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A Casa da Mulher Mulambenta

" A Casa da Mulher Mulambenta "


Esse caso assustador aconteceu aqui na cidade de santos.Ao lado da casa de uma família, tinha outra casa velha e fechada com cadeado.Tinha pessoas que quando passavam em frente dessa casa sentia arrepios. Um dia as crianças dessa família estavam jogando bola.E por azar a bola caiu no quintal dessa casa velha, as crianças pularam o muro pra pegar a bola, mais aconteceu que já não estava mais no mesmo lugar.As crianças foram para os cômodos dessa casa, quando um dos meninos olharam em baixo de uma escada, viu uma mulher toda mulambenta que parecia estar morta, os olhos da mulher estavam cheios de bichos e em estado de decomposição, o menino saiu correndo, pulou o muro e contou a seus pais o que ele viu.

A mãe desse menino conversou com outra vizinha que já morava há mais tempo por ali.A vizinha lhe contou que a sua irmã mais velha foi até o quintal dessa casa, cortar algumas mandiocas e quando a irmã dela puxou, a mandioca se transformou numa perna. As pessoas acham que ali naquela casa morreu alguém esquartejado pelas coisas que acontecem. A casa é trancada de cadeado e é muito velha, mas quem ousa pular o muro vê coisas terríveis.

* Lenda enviada por: adelaide de oliveira

3/5/2009 16:16:46

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A Casa Amaldiçoada

" A Casa Amaldiçoada "


Essa lenda aconteceu comigo, no interior do Ceará em Matões. Quando me mudei para essa casa com meu marido e minha filha de primeira gostei da casa. É uma casa grande,confortável boa de morar.Nos primeiros 3 meses tudo ia bem,mas depois tanto eu como meu marido começamos a ver vultos e barulho como se tivesse alguém andando dentro de casa.Tive uns problemas de saúde e minha mãe ficou comigo alguns dias. Ela foi ao quarto da minha filha pegar a toalha para enxuga-la, quando de repente ela viu uma menina. Pensando que fosse minha filha, chamou pelo nome dela. A menina sumiu. Minha mãe correu e foi ver onde estava minha filha.

Ela estava esperando minha mãe no banheiro. No mesmo dia eu vi rostos na parede do meu quarto,disse para minha mãe ela não acreditou pensou que eu estava tendo alucinações, mas quando ela viu a tal menina ela acreditou em mim. Ela no mesmo dia me levou pra casa dela.Logo depois ficamos sabendo que a muitos anos atrás, o lugar onde essa casa foi construída, era a moradia dos ciganos,e, quando morria um deles, ali mesmo eram enterrados. Quando os últimos ciganos saíram de lá, eles disseram que aqueles que ali habitassem não teriam paz.Podem acreditar até hoje essa casa vive fechada. O máximo que ela fica alugada são dois meses.

* Lenda enviada por: Thelma

19/6/2008 14:49:07

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A Carona

" A Carona "

Uma vez em uma certa estrada muito perigosa, em uma noite muito chuvosa um caminhoneiro já perto do seu destino, vê uma mulher com uma capa de chuva amarela pedindo carona. Sensibilizado com o sofrimento da mulher, resolve ajuda-la: Para onde a senhora esta indo? Minha casa fica na beira da estrada a uns 3 quilômetros daqui... vim até a casa de uns amigos aqui, e preciso voltar para casa, mesmo embaixo dessa chuva toda, pois minha mãe deve estar muito preocupada. Pode me dar uma carona ? Claro pode subir. Era uma moça muito bonita e simpática. Ela tirou a capa de chuva e começou a conversar com o motorista animadamente, e ele sentiu até um carinho por ela pois ela era muito espontânea e de bem com a vida.

Chegando ao local indicado pela moça, ela agradeceu o motorista , deu-lhe um beijo no rosto e despediu-se. Logo ao sair, o motorista reparou que ela havia esquecido a capa de chuva no caminhão, e como estava perto resolveu voltar para devolvê-la a moça. Bateu à porta da casa, e viu sair uma senhora de uns 60 anos mais ou menos. Boa noite minha senhora, eu dei uma carona para a Ana, e ela acabou esquecendo essa capa no meu caminhão, poderia entregar a ela por gentileza ? Com lágrimas nos olhos a senhora responde: Por favor meu senhor, não brinque com essas coisas... a minha filha Ana morreu há 5 anos atrás atropelada numa noite muito chuvosa igual a essa, quando tentava voltar para casa, não brinque moço... não brinque!

* Lenda enviada por: Webmaster

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A Capela Mal-Assombrada

" A Capela Mal-Assombrada "

Minha turma do colégio sempre disse que na capela do horto da escola é mal-assombrado (dizem que vivem espirítos de ex-alunos). Eles falam que se pisar e olhar ao mesmo tempo em dias de sol para as janelas,(que dá reflexo ás janelas de cores azul e vermelho), acontece uma coisa. Se pisar no reflexo da janela azul, você cai no chão e morre na mema hora. Se pisar na janela vermelha você é perseguido quando sai da escola e acontece alguma coisa contigo. Eles falam de três casos.

O primeiro que virou papo na escola foi que logo no primeiro ano da minha turma, quando era do C, uma menina que já foi da minha turma teve que sair no primeiro dia de aula porque ela já ia embora sozinha. Desapareceu porque pisou no reflexo azul. O 2º foi que uma professora que ficava na blibioteca pisou também no vermelho morreu e os espirítos colocaram uma mulher do mal para ficar na blibioteca. Já o terceiro, a minha colega Isabela, em um dia de chuva, viu espirítos matando um aluno que foi enxerido demais e abriu a porta. Ela achou horrível, passou mal e foi embora para a casa. Por isso nunca vimos a porta da capela aberta, e acreditamos que a escola fez pactos com os espirítos.

* Lenda enviada por: Ranyelle

27/3/2008 18:51:39

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A Cama

" A Cama "


Uma família que acabara de se mudar para um novo apartamento,estava arrumando os moveis da casa,só não tinham comprado a cama da filha caçula que se chamava Amanda.No dia seguinte,os pais de Amanda foram comprar uma cama para ela. Depois de muito procurar encontraram uma pequena loja de moveis usados,Amanda gostou de uma cama simples e bonitinha.Quando chegaram no apartamento,Amanda logo foi apressando seu pai para montar a cama em seu quarto.No dia seguinte,Amanda reclamou com seu pai dizendo que a cama respirava enquanto dormia,mas seus pais não acreditaram na menina,dizendo que só estava desacostumada com a cama nova.Quinze dias depois Amanda ainda reclamava que sentia a cama respirar.Então resolveram trocar aquela cama por outra.

Chegando na loja,os vizinhos disseram que o vendedor havia falecido.Então foram atendidos por Marcelo,irmão do vendedor,ele era um pouco esquisito,mas sem desconfiar de nada eles levaram a cama para o apartamento. Mas, antes de saírem,Marcelo perguntou se eles não sentiram algo estranho na cama,Amanda disse que sentiu a cama respirar. Marcelo ficou quieto só dizendo para irem embora logo.Quando saíram da loja,uma das vizinhas que se chamava Anita,perguntou quem os atendeu,e o pai da Amanda respondeu que foi Marcelo. Os vizinhos que ouviram isso ficaram amedrontados.Sem saber o motivo por que os visinhos ficaram assim,o pai e Amanda foram embora.Quando chegaram no apartamento,Bruno o irmão mais velho de Amanda,estava pesquisando na internet sobre essa história da cama que respira.

Ele descobriu que quem ou o que estava respirando na cama era o espírito de Marcelo,que morreu asfixiado pelo irmão(o vendedor).Ao ouvir isso,Amanda começou a rir dizendo que esse `negócio` de fantasma não existe.Uma semana depois,o pai de Amanda voltou para loja tentar descobrir porque os visinhos ficaram amedrontados.Enfim foi explicado porque a cama respirava. É porque depois que Marcelo foi morto pelo irmão asfixiado na cama,sua alma ficou presa na cama,tentando respirar a vida.

* Lenda enviada por: Bruno

23/6/2008 22:45:07

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A Caixa Misteriosa

" A Caixa Misteriosa "


“A Caixa Misteriosa” Em um condomínio de Aracaju de nome Praias do Caribe.Um menino brincava de escavar, quando achou uma caixa, no apartamento o menino tentou abrir lã, mais não conseguiu, então se lembrou que no outro dia ia para uma casa de praia e ao lado tinha um chaveiro, guardando a caixa.No dia seguinte o menino escondeu a entre as roupas e foi viajar, quando chegou, ele foi até o chaveiro mais estava fechado, guardando a entre as roupas, quando o irmão o chamou, Para ir a praia, depois voltaram para a casa para pedir dinheiro para ir a lan house, que tinha na cidade, a mãe deu o dinheiro, por que o mais velho tinha uma pesquisa para fazer, sobre prédios velhos de Aracaju, quando eles foram para a lan house.Nisso a mãe estava arrumando as roupas, quando achou a caixa e pego um martelo e quebrou a fechadura e viu ossos humanos, ficando assombrada e se senta para analisar a situação, enquanto isso os irmãos estão pesquisando.

Quando um descobre que o seu condomínio era um cemitério e que um doido foi preso, porque ele enterrou uma caixa com uns ossos de um parente, tirando vários caixões dos túmulos, as famílias dos túmulos reclamaram, para não tirar a caixa. Colocou uma praga que a alma dos ossos só teria paz no cemitério, mais se abrissem a caixa muito longe a alma mataria a todos. Quando em um site leu uma entrevista falando: -Eu tirei todos os caixões dos túmulos, porque queria espaço para enterrar meu parente. Quando o irmão mais velho disse para o mais novo essa história, ele lembrou da caixa e saiu correndo que nem pagou, Quando chegou viu a mãe no chão com a caixa aberta sem nada, assombrado começou a andar de costas por que não conseguia tirar os olhos daquela cena horrível.

Quando de repente sentiu uma mão topando nele, quando se virou não tinha nada, foi quando a porta se fechou, o menino perplexo com a cena quando escutou: -Abra a porta! -O que foi? O irmão fala sem entender nada. Quando de repente escuta um grito: -Ah! Foi quando a porta se abriu e o irmão olhou e viu a mãe no chão com a caixa e lembrou da história e tudo fez sentido para ele, olhou o irmão no chão e saiu correndo atrás da polícia, quando chegou falou: -Minha mãe e meu irmão estão mortos, me ajude. -Calma eu vou lá, cadê seu pai? -Está em Aracaju trabalhando.

O policial foi com o menino até a casa dele, o policial mandou o menino ficar esperando, o menino escutou um grito e saiu correndo, ficando na rua esperando ter alguma idéia, quando viu um cara com capa preta e pedindo carona e sentando a seu lado, o menino olhou para o cara e o cara olhou para ele, viu olhar profundo e sombrio parecia que tudo não tinha mais sentido e de repente o menino desmaiou, no hospital no dia seguinte o pai do menino foi lá e recebeu a notícia da morte de todos. Nesse dia ouvem-se relatos que um senhor com capa preta roubou muitos carros, para chegar em Aracaju e que quem sobreviveu viu seus amigos ou parentes olhar profundamente no olhar do homem, ou melhor, dizer monstro.

* Lenda enviada por: yan

12/4/2009 12:34:36

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A Cabeça Satânica

" A Cabeça Satânica "


Os relatos são assustadores. Ora descreve-se como a cabeça de uma pessoa, de cabelos compridos, olhos arregalados e amedrontadores, com um grande sorriso na face, a se deslocar rolando ou saltitando pelo chão. Uns a descrevem como a cabeça de um cangaceiro, de feições rudes e sempre com um sorriso à contemplar quem com ela se depara. Pode surgir de repente com se fosse uma pessoa comum. Esta sempre aparece de costas para a pessoa, sempre tarde da noite, em lugares onde há pouca luz. Então aquela pessoa taciturna, de repente, se desfaz caindo no chão e aí surge a assustadora cabeça rolante. Há relatos que a descrevem como sendo uma cabeça conduzida numa das mãos, a segurá-la pelos cabelos, por outro ser fantástico, que a solta quando se defronta com alguém para que esta possa perseguir a vítima.

É uma entidade tão temida pelos habitantes das regiões mais remotas, que a simples pronúncia do seu nome, é evitada por todos. Mesmo quando estão a conversar sobre assombrações, evitam pronunciar tal nome, pois associam o mesmo a encarnação viva do próprio demo, e dizem que basta que ela toque em alguém para que a pessoa adoeça e morra. É portanto sinal de agouro, quando ela corre noites afora, e de repente de detém diante da casa de alguém.

* Lenda enviada por: Carlos Donizetti de Carvalho Junior

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A Cabana do Demônio

" A Cabana do Demônio "


Esta é uma lenda bem manauara... Contam que um rapaz muito humilde vivia como nômade sempre buscando um lugar aconchegante para deixar seus animais. Houve um dia em que ele rodando por um sitio abandonado viu uma casinha muito velha, que sem dúvida estaria sem ninguém há algum tempo, lá resolveu ficar por uma noite. Amarrou seu jumentinho e seus dois cabritos, puxou a rede da sacola e na parte externa conseguiu armar sua rede, bem na varandinha, preferiu ficar na parte de fora, não sentia-se bem de entrar na casa. Depois foi até a mata atrás de alguma lenha para que pudesse fazer uma fogueira, já que brevemente anoiteceria e não poderia ficar a mercê do frio.

Como já tinha experiência na mata, acendeu sua fogueira sem muita dificuldade, pegou seu cantil e resolveu curtir a noite estrelada. O céu estava lindo, havia nuvens claras, como as das tardes de verão o vento soprava lentamente fazendo um assobio único, a melodia perfeita do sono. Deu mais um gole na aguardente sentindo os lábios adormecerem, deu mais outro gole e num sobressalto lembrou-se que tinha que alimentar os animais. Puxou a sacola do jumentinho e serviu um pouco a cada um. Os bichinhos estavam bem maltratados, mas eram ótimas companhias, sempre a seu lado, podia ser o tempo ou o local que fosse.

O céu já estava escuro e fazia um frio bem suave, resolveu dormir um pouco, não era muito tarde, mas havia sido um longo dia e precisava descansar. Dormiu quase de imediato, deitado na porta da cabana. No meio da noite acordou meio assombrado, pois sua rede estava embalando-se quase que com uma força descomunal. Aquilo o deixou assustado, parou a rede e lavantou-se olhando em volta a noite era escura, não queria dormir dentro da casa, não tinha coragem de deixar seus animais sozinhos, poderia surgir algum animal selvagem e ele queria estar próximo para proteger seus amigos.

Mas então, o que diabos, haviam balançado sua rede? Puxou sua espingarda e olhou em volta para ver se encontrava algum animal, ou algum engraçadinho, o que seria improvável. Ouviu um barulho, quase que um chiado, parecia pessoas conversando... –seriam índios?- Olhou novamente, mas parou e mais nada, nem um som, nem mesmo os grilos faziam cri-cri, barulho natural. Ele achou aquilo tudo muito estranho, mas resolveu dormir novamente, talvez tivesse ele mesmo balançado a rede dormindo, nunca se sabe. Deitou-se novamente, mas desta vez com a espingarda entre os braços, pois um homem precavido sabe que é melhor fazer papel de bobo do que de irresponsável. Fechou os olhos e tentou dormir, mas não demorou muito e sentiu como se joelhos estivessem forçando nas suas costas, virou-se quase que de imediato com a arma em punhos, mas nada viu.

Neste exato momento achou que não se tratava mais de um sonho e sim de algo muito estranho. Levantou-se da rede e foi pegar seus animais, e logo que desamarrou o primeiro cabrito suas patas traseiras pareceram flutuar no ar, como se mãos invisíveis a puxasse. O Rapaz começou a gritar puxando o animal de volta, mas o cabrito era puxado com tal força que tornava impossível deter, era como se uns vinte homens puxassem do outro lado. O animal gritava desesperado e suas pernas já sangravam ameaçando romper. Num ato de desespero, e pena do animal, ele o soltou e o deixou ir. O cabrito foi puxado como se voasse para o meio das arvores, lá ele ouviu um barulho horrível como o de ossos sendo quebrados. Ficou de joelhos e chorou copiosamente, tentando imaginar o que estava acontecendo. Mesmo com o pavor a flor da pele foi em busca dos outros animais e percebeu que o outro cabrito estava sendo puxado também por aquela força estranha.

Caiu de joelhos e pediu a Deus que poupasse sua vida e a vida de seus animais. Neste exato momento o cabrito caiu por terra, e ele quase que automaticamente o pegou, depois pegou jumentinho, jogou seu animal ferido sobre os ombros e saiu correndo dali. Correu em direção a mata e quando voltou os olhos para a casa, viu onde estava sua rede uma velha com uma aparência horrível que sorria para ele. Ninguém sabe ao certo o que tal mulher disse aquele homem, só dizem que ele saiu correndo é passou quase um dia perdido como que louco pela mata.

Só após algum tempo as pessoas encontraram seu animais e ele todo ferido deitado sobre um leito de rio e com os olhos fitando o nada. Foi muito tempo até ele recuperar-se e contar o que havia ocorrido, ele só não consegue lembrar-se do que aconteceu depois que ele olhou para aqueles olhos, que ele dizia serem totalmente malignos.

* Lenda enviada por: André Oliveira

14/6/2009 17:49:41

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A Busca dos Mortos de Nechtansmere

" A Busca dos Mortos de Nechtansmere "


Fazia uma noite desagradável, a chuva se transformara em neve e a estrada estava perigosa. A senhorita E. F. Smith saíra de uma festa e ia voltando para casa, no remoto vilarejo escocês de Letham, no dia 2 de janeiro de 1950, quando o carro derrapou e caiu num barranco. Ela não teve outra alternativa senão percorrer o resto do caminho a pé, com seu cachorro. Eram umas duas da madrugada quando se aproximou de Letham, levando o cãozinho de estimação no colo. Num grande campo, viu o que mais tarde classificaria como "fantástico".

Vultos com tochas acesas na mão movimentando-se em círculos, como se estivessem andando a beira de uma barreira invisível. Ao se aproximar, a senhorita Smith constatou que se tratavam de homens vestidos com roupas às antigas, procurando alguma coisa no chão. O cão começou a rosnar, fazendo com que a senhorita Smith saísse o mais rápido possível, pois tinha medo de interromper a busca daquelas pessoas estranhas. A história acabou chegando até a Sociedade de Pesquisa Psíquica, cujos investigadores concluíram que a senhorita Smith poderia ter visto uma reencenação da Batalha de Nechtansmere.

Travada às margens de um lago raso, em 685 d.c, o confronto brutal entre os habitantes da Escócia e da Nortúmbria acabou com a morte de Ecgfrith, Rei da Nortúmbria, e uma vitória total dos escoceses. Talvez, especulam os pesquisadores e historiadores, a cena espectral representasse os celtas recolhendo seus mortos nas margens do lago, há muito desaparecido.

* Lenda enviada por: Peppezinho

27/8/2009 20:04:39

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A Bruxa e o Inquisidor

" A Bruxa e o Inquisidor "


Era uma noite fria e escura, primeira noite de lua cheia, na pequena e pacata vila de Filan. Estava tudo normal, ate 03h00min horas da manha quando um barulho de acidente de carro muda a rotina da Rua Maremotriz, os moradores acordam assustados, vão as janelas vêem o que aconteceu, mas o estranho era que não tinha nenhum carro, nenhum acidente, ninguém na rua. Os moradores se olham entre as janelas e voltam a dormir. Na manhã seguinte os murmúrios sobre tal acontecimento tomam conta da rua. Os comentários chegam aos ouvidos do morador mais velho da vila Jerry, um velho de aproximadamente 90 anos.

-Senhor Jerry, você soube o que aconteceu?- pergunta um menino da vila ao entrar na sala de sua casa.

-Não meu jovem, o que houve? -Às três da manhã, meu pai levantou da cama, foi à sala.

Estava no meu quarto ouvi um som alto de um acidente grave de carro, o pai mandou ficar na cama, não demorou muito ele voltou, eu perguntei a ele o que houve e ele me disse que nada. Mas eu ouvi atrás da porta quando ele ficou a sós com a mãe e disse que não tinha nenhum acidente. Que o barulho fora real, mas não tinha ninguém na rua, nem um gato se quer. Jerry já presenciara a mesma cena quando tinha a mesma idade do garoto, mas fingiu não saber de nada.

- Não soube desse fato meu jovem, é algo realmente estranho. Mas não comentaremos mais nada sobre tal assunto. Volta a brincar com seus amigos vai.

-fazendo um gesto com a mão pra ele sair.

Novamente naquela noite na mesma hora o mesmo fato com o acréscimo de gritos desesperados, novamente os moradores vão às janelas e ficam com medo e receosos, mas nenhum se encoraja sair da casa.Mas tarde neste dia um dos chefes da vila vai ate o Jerry considerado o ancião.

-Jerry temos que conversar você sabe o que esta acontecendo, não pode omitir isso. Jerry fumando um cachimbo deu algumas tragadas. -Meu caro Dennis, você sabe que isso não vai parar, não posso fazer nada!

-Mentira!Você pode e você sabe, por que não quer parar com isso!?

-Não tenho autoridade. -Autoridade com que? -Não sei. Exatamente, não posso ajudar por que não sei com o que estamos lhe dando.

-Seu velho inútil, não quer nos ajudar, pois não nos ajude! Dennis sai da sala e bate a porta. Chega a casa alterado, sua mulher percebe.

-O que ele disse? -Nada, não vai nos ajudar! -Por quê?

- Porque ele é um velho inútil!Não vou ficar esperando ele tomar uma atitude ficarei na frente da casa e vou descobri o que é isso!

Dito e feito, Dennis pega um cadeira, coloca na frente da casa, faz um café forte, pega um rifle e fica esperando. Noite escura nenhum barulho, nem um gato no meio da rua, nem cigarras cantando.Com o silêncio Dennis adormece, por volta das 03:00 as luzes da rua apagam, um barulho de um carro freando bruscamente, em seguida uma batida, uma explosão, escuta-se uma porta de carro abrindo e gritos, as luzes acendem novamente e os gritos cessam. Dennis acorda assustado o fato passa em segundos, ele não viu nada. Fica procurando alguma pista, mas não encontra, desiste e volta ao seu posto. Cedo da manha, Jerry estava na Rua Maremotriz chega perto de Dennis.

- Hei acorda. Dennis se assusta, olha pra Jerry.

- O que você veio fazer aqui, Jerry?

-Ouvi o que aconteceu ontem, não sei como posso ajudar, mas sei da estória.

- Sabe e vai me contar?

- Dennis começou a juntar suas coisas e entra em sua casa, Jerry indo atrás.

-Vou se você me oferecer um café.

- Sente-se, já faço o seu café.

Jerry sentou-se a mesa, em instantes seu café estava pronto.

-Conta-me Jerry, o que esta havendo?- juntando-se a mesa. -Há 80 anos, quando tinha a mesma idade de seu filho, ocorreu o mesmo fato, meu pai me contou a estória.

-E qual é o conto dessa vez?-Na voz de Dennis tinha certo tom de sarcasmo.

-Bom Dennis, conta à lenda que no século XVIII, no auge da inquisição havia uma bruxa que morava nesta vila, que na época era um simples vilarejo.

Como todos sabem as bruxas eram perseguidas, mas esta não se deu por vencida e muito menos se deixou ser pega facilmente.

-Qual foi o crime dela?

-O crime?Ser ela mesma diante de todos e desafiava a lei da igreja chegando a envenenar um padre. -

Ousada ela não? -Ousadia era pouco pra ela.Ela realmente tinha coragem.Enfim voltando a lenda.Um dia a bruxa estava andando pela rua, indo fazer algumas compras pra suas poções, mas certamente como nos últimos dias ela não estava só, estava sendo perseguida por inquisidores.

-O que acontece a seguir, ela é queimada?-Novo tom de sarcasmo.

-Deixa ser sarcástico e ouça-me! -Continue.

-Nesse dia quando voltava a sua casa, os inquisidores bateram em sua porta, queriam entra, mas ela os deteve, mesmo assim foram bruscos entraram casa adentro.

A bruxa manteve-se calma, não queria dar o gosto a eles de seu medo por mais que estivesse.Os inquisidores ameaçando ela de todas as formas, por seu castigo não tinha escapatória já havia envenenado o padre.O único jeito ate então era se render.

-Mas ela não se redeu. -Não, acusada de bruxaria e sendo uma, usou seus feitiços, junto alguns condimentos ao caldeirão rapidamente e produziu fumaça esverdeada, aproveitou a situação e saiu da casa correndo.

Os inquisidores foram atrás, era dez contra um, a bruxa correu o mais rápido que pode e desviando deles, entrando nas ruas escuras e pequenas, numa desses desvio que ela fez deu numa rua sem saída, sem o que fazer a bruxa ficou parada ali pensando o que faria, o tempo era curto e os inquisidores chegaram, ficaram discutindo a bruxa profetizando palavras, fazendo de tudo que estava a sua mãe pra deixa acudido.Não deu certo a bruxa era tão procurada que novos inquisidores chegaram com tochas, armas, arco e flechas com fogo.

-O que ela fez? -Era o fim dela, não tinha como escapar, um dos inquisidores mandou amarrá-la, disse a ela que não teria o julgamento digno de uma bruxa, ou seja, a fogueira.

-Se não foi à fogueira e nenhum outro método de tortura restou-lhe o que? - Não foi digna da fogueira, mas morreu queimada.

-Como? -As flechas com fogo, o inquisidor que mandou amarrá-la fez o mesmo mandando jogar-lhe as flechas. -Foi só?

-Não!Depois de matá-la, os inquisidores levaram-na ao chefe, que queria ter a certeza que ela estava morta. Jogou ela num poço abandonado, pra certificarem-se colocaram terra por cima.

-Ta, mas o que isso tem haver com o barulho do acidente. -Pra que a pressa?

-Então continue a lenda. -Nada foi por acaso, a bruxa tinha um poder extraordinário, dizem que ela saiu completamente viva do poço sete dias. Mas voltou com uma nova identidade. Não era, mas a bruxa e sim uma simples camponesa. -Ela voltou pra se vingar.

-Como era de se prever não?Ela foi aos mosteiros, como podre camponesa pedir um trabalho em troca de abrigo e comida, sua intenção era de achar o inquisidor que mandou matá-la. Logo descobriu que ele viajou, mas voltaria nos dias seguintes. Quando voltou estava debilitado, quase a morte por uma doença desconhecida da época, durou apenas dois meses. -Então ela não se vingou? -E nem pode ao menos vê-lo morrer, foi mandada procurar mais camponeses nas cidades vizinhas pra fazer um acordo com a igreja, pra ter mais terras, quando ela voltou o inquisidor já tinha sido enterrado.Desde então o que ela procura é a alma desse inquisidor pra se vingar.E o que isso tem haver com o barulho do acidente, um fato que não sei se é real, mas o espírito da bruxa ataca a todos que se parece fisicamente e articuladamente como ele, ocasionando acidentes.Este do carro é simples, dizem que um jovem da sua idade estava andando de carro, quando olhou pelo retrovisor e a viu, bateu o carro que vinha na direção contraria e os dois pegaram fogo.Pelo que sei, ela nunca mais atacou ninguém. -Por que o jovem rapaz era a reencarnação do inquisidor? Jerry terminou seu café e só deu um sorrisinho. -Essa é a lenda. - E porque o barulho? -

A bruxa faz a cena, aparecer sempre no mesmo mês. É uma maldição que ela profetizou antes de ser morta, que quem a ordena a morte veria a morte na sua frente. Como o tempo passou a morte no caso é o acidente pro jovem. Porem ela faz a cena aparecer pra não esquecer o que realmente tem que fazer.

-Então isso vai parar mês que vem? -Talvez? -Como talvez?

-A bruxa prometeu que não sossegaria, enquanto o inquisidor pedisse perdão a ela, portanto enquanto ela não achar a alma do inquisidor e fazê-lo pedir perdão acontecimentos estranhos vão continuar. -Não entendi. -Se você acredita em outras vidas...

-Eu creio, disse em reencarnação...

-Então vai entender que por mais que a alma do inquisidor volte à vida, a bruxa o perseguirá e vai trazê-lo a morte novamente ate que consiga seu perdão.

-Você quer dizer que... -Outra coisa só vê a cena o inquisidor, portanto o barulho não é o problema e sim ver a cena. - O que acontece com quem vê a cena? -Dennis já contei a lenda, obrigado pelo café, mas devo ir. A lenda deixou Dennis intrigado, será que a bruxa estava novamente à procura do inquisidor, ou apenas quer assustá-lo quer onde ele esteja. Na mesma noite Dennis com a lenda fresca em sua cabeça, repetiu o mesmo ato de ficar em frente a sua casa, queria provas. Noite mais escura do que as anteriores, fria, nuvens acobertavam o céu, tinha algo estranho no ar, todos os morados foram deitar cedo. Novamente pela terceira noite consecutiva nenhum barulho na rua, nem sinal de vida exceto pelo Dennis que já adormecera. No horário de sempre, ás 03h: 00min da manhã, as luzes se apagam, Dennis acorda num solavanco. Vê um carro cinza, vindo a toda velocidade, farol apagado, aparece outro carro menor, branco, a freada brusca do carro cinza e finalmente a batida.

O fogo se expande labaredas altas, sai do carro cinza um homem, Dennis tenta ver quem era, mas não foi necessário forçar a visão, o homem saiu do carro pegando fogo, gritando e vinha em sua direção.Dennis ficou parado, procurou ver se alguém estava vendo a cena, parecia que ninguém tinha ouvido, voltou seu olhar ao homem que tinha sumido, os carros ainda pegando fogo, os gritos cessaram.Dennis vira-se e encontra o homem pegando fogo, fica paralisado com o susto.

Mas o homem fantasma fixou seu olhar no dele. Dennis, com medo não receou se quer mexer, o fantasma ficou ali parado ate que agarrou Dennis, que começou sentir seu corpo pegar fogo, gritava, pedia por socorro, mas o fantasma apenas ria diabolicamente dele. -Não adianta fugir, segurei você por resto de minha vida peça perdão e você sobreviverá! -Não sou quem você pensa! -Que assim seja! E no minuto seguinte, Dennis completamente carbonizado caído no chão, os carros tinham sumido. Na manhã seguinte, o corpo foi a discussão. Jerry que veio acompanhar o ocorrido, quando a só ficou com corpo, abaixou, sussurrou em seu ouvido. -Eu avisei, inquisidor deveria ter-me pedido desculpa!

* Lenda enviada por: kellyzinha♥

29/12/2008 21:51:21

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