
O Fradinho-da-mão-furada é uma personagem mítica de uma das lendas portuguesas, uma espécie de duende caseiro. É um ser que tanto concede favores e benefícios como engana e prega partidas. Tem na cabeça um barrete encarnado, entra nos quartos de dormir, durante a noite, através do buraco da fechadura das portas e escarrancha-se à vontade em cima das pessoas, frequentemente causando grandes pesadelos.
"Uns me chamam Diabinho da Mão Furada e outros Fradidinho, por alguns de nós termos as mãos tão rotas de liberalidades, que em muitas casas onde andamos fazemos ferver o mel, crecer o azeite, aumentar-se os bens, lograrem-se felicidades e, sobretudo, quando no-lo merecem com a boa companhia que nos fazem, descobrimos tesouros escondidos aos donos das casas em que andamos."
— Obras do Diabinho da Mão Furada, obra anónima do século XVIII, por vezes atribuída a António José da Silva, o Judeu
Fonte: O Eclipse Negro
Durante séculos, viajantes da Índia eram presos pelos tugues, membros de uma seita cujas origens remontavam ao século XIII. A irmandade incluía muçulmanos e hindus, mas todos afirmavam ter uma relação especial com Káli, a Mãe Negra do folclore hindu.
Segundo o mito deles, a deusa Kali lutou contra um demônio aterrador. Seu nome era Raktabija. Uma outra deusa, chamada Durga, tentou vencer o demônio sem sucesso. Então chamou Kali para completar o serviço. O problema é que cada gota de sangue que saia de Raktabija, um novo demônio-clone era formado.
Após muito tempo lutando, chegou a um ponto
Que Kali decepava o demônio e sugava o sangue antes que novos clones se formassem. Por esse motivo ela é representada com a lingua de fora. E em outra versão afirma que ela engolia os demônios por inteiros.
Para lhe ajudar Káli criou dois guerreiros com seu próprio suor, dando a cada um deles uma tira de pano chamada "rumal", para estrangular os inimigos. Depois que os demônios morreram, Káli instou seus dois tugues a continuar
em matando, de geração em geração. Eles esmagariam o mal, disse ela - e ganhariam bem em vida, pois também roubariam suas vítimas.
Na maior parte do tempo, os tugues viviam respeitavelmente, em geral como artesãos renomados, em suas aldeias natais. Porém, durante algumas semanas, todos os anos, dedicavam-se à carnificina, sua missão sagrada. Agindo longe de casa para evitarem o reconhecimento, bandos de dez a cinqüenta tugues atraíam suas vítimas para a morte mediante engodos. Com efeito, o nome da seita deriva da palavra em sânscrito para "enganador".
Acompanhavam grupos de mercadores ou peregrinos até surgir uma oportunidade para o assassinato. Quando o momento certo chegava, os assassinos aproximavam-se da vítima por trás, passavam os rumales em seu pescoço e apertavam, murmurando preces a Káli.
Antes de uma expedição, os tugues sacrificavam um carneiro diante de uma imagem de Káli manchada de sangue e coberta de flores. Ao lado da estátua estavam as ferramentas do ofício - corda, faca, e picareta. A faca era usada na mutilação ritual dos cadáveres das vítimas. Presumia-se que a mutilação agradasse a Káli, além de ser prática, pois dificultava a identificação.
Alguns viajantes eram imunes ao ataque. As mulheres, por exemplo, costumavam ser poupadas em deferência ao sexo de Káli e os homens santos, certos artesãos, músicos e poetas gozavam da proteção da deusa. Os leprosos e aleijados estavam isentos, pois os tugues temiam a contaminação. Não querendo arriscar-se a represálias por parte dos governantes coloniais, os matadores nunca molestavam europeus.
Com uma compaixão duvidosa, os tugues freqüentemente adotavam os filhos de suas vítimas, iniciando os meninos na seita, ensinando-lhes seu idioma e os sinais secretos. Os ritos iniciáticos dos tugues tinham a dignidade que os matadores julgavam ser apropriada para sua missão santa. Banhado e vestido com roupas novas, o jovem iniciando recebia sua picareta sagrada, que ele erguia para o alto coberta por um lençol branco, que representava o rumal. Depois ele comia a comida sagrada, um açúcar grosseiro, enquanto seus companheiros solicitavam a Káli um sinal de aprovação. Acabado o rito, o jovem tornava-se um verdadeiro tugue.
Com sorte ele ascenderia dos deveres do aprendiz - procurar vítimas, ajudar a imobilizá-las e cavar seus túmulos - para o posto de assassino de fato. As iniciações tugues eram solenes, mas alegres; nada dava a um pai tugue maior motivo de orgulho do que ver o filho seguir seus passos sangrentos.
Estima-se que mais de um milhão de vítimas tenha perecido nas mãos dos tugues antes que os governantes ingleses da Índia acabassem com a seita. O último tugue conhecido foi enforcado em 1882.
Káli, uma das mais importantes divindades da mitologia na Índia, era conhecida, entre outras características, pela sua sede de sangue. Káli apareceu pela primeira vez nos escritos indianos por volta do século VI em invocações pedindo sua ajuda nas guerras. Nesses primeiros textos foi descrita como tendo presas, usando uma guirlanda de cadáveres e morando no local de cremações. Diversos séculos mais tarde, no Bhagavat-purana, ela e seus seguidores, os dakinis, avançaram sobre um bando de ladrões, decaptaram-nos, embebedaram-se em seu sangue e divertiram-se num jogo de atirar suas cabeças de um lado para outro. Outros escritos registraram que seus templos deveriam ser construídos longe das vilas e perto dos locais de cremação.
Káli fez sua aparição mais famosa no Devi-mahatmya, onde se juntou à deusa Durga para lutar contra o espírito demoníaco Raktabija, que tinha a habilidade de se reproduzir com cada gota de sangue derramado; assim, ao lutar com ele, Durga se viu sobrepujada pelos clones de Raktabija. Káli resgatou Durga ao vampirizar Raktabija e ao comer suas duplicatas. Káli foi vista por alguns como o aspecto irado de Durga. Káli também apareceu como uma consorte do deus Siva. Engajaram-se numa dança feroz. Pictoricamente, Káli geralmente era vista sobre o corpo inclinado de Siva numa posição dominante enquanto se engajavam em relações sexuais.
Káli tinha um relacionamento ambíguo com o mundo. Por um lado destruía os espíritos malignos e se estabelecia a ordem. Entretanto também servia como representante das forças que ameaçavam a ordem social e a estabilidade por sua embriaguez de sangue e subseqüente atividade frenética.
Origem do termo 'Assassino'
Os Assassinos antes de qualquer missão faziam o uso de haxixe (haxixe = a uma droga alucinógea), é dái que é derivado o nome da ordem: Hashshashin que passou a ser Hashashin que logo depois virou Hassassin e se transformou na palavra usada até hoje: AssassinoA Ordem dos Assassinos
Durante 150 anos, entre os finais do século XI e a metade do XIII, uma terrível seita ismaelita, minúscula no universo do Islã, trouxe temor e, por vezes, pânico à região do Oriente Médio. Tratava-se da Ordem dos Assassinos, assim chamada porque os seus integrantes, antes de praticar os atentados, inalavam um estupefaciente, o Hashishiyun, ou haxixe. Os seguidores da ordem caracterizavam-se pela entregada total à missão que lhes era atribuída por seus superiores e por não demonstrarem medo nenhum perante a morte que fatalmente os aguardava após terem praticado suas ações terroristas.
Quem foi Hassan Sabbah
Hassan Sabbah era filho de uma poderosa família iraniana de Qom, centro de propagação, desde o século IX, do Ismaelismo, ramo dissidente dos xiitas que, ultrapassando o Corão, acrescentou aos seis profetas do Verbo (Adão, Noé, Abraão, Moisés, Jesus e Maomé) um sétimo enviado,chamado Ismael. Hassan esrudou na capital do Egito, Cairo. Ali viveu a partir de 1079, onde aperfeiçoou seu conhecimento do Corão, do Antigo e Novo Testamento e dos textos vedas hindus. Ele tentou fazer uma síntese de todas essas religiões, misturando ainda o Zoroastrismo. Nesta síntese, acrescentou ainda um pouco de neoplatonismo. Durante sua permanência no cairo, Hassan se relacionou com Nizar, filho do califa da dinastia fatímida, al-Mustansir.
Esse Nizar foi afastado da sucessão ao trono pelo primeiro-ministro, o vizir al-Afdal. Talvez isso explicasse o ódio nutrido por Hassan à dinastia fatímida que reinava naquela região conhecida pelos ocidentais pelo nome de Pérsia. Foi em torno de Nizar - depois assassinado – que Hassan Sabbah reuniu seus primeiros fiéis, os nizarins.
O Método de Hassan Sabbah

Exemplo de como as lutas entre Hassassinos e guardas ocorriam: Em plena rua
Para assegurar a fidelidade de seus seguidores, Sabbah levava-os, sob o efeito de haxixe, para um maravilhoso jardim perfumado onde fontes derramavam água fresca e jovens mulheres lhes faziam ardentes carícias. Durante esse estado de torpor, era fácil conseguir dos adeptos um juramento de obediência absoluta. Quando despertavam, os adeptos eram convencidos de que o paraíso que conheceram brevemente na terra era o mesmo que os aguardava após a morte. Para isso, era preciso que suas mortes servissem aos interesses do soberano, eliminando seus inimigos. Assim, seus seguidores passavam por um rígido treinamento físico para aprender, entre outras coisas, o uso do punhal com que eliminavam os inimigos de seu senhor. Além disso, eram submetidos a doutrinação religiosa.
Em seu método, os futuros assassinos aprendiam a língua do país para o qual eram enviados, o modo de vestir de seus habitantes, seus usos e seus costumes. De fato, antes de praticar os atentados, os agentes do senhor de Alamut realizavam um longo trabalho de infiltração. Ganhavam a confiança da futura vítima e a matavam, quando ela acreditava estar segura no seio de seu castelo. Ninguém estava a salvo de sua vingança: a vítima, fosse quem fosse, seria atingida no coração de sua própria cidade ou no centro de seu palácio. Os príncipes temiam ver algum de seus favorecidos se precipitar em sua direção com um punhal na mão.
O método dos Hassassin's
Apesar de andarem uniformizados na fortaleza de Alamut - trajes brancos com um cordão vermelho enlaçando-lhes a cintura (cores que os cavaleiros templários irão adotar) -, os fadavis, os devotos, quando recebiam uma missão, camuflavam-se. Preferiam misturar-se aos mendigos das cidades da Síria, da Mesopotâmia, do Egito e da Palestina para não despertarem a atenção. Em meio à multidão urbana, eles eram "adormecidos", levando uma vida comum, sem atrair suspeitas, até que um emissário lhes trazia a ordem para "despertar" e atacar. Geralmente, eles aproximavam-se da sua vítima em número de três.
Se por acaso dois punhais fracassem, haveria ainda um terceiro a completar o serviço. Atuavam, esses "anjos da destruição" do Velho da Montanha, como muitos chamavam Hassan Sabbah, em qualquer lugar - nos mercados, nas ruas estreitas, dentro dos palácios e até mesmo no silêncio das mesquitas, lugar por eles escolhido em razão das vítimas estarem ali entregues à oração e com a guarda relaxada. Até o grande sultão Saladino, seu inimigo de morte, eles chegaram a assustar, deixando um punhal com um bilhete ameaçador em cima da sua alcova.
Cavaleiros e poetas
Os templários não só adotaram uma série de preceitos e regulamentos tomados emprestados da Ordem dos Assassinos, como também fizeram suas as cores deles: o branco e o vermelho. Tão próximas foram estas relações que até Luís IX, rei da França, erta vez enviou uma missão diplomática a visitar o castelo de Jebel Nosairi, ocupado por um chefe local da Ordem dos Assassinos. Frederico II, o Barbarossa, o imperador alemão que participou das cruzadas, convidou vários ismaelitas para que o acompanhassem de volta à Europa, dando-lhe copa franca na sua corte. A atração por sociedades secretas seduziu também aos poetas italianos do Dolce stil nuovo, como Guido Cavalcanti e Dante Alighieri, que, inspirando-se numa livro da mística xiita intitulado
Jardim dos Fiéis do Amor criaram a sua própria irmandade secreta, a dos Fedeli d´Amore. Portanto, o gosto de muitos europeus por congregarem-se ao redor de lojas esotéricas, com rígidos rituais de iniciação e um ar secretíssimo, hábito tomado na época das cruzadas, provavelmente lhes foi instilado pelos feitos da Ordem dos Assassinos.
O fim da ordem
Protegidos por uma fortaleza tida como inexpugnável, que nenhuma força local poderia tomar de assalto, foi preciso esperar a invasão dos mongóis, no século XIII, para que finalmente o ninho da águia fosse destruído pelos poderosos invasores no ano de 1260, pondo fim à ameaça que a seita dos assassinos representava em todo o Oriente Médio. A legenda que deixaram foi difundida no Ocidente pelos cavaleiros cristãos e pelos monges escribas que os acompanharam, impressionados com as história terríveis a que os devotos estavam associados, símbolos vivos do que era possível fazer com um ser humano, tornado simples objeto maligno a serviço do fanatismo.
Ainda há rumores de Assassinos modernos, existem varias lendas de que eles ainda andam por ai pelo novo mundo, Vaticano Ásia etc. Ainda existem descendentes diretos deles, o jogo Assassin's Creed iria ser lançado com um livro que contava todos os ritos religiosos desse grupo, mas pessoas desse grupo e varios descendentes diretos pediram para tirar todas as referencias religiosas por respeito aos seus antepassados.
OBS:
A seita dos assassinos era uma seita minúscula, no entanto bastante temida na região do Oriente Médio. Nesta época, seus integrantes, membros fanáticos, que não tinham medo da morte, fanatismo este, acredito, originado mais do vício do Haxixe, do que alguma ideologia que possa existir. Seu principal líder, chamava-se Hassan Sabbah (1034-1124), um fanático religioso, que por vezes atuava na frente de seus seguidores em ações terroristas. Hassan tinha um lema, que espelhava muito bem o princípio em que eles viviam:
Chamada oficialmente de “Ordem dos Nizarins”, esta ordem tinha sede na fortaleza de Alamut, no norte do Irã. Obediente aos extremos rigores do militarismo, havia sido fundada no ano de 1090, quando Hassan Sabbah retornara do Egito para a Pérsia onde ele nasceu.
"As faces humanas começaram a aparecer na tijoleira da cozinha de uma casa em Espanha no ano de 1971. Apesar de exaustivo inquérito científico, ainda ninguém foi capaz de apresentar um explicação natural do fenômeno completamente satisfatória."
Numa manhã quente de agosto de 1971, na aldeia de Bélmez, não muito longe da cidade de Córdoba, no Sul de Espanha, encontravam-se sentados na cozinha da sua casa uma mulher já idosa e o seu neto, uma criança de tenra idade, quando este descobriu, excitadamente, uma nova e divertida brincadeira; esta "brincadeira" aterrorizou a anciã e tornou-se um profundo mistério para o qual muitos cientistas, apesar de todas as experiências, em número considerável, até agora realizadas, não foram ainda capazes de encontrar qualquer explicação natural e lógica.
O mistério aprofunda-se
A criança descobrira um rosto humano que espontaneamente se imprimira na tijoleira do pavimento - um rosto de expressão angustiada, de uma tristeza infinita.
Nenhuma espécie reconhecível de pigmento formara a imagem, cujos olhos se dilataram e a expressão de tristeza se acentuou quando os proprietários da casa, receosos e perplexos, tentaram raspá-la.
Alarmado e confundido, o dono da casa arrancou a tijoleira e substituiu-a integralmente por cimento. Porém, decorridas 3 semanas, surgiu um novo rosto impresso no pavimento, cujos traços estavam ainda mais claramente definidos.
O fenômeno atingiu foros que ultrapassavam o alcance de gente simples de aldeia, pelo que se tornou necessária a intervenção das autoridades locais. Estas ordenaram que se removesse uma seção do pavimento onde as faces tinham aparecido e iniciaram um inquérito de caráter oficial. Procedeu-se a escavações, que revelaram as ruínas de um cemitério medieval.
Desaparecimento misterioso
Após a segunda aparição, surgiram uma terceira e uma quarta, seguidas do aparecimento simultâneo de uma série de rostos. A cozinha foi fechada e selada. Mais outras faces, incluindo a de uma mulher, apareceram da mesma forma misteriosa noutra dependência da casa. Finalmente, desvencidas estas, o fenômeno desapareceu tão inexplicavelmente como surgira.
Numerosos cientistas espanhóis e estrangeiros visitaram a casa durante o tempo que duraram as aparições. Mesmo os mais céticos revelaram-se incapazes provar que as imagens provinham de mão humana.
A sua perplexidade aumentou ainda quando se procedeu à instalação na casa de microfones ultra-sensíveis.
Vozes humanas
Estes microfones captam sons não audíveis pelo ouvido humano - vozes masculinas e femininas e gemidos dramáticos, que fonética e linguisticamente diferiam do espanhol atual. Não surgiu ainda um a explicação satisfatória para o fenômeno.
Os especialistas ventilam a hipótese de se tratar de um fenômeno de parapsiquismo, em consequência de práticas ocultistas eventualmente realizadas no local na Idade Média, que um dia fizeram da casa teatro de algum terrível acidente de consequência trágicas.



Video em espanhol:

O Vodu é um sistema de magia negra e branca, muito antigo e primitivo, que deriva da teologia e cerimonial africano. É um complexo de crenças e rituais religiosos africanos e católicos que estabelece uma ligação vital entre o mundo material e o mundo dos espíritos e governa em grande extensão a vida dos camponeses haitianos.
As diversas deidades da religião Vodu chamam-se loas. (Loa significa "espírito", na língua congo.) O propósito último do Vodu é permitir que os loas, que possuem o poder das forças naturais, se manifestem no corpo humano vivo, de modo que a pessoa possuída possa ser fortalecida por sua energia e sabedoria divina.
Dizem que, quando um homem ou uma mulher fica sob a possessão de um loa, o espírito sobe em seus ombros, da mesma forma que um cavaleiro monta no cavalo.
Cada loa deve ser reverenciado em seu dia próprio e "alimentado" com uma oferenda de galinhas ou cabras sacrificadas, frutas e outros alimentos.
Sem a posse dos corpos físicos e as oferendas dos animais sacrificados, que são tradicionalmente deixados em encruzilhadas à meia-noite, os loas perderiam seus poderes sobrenaturais e desapareceriam para sempre.
Há duas categorias principais de deidades no Vodu: os loas Rada e os loas Petro.
Há também classes menores de loas, que incluem o Congo, o Ubo, o Nagô e o Wangol.
Geral:
Como em muitas religiões, o vodu também possui um templo. Mas o que caracteriza o santuário é uma coluna chamada poteau-mitan. Localizada no centro do templo, essa coluna é considerada sagrada pelos seguidores e é em sua volta que as cerimônias de comunicação com as divindades são realizadas. Ao redor da poteau encontram-se desenhos decorativos chamados vevers. São representações heliográficas de diversas entidades adoradas no vodu. Aliás, entidades é que não faltam no vodu, que possui um grande panteão.
Os nomes das divindades se alteram, dependendo da região onde o ritual é praticado, mas a maioria dos adeptosdessa prática considera que o panteão veio do Oeste africano. As entidades desses panteões, por muitas vezes,são consideradas pelos adeptos como espíritos de pessoas que já morreram, homens que tiveram importância dentro da comunidade religiosa, príncipes ou sacerdotes.
Esses espíritos levam o nome de loas, e podem ser classificados em entidades de dois grupos:
Rada:: entidades transmitidas por Daomé.
Petros : entidades que, ao longo do tempo, infiltraram-se na prática religiosa vodu.
Segundo o vudu, as manifestações dos grupos petros e rada têm personalidades e sensibilidades
definidas e procuram sempre seguir uma família específica de adeptos. Outras divindades são públicas,manifestando-se em qualquer pessoa.
Hungans e mambos
A maioria das religiões possui líderes que conduzem seus cultos e rituais. No vudu isso também existe, eles são conhecidos por hungans. A mulher também tem a sua participação, porém, a terminologia a ela conferida é mambo.
Existem algumas informações que apontam o voduísmo como uma religião matriarcal, na qual a mamboé conhecida também como rainha, porém, é o hungan que preside o hunfort, o santuário religioso.
O sacerdote vodu possui várias posições: atua como curandeiro, adivinho e exorcista. Nas comunidades em que se observa a falta do sacerdote a mulher toma a frente, sendo considerada a maior autoridade religiosa
Cerimoniais vudu
Geralmente, as cerimônias são realizadas no período noturno. Fazem parte do ritual: bebidas de rum, frutase jarros de barros sangue,cádaver,cranios. As bebidas e comidas são erguidas e oferecidas aos loas, para invocá-los e entidades vudu. No intuito
de alegrar essas entidades, os voduístas lhes oferecem também sacrifícios de aves, porcos, galinhas,bodes e afins. Após as oferendas com danças, os loas possuem os corpos de seus súditos. É interessante que nas possessões os indivíduos não possuem consciência daquilo que fazem e, conseqüentemente, não se lembram de nada após o término do ritual.
No vodu, mais ou menos como ocorre na Umbanda, as danças em volta da ponteau-mitan são de suma importância, pois servem para se obter a espiritualidade: as pessoas que envolvem com a dança são mais rapidamente possuídas. Para cada divindade existe um tipo de música, instrumento e ritmos específicos, segundo o gosto de cada loa, que exige que tudo seja purificado e consagrado para o ritual. Na umbanda, os atabaques também são consagrados para fazer que os orixás de Aruanda eOrum se manifestem.
As serpentes também fazem parte de muitas cerimoniais no vudu. No ritual chamado mambo, o réptil é retirado de um cesto e posto bem próximo do rosto do Reidovudu que, ao tocar no animal, recebe, supostamente,visão especial e poderes sobrenaturais.
Segundo o vudu, os primeiros homens criados eram cegos e foi justamente as serpente que conferiu visão à espécie humana
Boneco vudu
Sem dúvida, o boneco vudu é o primeiro elemento que vem à mente dos leigos quando se fala em voduísmo.Tal objeto é empregado para invocar os poderes dos deuses do vudu e recebe o nome de fetiche, que significa feitiço. O fetiche é confeccionado por quem irá realizar o trabalho de magia e, enquanto é feito, a pessoa tem de mentalizar os objetivos que quer alcançar com o ritual e “transmitir” sua energia ao boneco.
O fetiche deve ser feito com a semelhança anatômica de uma pessoa: cabeça, tronco e membros.
Partes indispensáveis para a “eficácia” da magia são os órgãos genitais masculinos ou femininos. O boneco precisa ser batizado com o nome da pessoa que irá representar e, geralmente, é feito demassa de modelar, nunca de pano ou outro material.
Segundo o Reidovudu, tais bonecos são feitos para realizar o bem, para se alcançar prosperidade ecuras. O que pessoa precisa fazer é perfurá-los com espetos ou alfinetes. Mas na prática as intenções nem sempre são essas.
Vudu Bruxaria vem do continente Africano e é extremamente letal. Nos últimos anos, ele se espalhou para outras partes do mundo e está sendo misturado com outras formas de magia negra para prejudicar e matar pessoas certo procedimento se torna altamente efetivo para capturar à almas de uma pessoa e a obrigando as nos dar tudo que queremos amor dinheiro sexo fidelidade não importa qual seja o seu problema o vudu resolve.
As roupas, cabelos, unhas e imagens são usados para fazer um boneco que lembra a vítima, a área do coração da boneca é mantida aberta para o ritual final. uma área do coração da boneca é mantida aberta para o ritual final. Um ritual é realizado e um coração é retirado de um organismo de animais vivos, enquanto ele está vibrando e colocado na área do coração da boneca, neste momento a boneca é infundida com a vida de ligação da boneca com a vítima com uma corda invisível psíquica. procedimento se torna altamente efetivo para capturar à almas de uma pessoa e a obrigando as nos dar tudo que queremos amor dinheiro sexo fidelidade não importa qual seja o seu problema o vudu resolve.
Os haitianos praticantes do vodu acreditam que o homem possui duas almas:
Gros bon ange: cuja tradução é: “grande anjo bom”. Essa alma, segundo acreditam os haitianos, tem a capacidade de sair do corpo enquanto a pessoa dorme. E, se não retornar, a pessoa morre.
Petit bon ange: traduzido quer dizer “pequeno anjo bom”. Essa alma, segundo crêem, proteger e guiar o adepto.
Quando a pessoa morre, ela permanece por alguns dias guardando o corpo. Somente após um
período de nove dias, contando a partir do sepultamento, é realizado um ritual para afastá-la.
Como a reencarnação faz parte da crença vodu, seus praticantes acreditam que a petit bon ange setransforma em algum objeto ou animal, geralmente uma grande serpente. Após a transformação, se aos rituais de sacrifícios e cerimônias, sob a responsabilidade dos parentes, forem negligenciados, a vingança da petit bon ange se volta contra eles.
Os irmãos Grimm deixaram os contos de fadas bem mórbidos...
Todos conhecem a história de João e Maria(?) que foram pegos por uma Bruxa, que queria almoça-los. Mas quem acabou no forno foi a Bruxa e as crianças comeram sua casa de doces...
Aqui temos a animação Who's Hungry ? (Quem está com fome ?), que é uma homenagem ao conto de João e Maria, totalmente moderno e feito em pouco mais de 5 minutos. O curta vale principalmente por trazer todo o lado mórbido do conto as cenas...

O voodoo ou vodu é uma mistura de religiões africanas parecido com o nosso candomblé aqui. Nasceu no Haiti e tem caracteristicas do Catolicismo e da Magia Negra...
Existem 2 tipos:
VODU DADA-CANZO que utiliza rituais e preces parecidas com a católica, sem sacrifício de animais.
VODU PETRO onde são feitos sacrifícios de animais, magia para o mal das pessoas e evocação do diabo.
O Vodu foi mostrado nos cinemas como uma verdadeira religião diabólica, a magia negra foi proibida no Haiti e o Vodu pegou muitas influências esotéricas, e perdeu sua identidade original Africana violenta.
Os Haitianos acreditam que o voodoo pode realmente matar alguém.
Entres as magias do Vodu temos o boneco de Vodu, onde o boneco representa uma pessoa.
Furando o boneco com alfinetes você está prejudicando uma pessoa, causando mal a saúde dela.
Se atear fogo ao boneco você pode destruir e até matar a pessoa.
O boneco pode ser feito de pano ou barro.
O Vodu também cria zumbis que viram escravos dos feiticeiros. Se a pessoa for atingida pela feitiçaria ela morre e ressuscita depois, apenas para servir ao feiticeiro.
Fazer um boneco de vodu requer sangue de galinha, sangue da vítima, e é realmente pesado então eu pulo a aula de como fazer o boneco...
Existem pessoas que vendem bonecos de vodu como amuletos, e com objetivos que não são tão ruins como amor, sucesso e etc...
A "Macumba" Brasileira tb tem magias que utilizam bonecos de voodoo.

Fonte: Medo B / phenomenonpoltergeist
Episódio 01 - Portal para o Inferno (Gateway to Hell)
Quando os Makis transformam uma casa de estrada abandonada em um salão de dança e música country, eles dispertam o antigo demônio. Um morto furioso ataca os vivos e invade os corpos dos mais fracos. Com a ajuda de um médium e um pregador os possuídos lutam para salvar suas almas. Entre o mundo que nós vemos e as coisas que tememos existem portas, quando elas se abrem, os pesadelos viram realidade.Tempo: 48 min.
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Episódio 02 - o diabólico (The diabolical)
Uma menina que é incapaz de andar ou falar torna-se um portal humano para um demônio.
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Episódio 03 - O Filho do Demônio (Demond Child)
Cody, um menino de seis anos começa a falar com um amigo imaginário. Após algumas semanas, ele apresenta um comportamento estranho. Sua mãe descobre que um espírito do mal controla Cody.Tempo: 48 min.
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Episódio 04 - A Morada de Sallie (Salli'es House)
Neste mundo o mal é uma realidade. Nas sombras mais escuras e nos lugares mais comuns, estas são as histórias reais de pessoas inocentes e fatos inimagináveis.Quando a família Peakman mudou para a casa de seus sonhos, seu futuro parecia brilhante. Até que o fantasma de uma criança perturbada invade o lugar. Visões sobrenaturais e ataques violêntos revelam uma força e fúria malígnas de séculos de existência.
Entre o mundo que nós vemos e as coisas que tememos, existem portas. Quando elas se abrem, os pesadelos viram realidade.
Tempo: 48 min.
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Episódio 05 - Fantasmas Famintos (Hungry Ghosts)
Nas montanhas de Twain a família Bishop é estranha em uma terra estranha. Seu novo lar é um lugar de pesadelos repleto de criaturas perigosas e visões aterrorizantes de outra dimensão. Um padre taoista utiliza rituais ancestrais para protegê-los de mortos enfurecidos e acalmar uma força além da compreensão humana.Entre o mundo que nós vemos e as coisas que tememos, existem portas. Quando elas se abrem, os pesadelos viram realidade.
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Episódio 06 - O Domínio do Mal (Where Demons Dwell
Neste mundo o mal é uma realidade. Nas sombras mais escuras e nos lugares mais comuns, estas são as histórias reais de pessoas inocentes e fatos inimagináveis.Quando um casal se muda para a sua nova casa, sua família se vê presa em um pesadelo demoníaco. Eles tentam fugir, mas as forças da escuridão os envolvem numa total demonstração de pura maldade.
Entre o mundo que nós vemos e as coisas que tememos, existem portas. Quando elas se abrem, os pesadelos viram realidade.
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Episódio 07 -Soldado Fantasma (Ghost Soldier)
Um estranha fotografia de um soldado morto no Vietnã aos 19 anos enfeitiça as pessoas que a olham. Atrás dos óculos elas não enxergam seus olhos, mas sentem uma atração por eles. Após a descoberta desta foto, fatos estranhos começam a acontecer e a vida das pessoas começar a mudar dramaticamenteTempo: 48 min.
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Episódio 08 - A Casa dos Mortos (House of the Dead)
Neste mundo o mal é uma realidade. Nas sombras mais escuras e nos lugares mais comuns, estas são as histórias reais de pessoas inocentes e fatos inimagináveis.Quando uma jovem família se muda para uma casa antiga, ela logo descobre que não está sozinha. Os ataques de violentos espíritos na madrugada tornam suas vidas um verdadeiro inferno. Até que um garoto corajoso desafia aqueles que se negam a morrer.
Entre o mundo que nós vemos e as coisas que tememos, existem portas. Quando elas se abrem, os pesadelos viram realidade.
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Episódio 09 - Floresta Negra (Dark Forest)
A crawlspace a uma floresta assombrada e sinistra, são a fonte de problemas e elaboração de bebidas espirituosas em Hinsdale, em Nova York.Tempo: 48 min.
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Episódio 10 - Assombrações na Flórida (A Haunting in Flórida)
Na Flórida, uma família se muda para uma casa que se parece normal, mas eles logo descobrem que estão sob ataque. Inimigos invisíveis tentam expulsá-los, forçando-os a travar uma guerra contra o mundo dos mortos.Tempo: 48 min.
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As suas profecias ficaram tão conhecidas que chegam a ofuscar o restante de sua obra. Ele foi médico, alquimista e astrólogo. Michel de Notre-Dame nasceu em 14 de Dezembro de 1503 em St. Remy,o seu pai era tabelião e os seus dois avôs médicos. Foi o seu avô, que também era cabalista, que ficou responsável por sua educação, ensinando-lhe desde cedo astrologia. Diplomou-se em Avignon como mestre em Artes, estudando literatura, história, filosofia, gramática e retórica.A sua família era judia e Nostradamus teve que se converter ao catolicismo para fugir da inquisição.
Cursou medicina em Montpellier, onde ingressou com dezoito anos, em 1523. Tornou-se amigo de François Rabelais. Recebeu o título de doutor em 1533 e latinizou seu nome para Miguel de Nostradamus. Passou algum tempo viajando pela Europa, onde combateu a peste com métodos contrários aos empregados em seu tempo. Foi convidado por um alquimista, Julius César Scalinger para conhecer suas pesquisas em Tolouse e permaneceu por algum tempo em sua casa. Casou-se com Marie Auberligne, que era uma grande estudiosa e auxiliava Scalinger nas suas experiências. Foi aí que aprofundou seus conhecimentos em Alquimia utilizando a biblioteca escondida, por serem obras proibidas pela Igreja, na casa de Scalinger.
Mudou-se para Ange, próximo a Toulose, actuando como médico. A noite, constantemente ia para a biblioteca de seu amigo estudar as obras proibidas. Teve dois filhos e um trágico desfecho, sua mulher e filhos contraíram a peste e faleceram. Nostradamus ficou desolado e recluso na Bretanha, na floresta de Brocelândia, conhecida como a residência do Mago Merlin. Após isso passou um período de intensas viagens.
Em 1546 combateu novamente a peste, desta vez em Provence onde residia o seu irmão que era prefeito da cidade, obtendo ótimos resultados, utilizou técnicas e conhecimentos que anteciparam em 300 anos as descobertas de Pasteur. Associando a transmissão da peste a microrganismos, desinfectou ruas e casas, queimou os mortos e suas roupas, além de desenvolver medicamentos de animais e vegetais. Casou-se com Anne Posard uma viúva de 27 anos e tiveram seis filhos. Trabalhava durante o dia como médico e durante as noites escrevia as suas profecias. Ensinou sua mulher e cunhada a fazerem perfumes que ficaram famosos.
Publicou a primeira edição das Centurias em 1555 e a previsão que o tornou famoso, o anúncio da morte do rei da França Henrique II em um duelo a cavalo, que se concretizou três anos depois. Conquistou a admiração da rainha Catarina de Médicis esposa de Enrique II, obtendo assim sua proteção, conseguindo escapar da inquisição.
Nostradamus viveu uma vida longa, e em idade avançada sofria de Epilepsia psíquica, de gota e de insuficiência cardíaca. Morreu em 2 de julho de 1566 em Salon-de-Provence, vítima de um edema cárdio-pulmonar. Suas profecias no entanto o tornaram imortal sendo ciclicamente reinterpretada em cada um dos séculos seguintes.
Profecias
Centurias impressas em Turim em 1720.
Suas profecias compõem-se de quadras em versos métricos decassílabos, reunidas em grupos de cem, dai o nome de centúrias. Foram publicadas em várias ocasiões; uma pequena parte em 1555, outra em 1557, sendo que das três últimas centúrias conhecemos apenas edições póstumas. Devido à fama que Nostradamus veio obtendo ao longo do tempo, muitos charlatões tentaram falsificar quadras e versos para fazer dinheiro. Na biblioteca de Paris, existem alguns livros escritos entre 1600 e 1900 que usam descaradamente seu nome. O grupo NRG só reconhece como originais estas citadas. Infelizmente, o dinheiro foi o rumo que procuraram muitas obras que falam do sábio e de sua obra, sem se importarem realmente em descobrir quem era Nostradamus e o que desejava de fato.
Durante cerca de dez anos, ele publicou um almanaque anual, com fatos astrológicos, informações variadas e milhares de presságios. Alguns presságios escritos em versos - mais precisamente cento e quarenta e um - foram estudados em separado por serem muito similares às quadras das Profecias, mas eles são em muito pequeno número em relação ao todo. Exegetas que estudaram esta parte de seu trabalho afirmam que se tratavam de acontecimentos na sua época ou próximos, e, portanto, de pouco valor para a época presente.
Segundo os entusiastas, Nostradamus teria previsto, entre outras coisas, a queda da União Soviética na quadra em que diz: "Um dia serão amigos os dois grandes chefes…". No entanto, os céticos apontam que essas "previsões" só são interpretadas corretamente depois dos fatos, nunca antes.
Astrologicamente, pode-se ver que algumas quadras previam conjunções de planetas em datas futuras e respondem bem aos fatos que aconteceram naquelas datas.
Pesquisadores de universidades muito conhecidas como Ottawa, Cambridge e Sorbonne desenvolveram uma teoria em que as quadras de Nostradamus se baseavam num fato histórico anterior à sua obra e inspiravam as quadras "futuras". O grupo NRG, pesquisando com seriedade, já detectou mais de cem destes fatos que passaram a ser chamado de ponto de partida, e a previsão baseada em livros em geral de história na sua época de bibliomancia. Algumas citações de Plutarco, um historiador grego, são literais, outras, do historiador romano Suetonio, outras do Mirabilis Liber, etc.
Devemos lembrar que entre a morte de Nostradamus em 1566 e 1650 apareceram muitos livros,principalmente porque rendiam muito dinheiro, arvorando-se produzidos por Nostradamus, de modo que há entre eles duas versões para o prefácio apresentado na primeira edição , denominado "Carta a César" e espantosas sete versões para o prefácio final denominado "Carta ao Rei Henrique II". Há versões além dessas que falamos sabidamente falsas, outras evidências em que as edições apresentadas como verdadeiras, podem ser antedatadas. Há também importantes livros da época que se contrapunham a Nostradamus os quais permitem inferir que haviam outras edições que não sobreexistiram e afirmam coisas de tal forma que um grupo de exegetas franceses que por ser sua língua natal, foram os que leram mais dessas edições e congêneres como as "Profecioas de Pavillon" e outros para sustentarem a tese de que Nostradamus não era uma pessoa real, mas apenas um personagem.
"Faça o que quiseres pois é tudo da Lei.
O amor é a lei, amor sob a vontade."
Edward Alexander (Aleister) Crowley nasceu dia 12 de Outubro de 1875, em Leamington Spa, Inglaterra. Seus pais eram membros do Plymouth Brethren, uma seita cristã muito estrita. Como resultado, Aleister cresceu com uma educação cristã muito forte, assim como um desdém muito forte pelo cristianismo.
Ele atendeu ao colégio de Trinity na Universidade de Cambridge, abandonando os estudos pouco antes de se formar. Pouco tempo depois ele foi apresentado a George Cecil Jones, que era membro da Ordem Hermética do Amanhecer Dourado (Hermetic Order of the Goldew Dawn). A Golden Dawn era uma sociedade oculta liderada por S. L. MacGregor Mathers, que ensinava magia (magick), cabala (qabalah), alquimia, taro, astrologia e outras matérias de interesse hermético. A ordem possuía muitos membros notáveis (entre eles A. E. Waite, Dion Fortune e W. B. Yeats), e sua influência no desenvolvimento do ocultismo ocidental moderno foi profunda.
Crowley foi iniciado na Golden Dawn em 1898, e iniciou muito rapidamente sua escalada através dos níveis de desenvolvimento. Mas em 1900 a ordem foi desmembrada pela separação dos membros em grupos que possuiam filosofias divergentes, e Crowley então abandonou a Inglaterra para viajar extensivamente através do Leste. Foi então, nessas viagens, que ele aprendeu e praticou disciplinas mentais de Yoga, suplementando seus conhecimentos de magia ritual de estilo ocidental, com métodos de misticismo Oriental.
Em 1903, Crowley se casou com Rose Kelly e então seguiu para o Egito para a lua-de-mel. Ao retornar ao Cairo, em meados de 1904, Rose (que até esse ponto não havia demonstrado nenhum interesse ou familiaridade com o oculto) passou a experienciar estados de transe e a dizer ao marido que o deus Horus estava tentando entrar em contato com ele. Finalmente Crowley levou Rose ao Museu Boulak e pediu a ela para mostrar a ele a imagem de Horus. Ela passou por inúmeras imagens conhecidas de do deus e levou Aleister diretamente a um tablete funerário de madeira da 26a dinastia, mostrando Horus recebendo o sacrifício dos mortos, de um sacerdote chamado Ankh-f-n-khonsu. Crowley ficou especialmente impressionado pelo fato dessa peça ter sido marcada pelo museu pelo número 666, um número com o qual ele se identificava desde a infância.
O resultado foi que ele começou a ouvir Rose, e, seguindo suas instruções, nos três dias consecutivos, a partir de 8 de Abril de 1904, ele entrou em seu estúdio e escreveu o que lhe foi ditado por uma presença envolta em sombras que permanecia atrás dele. O resultado foram os três capítulos conhecidos como Liber AL vel Legis, ou O Livro da Lei. Esse livro foi o mensageiro do despertar da nova era de Horus, que seria governada pela Lei de Thelema. "Thelema" é a palavra grega que significa "vontade", e a Lei de Thelema é comumente citada como: "Faça o que for da sua vontade". Como profeta desta nova era Crowley passou o resto de sua vida desenvolvendo e estabelecendo a filosofia Thelêmica.
Em 1906 Crowley reencontrou George Cecil Jones na Inglaterra, onde juntos iniciaram a tarefa de criar uma ordem mágica para continuar de onde a Golden Dawn havia parado. Eles chamaram essa ordem de A.'. A.'. (Astron Argon ou Astrum Argentium ou Estrela de Prata), e ela se tornou o principal veículo de transmissão do sistema de treinamento mágico baseado nos princípios do Thelema de Crowley.
Então em 1910 Crowley foi contatado por Theodore Reuss, o líder de uma organização de base na Alemanha chamada Ordo Templi Orientis (O.T.O.). Esse grupo, composto de maçons dos altos níveis, clamava ser o descobridor do segredo supremo da magia prática, que era ensinado em seu mais alto grau. Aparentemente Crowley concordou, se tornando membro da O.T.O. e eventualmente tomando o lugar como líder quando Reuss morreu em 1921. Crowley reformulou os rituais da O.T.O. para adaptá-los à Lei do Thelema, e investiu à organização o propósito maior de estabelecer o Thelema no mundo. A ordem se tornou independente da Maçonaria (apesar de terem sido mantidos os mesmos padrões) e permitiu a associação de mulheres e homens que não estivessem ligados à Maçonaria.
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