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6 maldições famosas

1. James Dean e o Pequeno Bastardo


[jamesdeancar.jpg]

Em 30 de setembro de 1955, James Dean foi morto quando o Porsche 550 Spyder prata que ele chamava de Little Bastard (Pequeno Bastardo) foi atingido por um veículo que vinha na direção contrária. Um ano depois da batida de Dean, o carro se envolveu em mais dois acidentes fatais e feriu outras seis pessoas. Depois do acidente, o que sobrou do carro foi comprado pelo projetista de hot rod George Barris, o "Rei dos Customizáveis". (Barris, que desenhou o Batmóvel, foi quem personalizou o Little Bastard para James Dean.)

Enquanto estava sendo arrumado, o Pequeno Bastardo caiu sobre as pernas de um dos mecânicos e esmagou-as. Depois disso, Barris decidiu se livrar do carro maléfico: vendeu o motor e a transmissão do carro a dois médicos que participavam de corridas, e dois pneus para outra pessoa. Durante uma corrida, o carro que recebeu o motor saiu da pista e bateu numa árvore, matando o piloto. O carro que recebeu a transmissão travou e capotou várias vezes, deixando o outro médico-piloto gravemente ferido. A outra pessoa que comprou os pneus do Little Bastard foi parar no hospital, depois que os pneus explodiram simultaneamente, provocando um grave acidente.

Barris então decidiu emprestar o que restou do carro para a California Highway Patrol, que faria uma exposição sobre a importância da segurança no trânsito. Na véspera do evento, um incêndio atingiu o galpão de exposição e todos os carros foram destruídos, exceto - é claro - o Pequeno Bastardo, que sobreviveu sem nenhum arranhão além dos que já tinha. Quando o carro foi colocado em exibição em Sacramento, caiu do display e quebrou o quadril de um adolescente que estava lá. O carro foi colocado dentro de um caminhão para ser levado de volta a Salinas, na Califórnia. O motorista perdeu o controle do caminhão no caminho, foi jogado para fora da cabine e esmagado pelo carro quando este caiu da carroceria.

Em 1960, depois de ser exibido em Miami, os restos do carro maldito desapareceram a caminho de Los Angeles. O Little Bastard nunca mais foi visto depois disso.


2. A maldição da tumba de Tutancâmon


Em 1922, o explorador inglês Howard Carter, liderando uma expedição financiada por George Herbert, quinto conde de Carnarvon, descobriu a tumba antiga do rei egípcio e suas riquezas dentro. Depois de abrir a tumba, contudo, estranhos e desagradáveis eventos aconteceram nas vidas dos envolvidos na expedição.

A história de Lord Carnarvon é a mais bizarra. O aventureiro aparentemente morreu de pneumonia e envenenamento do sangue seguindo complicações de uma picada de mosquito. Testemunhas dizem que no exato momento em que Carnarvon morreu no Cairo, todas as luzes da cidade se apagaram misteriosamente. Alguns apontam para a inscrição da tumba, "A morte vem em asas para aqueles que entram na tumba de um faraó", como prova de que o rei Tut colocou uma maldição em qualquer pessoa que perturbasse seu local de descanso final.

Tutancâmon, o faraó mais jovem do Egito antigo, morreu aos 19 anos. Mas há uma maldição que parece atingir gênios musicais de 27 anos. Leia na próxima página.

3. Clube dos 27

http://2.bp.blogspot.com/_EiEOp-5PnRA/SqBz1mrNzzI/AAAAAAAAAmc/3ZxUlGiVk-k/s400/Untitled-1.jpg


Se você for uma estrela de rock e tiver cerca de 27 anos, talvez seja bom tirar um ano de folga para evitar entrar para "O Clube". Robert Johnson, músico que Eric Clapton chamava de "o mais importante blueseiro que já existiu", tocava guitarra tão bem que há quem diga que ele deve ter feito um pacto com o Diabo. Por isso, quando ele morreu aos 27, seus colegas disseram que deve ter sido a hora de pagar a dívida.

Desde Johnson, vários gênios musicais morreram na tenra idade dos 27. Brian Jones, membro fundador dos Rolling Stones, em 1969. No ano seguinte, foram levados Jimi Hendrix e Janis Joplin. Em 1971, foi a vez de Jim Morrison. Kurt Cobain se juntou ao Clube em 1994. Todos com 27 anos. Coincidência? Ou esses gênios musicais também estavam pagando seus débitos?

4. Maldição de Billy Goat

http://www.digitaldesktopwallpaper.com/wallpapers/dave-wilky/goat-1024x768.jpg

Em 1945, William "Billy Goat" Sianis levou sua cabra de estimação, Murphy, ao Estádio Wrigley para ver o quarto jogo da World Series 1945 entre o Chicago Cubs e o Detroit Tigers. Sianis e sua cabra foram expulsos do jogo, e Sianis jogou uma maldição no time naquele dia. Desde então, o Cubs tem tido uma má sorte lendária.

Ao longo dos anos, os fãs do Cubs experimentaram a agonia em repetidos colapsos de final de temporada quando a vitória parecia iminente. Em 1969, 1984, 1989 e 2003, o Cubs estava dolorosamente perto de avançar no World Series, mas não pôde segurar a liderança. Mesmo aqueles que não se consideram fãs do Cubs culpam a maldição pelas estranhas e quase cômicas perdas ano após ano. O Cubs não ganha um World Series desde 1908 - nenhum outro time na história do jogo passou tanto tempo sem um campeonato.

5. Rasputin e os Romanov

Rasputin, autoproclamado mágico e líder cult, cavou seu caminho para o palácio dos Romanovs, a família dominante na Rússia, perto da virada do último século. Só que Rasputin ficou famoso demais, o sucesso subiu-lhe à cabeça e ele começou a dar uma de bonzão. Alguns dos Romanovs supostamente decidiram livrar-se dele. Mas Rasputin era excepcionalmente resistente.

Consta que ele tomou veneno, caiu da escada e levou repetidos tiros antes de finalmente morrer. Diz-se que, em seu leito de morte, Rasputin murmurou uma maldição, assegurando que os monarcas da Rússia iriam estar todos mortos no curso de um ano. Isso de fato acontece, já que a família Romanov foi brutalmente assassinada em uma execução em massa menos de um ano depois da morte de Rasputin.

6. A maldição da família Kennedy

http://people.bu.edu/wwildman/ben/mass/images/kennedy.jpg

Tá, talvez se esta família tivesse ficado longe da política e dos aviões, seu destino teria sido diferente. De qualquer forma, o número de tragédias na família Kennedy levou alguns a acreditar que deve haver uma maldição em todo o rebanho. Você decide:
  • Joseph Jr. e Kathleen, irmãos de JFK, morreram em acidentes de avião em 1944 e 1948, respectivamente.

  • Rosemary, outra irmã de JFK, ficou internada em um manicômio durante anos.

  • O próprio John F. Kennedy, 35º presidente dos EUA, foi assassinado em 1963, aos 46 anos.

  • Robert Kennedy, irmão mais novo de JFK, também foi assassinado cinco anos depois.

  • O senador Ted Kennedy, irmão caçula de JFK, sobreviveu a um acidente de avião em 1964. Em 1969, o carro que ele dirigia caiu de uma ponte, causando a morte de sua companheira, Mary Jo Kopechne. Suas pretensões presidenciais foram praticamente enterradas com a mulher.

  • Em 1984, David, filho de Robert Kennedy, morreu de overdose de drogas. Outro filho, Michael, morreu em um acidente de ski em 1997.

  • Dois anos depois, em 1999, John John (filho de JFK e Jacqueline Kennedy), sua mulher e sua cunhada morreram quando o pequeno avião que ele pilotava caiu no Oceano Atlântico.

Contribuíram para este artigo:

Helen Davies, Marjorie Dorfman, Mary Fons, Deborah Hawkins, Martin Hintz, Linnea Lundgren, David Priess, Julia Clark Robinson, Paul Seaburn, Heidi Stevens, and Steve Theunissen.

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Mortes no Vale dos Reis

oward carter


Na tumba de Petety e sua esposa, havia a seguinte maldição:


Escutem todos! O sacerdote de Hathor castigará em dobro aquele que entrar nesta tumba ou fizer qualquer mal a ela. Os deuses o confrontarão, pois sou honrado pelo seu Senhor. Os deuses não permitirão que qualquer coisa aconteça a mim. O crocodilo, o hipopótamo e o leão devorarão aquele que causar qualquer malefício a minha tumba.


Para reforçar essa crença, nos meses seguintes outros 25 membros da expedição inglesa morreram em condições misteriosas.


A explicação cinetifica

Háalguns anos, médicos franceses "conseguiram"explicar essas mortes: os pesquisadores que entraram na tumba do faraó respiraram um ar impregnado de fungos. Isso causou uma reação alérgica de insuficiência respiratória, que acabou matando-os por asfixia.

Múmia do Faraó Tutankhamon

Há outras maldições também importantes, além das muito conhecidas que estão relacionadas ao rei Tutankhamon.


Múmia do Faraó Ramsés II

A maioria dos túmulos havia sido saqueada por ladrões. No inicio deste século, aparentemente tudo o que restava de valor já estava exposto em museus. talvez por isso a descoberta mais empolgante tenha sido a múmia do faraó Tutankhamon (reinou de 1361 a 1352 a.C.), no dia 4 de abril de 1923. Foi a consagracão do arqueólogo inglês Howard Carter, que levou 23 anos procurando o túmulo. Mas, como Lord Carnavon, o milionário que financiara essa busca, morreu repentinamente um mês depois da descoberta, surgiu a lenda de sua maldição, mesmo porque no túmulo havia a inscrição:

"A morte tocará com suas asas aquele que desrespeitar o faraó".


Guiado por um xeque, o viajante inglês Richard Pococke, em 1743, foi o primeiro a chamar a atenção da Europa para uma região conhecida comoVale dos Reis, a oeste de Tebas, no Egito.
Ele tinha avistado catorze dos sessenta túmulos existentes no Vale, mas não sabia que todos os faraós e nobres mortos entre 1567 e 1085 a.C. estavam ali enterrados. Na época de Pococke, era impossível explorar o local: todos os que se aproximavam eram expulsos por quadrilhas de ladrões que habitavam as colinas. Talvez a primeira grande descoberta tenha ocorrido em 1881, quando o subdiretor do Museu do Cairo, Emile Brugsch, seguindo a pista de um ladrão, encontrou num poço nada menos de 31 caixões e 24 múmias -entre elas, a do faraó Ramsés II (reinou de 1304 a 1237 a.C.).



Fonte: Area do terror

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Chuva de peixes acontece de novo na Austrália.

Uma misteriosa chuva de peixes atingiu novamente uma cidade da Austrália.

O insólito aconteceu na cidade de Lajamanu, que tem população de apenas 660 pessoas. Foram milhares de pequenos peixes brancos que caíram do céu, alguns congelados mas muito ainda vivos. Ninguém soube explicar a razão pelo qual os peixes caíram do céu, mas não é a primeira vez que este estranho fenômeno acontece. Ele já foi registrado muitas vezes durante a história.Esta é a terceira vez em 30 anos que a cidade de Lajamanu é atingida por uma chuva de peixes.

O fenômeno ocorreu em 1974 e no ano 2000. Os moradores da cidade se divertem com a bizarra situação, dizendo que enquanto forem peixes e não crocodilos a cair do céu, eles estão tranquilos.

Ao que parece a chuva de peixes ocorre quando um furacão ou tornado passa sobre um rio ou lago, sugando peixes e outros animais pequenos, como sapos e rãs, que são lançados à grande altitude, o que faz alguns deles congelar. Em seguida eles caem, e causam espanto a todos os que testemunham o fato.

Aqui tem referência a várias chuvas de animais. Durante muitos anos as pessoas pensaram que isso eram apenas lendas

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Farmácia com quase 600 anos na Estônia vende até pó de unicórnio!


casa foi aberta na Idade Média e continua, séculos depois, repleta de clientes à procura de remedinhos originais. Um dos mais vendidos na Raeapteek, farmácia que funciona em Tallin, capital da Estônia, é um marzipã com receita secreta. Segundo os donos da loja, ele cura qualquer dor no coração. Não é um medicamento cardíaco. Trata-se de um doce de amêndoas que alivia a dor de separações, maridos e mulheres traídos, foras e abandonos.

- É a mesma fórmula usada há 588 anos, quando a farmácia começou a funcionar, garante Ulle Noodapera, um dos proprietários.

A farmácia mais antiga da Europa – esse é o lema do lugar – foi aberta na praça de Tallin, em 1422, pelo médico Johan Molner, de origem germânica. Os netos de Molner repassaram o ponto para uma família búlgara, que cuidou do local por 300 anos. Desde então, vem trocando de proprietários.

- Ninguém até hoje reclamou do remédio contra dor do coração, jura Noodapera.

E olha que são quase 600 anos de venda do produto. Uma dose do marzipã mágico tem 40 gramas e custa 1 euro (R$ 2,54).

As prateleiras da Raeapteek oferecem outros itens de grande impacto, vendidos em discretas embalagens: pernas secas de rã, olhos de cobra, pó de unicórnio, sangue de gato, lã de ovelha, pedaços de múmia, abelhas queimadas, estômago de lobo e coração de coelho – esse último receitado, informa Noodapera, para “restaurar a sanidade”. Os outro servem para tratar problemas como impotência, resfriado, dor de barriga ou nas costas e frieiras no pé.

- Sangue de gato é ótimo para melhorar a visão, diz o proprietário, que assegura indicar médicos do século 21 para casos mais graves.

Os turistas que visitam Tallin adoram comprar caixinhas com lã de cordeiro, revela Noodapera.

- Serve para aliviar dor nas costas e é feita com ingredientes que imitam esse tipo de lã, explica.

Já o pó de unicórnio é de verdade mesmo. Só não é divulgado onde ele é adquirido.

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Laboratório dos EUA pesquisou fenômenos paranormais por 60 anos


Em uma de suas frases de efeito mais conhecidas, Albert Einstein teria dito, segundo sua secretária: "Eu jamais acreditaria em fantasmas, mesmo que eu visse um".

Vinda de um físico, essa atitude pode parecer brusca, já que a física sempre se inspirou em observações de fenômenos aparentemente estranhos.

Em se tratando mesmo de eventos fantasmagóricos, porém, a ciência parece não ter chegado a um consenso sobre como tratá-los, seja para prová-los, seja para simplesmente descartá-los.

Em parte, a crença em coisas como telepatia e psicocinese ainda existe porque poucos acham hoje que vale a pena gastar tempo (e queimar a reputação) tentando estudá-las.

Pelo menos um homem sério, porém, já teve a coragem (ou a imprudência) de embarcar na empreitada de tentar levar a parapsicologia para um laboratório. Sua história é contada no recém-lançado "Unbelievable" ("Inacreditável"), da jornalista americana Stacy Horn.

O aventureiro em questão foi o botânico Joseph Banks Rhine, que decidiu mudar de área e conseguiu apoio para montar um laboratório de parapsicologia na prestigiosa Universidade Duke, na Carolina do Norte (EUA), em 1935. Eram outros tempos.

Na época, a comunidade científica não era tão avessa a questões espirituais, e Rhine tinha certa reputação, ainda. Interessado num problema que era considerado aberto, antes de ter seu laboratório o cientista ganhou reputação ao desmascarar falsos médiuns.

Intrigado com relatos em que não parecia haver fraude, porém, Rhine decidiu usar o laboratório para verificar se, em experimentos controlados, coisas como telepatia e clarividência de fato apareciam.

E apareceram. Mas, como esperado, a interpretação dos resultados não é bem algo que se possa chamar de consenso.

Por décadas, Rhine e seus colegas foram à caça de médiuns para testá-los em um engenhoso experimento bolado em seu laboratório na Duke: adivinhação de cartas.

Ao longo dos anos, cientistas testaram laboriosamente a habilidade de voluntários repetidas vezes até formar, com cada um deles, um corpo de dados que tivesse alguma significância estatística.

Outro teste era feito com dados. Pessoas com suposta habilidade de telecinese eram avaliadas enquanto tentavam influenciar os resultados obtidos movendo os cubos de resina com a força da mente.


Clarividência

O acervo do laboratório registra mais de 10 mil sessões de testes, a maioria deles decepcionantes. Alguns poucos voluntários, porém, conseguiam adivinhar cartas com taxa de acerto maior do que se esperaria por puro acaso.

E lá estava a prova de que a clarividência existiria: planilhas mostrando que alguns poucos voluntários tinham obtido sucesso que não é explicável apenas pela sorte.

Qualquer pessoa com um mínimo de ceticismo, claro, torce o nariz. Quem garante que o próprio Rhine não estava trapaceando?

Horn dedica boa parte do livro a mostrar como o cientista conseguiu proteger razoavelmente bem os seus dados de críticas de manipulação.

Sem uma teoria minimamente plausível para explicar seus experimentos, porém, o laboratório da Duke também não conseguiu convencer grupos sérios de outras universidades a tentarem reproduzir os experimentos.

E, mesmo que o bombardeio dos céticos nunca tenha cessado, o laboratório acabou sendo mais vítima da descrença de amigos.

Planilhas cheias de números, claro, não são tão interessantes quanto relatos anedóticos de "poltergeists" e histórias de fantasmas.

O laboratório até chegou a investir um pouco em "pesquisa de campo", investigando casos supostamente reais que inspiraram os filmes "Poltergeist" e "O Exorcista", mas Rhine rejeitou levar ao periódico "Journal of Parapsychology" estudos que não tivessem um corpo de provas rígido.

Muitos dos filantropos que bancavam o laboratório, porém, estavam interessados mesmo era em contatar entes queridos no além.

Não queriam saber de dados e baralhos. E financiadores mais benevolentes, como a Fundação Rockefeller, também acabaram se vendo com reputação ameaçada.

Na década de 1960, Rhine fez algumas tentativas de reavivar o laboratório, entre elas a de receber o psicólogo Timothy Leary para testar se o LSD poderia dar habilidades de clarividência a pessoas normais. Aparentemente, foi divertido, e só.

O dinheiro para pesquisa em parapsicologia foi aos poucos indo embora. A Duke nunca fechou oficialmente o laboratório, hoje batizado de Centro Rhine.

A Associação Americana para o Avanço da Ciência, apesar de não dar mais crédito ao tema, nunca desfiliou a Associação de Parapsicologia de Rhine. O físico John Wheeler, na década de 1970, defendeu isso, mas não foi atendido.

O livro de Horn, porém, talvez seja condescendente demais com Rhine ao descrever o debate de parapsicólogos contra céticos como um "empate".

Aí talvez valha uma velha regra: alegações extraordinárias exigem evidências extraordinárias. Acredite quem quiser que as planilhas de Rhine são a prova da clarividência.

Em se tratando de jornalismo, porém, um cético de mente mais fechada dificilmente levantaria a história fascinante que Horn esquadrinhou.

Fonte: Folha Online

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Os Fantasmas de Gettysburg



Em Gettysburg foi travada a maior batalha da Guerra Civil Americana. Os exércitos inimigos do Norte e do Sul, com um contingente de 150 mil homens, enfrentaram-se durante os dias 1, 2 e 3 de julho de 1863 e sofreram 53 mil baixas, um pouco menos do que a quantidade de soldados americanos mortos na Guerra do Vietnã.

A batalha de Gettysburg foi vencida pelas tropas do Norte e inverteu o rumo da Guerra Civil, até então totalmente favorável aos rebeldes do Sul.

Depois de Gettysburg, o Sul nunca mais foi o mesmo. Lutou ainda por mais dois anos até a rendição, em abril de 1865.

O sacrifício dos 53 mil soldados que caíram naquele campo de batalha foi reconhecido e homenageado pelo Presidente Abraham Lincoln, em novembro de 1863, quando fez um discurso histórico na inauguração do cemitério militar da cidade.

Tudo isso fez a fama de Gettysburg. As crianças americanas aprendem na escola o discurso de Lincoln em Gettysburg.

Quando o último soldado da Guerra Civil morreu, em 1956, Gettysburg já estava coberta de monumentos levantados pelos veteranos que lá combateram, seja para lembrar um episódio, um grupo de colegas ou um general.

Gettysburg é hoje um Parque Nacional. Diariamente, ônibus escolares chegam à cidade com estudantes que disputam as atrações com centenas de turistas e historiadores.

O Parque Nacional de Gettysburg é um lugar lindo. Cheio de cores, de flores, de pássaros, esquilos, etc. Cheio de paz. Pode-se percorrer os locais da batalha de carro ou a pé. Em horas ou em dias.

Quem vai a Gettysburg deve conhecer e gostar de história. Pode estudar antes ou aprender lá. Guias treinados estão no Visitor Center exatamente para isso.

Mas existem histórias em Gettysburg que não estão nos livros de História. O que dizer da visão de um oficial de cavalaria com uniforme completo do Norte que passa calmamente com seu cavalo em frente a um grupo de visitantes e, ao chegar do outro lado da estrada, desaparece?

Ou de um grupo de “reenactors”, que, no meio de uma passagem no bosque encontra três soldados que lhes entregam uma caixa de munição datada de 1863, nunca utilizada e novinha e depois desaparecem na neblina?

E aquela exibição precisa de marcha e ordem unida militar que um grupo de diplomatas viu do alto da colina na planície logo abaixo ... em um dia em que nenhum grupo de “reenactors” estava no parque?

E o soldado ferido que pede água a um visitante que estava no parque quando já anoitecia? E o ruído da tropa marchando de madrugada em frente à janela de um hotel com vista para o campo de batalha?

E os gritos de feridos no subsolo do Gettysburg College ocupado durante a batalha e semanas depois como um hospital de campanha?

Uma explicação para esses eventos sobrenaturais pode estar no fato de tantos e tantos jovens terem tido uma morte súbita e violenta.

Pode ser que suas almas não tenham descansado, continuando a vagar nos lugares em que viveram seus últimos dias.

Para quem gosta desse tipo de história e emoção, a cidade oferece diariamente os Ghost Tours. Caminhadas com guias especializados para ouvir relatos nos locais onde dizem ter acontecido repetidas vezes.

Gettysburg à noite se transforma. Nas janelas das casas da época aparecem velas acesas. Segundo a tradição, isso significa que naquele lar se espera a volta de um alguém muito querido que foi para a guerra. E ainda está no túnel do tempo


Fonte:
arquivosdoinsolito

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Gritos do inferno

Em meados de dezembro de 1989, um grupo de geólogos russos fizeram um poço de 14.000 metros de profundidade na Sibéria; e eles afirmam terem ouvido lamentações que vinham do centro da terra... A notícia se espalhou pelo mundo. Um jornal da Finlândia publicou a matéria, com relatos dos operários e estudiosos que ouviram a fita.
"Como um comunista eu não acredito em céu ou na Bíblia mas, como um cientistas eu acredito agora no inferno" , disse. (Dr. Azzacove)

Needless disse:

"Nós ficamos chocados fazendo tal descoberta. Mas nós sabemos o que nós vimos e nós sabemos o que nós escutamos. E nós estamos absolutamente convencidos de que nós furamos através dos portões do inferno!"

Dr. Azzacove continuou:

"A perfuratriz, de repente, começou a girar velozmente indicando que tínhamos chegado a um grande bolsão vazio ou uma caverna. O sensor térmico mostrou um aumento dramático da temperatura para 2,000 graus Fahrenheit "

"Nós abaixamos um microfone, projetado para descobrir os sons de movimentos tectônicos abaixo da galeria. Mas em vez de movimentos de placas nós ouvimos uma voz humana, gritando de dor! No princípio pensamos que o som estava vindo do nosso próprio equipamento".
"Mas quando nós fizemos ajustes nos equipamentos, nossas piores suspeitas foram confirmadas. Os gritos não eram de um único humano, eles eram gritos de milhões de humanos!"

Créditos: Area do terror



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Assombrações discovery channel 1ª temporada

Assombrações discovery channel primeira temporada

Episodio 0 (S01E00)

Aparições Em Connecticut (A Haunting in Connecticut)


Duração: 90 min.
Idioma: Dublado em Português
Tamanho:
598mb
Formato: AVI

Pense em um documentário que vai fazer você ficar com muito medo, arrepiada até a ponta dos pés. Pois é este.

Ele dramatiza, na forma de filme, onde os protagonistas atuam e vão contando a história para as câmeras, os dramaticos fatos de uma família que se muda para uma casa que era uma funerária.

Seus filhos, que dormem no sotão, ou seja, no local onde os corpos ficavam, começaram a relatar que estavam vendo vultos, mas os pais não acreditavam. Até que um dia, o coisa ruim apareceu para um e mudou sua personalidade.

No fim (veja como foi feio o negócio), até um pesquisador saiu correndo da casa, com medo do que viu!

Download:

parte 1
parte 2
parte 3

Aparições Na Geórgia (A Haunting in Geórgia)

Episodio 0.1 (S01E00)

Duração: 90 min.
Idioma: Dublado em Português
Tamanho:
608mb
Formato: AVI

Este é o outro documentário da série Casas Mal-Assombradas, que produziu Aparições em Connecticut.

Este também vai te dar muito medo, pois uma menininha faz amizade com um amigo invisível. Por fim descobre-se que o seu amigo invisível era um antigo morador da vizinhança que tinha morrido a muito tempo atrás.

Por fim, a própria mãe e irmã começam a ver espíritos. Elas, como é explicado no documentário são médiuns.

Veja e também muito assustado está excelente dramatização!


Download:

parte 1
parte 2
parte 3

Horror No Lake Club (Lake Club Horror)

Episodio 1 (S01E01)

Duração:
45 min.
Idioma:
Dublado em Português
Tamanho:
106mb
Formato:
AVI

Em Springfield, Illinois, o que um dia foi um lugar de festas e um paraíso dos jogos é transformado em clube noturno. Inexplicavelmente, surgem rajadas de ar frio e música fantasmagórica. Ambas as advertências sinistras parecem indicar que um dos novos proprietários está prestes a morrer.







Donwload:


parte 1
parte 2

Aparições em Summerwind (The Haunting of Summerwind)


Episodio 2 (S01E02)

Duração:
45 min.
Idioma:
Dublado em Português
Tamanho:
317mb
Formato:
AVI

Quando uma família se muda para Sumemerwind, a casa fala com eles ao sussuros. Com o tempo, sussuros tornam-se gritos e segredos enterrados levam a uma possessão. A família precisa acalmar espíritos inquietos, antes que a casa os devore a todos.

Donwload:

parte 1
parte 2





A Casa do Inferno (Hell House)

Episodio 3 (S01E03)

Duração:
47 min.
Idioma:
Dublado em Português
Tamanho:
347 mb
Formato:
AVI


Para a família Beckwith, uma casa nova significa um novo começo. Até que algo do passado retorna para assombra-los. A família conta com uma equipe de investigadores psíquicos renomados para fazer contato com os espíritos inquietos e para lutar contra a fúria de um deles.

Donwload:

parte 1
parte 2





Maldição (Cursed)


Episodio 4 (S01E04)

Duração:
45 min.
Idioma:
Dublado em Português
Tamanho:
286 mb
Formato:
AVI

A nova proprietária de uma casa abandonada em Tucson, Arizona, sente que o seu lugar na vida sempre foi ali. De repente, pesadelos e sobressaltos noturnos ameaçam o juízo da mulher, traçando a temerosa possibilidade de um contato direto com o mundo do além.

Download:

parte 1
parte 2




Negócio De Outro Mundo (Echoes from the grave)


Episodio 5 (S01E05)

Duração:
48 min.
Idioma:
Dublado em Português
Tamanho:
341 mb
Formato:
AVI


Depois de comprar uma casa com uma grande tradição histórica, uma família descobre que está sendo ameaçada por forças inexplicáveis que cada vez mais adquirem mais intensidade. A casa se transformou em uma espécie de estação de trem entre a vida e a morte.


Download:

parte 1
parte 2




Sombras (Darkness Follows)


Episodio 6 (S01E06)

Duração:
44 min.
Idioma:
Dublado em Português
Tamanho:
295 mb
Formato:
AVI

A diabólica relação psíquica entre um assassino e sua vítima impregna uma casa recém-renovada da cidade de Montreal. Os proprietários descobrem que um fantasma infeliz e o espírito de um cruel assassino estão fazendo o impossível para separar a sua família.

Download:

parte 1
parte 2

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Ghostwatch: Quando a TV ao vivo contatou os mortos

Em uma noite de sábado no final de outubro de 1992, a BBC 1 inglesa veiculava no horário nobre o programa Ghostwatch - que se tornaria um fenômeno televisivo, em vários sentidos. Ancorado por repórteres bem conhecidos dos britânicos, como Michael Parkinson e Sarah Greene, procurava ser uma investigação ao vivo do sobrenatural em um formato então pioneiro, similar ao utilizado no Brasil hoje em programas populares como Cidade Alerta e Brasil Urgente.

Completo com um link ao vivo de uma casa supostamente mal-assombrada, com o recebimento de ligações de telespectadores e discussão do caso em estúdio com parapsicólogos, a estória de uma família perturbada foi exposta. Pam Early, mãe solteira irlandesa vivendo com suas duas filhas, teria começado a presenciar estranhos fenômenos poltergeist em sua casa desde finais do ano anterior, incluindo móveis voando e barulhos misteriosos. Como os barulhos pareciam ser de batidas no encanamento metálico, o fantasma foi batizado pela família de 'Pipes' (algo como 'Encanamentos'). Mas as coisas não eram tão leves assim: inexplicáveis arranhões passaram a surgir no corpo da garota mais velha, Suzanne. A família não estava nada feliz com os acontecimentos, e tudo era mostrado ao vivo, intercalado com discussão e apresentação no estúdio.

As coisas logo ficaram agitadas quando os barulhos em questão foram ouvidos pela equipe de repórteres na casa. Infelizmente, descobriram que era uma fraude - uma das garotas estava batendo no encanamento. Foi no anti-clímax porém, com todos nervosos com a embaraçosa situação, que coisas realmente estranhas começaram a ocorrer.

Uma mancha surgiu no carpete, e barulhos - de gatos - emanaram das paredes. O antigo morador havia se enforcado, e ele possuía doze gatos. Com seu suicídio os animais de estimação ficaram presos dentro da casa, e sem comida, teriam se alimentado do corpo do dono. Um telespectador ligava para o estúdio avisando que havia visto rapidamente em uma cena transmitida uma bizarra figura humana ao fundo. Surgiram então todo tipo de marcas pelo corpo das pobres garotas, parecidos com arranhões de gatos, e elas começaram a falar com vozes estranhas. Os assustadores miados de gatos ficavam cada vez mais altos, as garotas passaram a gritar, e todos fugiram da casa - exceto a repórter Sarah Greene com seu câmera, corajosamente indo atrás de uma das meninas ainda no sótão.


Um especialista no estúdio logo sugeriu uma explicação terrível para o que estava ocorrendo: transmitindo ao vivo de um local mal-assombrado, com milhões de telespectadores concentrados, foi criada uma "sessão espírita em escala nacional". Enormes energias psíquicas haviam sido canalizadas, e estavam agora agindo descontroladas - não só na própria casa, como em todo o país, com problemas técnicos ocorrendo no próprio estúdio. De volta a casa, a repórter finalmente encontra a garota dentro de um armário no escuro, e os barulhos diminuem. Quando ela entra para acalmá-la, a porta subitamente se fecha atrás dela, que tenta desesperadamente sair. Logo o sinal cai, para não voltar mais.

No estúdio, as coisas também vão de mal a pior. Fortes ventos abalam tudo, e até miados de gatos surgem. Por vezes, na escuridão e caos, parece surgir lá também a imagem do fantasma desfigurado, 'Pipes'. E então, o apresentador Mike Parkinson finalmente consegue falar outra vez com calma, ainda que tudo ainda estivesse muito escuro. Apenas para também ser possuído pelo malicioso espírito e começar a recitar uma cantiga infantil, em meio a... miados. Fim.

Ghostwatch realmente foi ao ar, embora é claro, fosse na verdade um drama de ficção apresentado em 31 de outubro, noite de Halloween, o dia das bruxas. Ecoando a famosa transmissão radiofônica de Guerra dos Mundos por Orson Welles, devia ser encarado por qualquer telespectador sensato como uma travessura ("doces ou travessuras?"). À semelhança da transmissão de Welles, tanto no começo como no final havia a apresentação da história como ficção - aqueles que assistiram Ghostwatch desde o início puderam ver o logotipo de que era parte de uma série de dramas ficcionais da BBC, e os que pararam para ver os créditos ao final (se não achassem estranho que um programa ao vivo em meio ao caos sobrenatural apresentasse créditos ao fim e terminasse no horário programado, às 9:30 da noite) poderiam ler quem era o roteirista do programa que acabavam de assistir, o escritor Stephen Volk.

No entanto, com mais de 11 milhões de telespectadores para uma boa história de terror sustentada por efeitos realísticos e apresentadores de credibilidade associados a notícias reais, não foram tão poucos os que pensaram que estava tudo acontecendo de fato. As linhas telefônicas da BBC ficaram congestionadas e as pessoas também ligavam assustadas para a polícia. No dia seguinte os jornais ingleses já exclamavam manchetes indignadas com o furor público causado pelo "programa irresponsável". Pouco depois, o programa seria mesmo acusado de levar ao suicídio de um jovem que o havia assistido. Mas apesar das acusações da abalada mãe, o inquérito policial nem mesmo mencionou Ghostwatch.

Em 1994, o terror ainda iria adquirir a "honra" de ser o primeiro programa de TV a ser citado no British Medical Journal: um relato de psiquiatras infantis detalhava como duas crianças foram tão afetadas pelo programa que desenvolveram uma síndrome de stress pós-traumático, condição normalmente associada a ex-combatentes de guerra ou vítimas de seqüestros. Pouco depois, o The Times falaria em no mínimo seis crianças traumatizadas. Mas o tratamento psiquiátrico em todas teria surtido efeito.

Depois de tanta crítica e polêmica, a sóbria BBC acabou por tentar se desassociar completamente de Ghostwatch. O programa nunca foi reprisado, e apenas há pouco foi lançado em DVD. Isto porque, ao contrário da crítica, muitos telespectadores o adoraram. Tudo isto foi muito antes de A Bruxa de Blair, ou dos reality shows atuais. Segundo o autor, diversas inspirações e referências serviram para a criação de Ghostwatch.

Tão cedo quanto nos anos 50, quando a TV era necessariamente ao vivo, uma série de ficção científica e terror, Quatermass (antecessora mais venerável de séries como Arquivo X), já havia transmitido seu último episódio misturando ficção e realidade. Para Volk, a maior parte das histórias de terror mais efetivas tinham um ar de pseudo-documentário, indo de Drácula aos trabalhos de Edgar Allan Poe.

Ghostwatch também bebeu de muitas referências a eventos supostamente reais, e foi assessorado por parapsicólogos da própria Society for Psychical Research. O detalhe engenhoso sobre a "sessão espírita em escala nacional", onde 'energias psíquicas' dos observadores podiam concretizar fantasmas -- mesmo que talvez não fossem reais de início -- era um aceno à experiência do fantasma fictício 'Philip'. Nela, oito membros da Sociedade para Pesquisa Psíquica de Toronto inventaram do zero um fantasma - tomando cuidado para que todos os detalhes sobre sua trágica vida fossem inventados e sem relação com a realidade. Depois, tentaram contatar o fantasma inventado por eles mesmos, e segundo relataram, em 1972 conseguiram. Uma entidade seguramente irreal teria se tornado 'real' apenas, especularam, pelos seus subconscientes.

Mas a maior referência de Ghostwatch foi seguramente o famoso caso real do (irreal) Poltergeist de Enfield, na Inglaterra. Uma família composta por uma mãe divorciada de quatro crianças, em 1977 teria começado a presenciar fenômenos em sua casa. Eles pareciam se centrar em torno de uma das filhas de 11 anos, Janet Harper. A 'menina em idade pré-pubescente' seria o gatilho para os fenômenos perturbadores, talvez energia psíquica descontrolada. No entanto, pesquisa subseqüente com Harper em ambientes mais controlados falhou em revelar qualquer anormalidade, e a própria garota foi pega forjando alguns efeitos, jogando a si mesma e afirmando que eram ações de espíritos, ou que havia feito aquilo para testar se os pesquisadores descobririam (!).

Neste sentido, é tudo um grande hoax, um trote - de Enfield a Ghostwatch. Mas se dos incríveis fenômenos em Enfield só restam testemunhos, pesquisas sem sucesso, filmes e fotos duvidosas, de Ghostwatch você pode comprar agora o DVD. Assista de madrugada, e se ouvir alguns miados na rua, procure não ficar com síndrome de stress pós-traumático.

Fonte texto:
phenomenonpoltergeist


Assista o video do documentario em inglês logo a baixo (infelizmente sem legenda em breve tentaremos arrumar isso).

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Os Verdadeiros Contos De Fada

Veja logo a baixo as versões "originais" dos contos de fadas que posteriormente foram modificados para agradar as criancinhas do mundo inteiro (ou não)...

Chapeuzinho Vermelho




A história atual todos nós conhecemos: chapeuzinho vermelho, lobo mau, vovozinha e lenhador... Não preciso explicar certo!? Mas, na história original o lenhador não existe, na verdade a chapeuzinho e sua vovó são devoradas e pronto, parou por ai, nada de final feliz aqui. Em outra versão ainda mais antiga, a chapeuzinho faz um strip-tease pro lobo (que as vezes era representado por um lobisomem ou um ogro) para assim poder fugir enquanto ele esta "distraído". Existe ainda uma versão mais bizarra ainda da história, onde o lobo estripa a vovó e obriga a chapeuzinho a jantá-la com ele. A chapeuzinho, que não é besta, diz que precisa ir ao banheiro (que naquela época ficava do lado de fora das casas) e fugia. Percebam que, em todas as versões que citei, o lobo sempre se dá bem no final, de uma forma ou de outra.

Branca de neve




Na história original da Branca de Neve, a "madrasta malvada" (que em algumas versões não é madrasta e sim sua mãe original) não cai de um penhasco como é mostrado no final do filme da Disney. Ela na verdade é forçada a vestir sapatos de ferro em brasa e dançar até cair morta. Outra bizarrice nessa história é a idade da branca de neve. Na versão dos Irmãos Grimm ela tem apenas sete anos, ou seja, príncipes pedófilos eram normais naquela época. E ao invés de dar um "beijo de amor", o principie carrega o CORPO MORTO (ou adormecido, se vocês quiserem) da branca de neve para seu palácio, para que assim ela estivesse sempre com ele (isso pode ser considerado um tipo de necrofilia?). Depois de algum tempo, um de seus servos, cansado de ter que carregar um caixão de um lado pro outro, resolve descontar suas frustrações dando uma baita SURRA na branca de neve. Um dos golpes desferidos no estômago faz com que ela vomite a maçã envenenada e assim volte à vida.

Mas de todas as mudanças feitas através dos anos, a mais sangrenta foi em relação ao coração da Branca de Neve. Nas histórias mais antigas a rainha não pedia ao caçador para trazer só ele. Ela queria também outros órgãos principais como pulmão, fígado etc... fora isso ela também queria um jarro com seu sangue (acho que o caçador precisou mais que um cervo pra resolver isso). Vocês devem estar perguntando: "pra que tudo isso?". Simples, ela queria JANTAR a branca de neve! Bizarro não!?

A Bela Adormecida




Essa sim tem um passado bizarro. Nas primeiras versões, ao invés de espetar o dedo numa agulha e cair desacordada, a bela adormecida tinha uma "farpa" encravada debaixo da unha. Parece uma mudança pequena, mas ela nos leva ao ponto que realmente importa. Nessa mesma versão, o príncipe não é tão encantado assim, e resolve, digamos... se satisfazer na bela ainda adormecida. Depois de satisfeito, ele simplesmente vai embora (o Budd do Kill Bill não foi tão inteligente e acabou morto). Nove meses depois, a adormecida dá luz a gêmeos que, em busca de leite acabam acidentalmente chupando o dedo dela, retirando assim a farpa amaldiçoada.

E a coisa não para por ai, o príncipe que a engravidou (estuprou) continuou voltando (se é que vocês me entendem) durante os nove meses. Quando ele chegou lá e encontrou a bela, já não mais adormecida e com duas crianças, ele decidiu se casar com ela (pelo menos isso, né?), mas ele não poderia levá-la ao seu castelo, pois sua mãe era uma OGRA! (o feminino de ogro é ogra?) que tinha o habito de comer qualquer criança que aparecesse em seu caminho.

Por isso ele esperou alguns anos até que seu pai morresse e ele virasse rei para aí então poder levar sua mulher para seu reino. E assim aconteceu, mas na primeira viagem que ele fez, sua mãe ogra resolveu fazer o que todo ogro tem que fazer: comer seus dois netos, e não satisfeita, também sua nora. Mas, com a ajuda do cozinheiro a bela acordada conseguiu se esconder até o retorno de seu marido (rei “half-ogro”), que quando ficou sabendo dos planos de sua mãe (ogra) mandou mata-la. Bunito né!?

Em outras versões, o príncipe na verdade já era rei, e a mãe ogra era a esposa do rei, o resto é bem parecido. A esposa ciumenta quer, como vingança, comer (no sentido alimentício) os dois filhos bastardos do rei, mas acaba sendo descoberta e é queimada viva numa fogueira. Moral da história, se você encontrar uma mulher desmaiada num bosque, se divirta e não volte nunca mais; ou, se você for uma ogra, não tente comer seus netos; ou ainda, se vocês for uma mulher adormecida no meio do bosque, use cinto de castidade, ou ainda, não espete seu dedo numa agulha amaldiçoada!


Cinderela




Esse é um dos contos de fadas mais antigos já registrados, e com a maior quantidade de variações também (+ou-700). Algumas versões envolvendo um peixe gigante no lugar da fada madrinha datam de 850AD! Em outras histórias a fada madrinha é na verdade uma árvore que nasce sobre o túmulo da mãe da Cinderela.

Uma das modificações mais brutais ocorre no momento em que as irmãs malvadas tentam calçar os sapatos de cristal para enganar o príncipe, numa versão bem bizarra da história, uma delas CORTA fora seus dedos do pé para vestir o sapatinho e assim enganar o príncipe. Mas ela é desmascarada pelos pássaros amigos da Cinderela, que mostram ao príncipe o sangue escorrendo pelos sapatinhos, e depois, como vingança, arrancam os olhos das duas irmãs que terminam suas vidas cegas e mancas.

Há ainda uma outra versão (na verdade, ela é tão diferente que alguns nem a consideram como uma versão e sim um tipo de CINDERELLA ORIGINS) onde a cinderela era filha de um rei viúvo (algumas vezes a própria Cinderela foi quem matou a mãe) que jurou nunca mais se casar, a não ser que encontre uma mulher tão bela quanto a falecida esposa, que tivesse os cabelos cor de ouro, e que conseguisse calçar os mesmos sapatos da finada (fetiche por pés sacou!?). Acaba que sua filha (cinderela) preenche todos os requisitos, como 2 e 2 são 4, nada mais lógico que ele se casar com a própria filha.

Ela, por sua vez, na tentativa de fugir do casamento com seu próprio pai velho, barrigudo e incestuoso, foge pelo mar num armário de madeira (eu também achei estranho mais fazer o que, os caras eram criativos oras), no final ela consegue fugir, mas acaba do outro lado do mundo trabalhando como escrava na casa das irmãs malvadas, e daí pra frente começa a historia que vocês conhecem.

João e Maria




Essa por si só já é assustadora, afinal, um pai que larga os filhos na floresta para morrer de fome não é lá o tipo de coisa que se lê para crianças certo!? Mas, numa versão mais antiga, a madrasta má, que pressiona o marido a lagar seus filhos na floresta, e a bruxa má são a mesma pessoa. Achei isso bem esquisito, mas as duas personagens tem personalidade bem similar. Outra alteração feita durante os anos foi com relação à própria bruxa que, em certa versão da história, na verdade é um casal de demônios, e ao invés de cozinhar João, eles querem estripa-lo num cavalete de madeira.

Quando o demônio "macho" sai para uma caminhada, a "demônia" manda Maria ajudar João a subir no cavalete, assim, quando seu marido voltar, tudo já estaria preparado. A esperta Maria finge não saber como colocar João deitado e pede para a "demônia" mostrar como se faz. Quando ela deita no cavalete, João e Maria a amarram ela e rapidamente cortam sua garganta. Depois fogem levando o dinheiro e a carroça do pobre casal de demônios.

O Flautista de Hamelin


Nessa historia, um tocador de flautas mágico é contratado por uma cidade para livra-la de uma infestação de ratos. Ele cumpre seu papel, mas quando volta para receber seu tão suado dinheirinho, a cidade se recusa a pagar. Daí, como vingança, ele usa os poderes de sua flauta para raptar todas as crianças da cidade e só as devolve após receber seu pagamento. Até aqui tudo bonito, mensagem positiva e uma moral no fim da historia. Mas, o conto original não é bem assim, nele, o encantador não devolve as crianças depois de receber da relutante cidade. Na verdade ele faz com que elas todas se afoguem num rio. E, em algumas versões ainda mais antigas, há referencias a pedofilia em massa dentro de uma caverna escura.

A pequena sereia




A grande diferença nesse conto está em seu final. Ao invés de se casar com o príncipe e viver feliz para sempre, a pequena sereia na verdade é abandonada por ele logo após ela beber a poção mágica que lhe transforma em mulher. Mas, como tudo tem seu preço, a poção tem um pequeno efeito colateral: durante o resto de sua vida a pequena ex-sereia iria sentir uma dor tremenda nos pés, como se eles estivesse pisando constantemente em facas. Vendo a traição, alguém (juro que não consegui descobrir quem) oferece um punhal para que ela tenha sua vingança. Mas, ao invés disso, ela pula no mar e "morre" se dissolvendo em espuma. Bom, comparado com a chapeuzinho vermelho, essa é até bem tranquila.


Os Três Porquinhos


imagem mera mente ilustrativa por não ter nem uma sangrenta dos 3 porquinhos...

O conto dos Três Porquinhos foi muito amenizado para as crianças de hoje, ao contar uma história cheia de violência sem mostrar violência. Terminamos com um conto muito simplório que mostra “como é bom ser esperto”.

A história original perdeu muito. O conto original não é mais longo, já que o lobo mau não perde tanto tempo assoprando casas. Ele faz isso para pegar os dois primeiros porquinhos. Aqueles coitados são logo pegos e devorados. O terceiro porquinho — o mais esperto de todos — é o entrave. Sem conseguir assoprar a casa de tijolos, o lobo tenta blefar. Ele faz de tudo para trazer o porco para fora de casa, promete nabos, maçãs, e uma visita à feira. O porco recusa a tentação, sabendo que há coisas mais importantes.

O lobo decide então voltar à violência. Ele escala a casa e entra pela chaminé. Porém, o porquinho tinha planejado isso, e colocou um caldeirão de água fervendo na lareira. O lobo cai ali dentro e morre. Ele — e os dois outros porquinhos em seu estômago — são agora o sinistro jantar do terceiro porco.

Rumpelstiltskin



Este conto é um pouco diferente dos outras, porque, foi modificado pelo autor o ,original para torná-lo mais macabro. Na versão original do conto, Rumpelstiltskin transforma palha em ouro para um jovem que enfrenta a morte a não ser que ela consiga fazer isso. Em troca, ele pede a seu primeiro filho. Ela concorda - mas quando chega o dia para entregar a criança, ela não consegue. Rumpelstiltskin diz a ela que ele vai deixá-la fora do negócio, se ela adivinhar o seu nome . Ela ouve-o cantar o seu nome perto do fogo e por isso ela adivinha-o correctamente. Rumpelstiltskin, furioso, corre longe, para nunca mais ser visto.

Mas, na versão actualizada, as coisas são um pouco maia confusas. Rumpelstiltskin fica tão irritado que ele bate o seu pé direito no solo. Então o chão quebra e pega a sua perna esquerda e ele a puxa rasga-se no meio. Assim o sangramento acaba o matando.


Cachinhos de Ouro e os Três Ursos:


Neste conto , ouvimos falar da linda Cachinho de Ouro que encontra a casa dos 3 ursos. Ela entra e come a sua comida, se senta nas sua cadeira e, finalmente, dorme na cama do urso mais pequeno. Quando os ursos voltam para casa eles encontram-na a dormir - ela acorda e escapa para fora pela janela aterrorizada.

Na versão original (que na datas de 1837), tem duas variações possíveis. Na primeira, os ursos e encontrar Cachinho de Ouro e comem-na (no sentido alimentício =d). Na segunda, Cachinhos de ouro é na realidade uma velha bruxa que salta para fora de uma janela quando os ursos acordam . A história acaba por dizendo que ela quebrou o pescoço ou foi presa por vagabundagem e mandada para a “Casa de Correção”.

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