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Caduceu de Mercúrio


É frequentemente confundido com o símbolo da medicina, o bordão de Esculápio ou bastão de Asclépio.

O caduceu ou emblema de Hermes (Mercúrio) é um bastão em torno do qual se entrelaçam duas serpentes e cuja parte superior é adornada com asas. É um antigo símbolo, cuja imagem pode ser vista na taça do rei Gudea de Lagash, 2.600 anos a.C., e sobre as tábuas de pedra denominadas, na Índia, nagakals. Esotericamente, está associado ao equilíbrio moral, ao caminho de iniciação e ao caminho de ascensão da energia kundalini. A serpente da direita é chamada Od, que representa a vida livremente dirigida; a da esquerda Ob, vida fatal e o globo dourado no cimo Aur, que representa a luz equilibrada. Estas duas serpentes opostas figuram forças contrárias que podem se associar mas não se confundir. Em virtude de sua associação com Hermes, o deus grego do comércio, o caduceu representa o comércio e demais atividades regidas pelo deus.

Bastão entrelaçado com duas serpentes, que na parte superior tem duas pequenas asas ou um elmo alado. Sua origem é explicada pela suposta intervenção de Mercúrio diante de duas serpentes que lutavam entre si, as quais se enroscavam em seu bastão. Os romanos utilizaram o caduceu como símbolo do equilíbrio moral e da boa conduta;

o bastão expressa o poder; as duas serpentes, a sabedoria; as asas, a diligência;
o elmo é emblemático de pensamentos elevados.

O caduceu é na atualidade a insígnia do bispo católico ucraniano. Do ponto de vista dos elementos, o caduceu representa sua integração, correspondendo o bastão à terra, as asas, ao ar; as serpentes à água e ao fogo (movimento ondulante da onda é a chama).


Do ponto de vista esotérico, a vara do caduceu corresponde ao eixo do mundo e suas serpentes aludem à força Kundalini que, segundo os ensinos tântricos, permanece adormecida e enroscada sobre si mesma na base da coluna vertebral (símbolo da faculdade evolutiva da energia pura).Segundo Schneider, os dois S formados pelas serpentes correspondem à doença e à convalescença.

A Antigüidade, inclusive a grega, atribuiu poder mágico ao caduceu. Há lendas que se referem à transformação em ouro de tudo o que era tocado pelo caduceu de Mercúrio e seu poder de atrair as almas dos mortos. Mesmo as trevas podiam ser convertidas em luz por virtude desse símbolo da força suprema cedida a seu mensageiro pelo pai dos deuses.

Hermes, na mitologia grega, é considerado um deus desonesto e trapaceiro, astuto e mentiroso, deidade do lucro e protetor dos ladrões. Seu primeiro ato, logo após o seu nascimento, foi roubar parte do gado de seu irmão Apolo, negando a autoria do furto. Foi preciso a intervenção de Zeus, que o obrigou a confessar o roubo. Para se reconciliar com Apolo, Hermes presenteou-o com a lira, que havia inventado, esticando sobre o casco de uma tartaruga, cordas fabricadas com tripas de boi. Inventou a seguir a flauta que também deu de presente a Apolo. Apolo, em retribuição, deu-lhe o caduceu.


Caduceus, em latim, é a tradução do grego kherykeion, bastão dos arautos, que servia de salvo-conduto, conferindo imunidade ao seu portador quando em missão de paz. O primitivo caduceu não tinha asas na extremidade superior, as quais foram acrescentadas posteriormente.
Hermes tinha a capacidade de deslocar-se com a velocidade do pensamento e por isso tornou-se o mensageiro dos deuses do Olimpo e o deus dos viajantes e das estradas. Como o comércio na antigüidade era do tipo ambulante e se fazia especialmente através dos viajantes, Hermes foi consagrado como o deus do comércio. Outra tarefa a ele atribuída foi a de transportar os mortos à sua morada subterrânea (Hades).
Com a conquista da Grécia pelos romanos, estes assimilaram os deuses da mitologia grega, trocando-lhes os nomes: Asclépio passou a chamar-se Esculápio e Hermes, Mercúrio.

Segundo os filólogos, a denominação de Mercúrio dada a Hermes pelos romanos provém de merx, mercadoria, negócio. O metal hydrárgyros dos gregos passou a chamar-se mercúrio por sua mobilidade, que o torna escorregadio e de difícil preensão. O planeta Mercúrio, por sua vez, deve seu nome ao fato de ser o mais veloz do sistema planetário.

O caduceu é, de longa data, o símbolo do comércio e dos viajantes, sendo por isso utilizado em emblemas de associações comerciais, escolas de comércio, escritórios de contabilidade e estações de estradas de ferro.

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Anthropophagus ( Blemmye)


Um canibal, um comedor de homens. Os antropófagos são uma raça estranha de Ogro, pois eles não têm cabeça. Suas características são sombrias

Eles freqüentemente se armam com armas brutais e utilizam ferramentas e artefatos muitas vezes criados a partir de ossos humanos.

Dizem que os antropófagos são freqüentemente encontrados a beber em crânios humanos e que usariam
couro cabeludo humano em torno de sua boca, sendo esse cabelo algum tipo de guardanapo macabro para suas refeições.


A nova e completa enciclopédia  americana (The New Complete Encyclopedia  American) associa  os antropófagos com o Androphagi, também conhecido como Androphagoi.

De acordo com Heródoto "O Androphagoi têm as formas mais selvagens de todos os seres humanos, eles não reconhecem qualquer regra de direito, nem obedecem a qualquer lei imposta pela sociedade. Eles são nômades e usam roupas como a dos Citas (um antigo povo iraniano de pastores nômades equestres), mas têm uma linguagem própria.; possuem seu próprio grupo sendo devoradores de homens ".

Em Otelo, Shakespeare usa a palavra antropófagos para descrever uma criatura conhecida como Blemmye levando-os a serem associados como canibais.







Blemmye

Uma criatura sem cabeça com a boca, nariz e olhos em seu tórax.

Também conhecido como Acephali (sem cabeça), um termo também usado para se referir a grupos de pessoas que não tem um líder.

Referências

Enciclopédia Britânica:. Cambridge, na Inglaterra University Press, 1911.

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A Premonição dos Trapalhões feita em 1983

O video mostra a cena de um episódio especial do programa “Os Trapalhões” gravado em 1983, no qual eles simulam estar em 2008. Na cena, Zacarias e Mussum aparecem interpretando seus filhos, já que eles não estariam mais vivos. Eles dois têm a missão de promover o reencontro entre Didi e Dedé, que estão brigados e alguns anos sem se falar.

Coincidência? Vale lembrar que em 2008 Dedé voltou a trabalhar com Renato Aragão no seu programa “Turma do Didi”.


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Tetragrammaton ( Tetagrama )


Tetragrammaton: Símbolo e Amuleto


Se considerarmos que as letras de um alfabeto nada mais são que sinais gráficos, o Tetragrama, em sua representação gráfica, conhecido como Tetragrammaton, é uma complexa combinação de letras do alfabeto hebraico, grego e latino, associados a diversos símbolos conhecidos no ocultismo. Nele encontra-se o pentagrama entrelaçado, símbolos zodiacais, algarismos e formas geométricas, entre outras representações.

No ocultismo, incluindo suas diversas ramificações, o Tetragrammaton desempenha uma função muito importante, sendo usado em rituais e invocações e na forma de talismãs. Os ocultistas interpretam o Tetragrammaton e outros símbolos cabalísticos nele contidos, como poderosos signos mágicos, capazes de potencializarem rituais abrindo as portas da consciência humana.

Acompanhe a descrição de alguns elementos do Tetragrammaton:



Pentagrama

O pentagrama assume diversos significados de acordo com o contexto em que é encontrado. Neste caso, é a base do Tetragrammaton. Assim, podemos interpretá-lo como símbolo do "Homem Realizado". Isto é, uma representação da entidade humana evoluída em todos os estágios espirituais.


Os olhos do Pai - Júpiter

No ângulo superior do Pentagrama, encontramos "Os olhos do Pai" e a representação do planeta Júpiter. Uma alusão aos olhos do Criador, o espírito, o poder que coordena tudo e todos.

Marte

Nos "braços" do Tetragrammaton encontra-se o símbolo astrológico e zodiacal do planeta Marte, representando a Força, ou a Energia pura da criação.


Saturno

Nos ângulos inferiores está a representação astrológica e zodiacal do planeta Saturno. É um dos principais símbolos usados na Magia, representando os mestres que anularam o próprio ego e as falhas inerentes ao ser humano, atingindo assim, a perfeição.


Sol e Lua

Posicionados nas linhas verticais do Pentagrama, próximos ao centro da figura, o Sol e a Lua fazem referência aos pólos femininos e masculinos da criação, contidos em todos os organismos, incluindo o Microcosmos e o Macrocosmos.


Mercúrio e Vênus

Estes símbolos são amplamente encontrados na literatura alquímica e são representações astrológicas e zodiacais destes planetas. Localizados sobrepostos no centro da figura, referem-se à união dos pólos de onde surgirá o Caduceu de Mercúrio.




Caduceu de Mercúrio

O Caduceu de Mercúrio é o símbolo alquímico da transmutação. Associado aos símbolos superiores de Mercúrio e Vênus, refere-se à criatura, ou seja, o resultado da união entre os pólos feminino e masculino, entre as forças lunares e solares, e o ponto de equilíbrio entre eles. Por estar localizado no centro da figura, também pode ser interpretado como a "coluna vertebral", ou, Kundalini, responsável pela união da energia sexual entre as polaridades.


Jehova

Esta inscrição hebraica é um tetragrama pronunciado Jehova (lê-se da direita para a esquerda), sendo mais uma das várias alusões ao "Nome de Deus".



Alfa e Omega

Alfa e Omega são, respectivamente, a primeira e última letra do alfabeto grego. Esta é uma referência ao princípio e fim de todas as coisas. Alfa está abaixo dos "Olhos do Pai". Omega encontra-se invertido, na base do Caduceu de Mercúrio. Isto pode significar o caldeirão utilizado pelos alquimistas, ou ainda, o caldeirão (útero) da Deusa, para alguns ocultistas.

Binário

Localizados fora do pentagrama, os números 1 e 2 são referências à bipolaridade; isto é, uma representação de que todas as coisas possuem dois lados. Seguindo este conceito, podemos também compreendê-los como outra manifestação dos pólos masculino e feminino, início e fim, bem e mal, entre outros.


Logos

Logos é uma palavra grega que significa razão, mas também é interpretada como "fonte de idéias" e "verbo divino". Associado ao Tetragrammaton, os números 1, 2 e 3 representam respectivamente o Pai, a Mãe e o Filho. Também pode ser interpretado como a Tríade do Cristianismo (Pai, Filho e Espírito Santo) ou como o triângulo, amplamente encontrado nas tradições esotéricas.


Cálice

O cálice significa o pólo feminino da criação. Na alquimia é utilizado para representar o elemento Água.


Espada Flamejante

A "espada de fogo", dentro do contexto alquímico, representa o próprio elemento fogo. Porém, associado ao Tetragrammaton, assume o papel do pólo masculino e do pênis, símbolo de fertilidade entre as antigas tradições.


Báculo

Báculo é o bastão comumente usado por Magos. Está dividido em sete escalas representando os estágios de evolução. Na alquimia está relacionado ao elemento Terra.


Hexágono do Mago

O hexágono do Mago representa o domínio do espírito sobre a matéria. Na alquimia está relacionado ao elemento Ar.


Não é possível definir apenas uma relação entre os vários símbolos que compõem o Tetragrammaton e tampouco uma finalidade específica desse conjunto. Seus sinais transitam entre correntes tão distantes que a interpretação, em certos casos, chega a ser paradoxal.

Se observarmos estas combinações simbólicas através do ângulo alquímico, teremos um determinado resultado. Porém, se analisado através dos conceitos astrológicos, por exemplo, a conclusão poderá ser totalmente distinta. Assim, a atenção e perspicácia do observador tornam-se fundamentais para decifrar o Tetragrammaton, um dos mais antigos e poderosos símbolos da espiritualidade humana.

Fonte: Spectrum

Armado deste signo e convenientemente disposto, podeis ver o infinito através daquela faculdade que é como que o olho de vossa alma, e vós vos fareis servir por legiões de anjos e colunas de demônios.

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Ciclope



Os ciclopes (do grego Κύκλωψ, "olho redondo") eram, na mitologia grega, gigantes imortais com um só olho no meio da testa que, segundo o hino de Calímaco, trabalhavam com Hefesto como ferreiros, forjando os raios usados por Zeus.Os ciclopes podem ser divididos em dois grupos de acordo com o tempo de existência: os ciclopes antigos (ou primeira geração) e os ciclopes jovens (nova geração).Eles aparecem em muitos mitos da Grécia, porém com uma origem bastante controversa. De acordo com sua origem, esses seres são organizados em três diferentes espécies: os urânios, filhos de Urano e Gaia, os sicilianos, filhos do deus dos mares Poseidon, e os construtores, que provêm do território da Lícia.


Os urânios

Arges, Brontes e Estéropes são considerados os ciclopes mais antigos, descendendo de Urano e Gaia.Diz a lenda que, ao nascerem e por causa de seus enormes poderes, seu pai Urano, senhor dos céus, trancou-os no interior da Terra com seus irmãos, os hecatônquiros, gigantes de cem braços e cinquenta cabeças. Gaia, encolerizada por ter os filhos presos no Tártaro, incita-os a apoiar a guerra travada por cinco dos seis titãs, também seus filhos com Urano, a fim de tomar o trono do pai que, à época, governava o céu. Os titãs vencem, porém os ciclopes são enviados novamente para o abismo do Tártaro. Por vezes, Zeus, assim como seus irmãos Poseidon e Hades, libertava os ciclopes com a intenção de tê-los como aliados na guerra contra Cronos e os titãs. Os ciclopes, como bons ferreiros, forjaram armas mágicas e poderosas para os irmãos: Zeus recebera raios e relâmpagos, Poseidon, um tridente capaz de provocar terríveis tempestades, e Hades, um capacete da invisibilidade.


Tempos depois, quando os ciclopes já eram considerados ministros de Zeus e seus ferreiros permanentes, o grande deus percebeu uma ameaça no médico Asclépio, filho do deus Apolo. Asclépio, por meio de muito estudo, conseguiu fazer ressuscitar os mortos. Então, para que isso não causasse qualquer impacto com a ordem do mundo, Zeus decidiu exterminá-lo.Transtornado e ofendido com a ira de Zeus sobre seu filho, Apolo decidiu matar os ciclopes que fabricavam os seus raios.Há indícios de que não foram os ciclopes que morreram pelas mãos de Apolo, mas sim seus filhos.

Os sicilianos

Essa raça é retratada nos poemas homéricos como gigantescos e insolentes pastores fora da lei, os quais habitavam a parte sudoeste da Sicília. Não se importavam muito com a agricultura e todos os pomares cultivados naquelas terras eram invadidos por eles, quando procuravam por comida. Registra-se que, por vezes, comiam até mesmo carne humana. Por este motivo, eram considerados como seres que não possuíam leis ou moral, morando em cavernas, cada um deles, com sua esposa e filhos, os quais eram disciplinados de forma bastante arbitrária pelos mesmos.

Ainda segundo Homero, nem todos os ciclopes possuíam apenas um olho no centro da testa, entretanto Polifemo, que era considerado o principal dentre todos os outros, tinha apenas um olho em sua testa. [12] Homero ressalta, ainda, que os ciclopes descritos em seus poemas não serviam mais a Zeus e desrespeitavam o grande deus.

Outro mito sobre os sicilianos

Segundo Virgílio e Eurípedes, os ciclopes eram assistentes de Hefesto e trabalhavam dentro dos vulcões junto com o deus, tanto no Monte Etna, na Sicília, como em outras ilhas mais próximas. Os dois filósofos não os descreviam mais como pastores, mas como ferreiros que trabalhavam para os deuses e heróis, forjando suas armas.O poder dos ciclopes era tão grande que a Sicília, e outros locais mais próximos, conseguiam ouvir o som de suas marteladas quando trabalhavam na forja. Acredita-se que o número de ciclopes tenha aumentado, segundo os poetas, e que sua moradia tenha sido remanejada para a parte sudeste da Sicília.
Pintura mostrando Vulcano (ou Hefesto) forjando os raios de Zeus.

Há, ainda, um mito sobre os ciclopes mais jovens, ou nova geração. Tais ciclopes eram, também gigantes e tinham um olho em suas testas, porém, diferentemente das raças anteriores, eram pastores e viviam em uma ilha chamada Hypereia, conhecida entre os romanos como a Sicília. Foi exatamente um desses ciclopes, Polifemo, que Ulisses encontrou quando de sua viagem de regresso à Ítaca, seu lar.

Diz-se que essa nova raça de ciclopes nasceu do sangue do deus Urano que espirrou sobre a Terra, Gaia. Entretanto, Polifemo não era filho de Urano e Gaia, mas de Poseidon com a ninfa Teosa.

Terceira espécie

Diz-se que há, ainda, uma terceira raça de ciclopes, denominados construtores, provenientes do território da Lícia. Esses posuíam grande poder físico e não eram violentos. Seus trabalhos eram muito pesados e nenhum humano conseguiria realizá-lo tão facilmente. Suspeita-se de que esses ciclopes sejam os responsáveis pela construção das muralhas das cidades de Tirinto e Micenas.

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Os Anjos da Morte



Os anjos da Morte são, em si, desprezados,odiados por homens perfeitos; de muita amargura pela perda de um ser querido, oque faz parecer que os Anjos da Morte são seres muito cruéis. Mas, eles realmente não são, ainda que isso possa parecer incrível. Os Anjos da Morte trabalham de acordo com a Lei, com suprema sabedoria e lealdade.

Os Anjos da Morte tiram a vida, cortando o Cordão da Vida.Realmente, o Cordão de Prata é o fio da vida que os Anjos da Morte rompem num dia marcado de acordo com a lei do destino. .
Os moribundos vêem o Anjo da Morte como uma figura esquelética espectral bastante horrível. Realmente, o que acontece é que este se veste com o traje correspondente ao seu ofício.

As vestimentas funerais e a esquelética figura dos Anjos da Morte horrorizam aqueles que ainda possuem medo do desconhecido.

Os símbolos funerais dos anjos da morte são:

1- a foice que ceifa vidas,
2- a caveira da morte,
3- o mocho,
4- a coruja, etc.

se for visto na sua forma original sem estar a trabalho, a aparência dos Anjos da Morte é a de formosos, sublimes donzelas, veneráveis mestres, grandes reis,etc...

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Conde de St. Germain




O lendário Conde de Saint Germain é um dos personagens mais intrigantes do século XVIII. Sua vida pode ser avaliada sob vários pontos de vista, desde a condição de um elevado e sábio alquimista até a de um simples e nobre excêntrico.

Nascido na Transilvânia em 1696, acredita-se que Saint Germain seja filho de Francis II Rákóczi, um príncipe exilado, mas ninguém tem certeza disso. Alguns boatos sugerem que ele é filho da esposa viúva de Carlos II da Espanha.



Suas Proezas

Pouco se ouviu falar de Saint Germain durante sua infância e educação. Somente em 1743 ele foi notado, quando já tinha 47 anos. Reza a lenda que já em 1758 ele apareceu na cidade de Versalhes, onde ganhou fama com suas habilidades de lapidador e venda de tecidos que não desbotavam com o passar dos anos. Essa história de roupas que jamais perdiam as cores foi a primeira lenda que ronda o nome de Saint Germain.

Nessa mesma época ele ganhou a confiança do Rei Luís XV, quando conseguiu de maneira misteriosa fazer com que uma falha existente em um diamante sumisse, sem que ele perdesse uma única grana. Pouco anos depois, Saint Germain saiu da França e foi para Bélgica, onde seu nome ganhou grande fama, pois enquanto negociava com o governo belga, ele supostamente transformou ferro em ouro, para provar sua capacidade.

Após essa demonstração ele sumiu por 11 anos. Em 1774 ele aparece na Bavária e começou a vender poções e elixires. Novamente seu nome começou a ser notado quando os boatos que conseguia transformar metal em ouro ficaram mais fortes. Pouco tempo depois ele mudou de vida e começou a fazer trabalhos de caridade, doando remédios aos pobres.

No ano de 1784, quando ele devia ter 88, que era uma idade extremamente incomum para a época, surgiram noticias de sua morte por pneumonia, supostamente ocorrida no dia 27 de fevereiro, mas isso era apenas o começo dos mistérios que envolvem o Conde Saint Germain.

A origem de sua renda também é um enigma, pois era um homem rico, detentor de várias pedras preciosas, incluindo diamantes, que gostava de presentear, uma opala, de tamanho monstruoso, e uma safira branca, tão grande quanto um ovo, e de fartura em ouro, sem que se soubesse de onde procediam.

Tinha a fama de possuir o elixir da juventude e a pedra filosofal. Conta-se que ele era capaz de produzir diamantes a partir de pedras pequenas comuns. Os diamantes que decoravam seus sapatos valiam a soma considerável de duzentos mil francos. Madame du Hausset relata que, certa vez, estava na presença do Conde e da rainha Maria Antonieta enquanto ele mostrava algumas jóias a ambas; Madame du Hausset comentou brevemente sobre a beleza de uma cruz, decorada com pedras brancas e verdes; no mesmo momento, o Conde quis presenteá-la com a jóia, o que foi recusado. Por insistência da rainha, que achava ser o artefato falso, ela aceitou. Depois de algum tempo Madame du Hausset solicitou ao joalheiro real que avaliasse a cruz, constatando ser ela verdadeira e de valor inestimável.

Saint Germain não comia carne, não bebia vinho, o Conde nunca foi visto comendo ou bebendo. Nas festas da corte enquanto todos comiam ele só bebia água. Era opinião quase universal que ele tinha muito charme e se apresentava sempre de maneira muito cortês. Além do mais, no ambiente social, mostrava uma variedade de dons, tocava muito bem diversos instrumentos musicais, e algumas vezes parecia dotado de poderes e capacidades que alcançavam o nível do misterioso e do incompreensível.

Falava no mínimo 12 línguas: francês, alemão, italiano, inglês, russo, português, espanhol, grego, latim, sânscrito, persa e o chinês. Este era um conhecimento raríssimo para época e nunca foi explicado.




Divino?

"Um homem que sabe tudo e que nunca morre" disse Voltaire a respeito do Conde de St. Germain. Assim era visto o Conde na época, já que frustrara várias tentativas, por parte de inúmeras pessoas, em desvendar os verdadeiros fatos sobre a sua origem. Rumores afirmam que o Conde Cagliostro era seu discípulo. O Conde também tinha o hábito de aparecer subitamente em uma roda social e depois sumir por vários anos, sem deixar traços.

Algumas sociedades místicas afirmam ter Saint Germain reencarnado várias vezes, anteriormente, sob a pele de figuras históricas como o Profeta Samuel, Santo Albano, o filósofo grego Proclo, José, pai de Jesus, o mago Merlin, o frade alquimista Roger Bacon, o fundador do Rosacrucianismo Christian Rosenkreuz, o navegador Cristóvão Colombo o político inglês Francis Bacon, tendo sido nesta encarnação o verdadeiro autor das obras atribuídas ao dramaturgo e poeta inglês William Shakespeare.
Hoje em dia, segundo estes místicos, seria um dos Chohans dos Sete Raios. Os Chohans, Senhores, Diretores ou Mestres dos Sete Raios relacionados com a evolução no plano físico cósmico, trabalham em plena harmonia entre si para executarem o Plano Divino.


A Imortalidade

Em 1789, no período inicial da Revolução Francesa, a condessa d'Adhemar, biógrafa e dama da corte de Maria Antonieta, recebeu um bilhete misterioso: "Encontre-me na Igreja da Recoleta". Ao chegar no local, a condessa se espanta ao ver o Conde de Saint Germain, que teria morrido cinco anos antes, aparentando em torno de quarenta e cinco anos de idade.
Giacomo Casanova, o músico Rameau e Madame de Gergy afirmavam ter conhecido o Conde em Veneza, no ano de 1710, sob o nome de Marquês de Montferrat e tê-lo reencontrado em 1775, com a mesma aparência.

Em 1835, o Conde teria sido visto em Paris. Em 1867, em Milão e no Egito. Ainda, a teosofista Annie Besant, afirma tê-lo conhecido pessoalmente em 1896. C.W. Leadbeater, também adepto da Teosofia, teria o encontrado em 1926, na cidade de Roma. Ainda, há rumores de que viva atualmente na Holanda, na cidade de Ulsselstein, atuando como engenheiro ambiental.






Chama Violeta

Para alguns, Saint Germain é o "Mestre Ascenso do Sétimo Raio", que emana a chama violeta, e que seria a mais poderosa força espiritual atualmente presente no planeta, uma energia de desobstrução, um fogo sagrado e luz de intenso brilho que produz a queima dos carmas.
Atualmente estaríamos entrando na sétima era, a Era de Aquarius. Saint Germain seria o Senhor, Mestre e Chohan (Regente) do Sétimo Raio de Luz Cósmica, que é o raio violeta da purificação, transformação e liberdade, que atua de forma dinâmica através de sua manifestação como chama.

Como possibilitaria a redenção pessoal através da dissolução e incineração cármica, a chama violeta é também a chama da misericórdia, uma vez que é um instrumento que possibilitaria a melhora pessoal e ascensão espiritual, instrumento criado e outorgado pelo Divino, pelo emanador dos raios cósmicos — O Grande Sol Central.

No Brasil, o Avatar da Era de Ouro de Aquário tem vários grupos que divulgam seus ensinamentos. Entre eles estão a Fraternidade dos Guardiães da Chama e o Movimento da Consciência Suprema Una.

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Ciguapa



Uma ser sobrenatural feminino que vivem nas regiões mais profundas das montanhas da República Dominicana. Ela tem pele marrom ou azul escuro, com profundos olhos negros e prefere andar nua vestindo apenas seu longo cabelo preto ao redor dela.

Ela nunca pode ser capturada porque seus pés são virados para trás, para que quando ela ande, ela deixa uma pista falsa que sempre leva seus seguidores para o caminho errado.

O ciguapa seriam os espíritos de mulheres que morreram enquanto se escondiam de colonos espanhóis na Cordilheira Central. Eles assombram os caminhos de montanha, de noite, seduzindo os homens jovens para a morte por afogamento.

O ciguapa também são descritas como pequenas mulheres com a pele dourada que são mudos, exceto para o imitar o canto das aves que usam para seduzir os homens para suas cavernas no rio, onde eles vão ficar presos para sempre. Outra variação descreve pequenas mulheres cobertas com a pele dourada, que uivam, mas não falam, e percorrem as copas das árvores, saltando de galho em galho.

O ciguapa também dizem que se assemelham a pássaros noturnos que choram com uma voz semelhante à humana.

Conhecido por ser um ciúme doentio, o seu uivo na noite pode ser um prenúncio de morte de seu companheiro, se um ciguapa caiu no amor com você.

O Cryptozoologista, Scott Corrales, sugeriu que a Maboya, um espírito da mitologia Taino que aparece em muitas formas, incluindo a ciguapa, está relacionado com o Chupacabra .

Pode também estar relacionado com a ciguanaba de El Salvador, eo biembienes que também são espíritos de pessoas que fugiram para as montanhas e morreram.

Outros seres com os pés virado para trás incluir o Abarimon eo Nulo .

Também são conhecidos como sirenes de montanha, e em algumas áreas ciguapas machos também  são descritos.

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Abarimon



Abarimon é o nome de uma lendária raça de pessoas nativas de um país de mesmo nome. O povo de Abarimon tinha pés para trás, mas apesar desta desvantagem eram capazes de correr em grande velocidade. Eles viveram lado a lado com animais selvagens e tentam capturá-los porque eles não são assim tão selvagens.

Eles moravam em um grande vale do Monte Imaus (agora chamado de montanhas do Himalaia ). Houve uma especial qualidade no ar que que dizem que se fosse respirado por um longo período de tempo seria impossível respirar qualquer outro tipo de ar e os moradores nunca poderia deixar o vale vivos.

As pessoas Abarimon foram inicialmente descritos por Plínio, o Velho , em seu livro História Natural (VII 11). Um conto semelhante é contada por Aulus Gellius em Noites do sótão.

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Aswang


A Aswang é uma criatura vampírica oriunda das Filipinas que conserva uma metade humana. Essa característica confere à Aswang o aspecto de uma linda donzela durante o dia, que pode se transformar, à noite, em um assustador pássaro emplumado. Trata-se de uma Vampira muito temida pelos seus poderes. Acredita-se, por exemplo, que uma pessoa que tem a sombra lambida pela Aswang está com os seus dias contados...

Sua estratégia de ataque também é assustadora. Na forma de pássaro, a Aswang pousa no telhado de uma casa e usa a sua língua longa e pontiaguda para atingir a veia jugular de sua vítima adormecida. Diz-se que essa horrível criatura prefere beber o sangue de crianças, e comer o coração dos adultos! Após se alimentar, a Aswang fica com o aspecto de uma mulher grávida, devido ao acúmulo de sangue em sua barriga... Para exterminá-la, os filipinos costumam utilizar armas metálicas, o grande ponto fraco deste tipo de Vampiro.

Também é descrito como um demónio nocturno que toma as formas que quer, como as de um cão, gato, ave ou outro animal. O aswang apanha preferencialmente meninos, abandonados e caminhantes solitários. Com sua língua horrivelmente dilatada, negra e flexível como a seda, extrai os fetos às mulheres que estão encintas. A ele se atribuem as dores no parto.

Muitas fábulas diferentes e até contrárias referem-se ao aswang, porque as nações civilizadas do Archipiélago confundem baixo o nome de aswang as lembranças de vários demónios diferentes de sua religião antiga e primitiva; de maneira que hoje aswang costuma ser, tanto para todos, a denominación genérica de uma série de duendes ou equivalente ao sentido da vox espanhola bruxo ou duende. O pássaro Tiktik, ave nocturna, anuncia com seu canto a proximidade do aswang.


Um ASWANG (ou Asuwang) é uma criatura mítica no folclore filipino . O ASWANG é uma criatura-vampiro inerentemente mau gosto e é objecto de uma ampla variedade de mitos e histórias, os detalhes do que variam muito. colonizadores espanhóis observou que o ASWANG era o mais temido entre as criaturas míticas das Filipinas, ainda no século 16.
O mito do ASWANG é bem conhecido em todo o Brasil, exceto na região de Ilocos, que é a única região que não tem um mito equivalente.  Ele é especialmente popular no Ocidente nas regiões de  como Capiz , Iloilo e Antique . Outros nomes regionais para o ASWANG incluem "tik-tik", "wak-wak" e "soc-soc".


Definição

"Aswangs" são freqüentemente descritos como uma combinação de vampiro e bruxa e são quase sempre do sexo feminino. Eles são usados às vezes como um termo genérico aplicado a todos os tipos de bruxas , manananggals , metamorfos , lobisomens e monstros. ASWANG histórias e as definições variam muito de região para região e de pessoa para pessoa, então não fixou um particular de características pode ser atribuído ao termo. No entanto, o termo é freqüentemente usado como sinônimo de manananggal , que é uma criatura especial, com um conjunto específico de características. Elas são muitas vezes retratados como um monstro com asas que agitam ruidosamente quando ela está longe e em silêncio quando ela está mais perto. A definição mais popular original no entanto, é que ele é um bal-bal (maninilong em Catanauan, Quezon ), um comedor de mortos . Após o consumo, o bal-bal substitui o cadáver com troncos de banana.

No sul de Luzon , na província de Rizal, especialmente na área ao redor da cidade de Antipolo, também é conhecido como avistamentos popular de Aswangs especialmente durante a Semana Santa (Páscoa nas Filipinas), onde a lenda diz que as atividades paranormais estão em seu pico durante o três dias que Cristo foi morto.

Na parte sul das Filipinas, em Mindanao As bruxas (ASWANG) são classificados em cinco tipos distintos.

1. Blood Sucker (Vampiro)
2. O Barangan (Vindictive Hexer ... Voodoo e afins)
3. Mananangal (Self segmentador) Uma criatura que pode voar durante a noite usando apenas a parte superior do tronco com as suas entranhas dangling abaixo.
4. O Comedor Corpos - Este é o ASWANG que vai tentar mudar o cadáver real com um cadáver falso feito do tronco de uma bananeira.
5. A Besta Falso - Um ASWANG que tem a habilidade de mudar de um ser humano em um porco selvagem, ou o cão ou o que for adequado dar-lhe forma.



Aparência e Atividades

A grande variedade de descrições nas histórias ASWANG tornam difícil para resolver sobre uma definição fixa de um ASWANG aparências ou atividades. No entanto, vários temas em comum que diferenciam aswangs de outras criaturas mitológicas surgem: Aswangs são metamorfos (podem se transformar em outras criaturas ex: humanos, animais). aswangs Histórias recontagem vivendo como habitantes regulares. Como habitantes da cidade regular, eles são silenciosos, tímido e esquivo. À noite, eles se transformam em animais do gato, porco, aves e mais comum um cão. eles gostam de comer fetos e crianças pequenas, favorecendo os fígados e corações. Alguns longas trombas , que eles usam para sugar as crianças fora do útero materno ou sua casa. algumas são tão finas que podem se esconder atrás de um poste de bambu.

Eles são rápidos e silenciosos. Alguns também fazem barulho, como o Tik-Tik (o nome foi derivado do som que ela produz), que são mais altos quanto mais longe ASWANG o é, para confundir sua vítima em potencial e os Bubuu, um tipo agressivo de ASWANG que faz um som de uma galinha poedeira na meia-noite. Eles podem também substituir as vítimas vivas ou roubados cadáveres com fac-símiles feitas de troncos de árvores ou outras plantas. Este fac-símile vai voltar para a casa da vítima, apenas para adoecer e morrer. Um ASWANG também terão olhos vermelhos, o resultado de ficar a noite toda à procura de casas onde acorda são realizadas para roubar os corpos.


Lidando com Aswangs

Normalmente, um ASWANG é revelada através de uma garrafa de um óleo especial extraído da carne cozida e decantado coco e misturada com certos caules de plantas sobre as quais orações especiais sendo dito. Quando um ASWANG chega perto ou perambula pela casa durante a noite, o óleo é dito para ferver (ou em bolhas de espuma) e continuar a ferver até a partida do ASWANG.

pagi Buntot ou da cauda das arraias, brilhante, espadas de prata esterlina, e imagens de velhas caducas ou avós foram ditas para dissipar a sua presença. O mito de armas de prata repelir criaturas do mal é provavelmente derivado da mitologia ocidental.
Jogando sal na aswangs também é dito para causar a sua pele para queimar. Esta crença pode decorrer de depurar os poderes atribuídos aos cristais de sal por várias tradições de bruxaria.

Jogando sémen em ASWANG também é dito para irritá-los. Junto com o sêmen, objetos fálicos são suposto fazer o ASWANG apavorado.
Outra forma de lidar com aswangs é manter uma bolsa vermelha cheia de gengibre e moedas. O gengibre irá mantê-los afastados enquanto as moedas são utilizadas para que os impedem de levantar-te.

No caso do Manananggal uma bruxa meio e criatura como vampiros que toma a forma de um velho ou uma bela mulher. Durante a lua cheia, o Mananangal iria para uma área isolada para dividir-se em meio a busca por vítimas.

A manananggal tem uma meia monstruoso, tronco superior e tipo banshee cabeça e ela se separa da sua metade inferior (tronco) Diz-se que se encontra o seu tronco, quer para polvilhar sal ou areia em seu corpo inferior ou queimá-lo, fazendo impossível que a criatura para reverter / transformar. E morreria após os primeiros raios de sol.

Eles dizem que você pode determinar se um outro ser humano é um ASWANG se você vê seu próprio reflexo em seus olhos, como de cabeça para baixo ou por vê-los em sua forma verdadeira, quando você se dobra sobre a vê-las em uma cabeça entre as pernas de posição.

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