Soldados canadenses mortos em Dieppe na costa francesa



Duas mulheres inglesas ouviram uma sangrenta batalha da Segunda Guerra Mundial, porém quase uma década depois. Aqui está essa história surpreendente.

Nos primeiros dias de Agosto de 1951, duas irmãs Inglesas estavam de férias na Normandia, quando seu sono foi perturbado por tiros de canhão.

Em pouco tempo elas perceberam que estavam ouvindo os sons de uma guerra, e estes continuaram em intervalos, durante três horas.

No dia seguinte, quando as mulheres assustadas tentaram descobrir o que havia acontecido, ficaram surpresas ao saber que não tinha havido nenhuma batalha. Na verdade, ninguém tinha ouvido nada.

No entanto continuaram perguntando, e descobriram que Puys, onde passavam as férias, havia sido uma zona ocupada e fortificada pelos alemães durante a Segunda Guerra Mundial.

Alí nas praias de Dieppe, há quase exatamente nove anos antes, os Aliados haviam feito um ensaio fracassado do dia D.

Infelizmente a invasão cara e sangrenta, custou metade dos 6.086 homens, na maioria canadenses, que desembarcaram em 19 de agosto de 1942, todos mortos, feridos ou capturados.

Soldados canadenses capturados


As mulheres logo perceberam que ouviram uma reprodução quase exata dessa batalha, como se tivessem estado alí no momento em que ocorreu.


Ouviram bombardeios e gritos de madrugada, "aproximadamente as quatro da manhã" e o barulho parou abruptamente cinquenta minutos mais tarde.


O bombardeio real começou as 3hs 47 m da manhã e parou, de acordo com registros militares, as 4hs 50m.


Elas ouviram as bombas e os gritos dos homens, e novamente o silêncio, e os arquivos militares também confirmam que o bombardeio parou, as 5hs 07 m e as 4hs 50 m da manhã.
Todos os sons que ouviram coincidiam com os dados oficiais da batalha. É interessante notar que o combate acabou às 6 hs da manhã, hora em que cessaram os ruídos escutados pelas mulheres.

Mas as duas mulheres ouviram os gritos dos feridos e moribundos durante a hora seguinte, gritos que diminuiram com o passar do tempo.


Tradução: Carlos de Castro

fonte:arquivodoinsolito

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