relógios e indicadores internos da aeronave também estavam todos com 10 minutos a menos do que os relógios do aeroporto de Miami.

Observa-se que sempre são checados os relógios e marcadores das aeronaves, antes de cada viagem, e nessa em especial, nenhuma diferença foi verificada antes de sua partida no aeroporto de origem."

Até hoje ninguém conseguiu explicar o fenômeno que ocorreu durante o vôo da "National Airlines".

Teria esse vôo atravessado algum espaço interdimensional, ficando mesmo que temporariamente fora da nossa dimensão, motivando dessa forma o atraso em seu pouso no aeroporto de destino?


Boing 727 utilizado pela empresa aérea "National Airlines"

These icons link to social bookmarking sites where readers can share and discover new web pages.
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google
  • Furl
  • Reddit
  • Spurl
  • StumbleUpon
  • Technorati

Danell Standing: O Andarilho das Estrelas

Vejam que curioso este mistério.

Reza a lenda que em 1913, saíram contrabandeados das muralhas da penitenciária de San Quentin, Califórnia, EUA, os escritos de um ex-detento, o qual lá permaneceu por 8 anos, dos quais 5 longos anos na solitária, onde passava a maior parte do tempo preso à camisa-de-força, após este longo período, como fim de sua sentença, veio a ser enforcado.

Esta seria apenas mais uma memória de um ex-prisioneiro, não fosse pelo incrível conteúdo de seus relatos.

Primeiramente um breve esclarecimento sobre quem foi Danell Standing.
Danell era um bem sucedido professor de Agronomia, na Escola de Agricultura da Universidade da Califórnia. Foi apanhado em flagrante sob a acusação de assassinato do Professor Harkell, num dos laboratórios da Mineração, os reais motivos do crime continuam desconhecidos, ou perdidos no tempo.

Na prisão, sofreu todo o tipo de perseguições e torturas, até que na solitária, preso, fraco e cheio de dores, aprendeu a controlar sua agonia e sofrimento por meio da auto-hipnose, um método que aprendeu dentro da própria prisão.

Através da auto-hipnose, Danell Standing não só permanecia num estado de aparente "coma", como os médicos da prisão relataram, mas aprendeu o que os parapsicólogos chamam de desdobramento, ou segundo os místicos, viagem astral. Por meio deste estado induzido, diz-se que Danell foi capaz de "vivenciar" ou "lembrar" suas encarnações passadas.

Em suas memórias, descreveu muitas historias, mas uma em especial, chama a atenção.

Em seus relatos, Danell descreve uma existência anterior como um marinheiro americano, de nome Daniel Foss. Ele conta que partiu do porto da Filadélfia em 1809, com destino às Ilhas da Amizade.

Seu navio naufragou no dia 25 de novembro de 1809. Ele foi o único sobrevivente,que teria vivido 8 anos isolado numa ilha se alimentando somente de carne de foca, até ser resgatado.

Em seu poder, havia um canivete e um remo, no qual talhava com um marco, o fim de cada semana que ali passava. Neste remo, talhou também, segundo Danell, os seguintes dizeres:

corvosdemalta.blogspot.com
"Serve esta para informará pessoa em cujas
mãos este Remo vier a cair que DANIEL
FOSS, natural de Elkton, Maryland, um
dos Estados Unidos da América do Norte, e
que zarpou do porto da Filadélfia em 1809
a bordo do brigue NEGOTIATOR rumo às
Ilhas da Amizade, foi lançado nesta ilha
desolada em fevereiro do ano seguinte e ali
erigiu uma cabana e viveu inúmeros anos,
subsistindo com carne de foca – sendo ele
o último sobrevivente da tripulação do dito
brigue, que colidiu com uma ilha de gelo e
naufragou aos 25 de novembro de 1809."


Danell Standing, após a "lembrança" desta vida, conseguiu, por intermédio do encarregado-chefe da prisão, o qual havia sido também prisioneiro e seu ex-vizinho de cela na solitária, enviar uma carta ao curador do Museu da Filadélfia, argüindo sobre o remo em questão, pois quando salvo, Daniel doou o remo ao Museu.

Incrivelmente o curador do museu teria respondido com um carta que segue transcrita abaixo:
...
...
"É verdade que existe aqui um remo como V.Sa. descreveu.
Mas poucas pessoas sabem de sua existência, pois o mesmo não está em exibição ao público.
Na verdade, e já ocupo este cargo há dezoito anos, eu próprio não sabia de sua existência.
Mas, consultando nossos antigos registros, descobri que tal remo foi-nos doado por um certo Daniel Foss, de Elkton, Maryland, no ano de 1821.
Não foi senão depois de longa busca que encontramos o remo, numa sala de madeirames diversos num sótão em desuso. As chanfraduras e o relato estão entalhadosno remo, exatamente do modo descrito por V.Sa..
Está também em nossos arquivos um livreto, doado na mesma época, escrito pelo dito Daniel Foss e impresso em Boston pela firma N. Coverly, Jr.Esse livreto descreve oito anos da vida de um náufrago numa ilha deserta.
É evidente que esse marinheiro, em sua velhice e passando necessidades, fez circular o dito livreto entre as almas caridosas.
Tenho muita curiosidade em saber como V.Sa. tomou conhecimento desse remo, cuja existência nós, do Museu, ignorávamos. Estarei correto em presumir que V.Sa. teria lido esse relato em algum documento posteriormente publicado por esse DanielFoss?
Terei a maior satisfação em receber quaisquer informações sobre o assunto e comunico a V.Sa. que estou tomando providências imediatas para recolocar o remo e o livreto em exibição.

Sem mais, firmo-me mui atenciosamente,

Hosea Salsburt "
corvosdemalta.blogspot.com
...
Anos mais tarde ao fato, embora fosse um cético, Jack London, mestre norte-americano da ficção, absorveu a rica experiência de Danell Standing e se propôs a narrar um dos mais instigantes e envolventes romances de todos os tempos no livro [Star Rover] O Andarilho Das Estrela,(imagem que ilustra o post).
...
Se é verdade ou não, nunca saberemos, mas trata-se é uma história curiosíssima, e aos que quiserem saber mais encontrei

These icons link to social bookmarking sites where readers can share and discover new web pages.
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google
  • Furl
  • Reddit
  • Spurl
  • StumbleUpon
  • Technorati

O desaparecimento de Charles Ashmore

Outro desaparecimento incompreensível foi o de Charles Ashmore, em 1878.
Charles tinha dezesseis anos e morava com seus pais e irmã numa fazenda perto de Quincy, Illinois - EUA.

Em 9 de novembro de 1878, Charles saiu de casa para buscar água no poço. Era cerca de 9 horas da noite.
Meia hora depois, como ele não voltava, a familia estranhou.

0 pai, Christian Ashmore, acendeu uma lanterna e, junto com a filha mais velha, Martha, saiu à procura de Charles. Tinha caído um pouco de neve naquela tarde, e as impressões dos pés de Charles estavam bem nítidas. Chegando ao meio do caminho para o poço, pai e filha pararam, surpresos: o rastro de Charles, na neve, sumia de repente. 0 resto do caminho até o poo estava intocado, branco. Parecia que o rapaz tinha alçado vôo.

Para não estragar o rastro, ambos deram uma volta até chegar ao poço.
Lá descobriram outra coisa espantosa: a agua do poço estava coberta por uma fina carnada de gelo, obviamente sem ser perturbada há horas. Charles não chegara ao poço.
Voltando para casa, notaram que a neve dos dois lados do caminho também estava sem pegadas. Naquela noite Charles não apareceu.

Quatro dias depois, a mãe do rapaz, angustiada, foi ao poço buscar água. Quando voltou à casa, estava chorando sem parar e dizia ter ouvido a voz do filho chamando por ela.
Com a ajuda dos vizinhos, a familia recomeçou a procurar Charles.

Sem resultado. A imaginação e angustia da mãe poderiam explicar esse fenômeno.

Mas, dias depois, os outros membros da familia e até os vizinhos escutaram a voz de Charles chamando.
A partir daí várias vezes essa voz fez-se ouvir, até desaparecer completamente no verão seguinte.

Este caso foi muito estudado pelo pesquisador Ambrose Bierce, que anos mais tarde, também sumiu de forma misteriosa, sem deixar vestígios, quando visitava o México em 1914.

Será que também ele, como Charles Ashmore, desapareceu em um algum tipo de "Fenda no Espaço Tempo", chegando em outra dimensão?
Ou o que teria acontecido com ele? Com certeza algo "Além da Imaginação!"

These icons link to social bookmarking sites where readers can share and discover new web pages.
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google
  • Furl
  • Reddit
  • Spurl
  • StumbleUpon
  • Technorati

Existe um ser vivo imortal em nosso planeta!


A maioria dos seres vivos estão condenados a morrer de uma ou outra forma. Mas existe um animal neste planeta que é imortal, ele não pode morrer de velho. E isto não significa que não envelheça, é algo bem mais estranho e fascinante: quando ele chega a um determinada idade, rejuvenesce.

Trata-se de uma espécie de medusa chamada Turritopsis Nutricula, à que passo a chamar de Turrito por questões práticas. Turrito é um hidrozoário, ou seja, um animalzinho marinho de alguns poucos milímetros e quase transparente. É o único ser vivo que os cientistas consideram que conseguiu enganar à morte.

Os Turritos, quando atingem sua maturidade sexual, revertem completamente seu estado para uma nova puberdade. É como se pela manhã você acordasse como um bebê. Voltam quase ao zero. Não somente suas características sexuais mudam, senão que, por exemplo, perdem os quase 100 tentáculos e passam a ter uns poucos pares renovados.

De uma forma similar em que uma serpente perde sua pele sem deixar de ser ela mesma, estes Turritos se renovam completamente. Em outras palavras: cresce um novo corpo no interior dele mesmo, mas são sempre o mesmo indivíduo.

É o único caso conhecido de um animal metazoário capaz de reverter completamente a um estágio de imaturidade sexual, o estágio de colônia após ter alcançado a maturidade sexual é um estágio solitário. Ele realiza isto através de um processo celular de transdiferenciação. Teoricamente, este ciclo pode-se repetir indefinidamente, configurando-se em efetiva imortalidade.

Deixando de lado as questões técnicas da natureza, o assombroso é a “inventiva” da mesma, a enorme variedade, as tentativas incansáveis da vida por subsistir na contramão de toda a entropia do Universo.

Turrito não é a única fonte natural de estudos para atingir a imortalidade (ou o mais parecido a ela): no reino vegetal as sementes podem permanecer em suspensão animada durante séculos para depois reviver do nada, uma espécie de álamos que compartilham as raízes e o DNA que podem viver ao menos 80 mil anos.

These icons link to social bookmarking sites where readers can share and discover new web pages.
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google
  • Furl
  • Reddit
  • Spurl
  • StumbleUpon
  • Technorati

O desaparecimento dos Faroleiros de Flannan


O MISTERIOSO DESAPARECIMETO
DOS FAROLEIROS
DA ILHA DE FLANNAN!

A luz do farol das Ilhas Flannan costumava piscar duas vezes a cada 30 segundos. Em dias de bom tempo, era possível enxergá-la a 20 milhas de distância, embora o arquipélago, localizado na Escócia, normalmente fosse encoberto pela neblina. Uma equipe formada por três homens guardava essa fortaleza particular de 23 metros de altura – havia uma troca de integrantes a cada duas semanas. Em 7 de dezembro de 1900, James Ducat chegou ao local para mais 14 dias de trabalho. Seu assistente, William Ross, estava doente e foi substituído por Donald MacArthur. O trio estava completo com o segundo assistente Thomas Marshall. Durante o período, a ilha ficou encoberta por um nevoeiro e, no dia 15, o navio SS Archtor se aproximava da ilha, mas nenhuma luz foi emitida pelo farol. Em 26 de dezembro, os tripulantes do navio SS Hesperus descobriram que não havia ninguém no local, gerando um mito em torno deste mistério.

Três guardas ingleses responsáveis por manter aceso o farol da ilha de Flannan, sumiram sem deixar vestígios.
Os homens se revezavam a cada 14 dias no farol. Uma equipe de 4 saía e outra chegava por navio.
A ilha é minúscula e está no meio do oceano. Não há terra nas proximidades nem onde se esconder. Além disso o acesso à ilha é dificílimo em função das rochas e encostas pontiagudas.
Como três homens desaparecem da única construção nesta ilha distante? As roupas estavam em seus lugares, os pratos e a mesa postos.

Em 7 dezembro, 1900, James Ducat, o zelador do farol chegou na ilha para recomeçar seu trabalho. Seu primeiro assistente, William Ross, tinha passado mal e um homem local, Donald Macarthur, acabou assumindo seu lugar. Macarthur era um zelador ocasional, que trabalhava lá somente quando os membros regulares do grupo tinham algum problema. Thomas Marshall, o segundo assistente completava o trio.

Na embarcação que os levava para a ilha, estava também Robert Muirhead, o superintendente dos faróis. As inspeções rotineiras eram uma parte de seu cargo e Muirhead costava de manter um controle rígido dos homens sob sua supervisão. O superintendente ficou algum tempo no farol, verificando que tudo estava em perfeita ordem. Teve uma discussão breve com o zelador principal a respeito das melhorias na monitoração do farol. Ele então encerrou o relatório de campo. Cumprimentou cada homem e partiu. O superintendente foi a última pessoa que os viu.

Durante a semana seguinte, como era a prática padrão, o farol foi mantido sob a observação periódica da terra. Um telescópio era apontado da costa para a ilha de Flannan em intervalos regulares. Em caso da emergência, os zeladores do farol poderiam içar uma bandeira apropriada e o auxílio seria imediatamente enviado a eles via barrco. Durante os dias que se seguiram, o farol foi obscurecido frequentemente pela névoa. Era este problema que o superintendente e Muirhead tentaram resolver na última visita dele ao farol em 7 dezembro.

Durante as duas semanas depois, uma névoa pesada envolveu o farol. O farol não seria visível outra vez da base da marinha na costa até o dia 29 dezembro. Em geral quando acontecia isso era mais fácil ver de noite, porque a luz do farol auxiliava. A lâmpada estava visível no 7 dezembro, mas foi obscurecida pelo mau tempo nas seguintes quatro noites. Ela foi vista outra vez no 12 dezembro. Após aquele dia, não se viu mais nada.

No 15 dezembro, o navio SS Archtor estava na vizinhança do farol. Perto da meia-noite, o capitão Holman olhou para fora da plataforma do steamer, esperando travar um flash que fosse da luz do farol da ilha de Flannan, como era usual. Holman estava próximo bastante ao farol e dispunha de tempo suficientemente para certificar-se de vê-lo. Mas nenhuma luz era visível. A embarcação de auxílio de Breasclete não conseguiu chegar ao farol em 21 dezembro. O mau tempo impediu que o navio se aproximasse dos penhascos de rocha. As ondas e o vento estavam muito fortes. Isso impediu a chegada da equipe de resgate ao faro até cinco dias depois.

Como era de praxe protocolar, o grupo de funcionários do farol deveria recepcionar o navio em um pequeno bote para ajudar aos homens que os substituiriam. Uma bandeira era erguida para mostrar ao grupo do encarregado que os homens do farol davam as boas-vindas aos seus substitutos. Isso acontecia costumeiramente, mas naquele dia não havia homens, nem bote, muito menos a bandeira. O capitão Harvie, no barco Hesperus, deu ordens para soar a sirene. Mas não havia nenhuma resposta.
Sem resposta eles viram que teriam que entrar na ilha sem ajuda. Isso tornou muito mais difícil o trabalho deles, pois era uma área de maré agitada.

Os homens escalaram uma parte da rocha até chegar na corda que era usada para auxiliar na subida pela encosta da ilha. Os homens se arriscaram e chegaram ao farol.

A porta exterior do farol estava trancada. Por sorte, Moore tinha consigo uma cópia do jogo de chaves. Ele destravou o edifício entrou. O lugar estava deserto. Não havia nenhum sinal do Ducat, do Marshall ou do Macarthur. O relógio na parede interna tinha parado. Não havia nenhum fogo na lareira e todas as camas estavam vazias e arrumadinhas. Uma refeição tinha sido preparada mas, mas estava sob a mesa, intacta.

Moore apressou-se correu de volta até a área de desembarque. Ofegante, explicou a McCormack que o grupo havia sumido no ar como mágica. O segundo ajudante juntou-se a eles em terra e juntos os dois homens montaram uma busca completa na ilha do farol. Nem sinal dos homens. Tinham desaparecido.
Moore e McCormack voltaram ao barco e deram ao capitão Harvie a má notícia. Este, instruiu o terceiro assistente retornar ao farol com os três outros, para que tomassem conta da manutenção provisória do farol antes que acontecesse alguma tragédia.
Enquanto isso, o Hesperus retornaria a Breasclete para informar as autoridades o ocorrido.

Um telegrama foi emitido por Harvie à secretária dos comissários do norte do farol mais tarde que o mesmo dia, informando o desaparecimento dos funcionários.
Na ilha Flannan, Joseph Moore e seu parceiro fizeram uma busca ainda mais rigorosa pelo farol e um retrato dos eventos começou logo a emergir. Ao que puderam observar, tudo correu bem no farol até a tarde de 15 de dezembro. O diário de bordo do faroleiro era fundamental para a investigação. O diário estava intacto, com dados detalhadas dos procedimentos e relatórios de cada dia até o dia 13. O chefe da zeladoria do farol havia também esboçado parte do relatório dos dias 14 e 15 em uma folha solta. Pelos registros, houve uma tempestade no dia 14, mas que na manhã seguinte já havia perdido a força. Não havia nenhuma indicação de nenhum problema adicional.
Até hoje inúmeras teorias, como ondas gigantes, loucura suicida coletiva, abdução alienígena e monstros marinhos são as possibilidades para justificar o misterioso desaparecimento desses três homens.

Ilhas Flannan no Google Earth: 58°17'18.00"N, 7°35'24.00"W

Para quem tem instalado o Google Earth ==> Ilhas Flannan

These icons link to social bookmarking sites where readers can share and discover new web pages.
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google
  • Furl
  • Reddit
  • Spurl
  • StumbleUpon
  • Technorati

O desaparecimento de uma vila inteira

O INCRÍVEL CASO DE UMA VILA
INTEIRA QUE DESAPARECEU



"Talvez o mais fantástico entre todos os casos contemporâneos seja o desaparecimento de uma vila esquimó inteira, às margens do lago Anjikuni, em 1930."

Até hoje as autoridades canadenses não foram capazes de resolver esse enigma ou entrar em contato com membros ou descendentes daquela tribo. É praticamente como se ela jamais tivesse existido.
O mistério surgiu em novembro de 1930, quando um caçador de peles valiosas de nome Joe Labelle entrou, caminhando pela neve, na familiar vila de barracas, completamente deserta.
Apenas duas semanas antes, a última vez em que Labelle estivera lá, a vila era um assentamento agitado e cheio de vida, com crianças correndo e fazendo algazarra, velhas carregando roupas, homens carregando madeira e conversando nos alpendres.

Agora ao invés das amigáveis saudações de acolhimento, Labelle foi recebido por um silêncio sobrenatural.
Sem encontrar viva alma, o caçador procurou desesperadamente por pistas que o levassem a explicar a situação.
Absolutamente em vão. Os caiaques dos esquimós continuavam ancorados como de costume, suas casas guardavam os artigos essenciais dos habitantes da vila: seus tapetes e rifles. Nas fogueiras apagadas do acampamento, encontravam-se os familiares potes de cozido de carne de caribus (cervo) congelados, que consistiam no prato rotineiro da tribo.

Tudo estava no lugar certo, com exceção das pessoas. Era como se a comunidade inteira de duas mil pessoas tivesse deixado subitamente as suas casas no meio de um dia normal. Mas havia outro detalhe diretamente relacionado à sua ausência: Labelle verificou, profundamente estarrecido, que não havia rastros no chão indicando que as pessoas saíram do acampamento.

Tomado por um estranho e mórbido sentimento de terror o caçador dirigiu-se ao escritório telegráfico do distrito mais próximo e alertou a Real Polícia Montada do Canadá.
Os mounties nunca tinham ouvido história parecida. Uma expedição foi imediatamente organizada a fim de investigar a vila, sendo também empreendida uma busca ao longo das margens do lago Anjikuni. Não foi possível localizar a tribo perdida e a expedição só serviu para agravar o mistério.
Ao chegar no acampamento deserto, os mounties canadenses encontraram duas gélidas provas que insinuavam definitivamente a possibilidade de que houvesse ocorrido um evento sobrenatural.

Em primeiro lugar, descobriram que os esquimós não levaram os seus trenós puxados por cachorros, como Joe Labelle afirmou de início.
Além disso, as carcaças dos huskies foram encontradas cobertas de neve acumulada pelo vento nas cercanias do acampamento. Eles morreram de inanição.
Em segundo lugar, e em alguns aspectos o mais inacreditável, foi a descoberta de que as sepulturas dos ancestrais da tribo haviam sido profanadas e os restos mortais, removidos, ou seja, apenas os humanos, incluindo os mortos foram retirados da tribo. "Por quem e por quê, ninguém sabe".

Esses dois fatos deixaram as autoridades perplexas. Os esquimós não poderiam de maneira alguma ter viajado sem um dos seus meios de transporte típicos, os trenós ou os caiaques.
E jamais deixariam seus fiéis servos caninos morrerem de uma forma tão lenta e dolorosa.
Ainda assim, eles partiram, e os cachorros foram deixados à sorte.

O segundo enigma, as sepulturas abertas, era o bastante para os etnólogos familiarizados com o comportamento da tribo, uma vez que a profanação de tumbas era desconhecida entre os esquimós.
Além disso, o solo estava tão congelado que parecia petrificado e seria impossível escavá-lo à mão.
Como afirmou um oficial mounty na ocasião: "Esse acontecimento é, de um modo geral, "fisicamente improvável".
Mais de meio século depois, esse veredicto ainda é verdadeiro...

"O que na verdade teria acontido com os habitantes da vila? Foram exterminados? Transpassaram para outra dimensão? Ou o que?"

These icons link to social bookmarking sites where readers can share and discover new web pages.
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google
  • Furl
  • Reddit
  • Spurl
  • StumbleUpon
  • Technorati