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A Mansão Himuro


Conheça um dos locais mais mal-assombrados do Japão e que deu origem a série Fatal Frame.

Alguns dizem que esta é a verdadeira Mansão Himuro, apesar de na lenda ela não ser localizada.

De acordo com uma lenda urbana, nos arredores da cidade de Tókio encontra-se um dos locais mais assombrados de todo o Japão. O local exato da Mansão Himuro (ou Mansão Himikyru, como às vezes é conhecida) é vastamente desconhecido, mas a lenda localiza a mansão em uma região pedregosa logo após os limites da cidade de Tókio. É dito que a mansão pertenceu a um dos mais cruéis assassinos da história moderna japonesa.

Os contos locais dizem que por gerações a família Himuro participou de um estranho, doentio ritual Shinto conhecido como “O Ritual do Estrangulamento”, com o objetivo de afugentar o karma que vinha de dentro da Terra, a cada meio século, aproximadamente. A versão mais popular do conto afirma que o chamado karma-ruim emergia em Dezembro (outras versões apenas dizem “ao final do ano”) de um portal nos terrenos da mansão. Para prevenir isso, uma criada era escolhida ao nascer pelo dono da casa, e isolada do mundo exterior, para que assim ela não criasse nenhum laço com o mundo a seu redor, o que iria por sua vez, colocar em risco o efeito do ritual.

No dia do Ritual do Estrangulamento, a empregada era amarrada com cordas pelos tornozelos, punhos e pescoço. As cordas eram presas em grupos de cavalos para arrancar os membros de seu corpo, esquartejando-a. As cordas usadas para dilacerar seus membros seriam então embevecidas em seu sangue e dispostas sobre os limites do portal. Eles acreditavam que isso fecharia o portal por mais meio século, quando o ritual deveria ser repetido.

Durante o último Ritual do Estrangulamento de que se tem notícia, é dito que a criada escolhida havia se apaixonado por um homem, que tentou salvá-la do ritual. Esse “laço” com a Terra manchou seu sangue e seu espírito, e arruinou todo o ritual. Quando descobriu sobre o amor da criada, o dono da casa desembainhou sua espada e brutalmente assassinou todos os membros da família, antes de finalmente, com medo do que poderia acontecer, jogar-se contra a própria lâmina.


Interior da Mansão Himuro?

A lenda é tão famosa que o famoso jogo Fatal Frame foi criado baseada nela. O jogo é do tipo survival horror e nele o que mais você encontra é fantasmas e seres sobrenaturais. O jogador também deve realizar exorcismos e rituais xinto. Já foram lançados 3 versões e atualmente estão desenvolvendo uma para Nintendo Wii.




Capa do primeiro jogo da série Fatal Frame, que tem como enredo a lenda da Mansão Himuro.


No jogo Fatal Frame você exorcisma os fantasmas que aparecem tirando uma foto deles.


Fonte: Sobrenatural.org

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O “Mosteiro do Diabo”







O “Mosteiro do Diabo” ou “Mosteiro Maldito”, um lugar em que, segundo dizem, habita o próprio Diabo.


A cerca de 40 km de Servilha, na localidade de Carmona, erige-se, no cimo de terras elevadas, dominando uma outrora extensa charneca, um velho e semi-destruído edifício... De tétrico aspecto e amplas dimensões, leva consigo uma lenda demoníaca... Estamos falando do chamado “Mosteiro do Diabo” ou “Mosteiro Maldito”, um lugar em que, segundo dizem, habita o próprio Diabo.

amorte22 : hahaha O Diabo também tira férias de vez em quando ele dá uma volta pela terra hahaha..


É necessário mergulhar na história deste lugar para comprovar que sua justificada fama se estende na profunidade do tempo...Uma história apaixonante e, de sua feita, tenebrosa.

Jordi Fernandes, investigador radicado em Servilha, é uma dos que mais e melhor têm investigado a história do lugar; são as suas pesquisas que nos levam a desentranhar os primeiros mistérios do velho e mítico edifício. O que hoje conhecemos como “Mosteiro Maldito” ou “Mosteiro do Diabo” realmente se chama “Horta dos Frades”. Mas , no século XVII, foi batizado como “Horta de São José”. Vários nomes para descrever um grande convento em que o mistério e a lenda se fundem aos olhos do pesquisador que intenta preencher o seu caderno de campo junto àqueles muros.




História de um lugar maldito



Foi no ano de 1620 que fundaram, nessa vasta extensão de terreno, um mosteiro de franciscanos-dominicanos dedicado ao internato e à iniciação do noviciado. Algo que realmente não pode ficar indiferente ao investigador é o fato de que, na biografia autêntica da nobre cidade de Carmona, não existe nenhum documento acerca da historiografia desse convento. É como se o tempo bouvesse intentado manchar suas trihas para ocultar algum momento pavoroso do passado. Somente possuímos dois documentos que atestam a existência física e histórica do convento. Um nos fala de uma doação, em forma de alimentos, que a Junta de Governo fez para evitar que os monges morressem de fome; o segundo dos documentos podemos encontrá-lo no arquivo histórico da Junta da cidade de Carmona e, quiçá, em que pese ser o mais extenso dos dois, é o mais misteriodo... No dito arquivo histórico (concretamente no Bloque 10, 20, IN Suparan, 203, 210 - extenso, legajo 120; cámara 8), deparamo-nos com um documento extremecedor, que assim diz:

De uma parte, José Díaz de Alarcón, Escrivão e por outra, Juan Rodrigo Perea, frade dominicano, en união com alcaides e demais forças públicas e religiosas, nos narra assim os fatos ocorridos:

“Eu, senhores, me fiz frade dominicano no comento de São José, onde abracei o noviado há três anos, pouco mais. Na manhã de 20 de novembto deste ano de Nosso Senhor (1680) entrou por parte de Cantillana um aspirante ao noviciado que disse chamar-se, segundo me lembro, D. Jaime Malvidas e que foi aceito com plena satisfação por parte do Prior e dos demais. Este homem era alto, de grossas sobrancelhas, de mariz aquilino e a sua face era tão delgada como a de uma espada. Nunca o vi em companhia de outros na horta ou na capela, o que nos causou estranheza. Eu, senhores, não sei como ocorreu: na manhã do dia 2 de novembro do ano acima referido, quando despertei, não encontrei a porta de minha cela aberta como era o costume (pois como os senhores sabem, todas as noites nos põem chaves e ferrolhos) e, crendo que ainda era muito cedo, entreguei-me a profundas meditações.

Depois de esperar um pouquinho, senti por fim uns passos débeis que provinham do corredor e que morriam bem na porta de minha cela. A porta, de um suave golpe, pôs-se aberta; mas qual não foi a minha surpresa quando pude me certificar que atrás desta não havia nada... Então foi quando pensei que talvez a primeira missa já houvesse começado, e eu ficara, mortificado, a dormir; mas , ao ver que as portas das celas de meus companheiros estavam abertas de par a par, fiquei pensativo um momento, até sair correndo em direção à capela. Quando lá cheguei, não vi ninguém; e entrou-me um calor desde a garganta até o peito quando ouvi uns lamentos a meia voz que, ao que parece, provinham da cozinha que estava ao lado da capela... .... Quando cheguei à cozinha, os queixumes eram ouvidos mais fortes dentro de mim, o que me fez pensar que era eu mesmo quem os produzia.

Mas prontamente percebi que o lugar de sua procedência era a cave, e, sem poder evitar, vi-me, não sei como, descendo suas íngremes escadas. E maldito seja, maldito seja, senhores, o momento em que entrei naquele cômodo, pois, ao fazê-lo, deparei-me com o Prior e os outros monges dependurados nos ganchos que usamos para pendurar porcos, carnes e chouriços. Eu, senhores, ao ver aquele quadro infernal e sangrento, comecei a vislumbrar uns seres pequenos que, apinhados ao redor dos cadáveres, comiam as suas carnes. Naquele momento senti um desmaio passageiro e pude ver, senhores, que os seres dos quais acabei de falar fundiram-se em um ente só, de repugnante aspecto. Olhando para mim, disse-me as seguintes palavras: ´Deixei-o viver para que anucie a minha vinda ao mundo´. Então, um incêndio começou a se alastrar pela cave... Não pude mover um músculo sequer para mover-me e fugir e, quando o fiz, a mesma voz, a que me referi anteriormente, voltou a dizer: ´Vá e diga que Satanás está aqui´”.


Isto é só uma parte desse aterrorizante documento que fala de demônios, de seres estranhos e de terríveis assassinatos ocorridos no interior do edifício.

Outra parte interessante desse documento é o que relata o alcaide Alonso Sans de Heredia. Em seu relato fala acerca do momento do sepultamento dos monges assassinados e alude a um fato insólito e, ao menos, esteremecedor. Conta que no momento do sepultamento, realizado nos terrenos da cave, e, diante de muitos compatrícios de Carmona, foi testemunha de “um fenômeno sobrenatural”. Tal consistiu no obscurecimento do céu e, em meio a colunas de fogo, a visão de um rosto horrível que tinha a forma de um animal nocivo. Mais tarde, num raio fulminante, desceu uma luz branca e, sob esta, um ser de forma mais humana. Comenta que todo mundo saiu apavorado.

Outro momento estranho desse mesmo relato é a de uma tentativa de exorcismo por parte do povo, da qual derivou muito mais vítimas pelas mãos do próprio demônio. Depois desses fatos, mandaram salgar o lugar para expulsar o demônio e desapossar de todo mal aquele local sagrado.

Uma bula papal ordenou que fossem rezadas missas e realizadas procissões na cidade de Carmona. Todo o documento a que nos referimos foi assinado pelo arcebispo de Jarez da época e que, em sendo vero, conferiria uma aura de inquestionável credibilidade ao que aconteceu lá no século XVII.





Crônica do mistério, crônica de uma investigação



Levávamos quase um ano de silenciosa investigação no mosteiro, recolhendo informações, testemunhos, dados e coligindo provas ou vestígios do paranormal. Junto ao investigador Luis Mariano Fernánez – trazido “ex professo” de Málaga para a investigação –, encontravam-se os pesquisadores locais Jordi Fernández e José Manuel García Bautista, que eram esperados no edifício por duas testemunhas dotadas de certa sensibilidade, que tratariam de lançar maiores luzes sobre o mistério do lugar. Anoitecia, e uma inquietante bruma começou a apoderar-se da velha charneca; e, das brumas, sobressaía a sombria silhueta do maldito edifício “O Mosteiro dos Frades”. No seu interior, os pesquisadores haviam passado boa parte do dia realizando todo tipo de provas, medições, experiências; entretanto, os fatos de maior importãncia ocorreriam justamente ao cair do Sol, com a vinda dessa eterna aliada que parece ser a noite.

Jordi Fernández se encontrava junto a Luis Mariano Fernández explicando-lhe todas as argumentações lendárias acerca do lugar e as práticas satânicas realizadas em seu interior. Acompanhava-os Maria José F. e Carnem R. Foi o pesquisador sevilhano José Manuel Garcia Bautista quem decidiu aventurar-se no segundo pavimento, após galgar uma escada já não mais existente, para tentar captar as esfera luminosas que haviam sido vistas por testemunhas nos dias anteriores. Um andar onde também se desenham penosas sombras humanas que parecem por ali vagar, ou formas amorfas e semi-humanas que se perdem onde, outrora, localizava-se o altar. Um buraco no chão adverte para o perigo do terreno quebradiço em que se pisa.






As testemunhas nos relatavam o seguinte:



“Em Carmona, todo mundo sabe o que acontece aqui. Poucos são os que falam, mas muitos os que vêm, e, após viverem todo tipo de experiências, optam por jamais voltar. Não sabemos se a lenda ainda vige ou não neste lugar, mas o certo é que aqui não é raro encontrarmos grupos de pessoas que vêm fazer ritos satânicos e invocar o Diabo...” E prosseguem: “Aqui acontece de tudo. Uma equipe de televisão saiu correndo um dia porque algo aconteceu a ela. Habitualmente, bolas de luz são vistas, assim como vultos nas alas secundárias. Além disso, o lugar está carregado de negatividade, de maldade; aqui habita algo maligno, aqui vive o próprio Mal e, se ele se manifesta, podemos passar muito mal... Há anos, séculos, contornou-se o lugar de sal para aprisionar ou afugentar o Mal que aqui habita, mas creio que ele ainda está aqui, nem mesmo os párocos quiseram saber deste lugar”. Carmen R. fazia um cometário que, em última análise, deveria ser quase profética: "Hoje não deveríamos ter vindo, o que está qui hoje não nos quer... nós incomodamos... Nós temos que ir ou algo de ruim pode acontecer."


Enquanto percorríamos cada uma das estâncias do lugar, Luis Mariano Fernández e o resto do grupo tiveram uma especial e desagradável sensação ao entrar no último cômodo da última ala do edifício. O pesquisador malaguenho assim narrava: “Era como se algo me tivesse provocado um mal-estar, ao entrar ali. Eu tinha uma sensação de estar sendo vigiado, de não estar só. Come se diz agora: era uma fria estar ali dentro”. E assim o grupo desceu à desconjuntada cave, à cripta do edifício, a uma cripta na qual, conduzidos por Jordi Ferández, descobrimos um fato quase macabro... No chão, restos de animais mortos quase mumificados... Ovelhas, um cordeiro e galinhas. Ao seu redor, algumas garrafas de rum e um recipiente que, no sentir de Luis Mariano Fernández, recordava as páticas de rituais afro-caribenhos, o que se confirmou após consultas a peritos no assunto. Animais a princípio usados para fins rituais no interior de um edifício outrora consagrado e hoje rendido ao Diabo. Depois de deixarmos a cripta, uma série de fatos inquetantes começou a se manifestar. Jordi Fernandes, acompanhado por María José e Carmen R., pôde observar, no compatimento do final da ala, um resplendor, algo que lhes chamou a atenção. Mas quando todo corpo da equipe ali si encontrou, o fenômeno já havia passado. De volta à nave principal do edifício, começa uma rodada de entrevistas para o programa dirigido em Málaga por Luis Mariano Fernandez, “Meus Enigmas Favoritos”.

Luis vai entrevistando um a um dos presentes, registrando todos estes testemunhos em seu “minidisc”. Frente a ele, José Manuel García Bautista filma todas as entrevistas, assim como diferentes tomadas do edifício. Chegados ao centro das tomadas, começaram-se a escutar uns sons estranhos, provenientes do final da galeria, um excêntrico arrastar de pés que se movem letentamente de um lado para o outro, e cujo inequívoco ressoar não passa despercebido aos presentes. O som é extremamente insitente, a temperatura naqule lugar e no altar é recolhida por aparelhos de medição: -15º C!!!, o que é impossível, a menos que o paranormal esteja se manifestando, e José Manuel García Bautista decide abandonar os trabalhos de gravação, deixando-os a cargo de Ana M. – outra participante nessa noite de investigação – para ir pesquisar a procedência do som que parecia haver descido do pavimento superior e estar movendo-se nas proximidades do grupo; algo cuja aparência era invisível para todos.

Ao chegar ao lugar, somente uma extrema queda de temperarura se insinua, fato que não inqueta o servilhano; todavia, ao girar a sua cabeça, algo o deixa petrificado, o mistério diante de si, o inólito se manifesta frente a ele; a uns escassos vinte metros pôde ver uma sombria personagem, uma silhueta luminosa que começa a deambular por toda segunda ala em direção ao final da galeria...José Mauel Garcia dá a voz de alerta e enceta uma carreira tão frenética quanto pavorosa atrás daquela silhueta luminosa. Atrás dele, somente podem segui-lo, a dura penas, os investigadores Luis Mariano Fernández e Jordi Fernández... o acidentado e perigoso terreno faz com que sigam com maior precaução, embora o servilhando pareça dotado de uma velocidade insólita...

Ao chegar, algo acontece. Quando entra na sala, algo repele o pesquisador, que tomba inerte vários metros atrás, mas em segundos se recupera e trata de ganhar a entrada do cômodo, ficando quase ajoelhado. Assim narrava o sucedido: “Foi algo muito estranho. Durante toda a entrevista, Ana e eu tínhamos a sensação de passos atrás de nós. Já alertado, decido ir ver o que acontecia. De início nada, mas, ao olhar para cá, vi uma espécie de silhueta luminosa andar até esta sala.

Isso significava que ela estava alerta e começou a correr até aqui; ao chegar, ao dobrar a esquina para entrar, deparei-me com um ser alto, luminoso mas sem fulgor, que me olhava com umas aberturas ou olhos negros... ao me aproximar, mais como resultado da inércia da velocidade que da vontade, algo me repeliu, me empurrou para trás, os ramos me frearam, mas era como se alguma coisa me houvesse repelido à aproximação Ao recobrar-me e tentar ganhar aquele espaço, aquele ser já havia desaparecido. Foi tremendo! Atrás dele, Luis Mariano Fernández afrimava: “Houve um momento em que eu o vi voar pelo ar vários metros para trás. Aquilo era sobre-humano desde logo... era como se algo lhe tivesse empurrado e elevado vários metros. Foi muito forte.” Jordi Fernandes e as garotas não tinham como explicar a vertiginosa carreira numa zona onde é impossível avançar a tal velocidade, a par do perigo da escuridão: “Creio que, se alguém caísse, morreria”, afrimava o investigador. De volta, continua a rodada de entrevistas; é justamente durante ele que José Manel García perde a consciência e cai sobre o terreno, ficando inerte no chão. O grupo teme o pior... Produto da frenética corrida ou uma nova vítima do mistério por trás do enigmático fenômeno de repulsão física vivida minutos antes? Seja como for, ele jazia ali, enquanto o grupo tratava de reanimá-lo.

Recobrada a consciência, após momentos muito tensos, Carmen R. pregunta ao grupo se não é hora de debandarem. Algo foi notato, algo foi pressentido. Alguma inquestionável sensação volta a alertar os integrantes daquela investigação: “Ou vamo-nos embora agora, ou algo muito ruim vai acontecer”. Depois do acontecido, todos se dispõem a recolher os equipamentos, mas algo, talvez esse Maligno, não queria que sua advertência caísse no esquecimento e que servisse para ocasiões futuras. Luis Mariano Ferández sofre um sério contratempo: ao andar, algo aravessa seu grosso calçado, fincando-se na carne de seu pé; em seguida, sente algo quente, e todos temem pelo pior. Um vidro perfurante, malignamente situado – quase que ai colocado maliciosamente –, atravessou a bota do malaguenho... como uma profecia, a noite não deixa de antepor contínuos incidentes e o ambulatório municipal de Carmona registra o ingresso de Luis Mariano Fernádez.

Aquele vidro apenas rasgou a pele do malaguenho, mas ainda assim ele requer atenção médica, como demonstra o registro da emergência. E, curiosamente, a história do mosteiro maldito não passa despecerbida aos presentes no serviço médico, e um dos Auxiliares Técnicos Sanitários que atendem o paciente, ao sairmos, nos fala: “O amigo de vocês teve muita sorte. Um pouco mais e não somente o pé seria destroçado: teria sido fatal. Quase quase milagroso. Não sei como vocês puderam meter-se naquele local. É um lugar maldito, onde ocorrem muitas coisas estranhas; aquele solo está amaldiçoado de verdade. Não voltem lá.” Malgrado o conselho, o malaguenho ainda queria voltar para prosseguir na noite de pesquisas, mas a prudência recomendava repouso: conosco, ele havía sido partícipe e testemunha do impossível, da esseência mesma do mistério em uma noite de investigação que perdurará durante muito tempo em sua retina.



Epílogo para uma investigação sem igual



O “Mosteiro Maldito” não deixa de surpreender o pesquisador que vai a ele para desentranhar os seus mistérios e enigmas. Ao concluir nossa pesquisa, uma nova cripta é descoberta no lugar por Jordi Fernández, semi-sepulta e coberta pelos escombros desprendidos do edifício.

Uma nova morada subterrânea onde investigar e quem sabe a chave do mistério deste velho e maldito edifício... mas, estamos preparados para desvelar os seus segredos? Atrás ficaram horas de investigação, testemunhos e depoimentos, experiências, visões, aparições, círculos ou esferas luminosa, detectores que atestam a presença de algo que não podemos ver e que todavia nos acompanha, detectores térmicos que revelam flutuações impossíveis em um lugar onde o impossível parece ser o habitual. É a história de um lugar maldito, é a história de uma investigação no denominado “Mosteiro ou convento dos Frades” para uns e “Mosteiro do Diabo” para outros, porque aqui, dizem, é onde se encontra a morada do prórpio Diabo. Informaram os investigadores*:

Luis Mariano Fernández, Jordi Fernández y Jose Manuel García Bautista
Em Servilha, 9 de março de 2008. (*) Pesquisadores espanhóis de fenômenos paranormais.

Traduzido do espanhol por Paulo Soriano do site Contos Grotescos

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Ferradura



Simboliza energia e sorte. É usado para atrair energia positiva e boa sorte. A ferradura representa o esforço e o trabalho. Os ciganos têm a ferradura como um poderoso talismã, que atrai a boa sorte, a fortuna e afasta a má sorte.

A atribuição deste significado é muito antiga e tem um fundamento bastante palpável: antigamente, quando alguém achava uma ferradura era, de facto, muito boa sorte porque podia dirigir-se ao ferreiro da aldeia e trocá-la por dinheiro. Com o passar dos séculos o significado prático passou a simbólico e a Ferradura tornou-se num poderoso talismã, frequentemente inscrito com símbolos mágicos e usado para atrair sorte e prosperidade. Continua a ser usada nos dias de hoje para proteger as casas, os seus habitantes e os animais domésticos.

As Ferraduras da Sorte são, geralmente, de dois tipos:

- O pendente, em ouro ou em prata, que se usa junto ao corpo para proteger o seu portador e atrair a boa fortuna ao seu caminho.

- A Ferradura decorativa, frequentemente ornamentada com flores, fitas ou até pedras preciosas, que se usa pendurada na parede ou sobre a ombreira da porta, em casas e estabelecimentos comerciais. As velhas ferraduras, ferrugentas e gastas, são habitualmente penduradas nos estábulos para garantir a boa saúde e fertilidade dos animais.


Segundo São Cipriano...

CUIDADO COM AS FERRADURAS — ELAS LHE PODERÃO TRAZER DESGRAÇAS


Muitas pessoas têm o hábito de trazer por trás das portas da sua casa, uma pequena ferradura dependurada. Dizem que dão sorte e a maioria dependura "uma ferradura qualquer" sem observar atentamente o tipo de ferradura que é, e julgam que qualquer uma faz o mesmo efeito, sem saber que tem que ser uma pequena ferradura de asno, caso contrário, ela apenas servirá como adorno e não ajudará o seu proprietário em nada.


Segundo São Cipriano:


1. ° — Achar uma ferradura pequena é sinal de sorte para o resto da vida.

2. ° — Encontrando uma ferradura na rua, e que esteja virada para você, deverá, primeiramente, virá-la do lado oposto e depois erguê-la.

3. ° — Uma ferradura é também remédio para enxaquecas e cólicas; para isso deve colocá-la, em brasa, no leite que for bebido, quando sofrer de algum desses dois males.

4. ° — Se encontrar uma ferradura pequena deve erguê-la, pois é sinal de sorte para quem a acha: -se tiver cinco furos pregue-a atrás da porta da rua; -se tiver seis furos, pregue-a atrás da porta da cozinha; -se tiver sete furos, pregue-a atrás da porta do quarto; -se tiver mais de sete furos, pregue-a atrás da porta do seu estabelecimento;

5. ° — Uma ferradura presa atrás da janela evita a entrada de ladrões. — Se a ferradura encontrada foi de um cavalo, não apanhe, trará desgraça e infelicidade, porque derrubou Nossa Senhora e o menino Jesus.


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Tripofobia

Tripofobia (Trypa grego antigo: buraco) é uma fobia pouco conhecida, onde as pessoas têm um medo irracional de padrões de furos, buracos e cavidades em grandes quantidades, ou seja, medo de vários furinhos em alguma coisa. Também existem diferentes níveis dessa fobia, uma simples repulsa, nervoso, desconforto e fobia extrema. Nos casos extremos, a pessoa pode ter uma sensação ruim com uma laranja, queijo suíço e uma variedade de coisas que contém cavidades.

Quer saber se você tem tripofobia? É só dar uma olhada nas fotos abaixo e ver o que sente.


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Pocong



Pocong é um fantasma da Indonésia ou Malásia que dizem ser a alma de uma pessoa morta presa em suas roupas. A mortalha do pocong é usada pelos muçulmanos para cobrir o corpo do morto. Eles cobrem o corpo com um tecido branco e laçam a roupa sobre a cabeça, nos pés e no pescoço.

De acordo com as crenças nativas, a alma de uma pessoa morta vai ficar na Terra por 40 dias após a morte. Quando os laços não são desamarrados após 40 dias, dizem que o corpo salta para fora da sepultura para avisar as pessoas que a alma precisa que as amarras sejam desfeitas. Após os laços serem liberados, a alma vai deixar a Terra e nunca mais aparecer. Por causa da amarra nos pés, o fantasma não pode andar. Isso faz com que a Pocong pule.

suposto video de um Pocong:




Fonte: toquedamorte

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Ankh ou Cruz Egípcia ou Cruz Ansata

Ankh ou Cruz Egípcia ou Cruz Ansata


é um antigo símbolo egípico que nos lembra uma cruz encimada por um laço. O Ankh simboliza a vida, o conhecimento cósmico, o intercurso sexual e o renascimento. Devemos lembrar que o Deus e a Deusa do maior antigo panteão egípcio são representados portando sempre este símbolo. O Ankh também é conhecido por vários bruxos como "Cruz Ansata". Hoje em dia o Ankh é usado por vários bruxos contemporâneos para encantamentos e rituais que envolvem saúde, fertilidade e divinação.

Antigo símbolo egípcio que representa a vida, o conhecimento cósmico e o intercurso sexual. Também é conhecido por bruxos como a "Cruz Ansata", utilizado em rituais de encantamento, fertilidade e divinação.Todo faraó ao morrer levava a cruz junto às narinas para adquirir imortalidade. Ele era encontrado sempre nos hieróglifos, sendo segurado pelas divindades egípcias como se fosse uma chave, o que nos remete ao seu significado como "a chave dos portões que separam a vida e a morte", já que estes desenhos eram muito comuns em pirâmides mortuárias dos faraós.

O Ankh simboliza a vida, o conhecimento cósmico, o intercurso sexual e o renascimento. Ankh, conhecida também como cruz ansata, era na escrita hieroglífica egípcia o símbolo da vida. Conhecido também como símbolo da vida eterna. Os egípcios a usavam para indicar a vida após a morte. Hoje, é usada como símbolo pelos neopagãos. A forma do ankh assemelha-se a uma cruz, com a haste superior vertical substituída por uma alça ovalada. Em algumas representações primitivas, possui as suas extremidades superiores e inferiores bipartidas.

Há muitas especulações para o surgimento e para o significado do ankh, mas ao que tudo indica, surgiu na Quinta Dinastia. Quanto ao seu significado, há várias teorias. Muitas pessoas vêem o ankh como símbolo da vida e fertilidade, representando o útero.

A alça oval que compõe o ankh sugere um cordão entrelaçado com as duas pontas opostas que significam os princípios feminino e masculino, fundamentais para a criação da vida. Em outras interpretações, representa a união entre as divindades Osíris e Ísis, que proporcionava a cheia periódica do Nilo, fundamental para a sobrevivência da civilização. Neste caso, o ciclo previsível e inalterável das águas era atribuído ao conceito de reencarnação, uma das principais características da crença egípcia. A linha vertical que desce exatamente do centro do laço é o ponto de intersecção dos pólos, e representa o fruto da união entre os opostos.

Apesar de sua origem egípcia, ao longo da história o ankh foi adotado por diversas culturas. Manteve sua popularidade, mesmo após a cristianização do povo egípcio a partir do século III. Os egípcios convertidos ficaram conhecidos como Cristãos Cópticos, e o ankh (por sua semelhança com a cruz utilizada pelos cristãos) manteve-se como um de seus principais símbolos, chamado de Cruz Cóptica.

Resumo por William v. (amorte22):

Esse símbolo era utilizado pelos Egipcios para simbolizar a fertilidade e divinação, ela é conhecida como a chave que tudo abre, pois era utilizada para que os mortos fizessem umas boa passagem para o outro mundo inclusive corpos de faraós eram encontrados com a cruz ankh em suas narinas para que lhes ajudassem a encontrar o caminho correto, e também é utilizada em varias magias para contactar espíritos e outras entidades. É considerado um símbolo de proteção contra o mal e também é utilizado para atrair boa sorte, auxilia fazendeiros a terem boa colheita e a grávidas ou mães que estão tentando engravidar a terem uma boa gestação.

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Síndrome do Miado de Gato

A Síndrome do miado de gato (ou Síndrome cri-du-chat), na qual há uma deleção do braço curto do cromossomo 5, recebeu essa denominação porque o choro do afetado se parece bastante com um miado de um gato.

A aparência facial é distintiva, com microcefalia, hipertelorismo, inclinação antimongolóide das fissuras palpebrais, pregas epicânticas, orelhas de implatação baixa, às vezes com apêndices pré-auriculares, e micrognatia. A maioria dos casos da síndrome do miado de gato é esporádica, mas 10 a 15% dos pacientes são filhos de portadores de translocação.

Os pontos de quebra e a extensão do segmento deletado do cromossomo 5p variam nos pacientes, mas a região crítica, ausente em todos os pacientes com o fenótipo, foi identificada como a banda cromossômica 5p15.

Foi descoberta por Jerôme Lejeune, um geneticista francês, em 1963. É uma condição genética relativamente rara com uma incidência calculada de 1:50000 nascimentos e que é o resultado do “apagamento” de uma porção significante do material genético do braço curto de um dos pares do cromossoma cinco.
Todos nós temos 46 cromossomas nas nossas células, 23 da nossa mãe e 23 do nosso pai. Podem ocorrer erros quando as células estiverem a dividir-se e os cromossomas podem-se quebrar e/ou prender no lugar errado. O gene que causa o choro, parece estar localizado na faixa 15.3. Na maioria dos casos o apagamento é espontâneo e nenhuma causa específica pode ser identificada, porém, pode ser o resultado de um problema com o cromossoma número 5 em qualquer um dos pais, em alguns casos. Nestes casos, podem ser afectadas também as crianças subsequentes e é, então, importante que os pais de crianças com CDC recebam um conselho genético.

Crianças com essa síndrome tem ainda problemas físicos secundários, como moderados prejuízos visuais, perda parcial da audição, lábio leporino e anormalidades de esqueleto, como escolioses, deslocamento de quadris e hérnias. Constipação crônica é muito comum ao longo da vida e muitas crianças têm com frequência, infecções no ouvido e respiratórias. Apresentam ainda anormalidades internas, como problemas no coração, ausência ou má formação de rins, paladar afetado e músculos abdominais separados e epicanto.

Ao contrário do que antigas literaturas médicas trazem, crianças com CDC podem viver por vários anos. As pessoas com a síndrome envelhecem precocemente. A pessoa mais velha, com a síndrome, de que se tem notícia está nos seus oitenta anos de idade.

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O olho de Hórus


É um outro antigo símbolo egípcio. Representa o olho divino do deus Hórus, as energias solar e lunar, e freqüentemente é usado para simbolizar a proteção espiritual e também o poder clarividente do Terceiro Olho.Olho de Hórus ou 'Udyat' é um símbolo, proveniente do Egito Antigo, que significa proteção e poder, relacionado à divindade Hórus. Era um dos mais poderosos e mais usados amuletos no Egito em todas as épocas. Segundo uma lenda, o olho esquerdo de Hórus simbolizava a Lua e o direito, o Sol. Durante a luta, o deus Set arrancou o olho esquerdo de Hórus, o qual foi substituído por este amuleto, que não lhe dava visão total, colocando então também uma serpente sobre sua cabeça. Depois da sua recuperação, Horus pôde organizar novos combates que o levaram à vitória decisiva sobre Set.

Era a união do olho humano com a vista do falcão, animal associado ao deus Hórus. Era usado, em vida, para afugentar o mau-olhado e, após a morte, contra o infortúnio do Além.

O Olho de Hórus e a serpente simbolizavam poder real tanto que os faraós passaram a maquiar seus olhos como o Olho de Hórus e a usarem serpentes esculpidas na coroa. Os antigos acreditavam que este símbolo de indestrutibilidade poderia auxiliar no renascimento, em virtude de suas crenças sobre a alma. Este símbolo aparece no reverso do Grande selo dos Estados Unidos da América,sendo também um símbolo frequentemente usado e relacionado a Maçonaria.

O Olho Direito de Hórus representa a informação concreta, factual, controlada pelo hemisfério cerebral esquerdo. Ele lida com as palavras, letras, e os números, e com coisas que são descritíveis em termos de frases ou pensamentos completos. Ele aborda o universo de um modo masculino.

O Olho Esquerdo de Hórus representa a informação estética abstrata, controlada pelo hemisfério direito do cérebro. Lida com pensamentos e sentimentos e é responsável pela intuição. Ele aborda o universo de um modo feminino. Nós usamos o Olho Esquerdo, de orientação feminina, o lado direto do cérebro, para os sentimentos e a intuição.

Hoje em dia, o Olho de Horus adquiriu também outro significado e é usado para evitar o mal e espantar inveja (mau-olhado), mas continua com a idéia de trazer proteção, vigor e saúde

Um dos símbolos religiosos mais conhecidos do Antigo Egito é um desenho de um olho humano enfeitado com alguns traços longos e uma sobrancelha: o olho de Hórus.

Esse olho é tão importante na crença egípcia quanto o terço e o crucifixo são na religião católica. Além de desenhado prodigamente em papiros e paredes de túmulos, era também esculpido na forma de amuletos que acompanhavam a múmia.

O olho de Hórus possui quatro partes que, se compreendidas, ajudam a entender o seu significado.

A parte principal do olho, isto é as pálpebras, a íris e a sobrancelha, formam essencialmente um olho humano.

O desenho comprido, vertical, abaixo do olho, às vezes é descrito como uma lágrima e outras vezes não é explicado. Trata-se, na verdade, de uma estilização do desenho comum na pelagem de alguns animais de casco da África, especialmente da gazela, admirada pelos egípcios e retratada em quadros, esculturas e móveis.

O fio comprido que desce inclinado para trás do olho e termina numa espiral é a estilização do mesmo desenho existente no olho de certos tipos de falcão. Nas penas abaixo do olho de algumas desses aves há um risco preto que se volta para trás.

O outro fio comprido que sai do canto do olho e se prolonga para trás paralelamente à sobrancelha é uma imitação do mesmo desenho existente nos olhos de gatos de pêlos rajados.

Esses quatro seres, o humano, o gato, o falcão e a gazela, estão representados no olho de Hórus. Mas por que os egípcios fariam tal conjunção de símbolos? O que significa todos esses seres reunidos num desenho?


Os seres representados no olho de Hórus são nada menos que os quatro seres que formam a esfinge: a cabeça humana, o corpo bovino, as patas de felino e as asas de águia. Considerando que os antílopes, gazelas, gnus, búfalos e outros animais de casco são parentes próximos dos bois; e que águias, gaviões e falcões são nomes regionais populares para um mesmo grupo de aves (as falconiformes), é fácil deduzir que a esfinge e o olho de Hórus têm suas raízes nos mesmos animais.

A esfinge, tal como o olho, simboliza quatro fases que a pessoa deve vencer para atingir um estado de “iluminação”, isto é, de sabedoria e equilíbrio, busca sempre cultuada pelas religiões orientais.

Assim, o olho de Hórus, mais do que as palavras e frases que o acompanham, representa a lucidez espiritual da pessoa a quem ele se refere, que superou as quatro fases. Essa pessoa adquiriu a capacidade de perceber a realidade em seu significado espiritual, que só a maturidade da alma que atravessou as quatro fases permite, não alcançada ou menosprezada pelo senso comum.



Resumo por william (amorte22): olho de hórus não é diabólico como muitos pensam, aliás qualquer coisa que não seja uma cruz ou uma bíblia é considerado do "mal" para certas pessoas... O olho de hórus é um simbolo de proteção, que afasta mal olhado e maus presságios, também representa a energia do sol e da lua, e é considerado "Onipresença de Deus hórus, que tudo vê, tudo sabe e tudo pode."

É o mais alto símbolo mágico da magia ocular, é a mistura do olho de um homem e de um falcão.

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Baron - espírito haitiano

BARON


O cabeça da família de ancestrais loa é o Baron (barão). Ele é mestre do cemitério e guardião do conhecimento ancestral. Ele tem vários nomes incluindo Baron Samedi, Baron Cemetiere, Baron la Croix e Baron Criminel. Em todos seus aspectos ele é um loa masculino com uma voz nasal, carrega um cajado ou baton (baton = a bastão e não ele não é gay =d) , usa impropérios livremente e se veste de negro ou púrpura. Ele é considerado o último recurso para mortes causadas por magia, porque mesmo se um feitiço trouxer uma pessoa para perto da morte, se o Baron se recusar a cavar a cova, a pessoa não morre.

Baron, com sua esposa Maman Brigitte, é também responsável por recuperar as almas dos mortos e transformá-las em loa Ghede. Baron pode ser invocado para casos de esterilidade e ele é o juiz divino para o qual as pessoas podem trazer seus pedidos, cantando:

Ó kwa, Ó jibile! 2x ( tradução: Ó cruz, Ó júbilo!)

Ou pa we m inosan? (tradução: Não vês que sou inocente?)

O túmulo do primeiro homem enterrado em qualquer cemitério do Haiti, quer a pessoa em vida participasse do Vodu ou não, é dedicado para o Baron (não Ghede) e uma cruz cerimonial é erigida no ponto. Em terrenos familiares no interior, uma família pode erigir uma cruz para o Baron de sua linhagem e nenhum peristilo é completo sem sua cruz para Baron. Baron pode ser invocado a qualquer momento e ele pode aparecer sem ser chamado, tão poderoso é ele. Ele bebe rum no qual vinte e uma pimentas vermelhas foram pisadas, bebida que mortal algum pode suportar. Suas comidas cerimoniais são café preto, amendoim grelhado e pão. Ele dança extraordinariamente banda improvisada e às vezes coloca seu bastão no meio das pernas, representando assim o falo. Baron é um loa muito masculino.

O Festim dos Ancestrais, Fet Ghede, é considerado o final do velho ano e o começo do novo, tal qual na tradição européia Wicca. Quaisquer débitos com Baron, Maman Brigitte ou Ghede devem ser pagos nesta festa. O Baron Criminel canta para seus devedores:

Bawon Criminel, map travay pou ve de te yo, m pa bezwenn lajan! 2x

Bawon Criminel, Ó! Lane a bout o, map paret tan yo !

tradução:

Barão Criminal, estou trabalhando para os vermes da terra (tradução: pessoas pobres), eu não preciso de dinheiro! 2x

Barão Criminal, Ó! O ano terminou, eu aparecerei para esperá-los ( tradução: para pagarem-me)!

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Merovech o vampiro



Viveu em 417 Merovech e foi um comandante de Sicambrian. Merovech, também, se soletra Merovee e Meroveus e foi uma figura semi-sobrenatural que tinha alcançado uma qualidade quase mitológica .O nome dele é semelhante a ambos a palavra francesa para ' mãe', como também as palavras latina e francêsa para 'mar'.

De acordo com tradição, Merovech nasceu de dois pais. Quando ainda era criança do Rei Clodio (o pai de Merovech), a mãe foi nadar no oceano. Enquanto na água ela foi seduzida ou estuprada por qualquer um (dependendo da história) por uma criatura marinha , uma " bestea Neptuni Quinotauri similis " , uma ' besta de Netuno semelhante a um Quinotaur'. Esta criatura engravidou a Rainha uma segunda vez. Quando Merovech nasceu que ele teve dois sangues diferentes o dentro dele; o sangue das regras francas e o de uma criatura aquática.

Está em virtude deste sangue dubio que era dito que Merovech tinha vários poderes sobre-humanos. A Dinastia de Merovingian inteira era forjada com uma aura de magia, feitiçaria e o sobrenatural. Eles eram comparados a Merlin, e freqüentemente chamados ' os reis feiticeiros ou ' reis de thaumaturge'. Eles foram reputados pelo poder curar pelas mãos, e tiveram a clarividencia como também poderes telepáticos.Haviam também rumores que tinham um feitiço que promoveu longevidade (embora a história parece contestar isto).

Fontes:

Casa Quinotaur
History of the Franks, by Gregory Bishop of Tours escrito na parte posterior do 6º Século
The Franks, by Edward James 1988
The Holy Blood and The Holy Grail, by Michael Baigent, Richard Leigh & Henry Lincoln 1982
The Merovingian Kingdoms 450-751, by Ian Wood 1994

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