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A Dançarina da Corte

" A Dançarina da Corte "


Era tempos de guerra de dois clãs. Um deles trabalhava com uma bruxa, que dava idéias para o exército. Seus planos já começavam a falhar, e o Marechal do clã disse que a próxima invenção que ela tivesse desse errado seria queimada na fogueira. A bruxa então teve uma idéia: a sua filha era uma dançarina de primeira classe. Era muito bonita, com lindos cabelos castanhos e um corpo de deusa. O Marechal, confuso, não sabia o que uma dança ia ajudar. Mas a bruxa revelou apenas que enviassem a dançarina ao quartel adversário, como um presente de um parente desconhecido. O Marechal, curioso, disse para a dançarina dançar logo e ir embora, já que não podia perder tempo em uma guerra.

A Dançarina, com seu pandeiro começou a dançar. Sua beleza natural e seus movimentos divinos fizeram os soldados e o Marechal ficarem hipnotizados. A mãe, a bruxa, disse ao chefe que poderiam atacar quanto quisessem, que os inimigos não iriam mostrar interesses. Então, obedecendo as ordens da bruxa, mandou atacarem, e como previram, não se defenderam. A guerra acabou, graças a dançarina, que morreu junto aos soldados. Mas continuou perturbando o clã vencedor; sempre que havia pequenas discussões, até bobeiras, ela aparecia e selecionava um dos briguentos, aleatoriamente, para dançar. Levava até um precipício ou alguma coisa mortal, para dar vitória ao outro lado.

* Lenda enviada por: Carmanie

1/2/2009 18:31:28

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A Dança da Meia Noite

" A Dança da Meia Noite "


Sete amigos foram jantar na casa de uma das meninas do grupo. Só que em vez de um simples jantar virou uma grande festa com músicas, bebidas, comidas e muitos amigos para curtir a festa. Eles não estavam ligando com as horas porque eram férias então poderiam se embebedar a vontade. Uma das meninas se preocupou, pois seus pais viajaram e deixaram ela fazer festa mais tinha gente que estava bebendo pinga em vez de cerveja seu pai não ia gostar eles pegarão a pinga da coleção de bebidas de seu pai. As meninas não bebiam então só as meninas iam dormir na casa os meninos iam beber até o amanhecer fora da casa.

Deu meia noite apareceu um casal com um vestido de noiva e um menino com um terno. Os meninos perguntaram se ia ter casamento esta hora? Eles perguntaram como bêbados e o casal não respondeu. Um dos amigos quis enfrentar ele passou diante do casal e eles continuaram andando. O menino desmaiou e acordou com os amigos numa igreja amarados, viram varias pessoas com o casal no altar. Todos os convidados eram espíritos, todos os espíritos do mundo todo ano vão para a igreja fazer uma missa, ou melhor, um casamento para dois espíritos jovens. O casal depois do casamento na festa começou a dançar na meia noite os meninos amedrontados com aquela sena. Os dois jovens pegaram os três meninos e mataram eles na dança da meia noite os dois com uma faca na mão rodando batendo a faca, juntinhos enfiando as facas e morreram.


As meninas com medo que aconteça algo com os meninos foram procurá-los e não encontraram. No ano seguinte elas foram à igreja à noite procura-los. Chegando lá encontraram e perguntaram o que estava acontecendo e...Um grito na noite “Rááááá!!!!!” E tudo se repetiu. OBS: nas noites de lua cheia um casal aparece em qualquer cidade do Brasil e sempre paga sete jovens para se juntar a eles e virar um ano depois um casal. Eles se casam todo o ano porque todos lá embaixo, precisam de alguém. Você pode ser o próximo casal a se juntar a eles.

* Lenda enviada por: Helo

5/6/2008 15:47:07

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A Dama de Vermelho

" A Dama de Vermelho "


Era carnaval,quando um jovem rapaz saia para se divertir,ele encontrou uma moça muito linda e ela usava um vestido vermelho que o encantou. Terminada a festa o rapaz se oferece para levá-la em casa, porem ela não quis, pois alegou que seu pai não iria gostar. Então ela disse para o rapaz deixa-la na metade do caminho, mas para ela chegar em casa teria q passar por um cemitério. E assim eles saíram varias noites, ate que um certo, dia o rapaz resolveu segui-la e ver que, ao passar. ela entra no cemitério. Ele se aproxima mais para ver o que esta acontecendo, e ela entra dentro de um túmulo. O rapaz fica muito assustado e liga para o numero de telefone que ela havia lhe dado, este numero cai na casa da sua mãe, que diz ao rapaz que sua filha havia morrido a 7 anos atrás.

* Lenda enviada por: Jheny e Alyny

30/9/2007 13:33:47

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A Curiosidade MATA!


" A Curiosidade MATA! "



Dizem que em uma vila muito antiga, com poucos habitantes, havia uma casa afastada de todas as outras, que ninguém ousava a entrar. Todos que ali entravam, nunca mais eram vistos outra vez. Um certo dia, 4 adolescente conversando sobre está casa, tiveram a idéia de invadir e ver o que tanto seus pais e parentes abominavam. Eles marcaram de ir à noite quando todos estavam dormindo, pois no vilarejo tinha costumes de dormir cedo porque que falavam que a "casa" os chamavam para ir para lá.

Quando deu 23:30h, os 4 estavam já todos reunidos para provar que não tinham nada da casa. Andaram e andaram até chegar no jardim que lá existia, com muitas rosas e margaridas. Uma beleza incomparável! Tinha uma menina com eles e ela ficou admirada com a beleza do lugar e falava que ia ficar ali fora olhando as lindas flores. E um deles falou: “Tudo bem, mas se você ouvir ou ver alguma coisa, nos grite tá?” E ela só acenou com a cabeça e eles entraram. E por dentro, era tudo muito escuro e empoeirado. Não havia interruptores e nem candelabros, nada que pudesse clarear para ver aonde eles estavam pisando.

O chão rangia e a sala de entrada tinha um escada que levava para o 2ºandar. Um deles falou que iria olhar na cozinha e os outros foram ver o andar de cima e, nessa casa, o que não faltava era quadros. Nisso a menina que estava olhando as flores ouviu o mato se mexendo, ela se levantou lentamente e quando ela se virou para correr deu de cara com uma velha de cabelos brancos e longos que olhava por cima de sua cabeça e falando: “Você é bem curiosa, não é menina?” E ela respondeu: “Só vim com meus amigos, eles que entraram em sua casa” Ela olhou para garota e deu um sorriso de lado e correu para dentro do mato de novo.

Agora ela já acreditando o porque que sua mãe dizia para não ir a casa correu para dentro chamando os garotos que tinham entrado. Como ela não os ouvia, entrou em desespero e começou a chorar. De repente, viu que na cozinha havia luz acesa. Correu para ver se era eles e era! Quando ela começou a falar o que tinha visto, eles se viraram e ela gritou e viu que um estava sem os olhos, outro sem a língua e o outro sem as orelhas e leu o aviso que dizia: “A CURIOSIDADE MATA!” Ela saiu correndo e ouvindo os gritos de dentro da casa e a risada da velha. Quando chegou em casa contou o que aconteceu para seus pais e até hoje essa frase é usada para evitar que as pessoas se "machuquem"!

* Lenda enviada por: Rany Miranda

22/5/2008 10:25:19

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A Cunhada Morta

" A Cunhada Morta "


A Cunhada Morta Rose era uma senhora, cidadã de uma pacata cidade do interior do Brasil, que morava com os seguintes membros da família: Dario, seu marido; Daniele, sua filha e Tereza, sua cunhada. Esta mulher era secretária de uma firma e enquanto ela trabalhava fora, a sua cunhada Tereza tomava conta da casa e era a babá oficial de Daniele. Porém em troca destes serviços à moça só recebia comida, moradia e algumas peças de roupas. O maior medo de Rose era morrer sem ter um túmulo descente para ser enterrada e o seu maior sonho era ter um mausoléu de luxo. Por isto, ela economizou boa parte do seu salário e quando completou sessenta anos de idade comprou uma cripta chique com sete gavetas em seu interior.

No dia desta aquisição, esta senhora deu uma festa e Tereza comentou: - Se eu morrer antes de você, quero ser enterrada em seu mausoléu. Rose fez cara feia e exclamou: - Nem pensar! - Aquela cripta chique comprou com o suor do meu rosto! Seis meses depois, foi diagnosticado um câncer em Tereza, que veio a falecer logo. Então Rose decidiu enterrar a cunhada como indigente. Um ano se passou e uma semana antes do dia de finados, esta mulher decidiu fazer uma faxina por dentro e por fora da sua cripta. Ao entrar no interior do seu mausoléu, esta senhora achou estranho existir uma gaveta fechada e logo acionou a administração do cemitério. Assim o coveiro destruiu o lacre da gaveta, avistou um caixão e dentro dele estava o corpo de Tereza intacto.

Rose acusou seu marido de enterrar a sua cunhada, às escondidas, dentro do seu mausoléu particular. Porém Dario negou este fato. Diz a lenda que a notícia do corpo intacto de Tereza percorreu toda a cidade e que por isto ela é considerada um tipo de santa. Há pessoas que rezam para a alma dela e têm os seus pedidos atendidos. Luciana do Rocio

* Lenda enviada por: Luciana do Rocio

18/10/2008 21:09:49

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A Cripta da Seita Secreta

" A Cripta da Seita Secreta "


A Cripta da Seita Secreta Jéssica era uma professora de dança , nascida em 23 de novembro de 1980 , que era ligada nas artes místicas . Um certo dia , ela teve o seguinte sonho : Ela sonhou que estava no Cemitério Municipal de Curitiba e chegou no corredor número 1 , na quadra 23 . Lá , ela encontrou uma cripta interessante : toda azul ; em seus lados existiam estátuas de íbis , o pássaro místico do Egito ; sua construção era em estilo jônico , com pilares gregas e havia sete pessoas sepultadas lá . No centro desta cripta estava escrito : Enéas de Paula . Após ler este nome , Jéssica acordou e decidiu ir ao cemitério para passar esta história a limpo .

Lá , ela encontrou a mesma cripta , mas o nome da pessoa era diferente , pois estava escrito : Ignácio de Paula . Ela observou o local e concluiu que aquilo deveria ser a cripta de membros de alguma seita secreta . Uma semana depois , Jéssica foi ao enterro de uma amiga , que faleceu em um acidente de carro . Depois do sepultamento , ela resolveu ir à cripta do seu estranho sonho . Lá , ela viu um homem estranho rezando , que de repente olhou para trás e fixou seu olhos na jovem . Então , Jéssica se afastou vagarosamente . Uma semana depois , ela foi chamada para fazer um teste numa escola de dança , onde tinha deixado seu currículo , com a proprietária cujo nome era Regina de Paula . Chegando lá , ela foi recebida por uma recepcionista , que a guiou até uma sala e depois , desapareceu .

Logo depois , chegou um moço , que perguntou se ela gostaria de um cafezinho . Quando Jéssica olhou para este rapaz ela notou que ele era o mesmo homem que estava rezando naquela misteriosa cripta e disse que não gostaria de café naquele momento . O homem saiu da sala e logo depois chegou a dona da academia para aplicar um teste de dança . Jéssica dançou e a dona da escola falou que ela era ótima bailarina . Após isto ela perguntou à proprietária da academia quem era o rapaz que servia café para as pessoas na recepção , Regina disse que não existia rapaz nenhum e que único homem que trabalhou naquela academia , foi o seu tio : Enéas de Paula , já falecido há mais de 40 anos .

Jéssica ficou assustada e nunca mais pisou os pés naquela academia . Porém , parecia que havia uma força que a puxava para aquela cripta do cemitério . Um ano depois , Jéssica voltou ao cemitério para visitar o túmulo da sua amiga falecida . Após visitar o túmulo da sua colega , ela decidiu dar uma passada naquela estranha cripta que nunca saiu de sua cabeça . Ao seu aproximar ela viu que tinham três homens dentro dela , eles estavam rezando em uma língua diferente , provavelmente latim e estavam queimando incenso , também .

A moça reconheceu que um dos homens era aquele rapaz que serviu cafezinho para ela na escola de dança . Então , ela se afastou lentamente do local . Até hoje as seguintes perguntas sobrevoam na cabeça de Jéssica : - Será que aquela cripta pertencia às pessoas de alguma seita secreta ? - O homem do cafezinho está vivo ou morto ? - Por que sonhei com algo que é tão real ? Esta cripta ainda existe no Cemitério Municipal de Curitiba , no bairro Alto São Francisco e até se tornou uma lenda urbana , pois quem passa perto dele fica com os olhos cheios de admiração ao mesmo tempo em que sente uma sensação estranha . Luciana do Rocio

* Lenda enviada por: Luciana do Rocio

7/6/2009 19:43:19

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A Criança Da Estrada

" A Criança Da Estrada "


Esta história que vou lhes contar me foi relatada quando eu era criança por meu finado pai, que por sua vez ouviu de um forasteiro que se hospedara na sua casa quando criança na cidade de Santiago no RS. O forasteiro jura que era verdade a história que, aliás, vivenciou. Ele estava voltando de uma viagem de negócios na fronteira com a Argentina, era caixeiro viajante e vendia produtos em tudo quanto era localidade. Apesar de ser noite ele tinha pressa de concluir seu trajeto e continuou cavalgando junto com sua mula de carga.

Era noite de lua cheia, em plena sexta-feira dia 13, quando, perto da meia-noite, chegou próximo a uma encruzilhada e viu uma pobre criança chorando na estrada. Solícito, foi até ela e perguntou o que havia acontecido. A criança, um menino de uns sete anos, em lágrimas, havia dito que se perdera da família. Bondoso pegou-a e a levou na garupa, prometendo que a levaria até os pais a criança vibrou. Durante o trajeto o garoto havia lhe dito "Meus olhos são vermelhos titio!" Ele virou - se e notou que os olhos do garoto eram realmente vermelhos. Mais tarde, o garoto lhe falou "Eu tenho barba titio!" Ele virou-se e o garoto tinha uma barba enorme. Pouco depois o garoto lhe dissera "Eu tenho dentes titio!" E assim que virou, notou que o garoto possuía presas enormes e afiadas.

Espantou-se!!! O garoto era um lobisomem e apavorado correu a galope derrubando o pequeno lobisomem na estrada e fugiu o mais depressa possível dali. Só parou de trotar quando começou a amanhecer e ao ver uma pousada decidiu descansar ali. Mais tarde, na taverna, ao tomar cana com os demais hóspedes, contou-lhes o ocorrido e soube que não era o primeiro a ter visto o misterioso menino lobisomem que sempre aparecia nas encruzilhadas daquela região fronteiriça durante a sexta - feira dia 13, nas noites de lua cheia um pouco antes da meia - noite. E sempre pedia ajuda a viajantes e forasteiros que passavam por ali. Mas também soubera que outros que encontraram a tal criança lobisomem não tiveram a mesma sorte, pois desapareceram e nunca mais foram vistos.

* Lenda enviada por: Rafaela

25/2/2009 17:15:07

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A Cova

" A Cova "


Há muitos anos atrás, um grupo de amigos em Ouro Preto - MG resolveu fazer uma aposta. Entrar a meia noite numa cova vazia que estava aberta no cemitério local. Todos os cinco entraram , mas o último, ao sair da cova, gritou de horror... Alguém o segurava e o puxava para dentro do buraco. Apavorados, os outros fugiram do local. No dia seguinte, encontraram um jovem de aproximadamente 25 anos, com os cabelos totalmente grisalhos, e expressão de horror, morto, dentro da cova aberta. Na sua calça jeans, estava agarrado um pedaço de raiz, que o prendeu e o matou de susto.

* Lenda enviada por: Alexandre

27/5/2008 10:25:56

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A Condessa Sangrenta Elizabeth


A Condessa Sangrenta Elizabeth

A infame Condessa Sangrenta da Transilvania, que foi acusada de bruxa e vampira, que supostamente se valia de sangue de jovens virgens para manter a beleza e juventude conhecida pelo mundo inteiro, nascida em 1560, foi filha de George Bathory e Anna Bathory; a família Bathory foi uma das mais ricas e poderosas da Hungria, os antepassados de Elisabeth foram príncipes e reis.A maioria de suas atrocidades foram realizadas em seu castelo, chamado Cachtice ("Chakhteetsay"), situado na Transilvania.

Foi educada como poucas mulheres de sua época, era muito inteligente, tanto que superava a maioria dos homens, que nem sabiam escrever; ela era uma das mulheres mais belas da Hungria.

Em 8 de maio de 1575 se casou com o conde Ferenc Nadasdy. Como o militar deixava Elisabeth no encargo da disciplina dos serviçais do castelo, poderia se entender que essa disciplina era algo sádico, pois sempre golpeava os seus serviçais, espetando alfinetes em seus corpos. Um castigo comumente aplicado era desnudar as jovens e jogá-las na neve, despejando água fria sobre elas até morrerem de frio.

Em seus primeiros anos de matrimonio não teve nenhum filho devido à constante ausência de seu esposo, mas em 1598 nasceu seu único filho, Paul. Mas na ausência de seu marido ela sempre visitava sua tia Klara, que era bissexual e que sempre estava rodeada de garotas, presume-se que ficavam juntas.

Em janeiro de 1604 Ferenc morreu e Elizabeth começa o seu interesse por banhos de sangue, por finalidades estéticas.Esta prática começou quando uma serviçal acidentalmente puxou um fio de seus cabelos, instintivamente a condessa Elizabeth Bathory deu-lhe um golpe na orelha, o sangue da serviçal manchou suas mãos. A princípio lhe causou asco e correu para se limpar com uma toalha o sangue, porem de repente se deu conta de que o sangue em sua pele parecia rejuvenecê-la. Concluiu que se o sangue de seus serviçais a rejuvenesceria.

Tinha ajudantes nestes macabros atos: sua ama Ficzko; Helena, a enfermeira; Dorothea (Dorka), uma servente e Katarina, uma lavadeira que alegou ter servido a condessa mesmo depois de sua sangüinária carreira.Entre 1604 e 1610 uma misteriosa mulher chamada Anna Darvulia, provavelmente uma amante de Elizabeth, introduziu-a em novas técnicas das mais sádicas da corte.

Uma menina de 12 anos tentou escapar do castelo, porem Dorka e Helena a surpreenderam no flagrante da fuga, vestiram-na com uma túnica branca e a condessa Elizabeth a introduziu em uma espécie de caixa demasiadamente pequena. Uma vez que a menina estava dentro da caixa, esta era levantada e dezenas de pequanas adagas penetravam na caixa. A menina ainda tentava evitá-las, mas Ficzko balançou a caixa de lado a lado e a carne da menina se partiu em pedaços.

Cada vez mais a sua crueldade era aprimorada, a reputação do castelo era cada vez pior. Viam-se no Castelo haviam corpos de jovens, nuas, mortas e torturadas, e até algumas vítimas nobres foram posteriormente encontradas.

O diário de Elizabeht incluía um comentário lacônico sobre a rápida morte de uma das serviçais "... era demasiado pequena".

Chegou uma época em que Elizabeth estava demasiadamente enferma para levantar-se e torturar suas serviçais. Dorothea Szentes, uma de suas fortes criadas levou uma jovem até o seu quarto, onde foi desnudada e amarrada à cama como um cachorro. A condessa saltou sobre ela, abriu sua boca e mordeu-lhe o pescoço, arrancando um pedaço de carne. Depois disto, Elizabeth se desfrutava mordendo o pescoço de jovens donzelas.Após a morte do marido, o Rei Matthias II cobrou uma dívida feita por seu querido Ferenc. Elizabeth pensou em vender dois castelos de sua família na Transilvania, o que atraiu a atenção de seu sobrinho, o Conde Thurso que, por sua vez, reconheceu o perigo que ela representava para o Clã Bathory e planejou confiná-la em um convento. A chegar ao castelo, com o séquito real, encontraram uma jovem mordida na porta
Elizabeth e sua corte não haviam tido tempo de enterrar o cadáver. Dentro da habitação encontraram mais dois corpos.

O julgamento foi em janeiro de 1611. Dorothea e Helena foram sentenciadas, cortaram todos os dedos das suas mãos e posteriormente queimadas ainda vivas na fogueira, Ficzko foi decapitada e depois juntada às companheiras na fogueira. Somente Katarina escapou à sentença de morte.

Apenas Elizabeth se livrou do julgamento, devido à sua linhagem. Seu sobrinho Thurzo escreveu-lhe o seguinte:"Tu, Elizabeth, és como um animal selvagem, estes são os teus últimos meses de vida. Não mereces respirar o ar que há na terra, não mereces ver a luz do Senhor. Desaparecerás deste mundo e nunca voltarás. As sombras te envolverão e te arrependerás da tua bestial vida.

Eu te condeno, senhora carniceira, a uma prisão em vida em seu próprio castelo.
Foi emparedada em seu castelo com uma única abertura para que ela pudesse comer. Em 31 de Julho de 1614 Elizabeth morria aos 44 anos de idade.

Muitas das atrocidades que cometeu a Condessa Bathory foram transmitidas de boca em boca e seus banhos de sangue se converteram em mito. Alguns a consideram mais uma mulher-loba do que um vampiro, porque antes de beber o sangue de suas vítimas ela mordia sua carne.

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A Combi

" A Combi "


Uma noite, três mulheres voltaram para casa ás 7:00 em ponto. Um tempo depois, uma combi branca para em frente á casa delas. O motorista aperta a campainha e as mulheres atendem. Motorista: Muito bem, escolham seus produtos, todos são de graça. Uma das mulheres pediu uma faca, outra uma sanitária e a outra pediu um xampu. O homem vai embora após elas pagarem as coisas. A mulher que pediu a faca a estava usando para cortar um bife. De repente, a mão dela deslizou para baixo da faca e sem querer a mulher perdeu a sua mão. A outra estava limpando o chão com a sanitária (e ainda por cima não tinha nome) e, de repente, a sanitária pegou fogo.

As portas da sala se trancaram e a mulher morreu queimada. A terceira mulher estava tomando banho, quando resolveu experimentar o xampu comprado pelo homem. Uns momentos depois, de um modo inexplicável, o xampu congelou a mulher, a janela do banheiro estava aberta e uma ventania soou e a mulher congelada caiu no chão e se espatifou. A única mulher que sobreviveu, mas que teve a mão cortada, foi ao hospital e a polícia chegou, mas já era tarde demais para socorrer as outras. Lembre-se, isso é uma lenda! Mas, é bom não aceitar nada de estranhos, principalmente se for de graça!

* Lenda enviada por: Rafael de Souza

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