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Museu da Morte


Em Palermo, na Itália, existe um dos museus mais macabros do mundo, afinal ele tem como temática a morte. Lá existem mais de oito mil corpos expostos ao público.

Criado em 1599, as catacumbas foram construídas com a intenção de ser um local que permitisse a visitação do corpo do famoso monge: Silvestro de Gubbio. Mas com o passar do tempo o número de monges cresceu e como o cemitério não conseguia mais absorver o número de mortos, a cripta subterrânea acabou sendo aumentada e eles começaram a serem “enterrados” nesse lugar.

Conforme o tempo passava, essa forma de sepultamento se tornava uma tradição local e a burguesia aderia a essa moda. Durante a vida os mais ricos doavam dinheiro ao mosteiro para que na sua morte eles fossem sepultados no local.

Em 1882, o local foi oficialmente fechado para sepultamento, mas recebeu mais alguns corpos a pedidos especiais. Sendo um deles o de Rosalia Lombardo, que se tornou o mais famoso do local, devido a sua perfeita conservação. A menina, que tinha dois anos quando faleceu, é o corpo mais conservado do local, tão perfeito que mal pode-se notar que ela está morta:


Durante muito tempo a conservação do corpo dela foi um mistério, mas há pouco tempo uma pesquisa feita pela National Geographic Magazine revelou que o médico que embalsamou a menina, utilizou uma técnica nova, que tinha como "ingrediente secreto" a aspirina, dessa forma ele conseguiu que o corpo se mantivesse mais conservado que todos os demais.



Um fato muito interessante sobre o local é que sua atmosfera e seu solo fazem com que os corpos fiquem muito mais conversados do que o normal, o que torna a experiência de visitar esse museu em algo único no mundo.



Fique com algumas imagens desse local incrível e assustador:

Fonte: minulua.com

































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Foawr





Na cultura célta Também conhecido como: o arremessador de pedras gigantes, Foawr.

Muitos gigantes na Grã-Bretanha e Irlanda apresentaram uma Tendência em jogar pedras, mas o Foawr Manx eram absolutamente os melhores em arremessar grandes pedras ao seu redor. Atiravam pedras em seres humanos, em navios, um no outro e também atiravam pedras apenas por uma questão de atirar pedras.

Parece no entanto que os machos da espécie eram mais propensos a arremessar pedras do que as fêmeas. Os Foawr masculinos eram desprezados pelos agricultores humanos, não só por arremessarem pedras, mas também por seu hábito de profanação e de roubar gado.Apesar de roubarem gado eles não são considerados ogros.

Foi considerado que Foawr podem ser da mesma linhagem de Fomorii, pelo menos, estavam a ser ditos filhos do Haggard deusa da tempestade, o Bheur Cailleach.

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Caduceu de Mercúrio


É frequentemente confundido com o símbolo da medicina, o bordão de Esculápio ou bastão de Asclépio.

O caduceu ou emblema de Hermes (Mercúrio) é um bastão em torno do qual se entrelaçam duas serpentes e cuja parte superior é adornada com asas. É um antigo símbolo, cuja imagem pode ser vista na taça do rei Gudea de Lagash, 2.600 anos a.C., e sobre as tábuas de pedra denominadas, na Índia, nagakals. Esotericamente, está associado ao equilíbrio moral, ao caminho de iniciação e ao caminho de ascensão da energia kundalini. A serpente da direita é chamada Od, que representa a vida livremente dirigida; a da esquerda Ob, vida fatal e o globo dourado no cimo Aur, que representa a luz equilibrada. Estas duas serpentes opostas figuram forças contrárias que podem se associar mas não se confundir. Em virtude de sua associação com Hermes, o deus grego do comércio, o caduceu representa o comércio e demais atividades regidas pelo deus.

Bastão entrelaçado com duas serpentes, que na parte superior tem duas pequenas asas ou um elmo alado. Sua origem é explicada pela suposta intervenção de Mercúrio diante de duas serpentes que lutavam entre si, as quais se enroscavam em seu bastão. Os romanos utilizaram o caduceu como símbolo do equilíbrio moral e da boa conduta;

o bastão expressa o poder; as duas serpentes, a sabedoria; as asas, a diligência;
o elmo é emblemático de pensamentos elevados.

O caduceu é na atualidade a insígnia do bispo católico ucraniano. Do ponto de vista dos elementos, o caduceu representa sua integração, correspondendo o bastão à terra, as asas, ao ar; as serpentes à água e ao fogo (movimento ondulante da onda é a chama).


Do ponto de vista esotérico, a vara do caduceu corresponde ao eixo do mundo e suas serpentes aludem à força Kundalini que, segundo os ensinos tântricos, permanece adormecida e enroscada sobre si mesma na base da coluna vertebral (símbolo da faculdade evolutiva da energia pura).Segundo Schneider, os dois S formados pelas serpentes correspondem à doença e à convalescença.

A Antigüidade, inclusive a grega, atribuiu poder mágico ao caduceu. Há lendas que se referem à transformação em ouro de tudo o que era tocado pelo caduceu de Mercúrio e seu poder de atrair as almas dos mortos. Mesmo as trevas podiam ser convertidas em luz por virtude desse símbolo da força suprema cedida a seu mensageiro pelo pai dos deuses.

Hermes, na mitologia grega, é considerado um deus desonesto e trapaceiro, astuto e mentiroso, deidade do lucro e protetor dos ladrões. Seu primeiro ato, logo após o seu nascimento, foi roubar parte do gado de seu irmão Apolo, negando a autoria do furto. Foi preciso a intervenção de Zeus, que o obrigou a confessar o roubo. Para se reconciliar com Apolo, Hermes presenteou-o com a lira, que havia inventado, esticando sobre o casco de uma tartaruga, cordas fabricadas com tripas de boi. Inventou a seguir a flauta que também deu de presente a Apolo. Apolo, em retribuição, deu-lhe o caduceu.


Caduceus, em latim, é a tradução do grego kherykeion, bastão dos arautos, que servia de salvo-conduto, conferindo imunidade ao seu portador quando em missão de paz. O primitivo caduceu não tinha asas na extremidade superior, as quais foram acrescentadas posteriormente.
Hermes tinha a capacidade de deslocar-se com a velocidade do pensamento e por isso tornou-se o mensageiro dos deuses do Olimpo e o deus dos viajantes e das estradas. Como o comércio na antigüidade era do tipo ambulante e se fazia especialmente através dos viajantes, Hermes foi consagrado como o deus do comércio. Outra tarefa a ele atribuída foi a de transportar os mortos à sua morada subterrânea (Hades).
Com a conquista da Grécia pelos romanos, estes assimilaram os deuses da mitologia grega, trocando-lhes os nomes: Asclépio passou a chamar-se Esculápio e Hermes, Mercúrio.

Segundo os filólogos, a denominação de Mercúrio dada a Hermes pelos romanos provém de merx, mercadoria, negócio. O metal hydrárgyros dos gregos passou a chamar-se mercúrio por sua mobilidade, que o torna escorregadio e de difícil preensão. O planeta Mercúrio, por sua vez, deve seu nome ao fato de ser o mais veloz do sistema planetário.

O caduceu é, de longa data, o símbolo do comércio e dos viajantes, sendo por isso utilizado em emblemas de associações comerciais, escolas de comércio, escritórios de contabilidade e estações de estradas de ferro.

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Anthropophagus ( Blemmye)


Um canibal, um comedor de homens. Os antropófagos são uma raça estranha de Ogro, pois eles não têm cabeça. Suas características são sombrias

Eles freqüentemente se armam com armas brutais e utilizam ferramentas e artefatos muitas vezes criados a partir de ossos humanos.

Dizem que os antropófagos são freqüentemente encontrados a beber em crânios humanos e que usariam
couro cabeludo humano em torno de sua boca, sendo esse cabelo algum tipo de guardanapo macabro para suas refeições.


A nova e completa enciclopédia  americana (The New Complete Encyclopedia  American) associa  os antropófagos com o Androphagi, também conhecido como Androphagoi.

De acordo com Heródoto "O Androphagoi têm as formas mais selvagens de todos os seres humanos, eles não reconhecem qualquer regra de direito, nem obedecem a qualquer lei imposta pela sociedade. Eles são nômades e usam roupas como a dos Citas (um antigo povo iraniano de pastores nômades equestres), mas têm uma linguagem própria.; possuem seu próprio grupo sendo devoradores de homens ".

Em Otelo, Shakespeare usa a palavra antropófagos para descrever uma criatura conhecida como Blemmye levando-os a serem associados como canibais.







Blemmye

Uma criatura sem cabeça com a boca, nariz e olhos em seu tórax.

Também conhecido como Acephali (sem cabeça), um termo também usado para se referir a grupos de pessoas que não tem um líder.

Referências

Enciclopédia Britânica:. Cambridge, na Inglaterra University Press, 1911.

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A Premonição dos Trapalhões feita em 1983

O video mostra a cena de um episódio especial do programa “Os Trapalhões” gravado em 1983, no qual eles simulam estar em 2008. Na cena, Zacarias e Mussum aparecem interpretando seus filhos, já que eles não estariam mais vivos. Eles dois têm a missão de promover o reencontro entre Didi e Dedé, que estão brigados e alguns anos sem se falar.

Coincidência? Vale lembrar que em 2008 Dedé voltou a trabalhar com Renato Aragão no seu programa “Turma do Didi”.


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Tetragrammaton ( Tetagrama )


Tetragrammaton: Símbolo e Amuleto


Se considerarmos que as letras de um alfabeto nada mais são que sinais gráficos, o Tetragrama, em sua representação gráfica, conhecido como Tetragrammaton, é uma complexa combinação de letras do alfabeto hebraico, grego e latino, associados a diversos símbolos conhecidos no ocultismo. Nele encontra-se o pentagrama entrelaçado, símbolos zodiacais, algarismos e formas geométricas, entre outras representações.

No ocultismo, incluindo suas diversas ramificações, o Tetragrammaton desempenha uma função muito importante, sendo usado em rituais e invocações e na forma de talismãs. Os ocultistas interpretam o Tetragrammaton e outros símbolos cabalísticos nele contidos, como poderosos signos mágicos, capazes de potencializarem rituais abrindo as portas da consciência humana.

Acompanhe a descrição de alguns elementos do Tetragrammaton:



Pentagrama

O pentagrama assume diversos significados de acordo com o contexto em que é encontrado. Neste caso, é a base do Tetragrammaton. Assim, podemos interpretá-lo como símbolo do "Homem Realizado". Isto é, uma representação da entidade humana evoluída em todos os estágios espirituais.


Os olhos do Pai - Júpiter

No ângulo superior do Pentagrama, encontramos "Os olhos do Pai" e a representação do planeta Júpiter. Uma alusão aos olhos do Criador, o espírito, o poder que coordena tudo e todos.

Marte

Nos "braços" do Tetragrammaton encontra-se o símbolo astrológico e zodiacal do planeta Marte, representando a Força, ou a Energia pura da criação.


Saturno

Nos ângulos inferiores está a representação astrológica e zodiacal do planeta Saturno. É um dos principais símbolos usados na Magia, representando os mestres que anularam o próprio ego e as falhas inerentes ao ser humano, atingindo assim, a perfeição.


Sol e Lua

Posicionados nas linhas verticais do Pentagrama, próximos ao centro da figura, o Sol e a Lua fazem referência aos pólos femininos e masculinos da criação, contidos em todos os organismos, incluindo o Microcosmos e o Macrocosmos.


Mercúrio e Vênus

Estes símbolos são amplamente encontrados na literatura alquímica e são representações astrológicas e zodiacais destes planetas. Localizados sobrepostos no centro da figura, referem-se à união dos pólos de onde surgirá o Caduceu de Mercúrio.




Caduceu de Mercúrio

O Caduceu de Mercúrio é o símbolo alquímico da transmutação. Associado aos símbolos superiores de Mercúrio e Vênus, refere-se à criatura, ou seja, o resultado da união entre os pólos feminino e masculino, entre as forças lunares e solares, e o ponto de equilíbrio entre eles. Por estar localizado no centro da figura, também pode ser interpretado como a "coluna vertebral", ou, Kundalini, responsável pela união da energia sexual entre as polaridades.


Jehova

Esta inscrição hebraica é um tetragrama pronunciado Jehova (lê-se da direita para a esquerda), sendo mais uma das várias alusões ao "Nome de Deus".



Alfa e Omega

Alfa e Omega são, respectivamente, a primeira e última letra do alfabeto grego. Esta é uma referência ao princípio e fim de todas as coisas. Alfa está abaixo dos "Olhos do Pai". Omega encontra-se invertido, na base do Caduceu de Mercúrio. Isto pode significar o caldeirão utilizado pelos alquimistas, ou ainda, o caldeirão (útero) da Deusa, para alguns ocultistas.

Binário

Localizados fora do pentagrama, os números 1 e 2 são referências à bipolaridade; isto é, uma representação de que todas as coisas possuem dois lados. Seguindo este conceito, podemos também compreendê-los como outra manifestação dos pólos masculino e feminino, início e fim, bem e mal, entre outros.


Logos

Logos é uma palavra grega que significa razão, mas também é interpretada como "fonte de idéias" e "verbo divino". Associado ao Tetragrammaton, os números 1, 2 e 3 representam respectivamente o Pai, a Mãe e o Filho. Também pode ser interpretado como a Tríade do Cristianismo (Pai, Filho e Espírito Santo) ou como o triângulo, amplamente encontrado nas tradições esotéricas.


Cálice

O cálice significa o pólo feminino da criação. Na alquimia é utilizado para representar o elemento Água.


Espada Flamejante

A "espada de fogo", dentro do contexto alquímico, representa o próprio elemento fogo. Porém, associado ao Tetragrammaton, assume o papel do pólo masculino e do pênis, símbolo de fertilidade entre as antigas tradições.


Báculo

Báculo é o bastão comumente usado por Magos. Está dividido em sete escalas representando os estágios de evolução. Na alquimia está relacionado ao elemento Terra.


Hexágono do Mago

O hexágono do Mago representa o domínio do espírito sobre a matéria. Na alquimia está relacionado ao elemento Ar.


Não é possível definir apenas uma relação entre os vários símbolos que compõem o Tetragrammaton e tampouco uma finalidade específica desse conjunto. Seus sinais transitam entre correntes tão distantes que a interpretação, em certos casos, chega a ser paradoxal.

Se observarmos estas combinações simbólicas através do ângulo alquímico, teremos um determinado resultado. Porém, se analisado através dos conceitos astrológicos, por exemplo, a conclusão poderá ser totalmente distinta. Assim, a atenção e perspicácia do observador tornam-se fundamentais para decifrar o Tetragrammaton, um dos mais antigos e poderosos símbolos da espiritualidade humana.

Fonte: Spectrum

Armado deste signo e convenientemente disposto, podeis ver o infinito através daquela faculdade que é como que o olho de vossa alma, e vós vos fareis servir por legiões de anjos e colunas de demônios.

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