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Laboratório dos EUA pesquisou fenômenos paranormais por 60 anos


Em uma de suas frases de efeito mais conhecidas, Albert Einstein teria dito, segundo sua secretária: "Eu jamais acreditaria em fantasmas, mesmo que eu visse um".

Vinda de um físico, essa atitude pode parecer brusca, já que a física sempre se inspirou em observações de fenômenos aparentemente estranhos.

Em se tratando mesmo de eventos fantasmagóricos, porém, a ciência parece não ter chegado a um consenso sobre como tratá-los, seja para prová-los, seja para simplesmente descartá-los.

Em parte, a crença em coisas como telepatia e psicocinese ainda existe porque poucos acham hoje que vale a pena gastar tempo (e queimar a reputação) tentando estudá-las.

Pelo menos um homem sério, porém, já teve a coragem (ou a imprudência) de embarcar na empreitada de tentar levar a parapsicologia para um laboratório. Sua história é contada no recém-lançado "Unbelievable" ("Inacreditável"), da jornalista americana Stacy Horn.

O aventureiro em questão foi o botânico Joseph Banks Rhine, que decidiu mudar de área e conseguiu apoio para montar um laboratório de parapsicologia na prestigiosa Universidade Duke, na Carolina do Norte (EUA), em 1935. Eram outros tempos.

Na época, a comunidade científica não era tão avessa a questões espirituais, e Rhine tinha certa reputação, ainda. Interessado num problema que era considerado aberto, antes de ter seu laboratório o cientista ganhou reputação ao desmascarar falsos médiuns.

Intrigado com relatos em que não parecia haver fraude, porém, Rhine decidiu usar o laboratório para verificar se, em experimentos controlados, coisas como telepatia e clarividência de fato apareciam.

E apareceram. Mas, como esperado, a interpretação dos resultados não é bem algo que se possa chamar de consenso.

Por décadas, Rhine e seus colegas foram à caça de médiuns para testá-los em um engenhoso experimento bolado em seu laboratório na Duke: adivinhação de cartas.

Ao longo dos anos, cientistas testaram laboriosamente a habilidade de voluntários repetidas vezes até formar, com cada um deles, um corpo de dados que tivesse alguma significância estatística.

Outro teste era feito com dados. Pessoas com suposta habilidade de telecinese eram avaliadas enquanto tentavam influenciar os resultados obtidos movendo os cubos de resina com a força da mente.


Clarividência

O acervo do laboratório registra mais de 10 mil sessões de testes, a maioria deles decepcionantes. Alguns poucos voluntários, porém, conseguiam adivinhar cartas com taxa de acerto maior do que se esperaria por puro acaso.

E lá estava a prova de que a clarividência existiria: planilhas mostrando que alguns poucos voluntários tinham obtido sucesso que não é explicável apenas pela sorte.

Qualquer pessoa com um mínimo de ceticismo, claro, torce o nariz. Quem garante que o próprio Rhine não estava trapaceando?

Horn dedica boa parte do livro a mostrar como o cientista conseguiu proteger razoavelmente bem os seus dados de críticas de manipulação.

Sem uma teoria minimamente plausível para explicar seus experimentos, porém, o laboratório da Duke também não conseguiu convencer grupos sérios de outras universidades a tentarem reproduzir os experimentos.

E, mesmo que o bombardeio dos céticos nunca tenha cessado, o laboratório acabou sendo mais vítima da descrença de amigos.

Planilhas cheias de números, claro, não são tão interessantes quanto relatos anedóticos de "poltergeists" e histórias de fantasmas.

O laboratório até chegou a investir um pouco em "pesquisa de campo", investigando casos supostamente reais que inspiraram os filmes "Poltergeist" e "O Exorcista", mas Rhine rejeitou levar ao periódico "Journal of Parapsychology" estudos que não tivessem um corpo de provas rígido.

Muitos dos filantropos que bancavam o laboratório, porém, estavam interessados mesmo era em contatar entes queridos no além.

Não queriam saber de dados e baralhos. E financiadores mais benevolentes, como a Fundação Rockefeller, também acabaram se vendo com reputação ameaçada.

Na década de 1960, Rhine fez algumas tentativas de reavivar o laboratório, entre elas a de receber o psicólogo Timothy Leary para testar se o LSD poderia dar habilidades de clarividência a pessoas normais. Aparentemente, foi divertido, e só.

O dinheiro para pesquisa em parapsicologia foi aos poucos indo embora. A Duke nunca fechou oficialmente o laboratório, hoje batizado de Centro Rhine.

A Associação Americana para o Avanço da Ciência, apesar de não dar mais crédito ao tema, nunca desfiliou a Associação de Parapsicologia de Rhine. O físico John Wheeler, na década de 1970, defendeu isso, mas não foi atendido.

O livro de Horn, porém, talvez seja condescendente demais com Rhine ao descrever o debate de parapsicólogos contra céticos como um "empate".

Aí talvez valha uma velha regra: alegações extraordinárias exigem evidências extraordinárias. Acredite quem quiser que as planilhas de Rhine são a prova da clarividência.

Em se tratando de jornalismo, porém, um cético de mente mais fechada dificilmente levantaria a história fascinante que Horn esquadrinhou.

Fonte: Folha Online

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Os Fantasmas de Gettysburg



Em Gettysburg foi travada a maior batalha da Guerra Civil Americana. Os exércitos inimigos do Norte e do Sul, com um contingente de 150 mil homens, enfrentaram-se durante os dias 1, 2 e 3 de julho de 1863 e sofreram 53 mil baixas, um pouco menos do que a quantidade de soldados americanos mortos na Guerra do Vietnã.

A batalha de Gettysburg foi vencida pelas tropas do Norte e inverteu o rumo da Guerra Civil, até então totalmente favorável aos rebeldes do Sul.

Depois de Gettysburg, o Sul nunca mais foi o mesmo. Lutou ainda por mais dois anos até a rendição, em abril de 1865.

O sacrifício dos 53 mil soldados que caíram naquele campo de batalha foi reconhecido e homenageado pelo Presidente Abraham Lincoln, em novembro de 1863, quando fez um discurso histórico na inauguração do cemitério militar da cidade.

Tudo isso fez a fama de Gettysburg. As crianças americanas aprendem na escola o discurso de Lincoln em Gettysburg.

Quando o último soldado da Guerra Civil morreu, em 1956, Gettysburg já estava coberta de monumentos levantados pelos veteranos que lá combateram, seja para lembrar um episódio, um grupo de colegas ou um general.

Gettysburg é hoje um Parque Nacional. Diariamente, ônibus escolares chegam à cidade com estudantes que disputam as atrações com centenas de turistas e historiadores.

O Parque Nacional de Gettysburg é um lugar lindo. Cheio de cores, de flores, de pássaros, esquilos, etc. Cheio de paz. Pode-se percorrer os locais da batalha de carro ou a pé. Em horas ou em dias.

Quem vai a Gettysburg deve conhecer e gostar de história. Pode estudar antes ou aprender lá. Guias treinados estão no Visitor Center exatamente para isso.

Mas existem histórias em Gettysburg que não estão nos livros de História. O que dizer da visão de um oficial de cavalaria com uniforme completo do Norte que passa calmamente com seu cavalo em frente a um grupo de visitantes e, ao chegar do outro lado da estrada, desaparece?

Ou de um grupo de “reenactors”, que, no meio de uma passagem no bosque encontra três soldados que lhes entregam uma caixa de munição datada de 1863, nunca utilizada e novinha e depois desaparecem na neblina?

E aquela exibição precisa de marcha e ordem unida militar que um grupo de diplomatas viu do alto da colina na planície logo abaixo ... em um dia em que nenhum grupo de “reenactors” estava no parque?

E o soldado ferido que pede água a um visitante que estava no parque quando já anoitecia? E o ruído da tropa marchando de madrugada em frente à janela de um hotel com vista para o campo de batalha?

E os gritos de feridos no subsolo do Gettysburg College ocupado durante a batalha e semanas depois como um hospital de campanha?

Uma explicação para esses eventos sobrenaturais pode estar no fato de tantos e tantos jovens terem tido uma morte súbita e violenta.

Pode ser que suas almas não tenham descansado, continuando a vagar nos lugares em que viveram seus últimos dias.

Para quem gosta desse tipo de história e emoção, a cidade oferece diariamente os Ghost Tours. Caminhadas com guias especializados para ouvir relatos nos locais onde dizem ter acontecido repetidas vezes.

Gettysburg à noite se transforma. Nas janelas das casas da época aparecem velas acesas. Segundo a tradição, isso significa que naquele lar se espera a volta de um alguém muito querido que foi para a guerra. E ainda está no túnel do tempo


Fonte:
arquivosdoinsolito

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Gritos do inferno

Em meados de dezembro de 1989, um grupo de geólogos russos fizeram um poço de 14.000 metros de profundidade na Sibéria; e eles afirmam terem ouvido lamentações que vinham do centro da terra... A notícia se espalhou pelo mundo. Um jornal da Finlândia publicou a matéria, com relatos dos operários e estudiosos que ouviram a fita.
"Como um comunista eu não acredito em céu ou na Bíblia mas, como um cientistas eu acredito agora no inferno" , disse. (Dr. Azzacove)

Needless disse:

"Nós ficamos chocados fazendo tal descoberta. Mas nós sabemos o que nós vimos e nós sabemos o que nós escutamos. E nós estamos absolutamente convencidos de que nós furamos através dos portões do inferno!"

Dr. Azzacove continuou:

"A perfuratriz, de repente, começou a girar velozmente indicando que tínhamos chegado a um grande bolsão vazio ou uma caverna. O sensor térmico mostrou um aumento dramático da temperatura para 2,000 graus Fahrenheit "

"Nós abaixamos um microfone, projetado para descobrir os sons de movimentos tectônicos abaixo da galeria. Mas em vez de movimentos de placas nós ouvimos uma voz humana, gritando de dor! No princípio pensamos que o som estava vindo do nosso próprio equipamento".
"Mas quando nós fizemos ajustes nos equipamentos, nossas piores suspeitas foram confirmadas. Os gritos não eram de um único humano, eles eram gritos de milhões de humanos!"

Créditos: Area do terror



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Assombrações discovery channel 1ª temporada

Assombrações discovery channel primeira temporada

Episodio 0 (S01E00)

Aparições Em Connecticut (A Haunting in Connecticut)


Duração: 90 min.
Idioma: Dublado em Português
Tamanho:
598mb
Formato: AVI

Pense em um documentário que vai fazer você ficar com muito medo, arrepiada até a ponta dos pés. Pois é este.

Ele dramatiza, na forma de filme, onde os protagonistas atuam e vão contando a história para as câmeras, os dramaticos fatos de uma família que se muda para uma casa que era uma funerária.

Seus filhos, que dormem no sotão, ou seja, no local onde os corpos ficavam, começaram a relatar que estavam vendo vultos, mas os pais não acreditavam. Até que um dia, o coisa ruim apareceu para um e mudou sua personalidade.

No fim (veja como foi feio o negócio), até um pesquisador saiu correndo da casa, com medo do que viu!

Download:

parte 1
parte 2
parte 3

Aparições Na Geórgia (A Haunting in Geórgia)

Episodio 0.1 (S01E00)

Duração: 90 min.
Idioma: Dublado em Português
Tamanho:
608mb
Formato: AVI

Este é o outro documentário da série Casas Mal-Assombradas, que produziu Aparições em Connecticut.

Este também vai te dar muito medo, pois uma menininha faz amizade com um amigo invisível. Por fim descobre-se que o seu amigo invisível era um antigo morador da vizinhança que tinha morrido a muito tempo atrás.

Por fim, a própria mãe e irmã começam a ver espíritos. Elas, como é explicado no documentário são médiuns.

Veja e também muito assustado está excelente dramatização!


Download:

parte 1
parte 2
parte 3

Horror No Lake Club (Lake Club Horror)

Episodio 1 (S01E01)

Duração:
45 min.
Idioma:
Dublado em Português
Tamanho:
106mb
Formato:
AVI

Em Springfield, Illinois, o que um dia foi um lugar de festas e um paraíso dos jogos é transformado em clube noturno. Inexplicavelmente, surgem rajadas de ar frio e música fantasmagórica. Ambas as advertências sinistras parecem indicar que um dos novos proprietários está prestes a morrer.







Donwload:


parte 1
parte 2

Aparições em Summerwind (The Haunting of Summerwind)


Episodio 2 (S01E02)

Duração:
45 min.
Idioma:
Dublado em Português
Tamanho:
317mb
Formato:
AVI

Quando uma família se muda para Sumemerwind, a casa fala com eles ao sussuros. Com o tempo, sussuros tornam-se gritos e segredos enterrados levam a uma possessão. A família precisa acalmar espíritos inquietos, antes que a casa os devore a todos.

Donwload:

parte 1
parte 2





A Casa do Inferno (Hell House)

Episodio 3 (S01E03)

Duração:
47 min.
Idioma:
Dublado em Português
Tamanho:
347 mb
Formato:
AVI


Para a família Beckwith, uma casa nova significa um novo começo. Até que algo do passado retorna para assombra-los. A família conta com uma equipe de investigadores psíquicos renomados para fazer contato com os espíritos inquietos e para lutar contra a fúria de um deles.

Donwload:

parte 1
parte 2





Maldição (Cursed)


Episodio 4 (S01E04)

Duração:
45 min.
Idioma:
Dublado em Português
Tamanho:
286 mb
Formato:
AVI

A nova proprietária de uma casa abandonada em Tucson, Arizona, sente que o seu lugar na vida sempre foi ali. De repente, pesadelos e sobressaltos noturnos ameaçam o juízo da mulher, traçando a temerosa possibilidade de um contato direto com o mundo do além.

Download:

parte 1
parte 2




Negócio De Outro Mundo (Echoes from the grave)


Episodio 5 (S01E05)

Duração:
48 min.
Idioma:
Dublado em Português
Tamanho:
341 mb
Formato:
AVI


Depois de comprar uma casa com uma grande tradição histórica, uma família descobre que está sendo ameaçada por forças inexplicáveis que cada vez mais adquirem mais intensidade. A casa se transformou em uma espécie de estação de trem entre a vida e a morte.


Download:

parte 1
parte 2




Sombras (Darkness Follows)


Episodio 6 (S01E06)

Duração:
44 min.
Idioma:
Dublado em Português
Tamanho:
295 mb
Formato:
AVI

A diabólica relação psíquica entre um assassino e sua vítima impregna uma casa recém-renovada da cidade de Montreal. Os proprietários descobrem que um fantasma infeliz e o espírito de um cruel assassino estão fazendo o impossível para separar a sua família.

Download:

parte 1
parte 2

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Ghostwatch: Quando a TV ao vivo contatou os mortos

Em uma noite de sábado no final de outubro de 1992, a BBC 1 inglesa veiculava no horário nobre o programa Ghostwatch - que se tornaria um fenômeno televisivo, em vários sentidos. Ancorado por repórteres bem conhecidos dos britânicos, como Michael Parkinson e Sarah Greene, procurava ser uma investigação ao vivo do sobrenatural em um formato então pioneiro, similar ao utilizado no Brasil hoje em programas populares como Cidade Alerta e Brasil Urgente.

Completo com um link ao vivo de uma casa supostamente mal-assombrada, com o recebimento de ligações de telespectadores e discussão do caso em estúdio com parapsicólogos, a estória de uma família perturbada foi exposta. Pam Early, mãe solteira irlandesa vivendo com suas duas filhas, teria começado a presenciar estranhos fenômenos poltergeist em sua casa desde finais do ano anterior, incluindo móveis voando e barulhos misteriosos. Como os barulhos pareciam ser de batidas no encanamento metálico, o fantasma foi batizado pela família de 'Pipes' (algo como 'Encanamentos'). Mas as coisas não eram tão leves assim: inexplicáveis arranhões passaram a surgir no corpo da garota mais velha, Suzanne. A família não estava nada feliz com os acontecimentos, e tudo era mostrado ao vivo, intercalado com discussão e apresentação no estúdio.

As coisas logo ficaram agitadas quando os barulhos em questão foram ouvidos pela equipe de repórteres na casa. Infelizmente, descobriram que era uma fraude - uma das garotas estava batendo no encanamento. Foi no anti-clímax porém, com todos nervosos com a embaraçosa situação, que coisas realmente estranhas começaram a ocorrer.

Uma mancha surgiu no carpete, e barulhos - de gatos - emanaram das paredes. O antigo morador havia se enforcado, e ele possuía doze gatos. Com seu suicídio os animais de estimação ficaram presos dentro da casa, e sem comida, teriam se alimentado do corpo do dono. Um telespectador ligava para o estúdio avisando que havia visto rapidamente em uma cena transmitida uma bizarra figura humana ao fundo. Surgiram então todo tipo de marcas pelo corpo das pobres garotas, parecidos com arranhões de gatos, e elas começaram a falar com vozes estranhas. Os assustadores miados de gatos ficavam cada vez mais altos, as garotas passaram a gritar, e todos fugiram da casa - exceto a repórter Sarah Greene com seu câmera, corajosamente indo atrás de uma das meninas ainda no sótão.


Um especialista no estúdio logo sugeriu uma explicação terrível para o que estava ocorrendo: transmitindo ao vivo de um local mal-assombrado, com milhões de telespectadores concentrados, foi criada uma "sessão espírita em escala nacional". Enormes energias psíquicas haviam sido canalizadas, e estavam agora agindo descontroladas - não só na própria casa, como em todo o país, com problemas técnicos ocorrendo no próprio estúdio. De volta a casa, a repórter finalmente encontra a garota dentro de um armário no escuro, e os barulhos diminuem. Quando ela entra para acalmá-la, a porta subitamente se fecha atrás dela, que tenta desesperadamente sair. Logo o sinal cai, para não voltar mais.

No estúdio, as coisas também vão de mal a pior. Fortes ventos abalam tudo, e até miados de gatos surgem. Por vezes, na escuridão e caos, parece surgir lá também a imagem do fantasma desfigurado, 'Pipes'. E então, o apresentador Mike Parkinson finalmente consegue falar outra vez com calma, ainda que tudo ainda estivesse muito escuro. Apenas para também ser possuído pelo malicioso espírito e começar a recitar uma cantiga infantil, em meio a... miados. Fim.

Ghostwatch realmente foi ao ar, embora é claro, fosse na verdade um drama de ficção apresentado em 31 de outubro, noite de Halloween, o dia das bruxas. Ecoando a famosa transmissão radiofônica de Guerra dos Mundos por Orson Welles, devia ser encarado por qualquer telespectador sensato como uma travessura ("doces ou travessuras?"). À semelhança da transmissão de Welles, tanto no começo como no final havia a apresentação da história como ficção - aqueles que assistiram Ghostwatch desde o início puderam ver o logotipo de que era parte de uma série de dramas ficcionais da BBC, e os que pararam para ver os créditos ao final (se não achassem estranho que um programa ao vivo em meio ao caos sobrenatural apresentasse créditos ao fim e terminasse no horário programado, às 9:30 da noite) poderiam ler quem era o roteirista do programa que acabavam de assistir, o escritor Stephen Volk.

No entanto, com mais de 11 milhões de telespectadores para uma boa história de terror sustentada por efeitos realísticos e apresentadores de credibilidade associados a notícias reais, não foram tão poucos os que pensaram que estava tudo acontecendo de fato. As linhas telefônicas da BBC ficaram congestionadas e as pessoas também ligavam assustadas para a polícia. No dia seguinte os jornais ingleses já exclamavam manchetes indignadas com o furor público causado pelo "programa irresponsável". Pouco depois, o programa seria mesmo acusado de levar ao suicídio de um jovem que o havia assistido. Mas apesar das acusações da abalada mãe, o inquérito policial nem mesmo mencionou Ghostwatch.

Em 1994, o terror ainda iria adquirir a "honra" de ser o primeiro programa de TV a ser citado no British Medical Journal: um relato de psiquiatras infantis detalhava como duas crianças foram tão afetadas pelo programa que desenvolveram uma síndrome de stress pós-traumático, condição normalmente associada a ex-combatentes de guerra ou vítimas de seqüestros. Pouco depois, o The Times falaria em no mínimo seis crianças traumatizadas. Mas o tratamento psiquiátrico em todas teria surtido efeito.

Depois de tanta crítica e polêmica, a sóbria BBC acabou por tentar se desassociar completamente de Ghostwatch. O programa nunca foi reprisado, e apenas há pouco foi lançado em DVD. Isto porque, ao contrário da crítica, muitos telespectadores o adoraram. Tudo isto foi muito antes de A Bruxa de Blair, ou dos reality shows atuais. Segundo o autor, diversas inspirações e referências serviram para a criação de Ghostwatch.

Tão cedo quanto nos anos 50, quando a TV era necessariamente ao vivo, uma série de ficção científica e terror, Quatermass (antecessora mais venerável de séries como Arquivo X), já havia transmitido seu último episódio misturando ficção e realidade. Para Volk, a maior parte das histórias de terror mais efetivas tinham um ar de pseudo-documentário, indo de Drácula aos trabalhos de Edgar Allan Poe.

Ghostwatch também bebeu de muitas referências a eventos supostamente reais, e foi assessorado por parapsicólogos da própria Society for Psychical Research. O detalhe engenhoso sobre a "sessão espírita em escala nacional", onde 'energias psíquicas' dos observadores podiam concretizar fantasmas -- mesmo que talvez não fossem reais de início -- era um aceno à experiência do fantasma fictício 'Philip'. Nela, oito membros da Sociedade para Pesquisa Psíquica de Toronto inventaram do zero um fantasma - tomando cuidado para que todos os detalhes sobre sua trágica vida fossem inventados e sem relação com a realidade. Depois, tentaram contatar o fantasma inventado por eles mesmos, e segundo relataram, em 1972 conseguiram. Uma entidade seguramente irreal teria se tornado 'real' apenas, especularam, pelos seus subconscientes.

Mas a maior referência de Ghostwatch foi seguramente o famoso caso real do (irreal) Poltergeist de Enfield, na Inglaterra. Uma família composta por uma mãe divorciada de quatro crianças, em 1977 teria começado a presenciar fenômenos em sua casa. Eles pareciam se centrar em torno de uma das filhas de 11 anos, Janet Harper. A 'menina em idade pré-pubescente' seria o gatilho para os fenômenos perturbadores, talvez energia psíquica descontrolada. No entanto, pesquisa subseqüente com Harper em ambientes mais controlados falhou em revelar qualquer anormalidade, e a própria garota foi pega forjando alguns efeitos, jogando a si mesma e afirmando que eram ações de espíritos, ou que havia feito aquilo para testar se os pesquisadores descobririam (!).

Neste sentido, é tudo um grande hoax, um trote - de Enfield a Ghostwatch. Mas se dos incríveis fenômenos em Enfield só restam testemunhos, pesquisas sem sucesso, filmes e fotos duvidosas, de Ghostwatch você pode comprar agora o DVD. Assista de madrugada, e se ouvir alguns miados na rua, procure não ficar com síndrome de stress pós-traumático.

Fonte texto:
phenomenonpoltergeist


Assista o video do documentario em inglês logo a baixo (infelizmente sem legenda em breve tentaremos arrumar isso).

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Os Verdadeiros Contos De Fada

Veja logo a baixo as versões "originais" dos contos de fadas que posteriormente foram modificados para agradar as criancinhas do mundo inteiro (ou não)...

Chapeuzinho Vermelho




A história atual todos nós conhecemos: chapeuzinho vermelho, lobo mau, vovozinha e lenhador... Não preciso explicar certo!? Mas, na história original o lenhador não existe, na verdade a chapeuzinho e sua vovó são devoradas e pronto, parou por ai, nada de final feliz aqui. Em outra versão ainda mais antiga, a chapeuzinho faz um strip-tease pro lobo (que as vezes era representado por um lobisomem ou um ogro) para assim poder fugir enquanto ele esta "distraído". Existe ainda uma versão mais bizarra ainda da história, onde o lobo estripa a vovó e obriga a chapeuzinho a jantá-la com ele. A chapeuzinho, que não é besta, diz que precisa ir ao banheiro (que naquela época ficava do lado de fora das casas) e fugia. Percebam que, em todas as versões que citei, o lobo sempre se dá bem no final, de uma forma ou de outra.

Branca de neve




Na história original da Branca de Neve, a "madrasta malvada" (que em algumas versões não é madrasta e sim sua mãe original) não cai de um penhasco como é mostrado no final do filme da Disney. Ela na verdade é forçada a vestir sapatos de ferro em brasa e dançar até cair morta. Outra bizarrice nessa história é a idade da branca de neve. Na versão dos Irmãos Grimm ela tem apenas sete anos, ou seja, príncipes pedófilos eram normais naquela época. E ao invés de dar um "beijo de amor", o principie carrega o CORPO MORTO (ou adormecido, se vocês quiserem) da branca de neve para seu palácio, para que assim ela estivesse sempre com ele (isso pode ser considerado um tipo de necrofilia?). Depois de algum tempo, um de seus servos, cansado de ter que carregar um caixão de um lado pro outro, resolve descontar suas frustrações dando uma baita SURRA na branca de neve. Um dos golpes desferidos no estômago faz com que ela vomite a maçã envenenada e assim volte à vida.

Mas de todas as mudanças feitas através dos anos, a mais sangrenta foi em relação ao coração da Branca de Neve. Nas histórias mais antigas a rainha não pedia ao caçador para trazer só ele. Ela queria também outros órgãos principais como pulmão, fígado etc... fora isso ela também queria um jarro com seu sangue (acho que o caçador precisou mais que um cervo pra resolver isso). Vocês devem estar perguntando: "pra que tudo isso?". Simples, ela queria JANTAR a branca de neve! Bizarro não!?

A Bela Adormecida




Essa sim tem um passado bizarro. Nas primeiras versões, ao invés de espetar o dedo numa agulha e cair desacordada, a bela adormecida tinha uma "farpa" encravada debaixo da unha. Parece uma mudança pequena, mas ela nos leva ao ponto que realmente importa. Nessa mesma versão, o príncipe não é tão encantado assim, e resolve, digamos... se satisfazer na bela ainda adormecida. Depois de satisfeito, ele simplesmente vai embora (o Budd do Kill Bill não foi tão inteligente e acabou morto). Nove meses depois, a adormecida dá luz a gêmeos que, em busca de leite acabam acidentalmente chupando o dedo dela, retirando assim a farpa amaldiçoada.

E a coisa não para por ai, o príncipe que a engravidou (estuprou) continuou voltando (se é que vocês me entendem) durante os nove meses. Quando ele chegou lá e encontrou a bela, já não mais adormecida e com duas crianças, ele decidiu se casar com ela (pelo menos isso, né?), mas ele não poderia levá-la ao seu castelo, pois sua mãe era uma OGRA! (o feminino de ogro é ogra?) que tinha o habito de comer qualquer criança que aparecesse em seu caminho.

Por isso ele esperou alguns anos até que seu pai morresse e ele virasse rei para aí então poder levar sua mulher para seu reino. E assim aconteceu, mas na primeira viagem que ele fez, sua mãe ogra resolveu fazer o que todo ogro tem que fazer: comer seus dois netos, e não satisfeita, também sua nora. Mas, com a ajuda do cozinheiro a bela acordada conseguiu se esconder até o retorno de seu marido (rei “half-ogro”), que quando ficou sabendo dos planos de sua mãe (ogra) mandou mata-la. Bunito né!?

Em outras versões, o príncipe na verdade já era rei, e a mãe ogra era a esposa do rei, o resto é bem parecido. A esposa ciumenta quer, como vingança, comer (no sentido alimentício) os dois filhos bastardos do rei, mas acaba sendo descoberta e é queimada viva numa fogueira. Moral da história, se você encontrar uma mulher desmaiada num bosque, se divirta e não volte nunca mais; ou, se você for uma ogra, não tente comer seus netos; ou ainda, se vocês for uma mulher adormecida no meio do bosque, use cinto de castidade, ou ainda, não espete seu dedo numa agulha amaldiçoada!


Cinderela




Esse é um dos contos de fadas mais antigos já registrados, e com a maior quantidade de variações também (+ou-700). Algumas versões envolvendo um peixe gigante no lugar da fada madrinha datam de 850AD! Em outras histórias a fada madrinha é na verdade uma árvore que nasce sobre o túmulo da mãe da Cinderela.

Uma das modificações mais brutais ocorre no momento em que as irmãs malvadas tentam calçar os sapatos de cristal para enganar o príncipe, numa versão bem bizarra da história, uma delas CORTA fora seus dedos do pé para vestir o sapatinho e assim enganar o príncipe. Mas ela é desmascarada pelos pássaros amigos da Cinderela, que mostram ao príncipe o sangue escorrendo pelos sapatinhos, e depois, como vingança, arrancam os olhos das duas irmãs que terminam suas vidas cegas e mancas.

Há ainda uma outra versão (na verdade, ela é tão diferente que alguns nem a consideram como uma versão e sim um tipo de CINDERELLA ORIGINS) onde a cinderela era filha de um rei viúvo (algumas vezes a própria Cinderela foi quem matou a mãe) que jurou nunca mais se casar, a não ser que encontre uma mulher tão bela quanto a falecida esposa, que tivesse os cabelos cor de ouro, e que conseguisse calçar os mesmos sapatos da finada (fetiche por pés sacou!?). Acaba que sua filha (cinderela) preenche todos os requisitos, como 2 e 2 são 4, nada mais lógico que ele se casar com a própria filha.

Ela, por sua vez, na tentativa de fugir do casamento com seu próprio pai velho, barrigudo e incestuoso, foge pelo mar num armário de madeira (eu também achei estranho mais fazer o que, os caras eram criativos oras), no final ela consegue fugir, mas acaba do outro lado do mundo trabalhando como escrava na casa das irmãs malvadas, e daí pra frente começa a historia que vocês conhecem.

João e Maria




Essa por si só já é assustadora, afinal, um pai que larga os filhos na floresta para morrer de fome não é lá o tipo de coisa que se lê para crianças certo!? Mas, numa versão mais antiga, a madrasta má, que pressiona o marido a lagar seus filhos na floresta, e a bruxa má são a mesma pessoa. Achei isso bem esquisito, mas as duas personagens tem personalidade bem similar. Outra alteração feita durante os anos foi com relação à própria bruxa que, em certa versão da história, na verdade é um casal de demônios, e ao invés de cozinhar João, eles querem estripa-lo num cavalete de madeira.

Quando o demônio "macho" sai para uma caminhada, a "demônia" manda Maria ajudar João a subir no cavalete, assim, quando seu marido voltar, tudo já estaria preparado. A esperta Maria finge não saber como colocar João deitado e pede para a "demônia" mostrar como se faz. Quando ela deita no cavalete, João e Maria a amarram ela e rapidamente cortam sua garganta. Depois fogem levando o dinheiro e a carroça do pobre casal de demônios.

O Flautista de Hamelin


Nessa historia, um tocador de flautas mágico é contratado por uma cidade para livra-la de uma infestação de ratos. Ele cumpre seu papel, mas quando volta para receber seu tão suado dinheirinho, a cidade se recusa a pagar. Daí, como vingança, ele usa os poderes de sua flauta para raptar todas as crianças da cidade e só as devolve após receber seu pagamento. Até aqui tudo bonito, mensagem positiva e uma moral no fim da historia. Mas, o conto original não é bem assim, nele, o encantador não devolve as crianças depois de receber da relutante cidade. Na verdade ele faz com que elas todas se afoguem num rio. E, em algumas versões ainda mais antigas, há referencias a pedofilia em massa dentro de uma caverna escura.

A pequena sereia




A grande diferença nesse conto está em seu final. Ao invés de se casar com o príncipe e viver feliz para sempre, a pequena sereia na verdade é abandonada por ele logo após ela beber a poção mágica que lhe transforma em mulher. Mas, como tudo tem seu preço, a poção tem um pequeno efeito colateral: durante o resto de sua vida a pequena ex-sereia iria sentir uma dor tremenda nos pés, como se eles estivesse pisando constantemente em facas. Vendo a traição, alguém (juro que não consegui descobrir quem) oferece um punhal para que ela tenha sua vingança. Mas, ao invés disso, ela pula no mar e "morre" se dissolvendo em espuma. Bom, comparado com a chapeuzinho vermelho, essa é até bem tranquila.


Os Três Porquinhos


imagem mera mente ilustrativa por não ter nem uma sangrenta dos 3 porquinhos...

O conto dos Três Porquinhos foi muito amenizado para as crianças de hoje, ao contar uma história cheia de violência sem mostrar violência. Terminamos com um conto muito simplório que mostra “como é bom ser esperto”.

A história original perdeu muito. O conto original não é mais longo, já que o lobo mau não perde tanto tempo assoprando casas. Ele faz isso para pegar os dois primeiros porquinhos. Aqueles coitados são logo pegos e devorados. O terceiro porquinho — o mais esperto de todos — é o entrave. Sem conseguir assoprar a casa de tijolos, o lobo tenta blefar. Ele faz de tudo para trazer o porco para fora de casa, promete nabos, maçãs, e uma visita à feira. O porco recusa a tentação, sabendo que há coisas mais importantes.

O lobo decide então voltar à violência. Ele escala a casa e entra pela chaminé. Porém, o porquinho tinha planejado isso, e colocou um caldeirão de água fervendo na lareira. O lobo cai ali dentro e morre. Ele — e os dois outros porquinhos em seu estômago — são agora o sinistro jantar do terceiro porco.

Rumpelstiltskin



Este conto é um pouco diferente dos outras, porque, foi modificado pelo autor o ,original para torná-lo mais macabro. Na versão original do conto, Rumpelstiltskin transforma palha em ouro para um jovem que enfrenta a morte a não ser que ela consiga fazer isso. Em troca, ele pede a seu primeiro filho. Ela concorda - mas quando chega o dia para entregar a criança, ela não consegue. Rumpelstiltskin diz a ela que ele vai deixá-la fora do negócio, se ela adivinhar o seu nome . Ela ouve-o cantar o seu nome perto do fogo e por isso ela adivinha-o correctamente. Rumpelstiltskin, furioso, corre longe, para nunca mais ser visto.

Mas, na versão actualizada, as coisas são um pouco maia confusas. Rumpelstiltskin fica tão irritado que ele bate o seu pé direito no solo. Então o chão quebra e pega a sua perna esquerda e ele a puxa rasga-se no meio. Assim o sangramento acaba o matando.


Cachinhos de Ouro e os Três Ursos:


Neste conto , ouvimos falar da linda Cachinho de Ouro que encontra a casa dos 3 ursos. Ela entra e come a sua comida, se senta nas sua cadeira e, finalmente, dorme na cama do urso mais pequeno. Quando os ursos voltam para casa eles encontram-na a dormir - ela acorda e escapa para fora pela janela aterrorizada.

Na versão original (que na datas de 1837), tem duas variações possíveis. Na primeira, os ursos e encontrar Cachinho de Ouro e comem-na (no sentido alimentício =d). Na segunda, Cachinhos de ouro é na realidade uma velha bruxa que salta para fora de uma janela quando os ursos acordam . A história acaba por dizendo que ela quebrou o pescoço ou foi presa por vagabundagem e mandada para a “Casa de Correção”.

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O cão do inferno (Hellhound) na Terra de Ninguém



O escritor francês Albert Dauzat contou uma lenda fascinante, que emergiu da Primeira Guerra Mundial em um livro que foi publicado dois anos após a Grande Guerra.

Céticos civis riram do conto dos soldados sobre um cão assassino gigante na Terra de ninguém, mas para os soldados era uma realidade terrível ...

A lenda mais famosa da Primeira Guerra Mundial é, sem dúvida, a história dos Anjos de Mons. Em Agosto de 1914, durante o recuo da Força Expedicionária Britânica da cidade belga de Mons, parecia impossível romper o cerco do exército alemão que ultrapassava inúmeras vezes o número de soldados britânicos.

Arthur Machen, um escritor de contos sobrenaturais, publicou um relatório "de uma testemunha ocular" em um jornal.


Ela disse que São Jorge foi visto no campo de batalha lutando contra os alemães, junto com um bando de arqueiros do século 15.

Foi uma história inventada por ele, mas de repente os soldados britânicos encontravam-se de verdade lutando lado a lado com os anjos!

Um fato, ou uma ficção?



Nesses dias sombrios, Mons também ficou famosa por outra lenda, esta muito mais obscura. Em uma noite de Novembro, o Capitão Yeskes e quatro de seus Fuzileiros londrinos foram em uma patrulha na Terra de ninguém.

Vários dias depois, seus corpos foram encontrados com marcas de dentes na garganta. E nas trincheiras britânicas um estranho uivo de gelar o sangue foi ouvido ... o uivo do Cão do Inferno de Mons.

Depois, nos campos de batalha do Marne e do Somme, Verdun e perto de Ypres, patrulhas que aventuraram-se na escuridão entre as trincheiras, foram encontradas com as mesmas marcas reveladoras em suas gargantas, enquanto o uivo continuava a ser ouvido na Terra de ninguém.




Sentinelas declararam que viram uma forma cinzenta passando rápido depois do arame farpado. O cão gigante do inferno corria, silenciosamente ...

Em Agosto de 1919, o Evening News de Oklahoma, publicou uma história do veterano capitão canadense FJ Newhouse.

O terror da Terra de ninguém que perseguia os soldados entre os cadáveres e arrastava-os para a morte, não era uma aparição causada pelo medo de uma mente enlouquecida, ele disse.

Não era um fantasma, nenhuma alucinação, não era uma ficção ... mas uma realidade terrível da Grande Guerra.

O Capitão Newhouse declarou que certos fatos foram trazidos à luz, como resultado da recente morte do Dr. Gottlieb Hochmuller em um motim de Berlim.

Documentos secretos foram encontrados em sua casa, e provavam que o Cão do Inferno de Mons realmente existiu.

A criatura era o resultado de uma experiência científica, talvez a mais repugnante que o mundo tenha conhecido, a criatura era um cão gigante com o cérebro de um homem louco.

Na verdade, o Dr. Hochmuller tinha percorrido os hospitais alemães até que encontrou um homem enlouquecido por causa de seu ódio à Inglaterra.

Com a sanção do seu governo, Hochmuller retirou o cérebro do homem e inseriu-o em um cão-lobo gigante da Sibéria.


O cão sobreviveu, cresceu rapidamente, e após um cuidadoso treino foi lançado na Terra de ninguém.


Créditos: phenomenonpoltergeist

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O mistério da boneca que envelheceu

Com o passar do tempo, é normal que os pais doem ou guardem os brinquedos e seus filhos, já que, além de não serem mais usados, passam a ocupar um espaço extra no quarto dos mesmos.

Uma família norte-americana, em uma ação comum, recolheu os brinquedos da filha, que já estava crescida, e os depositou no sotão da casa. A surpresa veio depois de 11 anos…

Ao realizar uma limpeza no sotão da residência, a família se deparou com isto:




A mesma boneca que havia sido guardada há 11 anos tinha envelhecido! Até agora, ninguém pôde explicar o porquê do ocorrido e tudo o que há na mídia são especulações.

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A Bruxa dos Bells

Trata-se do único caso documentado da morte de um ser humano por um fantasma nos Estados Unidos além de ser o caso mais famoso do país.

Trata-se do único caso documentado da morte de um ser humano por um fantasma nos Estados Unidos.

Na primavera de 1817 John Bell mudou-se com a sua família para o estado americano do Tenesse. John, sua esposa Lucy e seus 3 filhos tiveram uma vida normal nos primeiros meses na nova casa. Os Bells começaram então a ouvir sons e tremores em sua propriedade. O mais incrível é que só acontecia ao redor da casa e durou semanas. Uma noite, seu filho Richard relata que um barulho tomou conta de seu quarto. Era impossível dormir anetes das 3 horas da manhã, quando o barulho parava.

Casa dos Bells atualmente

Os ataques com o tempo foram ficando cada vez mais violentos de forma que os Bells que antes guardavam segredo sobre o assunto tiveram que pedir ajuda. O relioso James Johnston foi o primeiro a tentar expulsar o fantasma. Com a ajuda de sua bíblia ele interrogava o fantasma em busca de respostas. Até um futuro presidente americano Andrew Jackson foi em 1819 observar os fenômenos. O fantasma pareceu ficar mais ativo e era ouvido rindo por toda a casa. A vizinhança descobriu o caso e começou a chamar a coisa de a Bruxa dos Bells.

Segundo testemunhas, a bruxa jurou atormentar John Bell até sua morte, que ocorreu devido um enorme engano. Um frasco que continha seu remédio foi trocado por um veneno mortal. O médido foi chamado para investigar e seu veredito foi envenenamento acidental. Logo este engano foi atribído a bruxa dos Bells. A bruxa até no velório de John atormentou as pessoas, rindo de modo a ser ouvida por todos.

Na antiga propriedade do Bells existe uma caverna. Os atuais donos relatam que acontecem eventos muito estranhos nesta caverna. Seria hoje a caverna o local onde a Bruxa dos Bells?

Proprietária das terra dos Bells afirma que na caverna da propriedade existem coisas estranhas acontecendo. Seria a Bruxa dos Bells?

Para alguns a Kate Batts, uma excêntrica vizinha dos Bells, que disputava terras com John Bell foi quem jogou a maldição que matou John.

A Bruxa dos Bells é uma das histórias de fantasma mais conhecida dos Estados Únidos e em 2006 este famoso caso americano virou filme mais uma vez, com o título de "Maldição" (An American Hauting), dirigido por Courtney Solomon.

Documentário Visitantes da Noite da Série Verdade ou Pesadelo.

Créditos: sobrenatural.org

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Fantasmas de Windsor


Tanto fantasmas da realeza como guerreiros aparecem neste castelo, famoso pela sua ligação com a monarquia Inglesa.

A Inglaterra é rica em histórias de fantasmas. Seus milenários castelos e suas paisagens eternas guardam muitas histórias de mortos que ainda estão ligados com os vivos, aterrorizando-os.

Esse é o caso do elegante Castelo de Windsor, célebre por ser uma das residências da monarquia do Reino Unido. Mas sua fama também tem um lado obscuro: o número de eventos paranormais que são vivenciados ali.

William, o Conquistador, iniciou a construção do Castelo de Windsor em 1075 após a conquista normanda, que culminou na Batalha de Hastings em 1066.

O castelo quase foi destruído durante a guerra civil de 1600, mas mais tarde tornou-se a residência real.

Durante o reinado do rei George IV, no século XIX foi transformado em um palácio. Em 1917, o rei George V converteu o castelo em residência da família real, e desde então o nome da monarquia seria a Casa de Windsor.

O castelo sobreviveu aos bombardeios das duas guerras mundiais, e hoje a rainha Elizabeth II frequenta a igreja, na capela de São Jorge.

Dizem que o fantasma que tem sido mais visto em Windsor é o de Herne o Caçador, visto por centenas de pessoas nos jardins do castelo.

Segundo a lenda, era um caçador real que gozava da simpatia do rei e, por isso, era odiado na corte.

Devido a isso, e as pressões, ele se enforcou. Seu fantasma aparece montado num cavalo negro, muitas vezes acompanhado por cães fantasma.

O fantasma de Henry VIII assombra os claustros da Deanery. Muitas pessoas dizem que ouviram seus passos e gemidos.

Uma de suas esposas, Anne Boleyn, foi executada exatamente neste claustro. Contam também que a filha de Henry VIII, a Rainha Elizabeth I, passeia à noite de uma sala para outra.

O fantasma de Charles I foi visto principalmente na biblioteca, bem como o rei George III, que ficou louco naquela sala, seu rosto fantasmagórico pode ser visto através das janelas.

Outros fantasmas desconhecidos também habitam Windsor, como o da criança gritando nos corredores, que não quer montar, ou as crianças brincando que são ouvidas na torre da prisão, ou a menina com um homem a cavalo na cozinha, que antigamente era a cavalariça.

Misteriosos passos são ouvidos toda noite na Torre Curfew, e às vezes, sem que ninguém saiba como, seus sinos repicam.

Perto da capela de São Jorge apareceu uma noite, um novo grupo de estátuas. Os visitantes ficaram impressionados, e perguntaram ao guarda na saída, pelas estátuas, que não estavam no guia da visita.

O guarda disse que não havia um grupo de estátuas ali, e quando eles voltaram no lugar, elas haviam desaparecido.


Tradução: Carlos de Castro

Retirado de: Arquivos do Insólito

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