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O mistério da boneca que envelheceu

Com o passar do tempo, é normal que os pais doem ou guardem os brinquedos e seus filhos, já que, além de não serem mais usados, passam a ocupar um espaço extra no quarto dos mesmos.

Uma família norte-americana, em uma ação comum, recolheu os brinquedos da filha, que já estava crescida, e os depositou no sotão da casa. A surpresa veio depois de 11 anos…

Ao realizar uma limpeza no sotão da residência, a família se deparou com isto:




A mesma boneca que havia sido guardada há 11 anos tinha envelhecido! Até agora, ninguém pôde explicar o porquê do ocorrido e tudo o que há na mídia são especulações.

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A Bruxa dos Bells

Trata-se do único caso documentado da morte de um ser humano por um fantasma nos Estados Unidos além de ser o caso mais famoso do país.

Trata-se do único caso documentado da morte de um ser humano por um fantasma nos Estados Unidos.

Na primavera de 1817 John Bell mudou-se com a sua família para o estado americano do Tenesse. John, sua esposa Lucy e seus 3 filhos tiveram uma vida normal nos primeiros meses na nova casa. Os Bells começaram então a ouvir sons e tremores em sua propriedade. O mais incrível é que só acontecia ao redor da casa e durou semanas. Uma noite, seu filho Richard relata que um barulho tomou conta de seu quarto. Era impossível dormir anetes das 3 horas da manhã, quando o barulho parava.

Casa dos Bells atualmente

Os ataques com o tempo foram ficando cada vez mais violentos de forma que os Bells que antes guardavam segredo sobre o assunto tiveram que pedir ajuda. O relioso James Johnston foi o primeiro a tentar expulsar o fantasma. Com a ajuda de sua bíblia ele interrogava o fantasma em busca de respostas. Até um futuro presidente americano Andrew Jackson foi em 1819 observar os fenômenos. O fantasma pareceu ficar mais ativo e era ouvido rindo por toda a casa. A vizinhança descobriu o caso e começou a chamar a coisa de a Bruxa dos Bells.

Segundo testemunhas, a bruxa jurou atormentar John Bell até sua morte, que ocorreu devido um enorme engano. Um frasco que continha seu remédio foi trocado por um veneno mortal. O médido foi chamado para investigar e seu veredito foi envenenamento acidental. Logo este engano foi atribído a bruxa dos Bells. A bruxa até no velório de John atormentou as pessoas, rindo de modo a ser ouvida por todos.

Na antiga propriedade do Bells existe uma caverna. Os atuais donos relatam que acontecem eventos muito estranhos nesta caverna. Seria hoje a caverna o local onde a Bruxa dos Bells?

Proprietária das terra dos Bells afirma que na caverna da propriedade existem coisas estranhas acontecendo. Seria a Bruxa dos Bells?

Para alguns a Kate Batts, uma excêntrica vizinha dos Bells, que disputava terras com John Bell foi quem jogou a maldição que matou John.

A Bruxa dos Bells é uma das histórias de fantasma mais conhecida dos Estados Únidos e em 2006 este famoso caso americano virou filme mais uma vez, com o título de "Maldição" (An American Hauting), dirigido por Courtney Solomon.

Documentário Visitantes da Noite da Série Verdade ou Pesadelo.

Créditos: sobrenatural.org

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Fantasmas de Windsor


Tanto fantasmas da realeza como guerreiros aparecem neste castelo, famoso pela sua ligação com a monarquia Inglesa.

A Inglaterra é rica em histórias de fantasmas. Seus milenários castelos e suas paisagens eternas guardam muitas histórias de mortos que ainda estão ligados com os vivos, aterrorizando-os.

Esse é o caso do elegante Castelo de Windsor, célebre por ser uma das residências da monarquia do Reino Unido. Mas sua fama também tem um lado obscuro: o número de eventos paranormais que são vivenciados ali.

William, o Conquistador, iniciou a construção do Castelo de Windsor em 1075 após a conquista normanda, que culminou na Batalha de Hastings em 1066.

O castelo quase foi destruído durante a guerra civil de 1600, mas mais tarde tornou-se a residência real.

Durante o reinado do rei George IV, no século XIX foi transformado em um palácio. Em 1917, o rei George V converteu o castelo em residência da família real, e desde então o nome da monarquia seria a Casa de Windsor.

O castelo sobreviveu aos bombardeios das duas guerras mundiais, e hoje a rainha Elizabeth II frequenta a igreja, na capela de São Jorge.

Dizem que o fantasma que tem sido mais visto em Windsor é o de Herne o Caçador, visto por centenas de pessoas nos jardins do castelo.

Segundo a lenda, era um caçador real que gozava da simpatia do rei e, por isso, era odiado na corte.

Devido a isso, e as pressões, ele se enforcou. Seu fantasma aparece montado num cavalo negro, muitas vezes acompanhado por cães fantasma.

O fantasma de Henry VIII assombra os claustros da Deanery. Muitas pessoas dizem que ouviram seus passos e gemidos.

Uma de suas esposas, Anne Boleyn, foi executada exatamente neste claustro. Contam também que a filha de Henry VIII, a Rainha Elizabeth I, passeia à noite de uma sala para outra.

O fantasma de Charles I foi visto principalmente na biblioteca, bem como o rei George III, que ficou louco naquela sala, seu rosto fantasmagórico pode ser visto através das janelas.

Outros fantasmas desconhecidos também habitam Windsor, como o da criança gritando nos corredores, que não quer montar, ou as crianças brincando que são ouvidas na torre da prisão, ou a menina com um homem a cavalo na cozinha, que antigamente era a cavalariça.

Misteriosos passos são ouvidos toda noite na Torre Curfew, e às vezes, sem que ninguém saiba como, seus sinos repicam.

Perto da capela de São Jorge apareceu uma noite, um novo grupo de estátuas. Os visitantes ficaram impressionados, e perguntaram ao guarda na saída, pelas estátuas, que não estavam no guia da visita.

O guarda disse que não havia um grupo de estátuas ali, e quando eles voltaram no lugar, elas haviam desaparecido.


Tradução: Carlos de Castro

Retirado de: Arquivos do Insólito

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O caso Hydesville

Primeiro caso de comunicação direta com espíritos, noticiado pela imprensa mundial e testemunhado por jornalistas e estudiosos.



A antiga casa da família Fox


Aparições de espíritos são relatadas desde o início dos tempos. Temos casos de aparições na antiga Grécia, na civilização egípcia, no antigo oriente até as civilizações que habitavam as Américas descobertas pela Europa no século XIV. Mas dentre todos esses relatos de aparições de espíritos, uma se destaca e é tido como um divisor de águas: o fenômeno de Hydesville. O ano era 1848, o vilarejo, Hydesville, Estados Unidos.

O que lá aconteceu assombrou o mundo foi o primeiro caso de comunicação direta com espíritos, noticiado pela imprensa mundial e testemunhado por jornalistas e estudiosos. Na casa de uma família americana chamada Fox, que morava num vilarejo de nome Hydesville, no Estado de New York, começaram a manifestar-se forças sobrenaturais que pareciam vir do invisível. Essa casa já apresentava estranhos ruídos nas paredes, batidos e barulho de passos, com indícios de serem provenientes de uma inteligência oculta desejando se comunicar, bem antes da família Fox se mudar para lá. Em 1844 o mesmo já tinha acontecido com o casal Bells e em 1846 com a família Weekman. Ambas essas famílias saíram dessa casa por conta desses fenômenos. Inicialmente os Fox não sofreram nenhum incomodo em sua nova residência. Entretanto, algum tempo depois, mais precisamente nos dois primeiros meses de 1848, os mesmos ruídos insólitos que perturbaram os antigos inquilinos voltaram a manifestar-se outra vez. Eram batidas leves, sons semelhantes aos arranhões nas paredes, assoalhos e moveis, os quais poderiam perfeitamente ser confundidos com rumores naturais produzidos por vento, estalos do madeiramento, rato, etc. Por isso a família Fox não deveria ter-se sentido molestada ou alarmada. Entretanto, tais ruídos cresceram de intensidade, a partir de meados de marco de 1848.

Batidas mais nítidas e sons de arrastar de moveis começaram a fazer-se ouvir, pondo as meninas em sobressalto, a ponto de negarem-se a dormir sozinhas no seu quarto, e passarem a querer dormir no quarto dos pais. A principio os habitantes da casa, ainda incrédulos quanto aa possível origem sobrenatural dos ruídos. levantavam-se e procuravam localizar a causas natural dos mesmos. Na noite de 31 de marco de 1848, desencadeou-se uma série de sons muito fortes e continuados. Ai, então, deu-se o primeiro lance do fantástico episódio, que ficou como um marco inamovível na historia da fenomenologia paranormal. A garota de sete anos de idade - a Kate Fox - em sua espontaneidade de criança teve a audácia de desafiar a “forca invisível” a repetir, com os golpes, as palmas que ela batia com as mãos! A resposta foi imediata, a cada estalo um golpe era ouvido logo a seguir! Ali estava a prova de que a causa dos sons seria uma inteligência incorpórea. Para apreciar-se bem o sabor desta incrível aventura, vamos transcrever alguns trechos do depoimento da Sra. Margareth Fox. “Na noite de sexta-feira, 31 de marco de 1848, resolvemos ir para a cama um pouco mais cedo e não nos deixamos perturbar pelos barulhos; íamos ter uma noite de repouso. Meu marido que aqui estava em todas as ocasiões, ouviu os ruídos e ajudou a pesquisar.

Naquela noite fomos cedo para a cama - apenas escurecera. Achava-me tal alquebrada e com falta de repouso que quase me sentia doente. Meu marido não tinha ido para a cama quando ouvimos o primeiro ruído naquela noite. Eu apenas me havia deitado. A coisa começou como de costume. Eu distinguia de qualquer outro ruído jamais ouvido. As meninas, que dormiam em outra cama no quarto, ouviram as batidas e procuraram fazer ruídos semelhantes, estalando os dedos. Minha filha menor, Kate, disse, batendo palmas:” “Senhor Pé Rachado, Faça o que eu faço.” Imediatamente seguiu-se o som, com o mesmo numero de palmadas. Quando ela parou, o som logo parou. Então Margareth disse brincando: “Agora faca exatamente como eu. Conte um, dois, três, quatro” e bateu palmas. Então os ruídos se produziram como antes. Ela teve medo de repetir o ensaio. Então Kate disse, na simplicidade infantil: “Oh! mamãe! eu já sei o que é. Amanha é primeiro de abril e alguém quer nos pregar uma mentira.”

“Então pensei em fazer um teste que ninguém seria capaz de responder. Pedi que fossem indicadas as idades de meus filhos, sucessivamente. Instantaneamente foi dada a exata idade de cada um, fazendo pausa de um para outro, a fim de separar, ate o sétimo, depois do que se fez uma pausa maior e três batidas mais fortes foram dadas, correspondendo à idade do menor, que havia morrido”. “Então perguntei: É um ser humano que me responde tão corretamente? Não houve resposta. Perguntei: É um espírito? Se for, de duas batidas. Duas batidas foram ouvidas assim que fiz o pedido. Então eu disse: Se for um espírito assassinado de duas batidas. Essas foram dadas instantaneamente, produzindo um tremor na casa. Perguntei: Foi assassinado nesta casa? A resposta foi como a precedente. A pessoa que o assassinou ainda vive? Resposta idêntica, por duas batidas. Pelo mesmo processo verifiquei que fora um homem que o assassinaram nesta casa e os seus despojos enterrados na adega; que a família era constituída de esposa e cinco filhos, dois rapazes e três meninas, todos vivos ao tempo de sua morte, mas que depois a esposa morrera. Então perguntei: Continuara a bater se chamarmos os vizinhos para que também escutem? A resposta afirmativa foi alta.” Desse modo foram chamados vários vizinhos, os quais por sua vez convocaram outros, de maneira que, mais tarde e nos dias subseqüentes, o numero de curiosos era enorme. Naquela noite compareceram o Senhor Redfield, o Senhor e Senhora Duesler e os casais Hyde e Jewell. “Mr. Duesler fez muitas perguntas e obteve as respostas.

Em seguida indiquei vários vizinhos nos quais pude pensar, e perguntei se havia sido morto por algum deles, mas não obtive resposta. Apos isso, Mr. Duesler fez perguntas e obteve as respostas.

Perguntou:

Foi assassinado? Resposta afirmativa.

Seu assassino pode ser levado ao tribunal? Nenhuma resposta.

Pode ser punido pela lei? Nenhuma resposta.

A seguir disse: Se seu assassino não pode ser punido pela lei de sinais. As batidas foram ouvidas claramente.

Pelo mesmo processo Mr. Duesler verificou que ele tinha sido assassinado no quarto do leste, há quatro anos passado, e que o assassínio fora cometido aa meia noite de uma terça-feira, por Mr……; que fora morto com um golpe de faca de açougueiro na garganta; que o corpo havia sido enterrado; tinha passado pela dispensa, descido a escada e enterrado a dez pés abaixo do solo. "Também foi constatado que o motivo fora dinheiro”.

“Quanta a quantia: cem dólares? Nenhuma resposta. Duzentos? Trezentos? etc. Quando mencionou quinhentos dólares as batidas confirmaram”.

“Foram chamados muitos dos vizinhos que estavam pescando no ribeirão. Estes ouviram as mesmas perguntas e respostas. Alguns permaneceram em casa naquela noite. Eu e as meninas saímos. Meu marido ficou toda à noite com Mr. Redfield. No sábado seguinte a casa ficou superlotada. Durante o dia não se ouviram os sons, mas ao anoitecer recomeçaram. Diziam que mais de trezentas pessoas achavam-se presentes. No domingo os ruídos foram ouvidos o dia inteiro por todos quantos se achavam em casa”. Estes são os principais trechos do depoimento da Sra. Margareth Fox, que mais nos interessam para dar uma descrição viva dos acontecimentos de Hydesville, na sinistra noite de 31 de marco de 1848.

Os mais interessados em esclarecer o caso resolveram escavar a adega, visando encontrar os despojos do suposto assassinado. Eis que, através de combinação alfabética com as pancadas produzidas, chegaram aa identidade da vitima. Tratava-se de um mascate de nome Charles B. Rosma, o qual tinha trinta e um anos quando, ha quatro anos passado, fora assassinado naquela casa e enterrado na adega. O assassino fora um antigo inquilino. Só poderia ter sido o Sr. Bell ( quem diria hein?). Mas onde a prova do fato, o cadáver da vitima? A solução seria procurá-lo na adega, onde estaria enterrado.

As escavações, porem, não levaram a resultados definitivos, pois deram n’agua, sem que se tivessem encontrado quaisquer indicio. Por essa razão foram suspensas.

No verão de 1848, o próprio Sr. David Fox auxiliado por alguns interessados retomou o empreendimento. A uma profundidade de um metro e meio, encontraram uma tabua. Aprofundada a cova, encontraram o carvão, cal, cabelos e alguns fragmentos de ossos que foram reconhecidos por um medico como pertencentes a esqueleto humano; mais nada. As provas do crime eram precárias e insuficientes, razão talvez pela qual o Sr. Bell não foi denunciado. Em o numero de 23 de novembro de 1904, do Boston Journal, foi notificada a descoberta do esqueleto de um homem cujo Espírito se supunha ter ocasionado os fenômenos na casa da família Fox em 1848. Meninos de uma escola achavam-se brincado na adega da casa onde moravam os Fox. A casa tinha fama de ser mal-assombrada. Em meio aos escombros de uma parede - talvez falsa - que existira na adega, os garotos encontraram as pecas de um esqueleto humano. Junto ao esqueleto foi achada um lata de uma espécie costumeira usada por mascates. Esta lata encontra-se agora em Lilydale, a sede central regional dos Espiritualistas Americanos, para onde foi transportada a velha casa de Hydesville.

Como pode ver-se, cinqüenta e seis anos depois, em 22 de novembro de 1904 (data do encontro do esqueleto do mascate), parece não haver duvida de que foram confirmadas as informações obtidas em 1848 a respeito do crime ocorrido naquela casa.


Fonte: Paulo Oliveira - sobrenatural.org

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FBI libera arquivos ufológicos e sobre mutilação animal



O governo dos Estados Unidos liberou mil e seiscentos documentos de investigações sobre OVNIS, divididos em 16 arquivos em formato PDF e 128 documentos de investigação sobre "mutilações de gado", que por sua vez estão divididos em cinco arquivos também no mesmo formato digital.

Esta informação é acompanhada do seguinte texto: "O material sobre o "Projeto de Mutilação Animal" contém casos de mutilações que foram relatados durante a década de 1970. O FBI foi envolvido em 15 mutilações ocorridas no Novo México.

Várias teorias sobre a origem destes casos foram exploradas, incluindo cultos satânicos, OVNIS, brincadeiras, e predadores naturais. A investigação não conseguiu identificar os eventuais responsáveis pelas mutilações".

Os arquivos são constituídos de cartas enviadas pelo Senado americano para altos postos do FBI, Federal Bureau of Investigation, para que investigassem os casos que foram registrados no país, e cartas do Diretor do FBI, para o seu homólogo na inteligência do Pentágono, naquela época, sobre os "discos voadores", entre outros documentos.

Por seu lado, a CIA, Agência Central de Inteligência, publicou em 26 de Julho e 24 de agosto do ano passado, o " Papel da CIA no estudo dos OVNIs de 1947 a 1990", onde faz referência direta sobre o assunto.

Certamente um ensaio, um teste para ver como o público e a mídia reagem, e a partir disso pode ser que venha uma verdadeira liberação de arquivos OVNI.

A questão da liberação é um tema muito esperado pelos estudiosos e pesquisadores da área, com a promessa de seus governantes de divulgar todos os aspectos dos objetos voadores não identificados.

Em nenhum momento devemos esquecer que a administração do Presidente Barack Obama ainda não fez o menor ruído sobre o assunto.

N do A: Desde meados de 2009, a comunidade ufológica esperava uma declaração do senhor Barack Obama, segundo o Dr. D. Salla, confirmando provas e a presença de culturas alienígenas em nosso planeta.

Isso não aconteceu e pode não ocorrer no momento imediato, mas talvez como uma antecipação, apareceram esses documentos da CIA.

Tradução: Carlos de Castro

Retirado de: Arquivos do Insólito

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Cristo com partes humanas

Túnel de 300 anos que guarda um Cristo com partes humanas


Em "Real de Asientos" fica a Paróquia de Nossa Senhora de Belém.
Nessa paróquia foram encontrados recentemente Túneis, que alguns paranormais juram escutar barulhos e choros. Também tem uma espécie de rio/esgoto lá e baixo com uns 4 metros de profundidade.

Mas isso não é tudo... o que é mais impressionante por lá é uma imagem de Cristo que tem no altar. Ela é feita com partes humanas, tem pêlos, costelas e até um crânio humano.







Além do cristo ser feito de partes humanas os pêlos "Cabelos, barba,etc..." cresciam sozinhos e as pessoas ainda não intendem como este fenómeno ocorre.

Durante a gravação,algumas coisas estranhas acontecem.

Vultos são vistos,vozes de pessoas chorando são ouvidas,os pesquisadores ainda tinham a sensação de estarem sendo vigiados e, além do mais ainda existem crânios de pessoas das quais não se sabe como morreram, se já estavam mortas quando levadas para os túneis ou se foram mortas em algum "rito sagrado".

Antigamente o cristo ficava dependurado em uma cruz e o mais estranho é que ocorria um fenômeno incrivel. Ele sempre estava em sua posição normal mas quando chegava exatamente as 3 hrs da tarde o cristo simplesmente dobrava a cabeça para o lado como se estive-se encenando sua morte.

Veja o video abaixo.

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A Síndrome de Jonas


De todas as manifestações do azar, a Síndrome de Jonas é de longe a mais estranha; é por meio dela que indivíduos sem sorte se tornam o foco de eventos trágicos, permanecendo pessoalmen­te imunes. Sem ser afetados, eles inexplicavelmente causam aci­dentes, doenças e trazem a morte àqueles com quem moram ou trabalham.


A mais infame representante da Síndrome de Jonas foi "Mary Tifo", que, ao que parece, foi a responsável por uma epidemia que aniquilou aproximadamente quarenta mil pessoas.

A história de sua contaminação começou em 1906, quando membros de diversos lares abastados de Nova York foram ataca­dos pelo tifo. Descobriu-se que uma mulher chamada Mary traba­lhara como cozinheira em todas as residências afetadas e, ao mes­mo tempo em que não conseguiam explicar sua imunidade ao tifo, os inspetores de saúde consideraram-na a causa da dissemi­nação da doença. Ela foi aprisionada por três anos em uma cela isolada.

Entretanto, durante seu encarceramento todos os testes para comprovar a opinião dos inspetores tiveram resultados nega­tivos, e Mary foi por fim posta em liberdade com a condição de jamais trabalhar como doméstica novamente. Quis o destino que ela não cumprisse tal recomendação. Cinco anos depois, numero­sas pessoas ficaram doentes de uma hora para outra no hospital-maternidade do município de Sloanne. O tifo foi detectado e a desafortunada Mary descoberta trabalhando nas cozinhas sob ou­tra identidade. Ela foi novamente detida, desta vez sem condicio­nal. Mary ‘Tifo’ passou o resto dos seus dias em um confinamento solitário, sofrendo a injúria de ser considerada uma das mais infectantes assassinas de todos os tempos.

O mistério jamais foi elucidado, mas o fato indiscutível é que Mary ‘Tifo’ estava sempre no ‘epicentro’ de to­das as irrupções. Poderia ter sido apenas excessiva falta de sorte de Mary, uma vítima inconsciente de uma força muito mais letal e mis­teriosa do que a febre tifóide?

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A bíblia do diabo

Códice Giga, em latim, o grande livro. O maior manuscrito medieval existente.

Um livro que já foi considerado a oitava maravilha do mundo. Com 90 centímentros de comprimento e 75 quilos, e dentro dele, histórias antigas, curas medicionais e feitiços.

O código exerce uma atração quase que sobrenatural. Cobiçado pelos poderosos, roubado como espólio de guerra, mantido em segredo por um imperador romano. O código inspirou medo e obesessão por sua posse. É a única bíblia com uma figura do demônio no centro. Desvendo os segredos de um mistérios medieval, enquanto a ciência e a investigação descobrem a lendária e temida, Bíblia do Diabo.

Duração: 45 min
Idioma: português dublado
Qualidade: boa
Produzido: NGC
Tamanho do arquivo: 356mb

faça o download do documentário logo abaixo esta dividido em 3 partes .rar para facilitar o download.

parte 1
parte 2
parte 3

Após baixar as 3 partes utilize 1 programa para descompactar as partes e assista normalmente.

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Você sabe que horas são?

É o título de um documentário que fala sobre o tempo. O físico de partículas, prof. Brian Cox é quem nos apresenta os mistérios das horas que passam.. supondo que o tempo realmente exista, é claro. Ou que exista como nós o pensamos, é claro. Não vou mentir, o documentário termina com um ponto de interrogação maior do que o que iniciou. O prof. Brian nos fala da obsessão humana pelo tempo, partindo lá das mais antigas civilizações, com especial atenção aos Maias, chegando até os dias de hoje, com cientistas e laboratórios do mundo todo unidos para entender o que é o tempo.

Com Brian descobrimos que um dia nunca tem precisamente 24 horas. Que o nosso planeta está desacelerando, e que há 600 milhões de anos atrás, por exemplo, um dia inteiro tinha menos de 22 horas. E tudo vai ficando cada vez mais estranho conforme o professor nos guia pelas principais teorias físicas sobre o tempo, e chega ao ponto de dizer que o tempo não passa de uma ilusão…

texto retirado do site: inconscientecoletivo.net

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Título Original: Do You Know What Time It Is?
Gênero: Documentário
Tempo de Duração: 59 min
Ano de Lançamento: 2008
Qualidade: PDTV
Formato: Rmvb
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 263 mb
Servidor: Uploading

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A Hora da Morte

A dra. Louisa Rhine, pesquisadora do laboratório de parapsicologia da universidade de Duke, estudou vários casos de relógios que pararam de funcionar no momento da morte do seu dono. Num desses casos, um morador do Canadá relatou à dra. Rhine o que ocorreu em sua família; quando à morte do irmão de sua cunhada.

Quando o doente terminal morreu, às 6:24, ele telefonou para a família e para o médico, e em seguida preparou algo para que os visitantes pudessem comer. Além disso, era necessário ficar observando o relógio, porque a agência funerária chegaria às 9:30. Durante o café, um dos visitantes peguntou as horas, a cunhada do depoente consultou um relógio de bolso que lhe foi dado pelo seu irmão falecido; ao ver as horas, ela teve uma terrível surpresa: o relógio marcava exatamente a hora e os minutos em que seu irmão morrera.

Para ter certeza de que aquilo não era uma estranha conhecidência, ela pediu ao seu outro irmão que desse corda, para saber se ele parara por falta desta. O relógio ainda tinha três quartos de corda.

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