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O Mistério dos quadros das crianças que choram



Detalhe no video ao 1:57 é uma montagem aquele incêndio não aconteceu é apenas uma maneira de retratar os incêndios que aconteceram supostamente devido aos quadros.




A VINDA DA MALDIÇÃO

'A Maldição do menino chorando' surgiu na manhã azul de 1985:. The Sun, na época o mais popular dos tablóides, o jornal  Inglês, publica na página 13 da sua edição de 4 de setembro um artigo intitulado " Blazing Curse of the Crying Boy ". Ele contou como Ron e May Hall culpou uma pintura barata de uma criança com lágrimas escorrendo pelo seu rosto por um incêndio que destruiu sua casa em Rotherham, uma cidade mineira em South Yorkshire. O incêndio começou em um pan-chip na cozinha de sua casa de 27 anos e se espalhou rapidamente. Mas, embora os quartos do andar de baixo da casa foram seriamente danificadas, a cópia emoldurada do menino chorando escaparam ilesos. Ele continuou a ficar ali, rodeado por um cenário de devastação


A Pintura Maldita

Centenas de pesoas na Grã Bretanha perderam suas casas por causa de misteriosos incêncios. Todos com um bizarro ponto em comum: Cada casa tinha uma cópia da pintura do menino chorando. Curiosamente, em muitos casos, a única peça de decoração a sobreviver as chamas era justamente a cópia, segundo o jornalista Dick Donovan.

Existem diversas versões da pintura originalmente feita pelo artista italiano Graham Bragolin, mas, toas retratam um pobre gatorinho triste com lágrimas rolando pela face.

A impresna européia diz que os investigadores dos incêncios não tem conseguido detectar as fontes das estranhas chamas, que parecem ter surgido sem motivo aparente. Aliás, foi um dos investigadores que primeiro percebeu a presença da pintura nas residências queimadas, principalmente porque eram, em diferentes acontecimentos, as únicas peças não avariadas pelo fogo. E os episódios registrados tem levado muita gente séria a pensar em alguma espécie de maldição associada a pintura.

Em Blaenavon, Wales, a Sra. Ann Hardwick, de 37 anos, teve sua casa reduzida a escombros, mas, as três cópias do quadro, de sua propriedade, permaneceram intactas. Impressionada, Ann fez questão de jogá-las no lixo.

O mesmo aconteceu com o Sr. David Amos, que possuia duas reproduções da tela. Sua casa em Mersyside pegou fogo e os quadros ficaram íntegros.

A Sr. Doris Wilde, 51, foi avisada por amigos de que o quadro que ela comprar poderia atrair experiências desagradáveis para o seu lar. A dona-de-casa, residente em Northampton, nada supersticiosa, ignorou por completo as recomendações no sentido de qe se livrasse daquele artigo e sua moradia foi consumida por um incêncio de origem inexplicável. A Sra. ficou tão chocada que não encontrava coragem nem mesmo para tocar a figura do menino.

A quantidade de episódios catastróficos tendo como ponto em comum a presença de cópias de citado quadro, foi tão grande, que rumores espalharam-se por toda a Grã-Bretanha, dando forma a uma maldição. Um número expressivo de pessoas desejosas de se livrarem de suas telas apareceu. Todo esse movimento chegou a tal ponto que o jornal The Sun (Londres) passou a coletar as reproduções, com o apoio de seus leitores, para que fossem destruídas. E assim, centenas de cópias da pintura maldita foram incineradas, perante alguns membros do corpo de bombeiros local.

"Penso que há muita gente que vai poder respirar aliviada agora" disse o bombeiro Barry Davis, diante da fogueira de quadros.

Aqui você encontra algun dos famosos quadros das crianças chorando, que eram mania mundial até a década de 80. Quase toda casa tinha um destes quadros, até que um dia o autor realizou entrevistas dizendo que os quadros representavam crianças mortas e que eles eram demoníacos!

Quadro 01
Quadro 02
Quadro 02
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Quadro 59
Quadro 60
 

logo eu posto as fotos em tamanho original.

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Tikbalang (O Cavalo Demônio )


Tikbalang ou tigbalang (cavalo demônio) é um meio homem, meio cavalo. Tem uma cabeça de cavalo, o corpo de um ser humano, mas com os pés do cavalo.

Uma constante insegurança é predominante entre as Comunidades vizinhas as regiões montanhosas do arquipélago de Filipinas. Os tortos, olhares furtivos trocados quando algum membro da família pede para ser acompanhado em algum lugar fora de sua residência este hábito é formado a partir do medo dos Tikbalangs.



Muitas vezes, misteriosamente imitando a aparência dos familiares das vítimas, este espírito da floresta leva as pessoas para um lugar solitário para atacar suas vitimasm, na maioria das vezes Ele viaja à noite para estuprar mulheres. As mulheres estupradas, então dão à luz a mais um tikbalang.também dizem que podem fazer os viajantes se perderem em seu caminho nas zonas montanhosas e florestais.



o silêncio é quebrado com gargalhadas as vezes sem motivos o que leva a desconfiança, mas as vítimas só percebem que não é seu familiar após começarem a sentir um cheiro forte de tabaco e do movimento bêbado que balança de um lado para o outro, quando finalmente a vítima percebe a farsa é tarde de mais, a ultima coisa que consegue ver é a horrivel criatura que se parece mais um cavalo do que um homem.

Tikbalangs são muito traiçoeiros com as pessoas, eles geralmente fazem uma pessoa imaginar coisas que não são reais. Às vezes, um Tikbalang pode conduzir uma pessoa a loucura.


As pessoas dizem que após ser atacada a vítima encontrar-se sozinho na floresta, mergulhada na escuridão, sem ver o sol por um tempo indefinido. A caminho de casa, lembra dos poucos vestigios de memória que voltam depois de um desaparecimento, é dificultada por uma sensação intensa de desorientação e uma floresta que parece a sufocar a si mesmo repetidamente.

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A Ponte do Diabo, em Montoulieu



Perto da incrível fortaleza de Foix, na região de Languedoc, França, não muito longe da fronteira com a Espanha há uma ponte. É a ponte Montoulieu que existe até hoje. Há turistas que ainda a visitam...



Castelo de Foix

Se você cruzar esta ponte é melhor que não tenha nem um pecado pedente pois reza a lenda que ela foi construída pelo próprio Diabo, são poucos os corajosos que se atrevem a cruzar a ponte de noite e mesmo aqueles que possuem tal coragem se assombram a ouvirem ruídos e a sensação do Diabo espreitando suas almas...


A Lenda

“Numa manhã, Raymond Roger, conde de Foix, acordou de péssimo humor. Passara mal a noite por culpa do javali que jantou na noite anterior".


Desse jeito, selou seu cavalo favorito e partiu a galope rumo às montanhas.

Ele atravessou logo o burgo de Foix e entrou pelo caminho que corre ao longo do rio Ariège. Ele andava pelo lado esquerdo cavalgando no sentido contrário da correnteza.

Assim ele passou por Ferrières e Prayols. Mas, logo depois lhe passou pela cabeça de atravessar para o outro lado. Ele mandou o cavalo cruzar o rio. Porém, naquele lugar o rio Ariège corre entre paredes de pedra enormes e a água é profunda.

O cavalo com medo não quis passar. O conde ficou furioso, deu meia-volta e voltou para o castelo.

Imediatamente, ele mandou vir o barão de Saint-Paul, e lhe disse furioso:

‒ “Sr. barão, esse desvio do rio na tua região me põe em cólera...”

‒ “Mas, meu senhor, sempre foi assim desde que existe esse rio!”

‒ “Chega! Eu te ordeno construir uma ponte no local. E rápido!!!”

‒ “Bom.. sim,... eu vou tentar…” sussurrou o barão procupado diante da perspectiva de uma tarefa quase impossível.

‒ “Se em um mês eu não ver a ponte, tua vida vai ficar por um fio!”



E o conde se retirou deixando o pobre barão completamente desolado.

Acontecia que o barão era um poeta que não se preocupava com o dia de amanhã e gastava logo todo dinheiro que ganhava. Por isso, ele não tinha um tostão sequer para começar os trabalhos.

Então, ele que cantava sempre alegremente, ficou todo triste. Os dias passavam e não aparecia nenhuma solução. Ele foi até os bordes do Ariège e muito desanimado lamentou-se:

‒ “Ah! Eu faria um pacto até com o diabo para sair desta enrascada!”

O diabo a espreita que soprara essa idéia na cabeça barão .

‒ “¨Aqui estou eu ...” disse uma voz por trás do barão.

O diabo cheirando a enxofre apareceu e lhe estendeu a mão dizendo:

‒ “Tua ponte estará pronta no dia combinado!...”

‒ “É verdade? Não posso acreditar... bem, muito obrigado... quer dizer... bom, sim, sim, obrigado...”, gaguejou o tolo barão.

‒ “Sim, sim mas...”, disse o diabo. “Mas o que é que você vai me dar em troca?”

‒ “Quer dizer... bem...” gaguejou o barão compreendendo tarde demais que tinha posto os pés pelas mãos.

‒ “Você não tem dinheiro... eu sei...”, continuou o diabo sabido falando. “Olha aqui!”

O espírito da mentira pegou uma pedra e jogou para ele. Na hora de apanhá-la, o barão viu que tinha se transformado em moedas de ouro!

‒ “Mas... eu... quer dizer... não sei...”

‒ “O que eu quero... ‒  nessa hora o olhar do demônio faiscava como fogo do inferno ‒ é que você me entregue a alma do primeiro que passe pela ponte!”

O barão fechou os olhos e disse:

‒ “Tá bom! Eu te juro pela minha honra que a alma do primeiro que passar pela ponte será tua!”



E cada um partiu para seu lado. Mas, a partir daquela data, o barão estava cada vez mais triste. Ele tinha feito um pacto com o diabo!

Cheio de remorsos, ele foi para o lugar onde vão todos os que tem necessidade de um reconforto vão.

Ele foi para a igreja do mosteiro de São Volusien.

Envergonhado por seu monstruoso pecado, ele se escondeu por detrás da primeira coluna à direita, e deitou-se no chão chorando.

O irmão sacristão percebeu esse homem estranho,sujo e suspeito, foi chamar o reverendíssimo abade:

‒ “Meu pai, disse ele, acho que há um ladrão na igreja!...”

‒ “Um ladrão? Como assim? Vamos ver...”

O abade foi pé ante pé até o homem deitado cheio de terra, escutou e ouviu os prantos.

‒ “Mas não é um ladrão! É um homem que sofre!”, sussurrou para o irmão.

E, avançando, tocou o ombro do barão, dizendo:

‒ “Meu amigo, venha...” E ele o levou-o à sacristia onde reconheceu o barão de Saint-Paul. Este então lhe contou seu caso, sua dor e confessou seu pecado.

Quando a confissão acabou, o reverendo padre disse estas palavras na orelha do barão sonhador e atrapalhado:

‒ “Amanhã, vos será necessário... então vós fareis... então... a solução!”

Ninguém ficou sabendo o que saiu nesse momento. Mas o abade passou a noite rezando muitas “missas baixas” pelo barão.

O barão, voltou para sua casa, cantando como um passarinho de alegria.

Entrementes, durante aquela noite toda, ouviu-se no vale o eco de uma barulheira infernal. Era um canteiro de obras pavoroso!!!

Os aldeões de Montoulieu não puderam dormir.

E no raiar da aurora apareceu bem construída uma ponte sobre o perigoso córrego.

Belzebu instalou-se sobre o murinho da ponte, aguardando o primeiro que fosse passar para levá-lo ao inferno.

E quando desabrochavam os primeiros alvores matinais, envolto numa capa preta, apareceu o barão de Saint-Paul.

O diabo zombou dele:

‒ “Ah, sim, você vai ser o primeiro!...”

‒ “Não, não”, respondeu o barão. “O primeiro, aquele que é para você... olha está aqui!”



E abrindo uma sacola ocultada sob a capa puxou um enorme gato negro que tinha uma panela amarrada na cauda. E o gato saiu disparado. Usando todas suas patas atravessou a ponte.

O diabo furioso partiu para pegar o barão, quando na encosta de um morro apareceu a procissão dos monges de São Volusien, cantando as ladainhas de todos os santos, com a Cruz na frente e o Padre Abade levando o hissope e aspergindo a ponte com água benta.

O diabo enfraquecido se contentou com a alma do pobre gato, porém jurando vingança...!! Vitória cantavam os monges e o barão!!!



Durante muitos e longos anos poucas pessoas ousaram cruzar a ponte durante a noite com medo do diabo.

Entretanto, há mais de dez séculos que não se ouve falar de sinais de Lúcifer na ponte de Montoulieu.

Se você for passear por ali e você o encontrar, fique sabendo que foi você que o atraiu lá!”

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O Símbolo da Bruxa de Blair



Os cidadãos Blair descobriram que ela estava atraindo as crianças para sua casa  para tirar o sangue delas, então eles estavam convencidos dos atos de bruxaria. Depois de terem a banido para a floresta em pleno inverno, até o final desse inverno a maioria das crianças de Blair desapareceu de repente. Os moradores culparam a bruxa e proclamaram o município de Blair e do Black Woods como amaldiçoado.

O símbolo da bruxa de blair é composto por cinco pontas. Seu triangulo no centro está apontando para baixo. As cinco linhas que se assemelham a um homem microcósmico com braços e pernas esticadas dentro de um círculo (com um pentagrama no fundo) - é um símbolo de magia ou encanto entre os alquimistas medievais e assistentes.

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