A Flor de Lótus é bem conhecida como símbolo da pureza e da espiritualidade. Frequentemente associada com o Buda, é estimada e admirada por todos os povos orientais.


A tradição budista conta-nos que quando Buda nasceu e deu os seus primeiros sete passos, nasceram sete Flores de Lótus no lugar onde ele colocou os pés. Esta alegoria simboliza a expansão espiritual do Bodhisattva. Pela mesma razão o Buda em meditação é representado sentado sobre uma Flor de Lótus e os chakras do corpo humano também são representados com pétalas.

O fundamento desta associação reside no facto de o Lótus (Nelumbo nucifera Gaertn.) ser uma planta aquática que vive com as raízes enterradas no lodo, o caule ergue-se através da água, as folhas abrem-se à superfície e a flor irradia luz de um branco imaculado que repele toda e qualquer poeira que lhe toque. Constitui assim uma representação do caminho para a Iluminação em que a Mente, nascida da Matéria, expande suas verdadeiras qualidades após se erguer através dos fluídos turvos das paixões, do ego, do medo e da ignorância.

Além de simbolizar a sabedoria e a perfeição, também representa a harmonia cósmica, pelo que as mandalas são frequentemente elaboradas nessa forma. O Lótus de mil pétalas simboliza a Iluminação e o botão semi-fechado simboliza o potencial. O conhecido mantra "OM MANI PADME HUM" refere-se à "Jóia da Flor de Lótus" - a Iluminação espiritual.

Na mitologia egípcia, o Lótus é associado ao Sol, pelo facto de as suas flores abrirem de dia e fecharem de noite. Segundo alguns mitos, o próprio Sol teria nascido desta flor imaculada.

A Flor de Lótus é usada para exercícios meditativos e de contemplação. Como talismã inspira ao Caminho da Sabedoria e repele as negatividades.





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