A Dama de Branco assombra este hotel desde o século 18. Ela é dita ser uma serva que foi morta pelos seus amantes que foram desprezados, fora morta nas proximidades de West Wycombe nas cavernas ( as cavernas que foram mais tarde associados com a Hell Fire Club em português Clube Fogo do Inferno onde dizem que até o próprio diabo comparecia as reuniões ").
O pub também é dito ser assombrado por passos de fantasmas.
Dragon Hotel era associado como a hospedaria de integrantes do clube hell fire o que por si só já extremamente assustador, será que o próprio diabo já se hospedou lá? quem sabe... hahaha....
ali pelo google Street aparece apenas a entrada de uma das cavernas do club hell fire, a entrada é ali onde tem um relógio preto na parte de cima tem um carro vermelho que não sei qual é, só sei que o dono deve ser algum milionário auehaueha... ahh uma observação quando falo em cavernas quero dizer um túnel na inglaterra como é muito antigo o local ná época ali eram algo parecido com cavernas que depois foram melhoradas pelo próprio club hell fire...

O simbolismo das cores que podem ser reconhecidas durante a leitura das cartas para alguém.
Preto: Morte, finalizações, trevas, destruição, o oculto, a negatividade, o pecado, a ignorância
Azul: Espírito, a contemplação, a emoção, água, céu, devoção, sentimentos, intuição
Ouro: Realização, iluminação, sol, sucesso, glória do divino
Cinza: o tempos de tempestade, dor, luto, tristeza, depressão , sabedoria da experiência
Verde: vida nova, esperança, fertilidade, crescimento, segurança, saúde, abundância, vitalidade
Laranja: Fogo, orgulho, ego, ambição, força, vitalidade, autoridade
Roxo: Realeza, poder, orgulho, compreensão esotérica, psíquico
Vermelho: Sangue, vida, vontade, ação, força, energia, coragem, sexo, morte, paixão
Prata: Lua, conhecimento oculto, a intuição feminina, interior, capacidade auto psíquica, as emoções
Branco: Universo, pureza, alegria, felicidade, verdade, transparência, iluminação
Amarelo: Sol, iluminação, intelecto, vontade de poder, o masculino, o cuidado
Azul: Espírito, a contemplação, a emoção, água, céu, devoção, sentimentos, intuição
Ouro: Realização, iluminação, sol, sucesso, glória do divino
Cinza: o tempos de tempestade, dor, luto, tristeza, depressão , sabedoria da experiência
Verde: vida nova, esperança, fertilidade, crescimento, segurança, saúde, abundância, vitalidade
Laranja: Fogo, orgulho, ego, ambição, força, vitalidade, autoridade
Roxo: Realeza, poder, orgulho, compreensão esotérica, psíquico
Vermelho: Sangue, vida, vontade, ação, força, energia, coragem, sexo, morte, paixão
Prata: Lua, conhecimento oculto, a intuição feminina, interior, capacidade auto psíquica, as emoções
Branco: Universo, pureza, alegria, felicidade, verdade, transparência, iluminação
Amarelo: Sol, iluminação, intelecto, vontade de poder, o masculino, o cuidado
Segundo a doutrina da Igreja Católica, o Purgatório não é um nível intermédio entre o Inferno e o Paraíso, mas uma última oportunidade de purificação/conversão onde as pessoas que morreram em estado de graça (isto é, não estão manchados pelo pecado mortal e, portanto, já estão destinadas ao Paraíso), mas ainda precisariam se preparar para ter capacidade de ver Deus face a face no Céu. Este facto justifica-se pela existência nas almas destas pessoas de manchas originadas pelos pecados veniais (ou leves) e pelas penas temporais devidas ao pecado, nomeadamente dos pecados mortais, cujas culpas já estão previamente perdoadas por Deus, sacramentalmente ou não.

O Museu das Almas do Purgatório foi criado pela Igreja no começo do século passado pelo padre Victory Juet, que pertencia à Ordem do Sagrado Coração de Jesus, fundada em 1854 pelo padre Chevalier, com a finalidade de profer
ir missa e orações em sufrágio das almas em sofrimento. Esta organização se desenvolveu em Roma a partir do trabalho de Juet que se transformou numa das maiores personalidades de sua época. Foi procurador de Roma, amigo pessoal e de extrema confiança do Papa Pio X.

Em 15 de novembro de 1897, quando se havia adornado o altar para uma festa, em comemoração às conquistas para construção do grande santuário, que é hoje a igreja, aconteceu o incêndio misterioso. Victory Juet e os fiéis deduziram que seriam almas do purgatório pedindo preces para aliviar seus sofrimentos no Além, uma vez que a igreja estava sendo construída para isso, além de uma demonstração real de que a Igreja seria necessária. A partir daí, o padre, impressionado, comunicou ao papa e às autoridades eclesiásticas, empreendeu muitas viagens pelos países europeus, buscando testemunhos, provas e sempre investigando para inserir outras comunicações semelhantes.
Depois de algum tempo e de uma grande quantidade de material selecionado ele fundou o primeiro Museu Cristão de Além Túmulo, com autorização do papa, para legitimar todas as peças que registram aparições de comunicação espírita entre padres e freiras. "Hoje o museu tem a quantidade de peças resumidas, mas é o registro dessas aparições durante muitos anos em diversas igrejas e diversas partes do mundo", destaca Clóvis.

Segundo ele, a igreja admite, através do museu, a comunicação entre os vivos e os mortos. "Ali está uma testemunha autêntica da imortalidade, da comunicabilidade com os espíritos, muito embora 90% ou mais dos padres desconheçam este museu, pois foi instituído por uma Ordem e somente os padres que estão ligados a ela, o Sagrado Coração de Jesus, sabe da sua existência. Mas se o papa Pio X autorizou sua criação e se o fenômeno aconteceu ali é porque desde aquela época a Igreja admite a comunicação com os mortos. Não explicitamente para o público, mas entre as autoridades eclesiásticas, acreditamos que isso é um fato de algum tempo. Portanto, mais de 100 anos que estas peças registram silenciosamente fatos incontestáveis de que os espíritos se comunicam dentro do seio da Igreja Católica"
Documentario feito pelo Fantastico
Atenção: Não Confundilo com "SANTA MUERTE" são dois santos diferentes.

Suas imagens servem como um amuleto ou "paye" (objeto de cura utilizado por curandeiros) , muitas vezes esculpidos (com exceção da foice , que é frequentemente adicionada depois da obra ficar pronta) em um único pedaço de madeira, osso (ossos humanos, às vezes), chumbo, gesso, etc...Estas estátuas servem para se colocar sob a pele ou como um pingente: a maior medida de 15 cm, geralmente menor medida de uma polegada que representam um esqueleto humano com uma foice com uma lâmina enlatada.

Imagem de santa muerte desfrutando de uma suposta oferenda
(Hahaha dos bens materiais agente não leva nada? vai nessa kkk santa muerte que o diga!)
Esta geralmente é a representação mais comum, embora há estátuas com a figura sentada ou de cócoras, sem foice, com mãos no queixo ou do pescoço: estas posições correspondem à iconografia católica para o Senhor da Paciência, no entanto, essa veneração de San La Muerte não tem nada a ver com a Igreja Católica Romana, a prática do culto a San La Muerte é considerada um culto pagão e em total contradição com os ensinamentos de "Jesus".

Outros nomes
Além de San La Muerte é chamado de "Senhor da Boa Morte, Senhor da Paciência, de San Justo Nosso Senhor da Boa Morte, Nosso Senhor Deus e da morte, San Skeleton Ayucar, San Severo de la Muerte , ou - por vezes apenas por medo-San, ou simplismente "querida".
Orações
San La Muerte é invocado como um outro santo, com a diferença que também o fiel pode vir a pedir-lhe para fazer mal a alguém. (Ele Faz o Bem e o Mal)
Atributos de Santa Morte
Sua foice: San La Muerte em seu lado direito tem uma foice como um sinal de igualdade perante Deus, simbolizando que para todos os seres vivos chegará a sua hora de ir para ele.
Sua forma esquelética: representa a similaridade de todos os seres humanos, e que na morte é arrancado tudo que é material, ou a tentação dos homens.
Seus olhos vermelhos: Representam o sangue, que por sua cor, une todos os seres humanos.
O seu sorriso demonstra a alegria eterna do conhecimento sobre a vida e a morte.
Suas roupas pode ser representadas em diferentes cores: Preto, branco ou roxo.Todos referem ao mesmo San La Muerte, mas expressando a energia ou a ordem dos fiéis diante dele.
Seus olhos para o mundo: Desde a sua posição correta que Deus deu aos homens a ver com os olhos também.
Representações de posições diferentes da sua imagem:

A Santa Paciência (sincretismo): agachamento, o que representa a busca do ser humano em seu pensamento para as suas aspirações e no desenvolvimento da paciência de como desenvolver a sabedoria.
A direita: Em pé, com a foice.
Rei: O Rei sentado no trono, a imagem sincrética devido à deriva da imagem de Exu Tata Caveira.
Este símbolo é uma derivação da Cruz Solar e aparece por toda a Europa desde o terceiro milénio a.C. (Idade do Bronze), tendo sido utilizado sobretudo pelos povos Celtas (Celtiberos, Gauleses e Gaélicos) mas também pelos povos nórdicos. Também é chamada "Cruz de Iona", "Cruz de Odin” e "Roda de Taranis", sendo estes dois últimos nomes derivados da sua versão mais antiga, a já mencionada Cruz Solar.

Apesar de muitas vezes ser confundido com um símbolo da Cristandade, a Cruz Celta é muito anterior, com algumas representações datadas de 5000 a.C. As suas origens são desconhecidas mas é de consenso geral que se trata de um símbolo solar, cujas semelhanças com a Suástica e com o Ankh egípcio não podem deixar de ser notadas. Tal como estes, apresenta o eixo horizontal, Feminino, receptivo, Yin e o eixo vertical, Masculino, criativo, Yang, representando tanto o Eixo do Mundo, como os Quatro Elementos e a Chave da Vida.
Com a conversão da Europa ao Cristianismo, o símbolo foi rapidamente absorvido pela nova ordem social e transformado numa cruz cristã. É muitas vezes chamada "Cruz de São Columbano", devido a uma lenda irlandesa que conta que foi trazida para a Irlanda por este Santo. O mosteiro de São Columbano, na ilha de Iona, deu origem às denominações "Cruz de Iona" ou "Cruz Iónica".
Graças à sua antiguidade e origem europeia, a Cruz Celta, bem como a Cruz Solar e a Suástica - todas elas símbolos solares - foram adoptadas por grupos políticos radicais e o seu significado antigo foi deturpado, tendo sido substituído pelo do fascismo e da intolerância. Hoje em dia, a imagem de um destes símbolos, na maioria dos casos, já só evoca os mais recentes acontecimentos do Nazismo, do fanatismo político e da violência, tendo-se perdido assim toda a sua riqueza e significado originais.
Apesar disto, o significado tradicional está a ser, lentamente, recuperado pelas comunidades neo-pagãs, bem como por seguidores e estudiosos das antigas tradições europeias. A Cruz Celta continua a ser usada como amuleto de protecção, é associada ao heroísmo e à coragem, servindo como talismã ajuda a superar obstáculos e conquistar vitórias. Como símbolo solar também é usado para prosperidade e fertilidade. A Cruz Celta é frequentemente gravada ou esculpida em pedra, para benção das terras envolventes. O símbolo evoca o equilíbrio e a harmonia, bem como a protecção dos Ancestrais.
Fonte: Castelo de Asgard
Já é desde os tempos primórdios que as pessoas associam as serpentes a inveja, mal presságios,traição e varias outras coisas do "mal" mas vamos a lenda.

James Radclyffe, 3 º Conde de Derwentwater herdou o título quando seu pai morreu em 1705. Earl Derwentwater, foi um forte defensor de seu primo James Francis Edward Stuart da "Old Pretender" e foi o líder do exercito de Jacobites Northumbrian na Rebelião de 1715.
Ele foi capturado depois de sua derrota na Batalha de Preston e após ser declarado culpado de traição, ele foi decapitado em Tower Hill no dia 24 de fevereiro de 1716. O irmão do conde, Charles conseguiu escapar, mas Thomas Forster - primo do Conde - que também foi um dos comandantes da batalha também foi capturado, mas sua prisão foi suspensa por sua irmã, que depois o escondeu em um buraco, junto ao padre Lord Crewe que seriam enviados junto a contrabandos de armas para a Europa.
As pessoas Presumem que as cobras e os contos que cresceram ao seu redor estão ligados mais a um acto de alta traição da qual o próprio Conde participou, provavelmente é uma advertência dos males de tal ato que cometeu.
Pessoas que vêem varias das serpentes juntas acreditam que estão prestes a presenciar algum ato de traição e também que as serpentes seriam um sinal de mal presságio terrível.
infelizmente não tem como ver o local onde a mais aparições de serpentes já que parece que até o google tem medo de ir em algumas estradas do lugar hahahah, más as serpentes aparecem em todo redor do rio =D.
Um cavaleiro fantasma é dito andar a galope pelas ruas de Penn no meio da noite gritando e dando risos, ele desaparece tão rápido quanto aparece.
O espírito é identificado como o de um trabalhador de uma fazenda do século 18 que foi recrutado para uma guerra em na conquista de um castelo, e acabou sendo morto na guerra. Ele ocupava o posto de cavaleiro na frente de batalha.
Direção: Penn está a leste de High Wycombe na B474.
Fantasma de Comediante Assombra o Teatro de Royal Haymarket (Um dos Teatros Mais Mal Assombrados da Grã-Bretanha".)

Em enumeras vezes o Teatro Royal Haymarket desde de 1720 e tem a fama de ser assombrado pelo dramaturgo e ator cômico John Baldwin Buckstone (nascido em 14 setembro, 1802 - morreu em 31 de outubro de 1879). Em 2009, estrelando uma peça de teatro com Sir Ian McKellen (Gandalf, do Senhor dos Anéis) na peça que se chama "Waiting for Godot ", Sir Patrick Stewart relatou ter visto aparições de Buckstone.

Ator Patrick Stewart dando entrevista ao Daily Telegraph
Patrick Stewart disse aos colegas atores que viu um fantasma que tem a fama de assombrar um dos teatros os mais mal assombrados da Grã-Bretanha.
Ele viu a aparição, enquanto espera pela realização da peça.
Ele acredita que viu o fantasma de John Baldwin Buckstone, que foi ator e diretor do Teatro Real de Haymarket, em meados do século 19 e um amigo de Charles Dickens.
Após a vinda do palco para o intervalo, Stewart disse a sua co-estrela que viu um homem nos bastidores vestindo o que parecia ser um casaco bege e calça de sarja.
Sir Ian lhe perguntou: "O que aconteceu?"
"Eu vi um fantasma. No palco, durante o ato," Stewart respondeu.
O episódio foi narrado em um documentário sobre o Teatro Royal Haymarket, produzido pelo canal de televisão Sky Arts.
Ele acredita que viu o fantasma de John Baldwin Buckstone, que foi ator e diretor do Teatro Real de Haymarket, em meados do século 19 e um amigo de Charles Dickens.
Após a vinda do palco para o intervalo, Stewart disse a sua co-estrela que viu um homem nos bastidores vestindo o que parecia ser um casaco bege e calça de sarja.
Sir Ian lhe perguntou: "O que aconteceu?"
"Eu vi um fantasma. No palco, durante o ato," Stewart respondeu.
O episódio foi narrado em um documentário sobre o Teatro Royal Haymarket, produzido pelo canal de televisão Sky Arts.
Stephen Adams em seu artigo também citou o diretor do Teatro de Nigel Everett que Também teria tido avistamentos anteriormente.
"Patrick disse-nos tudo sobre ele. Ele estava atordoado. Eu não diria com medo, mas eu diria que impressionado."
Aparições de Buckstone não eram tão frequentes assim, o Sr. Everett disse, que a última das aparições que foram a cerca de três ou quatro anos atrás.
"O fantasma tende a aparecer quando uma comédia está sendo apresentada."
Embora ele disse que não considerou a peça "Esperando Godot" de ser uma comédia, ele pensou que a sua produção teve aspectos cômicos.
"Eu acho que Buckstone aparece quando ele aprecia as coisas", acrescentou. "Nós vemos isso como uma coisa positiva."
Buckstone nasceu em Hoxton, Londres, em 14 de setembro de 1802 e depois de passar alguns de seus primeiros anos como aprendiz em uma embarcação da Marinha, e estudou direito.
Ele teve uma longa associação com o Teatro de Haymarket, sua primeira aparição no palco, em 1833, seguido de cinco anos escrevendo uma peça para o seu público e ainda atuar em no palco. Ele voltou para o Teatro Haymarket novamente em 1840 e em 1848, antes de voltar Benjamin Webster o nomeou como gerente do Teatro em 1853, um cargo que ocupou até 1877.
Em 1854, seu noivo da atriz Fanny Fitzwilliam chlorea morreu pouco antes de seu dia do seu casamento. Buckstone se casou com Isabella Copeland, irmã Fanny. Buckstone John Baldwin morreu em casa na Baixa Sydenham em 31 de outubro de 1879 após vários anos de problemas de saúde.
Poveglia é uma ilha que fica fora dos limites dos visitantes, alguns turistas até querem conhecer o local mas os moradores se recusam a levar eles até lá.
A peste negra varreu a Europa na Idade Média o numero de mortos era insuportável. Veneza estava infestada com corpos e moribundos, então as autoridades resolveram fazer a ilha de Poveglia uma lixeira para os corpos...
Eles foram levados para lá, jogados em fossas, queimados em fogueiras... a quantidade de corpos era assustadora e os ossos continuam por lá...
Quando a praga apertou e a Europa entrou em desespero, qualquer pessoa que apresentava o menor sintoma da doença era arrastada a força e jogada na ilha junto com os corpos e abandonados... As vítimas vivas incluíam crianças e bebes que morreram nessa ilha do horror.

Em 1968 a ilha foi abandonada.
Dizem que nessa época fizeram também um hospital para pessoas com problemas mentais, onde um médico teria enlouquecido e assassinado seus pacientes e depois se suicidou, pulando do auto da torre. Outra versão da história fala que os pacientes se rebelaram e jogaram o médico da torre.

A verdade é que na ilha morreram mais de 160 mil pessoas...
Atribuído a Hécate, bem como a Diana Lucifera (versão romana da divindade) no seu aspecto de Deusa Tríplice - o Strophalos ou Roda de Hécate é um antigo símbolo de origens pré-helénicas e cujo exacto significado já se perdeu na noite dos tempos.

A referência mais antiga que nos chega acerca deste símbolo é encontrada no "Oráculo Caldeu", um texto datado do século II d.C. Nesta fonte, o Strophalos é descrito como sendo uma serpente descrevendo um labirinto à volta de uma espiral. A Serpente representa o renascimento e a sabedoria, sendo a Espiral alusiva à infinita Emanação Divina. O círculo exterior simbolizará o Cosmos ou, de uma forma mais abstracta, a unidade formada pelos três aspectos da Deusa.
Fonte: Castelo de Asgard
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